
Noutro dia, revirando minhas tranqueiras na garagem, descobri alguns escritos meus dos anos de 1970, época em que eu tinha mania de registrar tudo o que me acontecia.
Entrei numa verdadeira sessão nostalgia, li e reli diversos relatos, mas um que mais me chamou a atenção é o que transcrevo abaixo.
São mais de 40 anos desde os acontecimentos e os dias de hoje, lembro dos detalhes porque estão descritos, mas, o que é uma pena, por mais que eu me esforce, não consigo me lembrar do rostinho matreiro daquela menina.
Por onde andará ela agora? Já rondei o local onde os fatos aconteceram, mas já não existe sua casa nem as casas no entorno, é tudo um prédio…
(…)
Tenho nível universitário, e estava aguardando ser chamado para trabalhar na prefeitura, depois de haver passado em um concurso, enquanto fui quebrar um galho como segurança em uma grande mansão, num dos melhores bairros da cidade, tão rico e luxuoso que as pessoas só andam de carro… quer dizer, carrões e, além disso, escondem-se atrás de altos muros, isolando-se completamente do mundo. Resultado: a gente passa dias por ali sem quase ver nenhuma outra pessoa.
E foi assim que passei as minhas duas primeiras semanas naquela guarita, tendo como companhia, quando muito, um radinho que eu ligava baixinho e um monitor de televisão que só me mostrava ruas e quintais completamente vazios. Esse tipo de recurso só os ricões tinham na época.
Até que um dia descobri que não estava sozinho no mundo. Pelo monitor acompanhei o caminhar de uma pequena e bonita menina que eu sabia ser uma das filhas dos patrões.
Ela estava com alguns livros e um caderno na mão e procurava um lugar no jardim onde pudesse estudar.
Andou, andou, e foi parar a alguns metros da guarita. Ali, abriu os seus livros e começou a ler ou, pelo menos, a tentar, pois eu percebia que ela não estava conseguindo ler coisa alguma ou, se lia, não estava entendendo nada.
Uns dez minutos depois, quando vi que ela estava desistindo, achei que não havia nada demais abrir a porta.
Quem sabe eu pudesse ajudá-la.
Ela assustou-se um pouco, pois não tinha se dado conta do lugar onde estava, mas logo se apresentou e eu também, e confessou que tinha um trabalho sobre a Revolução Industrial, mas que não estava conseguindo entender patavinas do que a professora havia explicado e muito menos do que estava nos livros.
Disse estar no último ano do Colegial e eu achei que poderia ajudá-la.
– Mas não posso ficar aí fora – eu disse.
E então ela entrou na guarita, sentou-se ao meu lado na escrivaninha e começamos a aula