Algumas estagiárias… e suas histórias picantes

Algumas estagiárias…
e suas histórias picantes

Algumas histórias picantes de meninas que começaram bem no primeiro estágio, no primeiro emprego.
Meninas e seus colegas, meninas e seus chefes, meninas e seus namorados, enfim, meninas.

Boas leituras!



01

Marina S. B. (2006) – Belo Horizonte MG.
Imagina você dar uma cueca de presente para o seu namorado e depois descobrir que ele estreou a cueca com outra.
Agora imagina uma menina que ganha uma calcinha, pede para o namorado levá-la para conhecer um certo barzinho, depois um certo um motel…
Vão imaginando!





02

Cássia D. E. T. (2005) – São Paulo – SP
Minha chefe, que , por sinal, é minha madrinha, me ensinando coisas da bíblia e, também, os perigos para um menina, assim novinha como eu, no meu primeiro emprego em uma empresa cheia de marmanjos tarados.
Meu supervisor, um dos marmanjos tarados.
Meu colega, outro estagiário, um verdadeiro capeta.
Uma certa sala pouco frequentada.





03

Gabriele G. C. (2004) – Londrina – PR
Eu dava para o David, meu chefe, dava mesmo, não vou mentir, não vou negar. Era casado, mas, além de gostoso que só, ele me oferecia algumas chances.
Mas tinha o Senhor Sílvio, gerente de nós dois… o homem não tinha coragem de me cantar e ficava me mandando, anonimamente, fotos de partes íntimas de meninas. Até que um dia, numa das fotos, reconheci uma calcinha minha, minhas coxas.
O BO que deu eu nem conto, pelo menos por enquanto, pois tudo aconteceu enquanto eu fazia estágio numa big agro empresa aqui da região, e o meu namorado ficou sabendo dos rolos, mas não dos enrolados… quer dizer da enrolada.

Vou contar, então, a história da minha tia, pois foi quase igual… quer dizer, não foi nada igual, foi…

Minha tia Mary tem tem 65 anos…





04

Cibeli A. R. R. (2005) – São Paulo (SP) Rio de Janeiro (RJ)
Nascida e criada em Jundiaí (SP), logo que fiz 18 anos mudei para a casa da minha tia, em São Paulo (SP), para fazer a faculdade e trabalhar com o marido dela, meu tio agregado.
Já sabia que ele era meio doidão, mas não imaginava o quanto. Meu (nosso) trabalho incluía pequenos bate e volta até o Rio de Janeiro.
E lá, no Rio de Janeiro…





05

Larissa E. V. (2005) – São Paulo – SP
Minha prima dá, dá, dá… e continua com o mesmo namorado, pois mesmo nas vezes em que ele a flagrou fazendo xixi fora do pinico, ele a perdoou.
– Dá também, dá também… – ela vivia me dizendo.
Eu vivia respondendo que não queria isso, que tinha o meu namorado.
Mas, quando arranjei o meu primeiro emprego, dei uma vez, dei uma segunda vez, terceira, até que…





06

Olívia A. S. (2003) – Alvorada do Sul – PR
Ele não é meu tio de verdade, só nos apresentamos como tio e sobrinha por conta de laços de convivência e tudo o mais.
Um amor de pessoa, um amor de homem, muito mais afetivo que o meu pai.
Só que, com duas vezes e meia o dobro da minha idade, teve um momento em que ele cismou de pegar uma novinha.
E essa novinha era eu… e foi lá em Cambé.





07

Jéssica M. (2006) – Campinas – SP
Hoje, com 18 anos e meio, começando a faculdade, não namoro mais o Fulano (estou preservando o nome). Mas desde os meus 14 anos até recentemente fui uma menina dividida:
De um lado o ciúme constante do Fulano, e minha vontade de deixá-lo.
De outro lado uma coisa “estranha” que eu sentia e não sabia explicar, me explicar, até que conheci uma certa menina, no meu primeiro emprego.





08

Ilza C. F. (2005) – São Paulo – SP
Meu namorado sempre vive me prometendo o pior, caso algum dia ele me pegue ou fique sabendo de outro… – Nem sei do que sou capaz. – ele costuma dizer.
– Mas… e se você me pegar com outros?
Claro que não vou falar um treco desses pra ele, nem por brincadeira, mas o caso é que aconteceu, num dia em que saí com os colegas do banco e acabamos em quatro num motel.





09

Ingrid J. A. (2000) – Santos – SP
Eu morava em Santos, mas o meu primeiro emprego, um estágio, foi em São Paulo, logo depois que me formei. Me hospedava na casa de uma prima.
Subia a serra na segunda-feira de manhãzinha, passava a semana morrendo de saudades do meu namorado, descia na sexta-feira à noite, sempre de ônibus, chegava e corria a matar saudades. Matávamos, matávamos…
Mas teve uma sexta-feira em que, apesar da saudade, eu não queria nada com nada, meu chefe havia me dado carona e, no caminho, esgotado todas as minhas energias.





10

Linda M. H. (2003) – Porto Alegre – RS
Que sirva de lição isto que vivi.
Primeiro foi uma grande aventura, sacaneando o meu noivo com o meu patrão, me divertindo barbaridade, e esnobando o pobre Getúlio, segurança da firma.
Depois, quando o tempo passou, foi-se a firma do meu patrão, foi-se o meu casamento, vi o Getúlio enriquecer e, literalmente, colocar no meu cu.





11

Lidgiane F. T. (2006) – Mauá – SP
Ô coisa mais difícil, impossível mesmo, explicar para o namorado que foi só um beijinho naquela festinha da firma naquela lanchonete. Era aniversário de uma das colegas do serviço.
Tá bom! Que foram alguns beijinhos…
Tá! Tá! Teve uns pegas, sim, mas…
Não sei como, mas a cada dia ele vai descobrindo mais coisas.
Só vejo a hora… quer dizer, espero não ver, quando ele descobrir que o pessoal chama aquela lanchonete de Come Quieto, e que só fiz anal, só anal.
Espero, orando desesperadamente, que ele não descubra isso.





12

Talita G. V. (2005) – São Paulo – SP
Ô zica, viu! Zica zicada mesmo.
Na maior singeleza, combinei um singelo passeio até Santos com um colega de estágio. Santos e algumas coisinhas mais no caminho de volta.
Mas… depois do dia maravilhoso, já saindo da Imigrantes, um buraco, um tombo, pronto socorro, minha família indo me ver… e o meu namorado junto.





13

Imaculada S. E. (2006) – Paulo – SP
Imaginem uma menina complicada com essas coisas de transar, expor o corpo, e outros grilos doentios! Agora imaginem essa menina indo transar com um antigo coleguinha do Fundamental, mas que que quase transa com o namorado e, que, no final, de tudo transa mesmo é com um antigo professor… se descomplicando.
Complicado?
Então leiam e entenderão… ou não.


14

Samira R. T. (2003) – São Paulo – SP
Logo que fiz 14 anos um vizinho amigo falou que já era hora, e nos envolvemos por quase dois anos; amor de moleque… acendendo as minhas chamas.
Mas como descobri que ele era um verdadeiro incendiário, acendendo outras chamas, mandei pra fogueira e, antes que eu chorasse tristezas, conheci o meu atual namorado. Uau! Que acendedor!
Mas vai daí que o meu chefe branquelão queria me provar que era melhor que todo mundo…




15

Ana Paula A. T. (2005) – Vila Rosinha – Diadema – SP
Num certo dia de frio e chuva, garoa fina e constante, um certo ponto de ônibus no corredor da Avenida Nove de Julho, Edifício Joelma…
Foi o dia em que faltei na faculdade para, sem esperar nem imaginar, viver uma gostosa aventura com meu colega de trabalho, amigo do meu namorado.





Leia mais sobre este conteúdo ao tornar-se assinante hoje.






Inscreva-se para receber atualizações



amazon.com.br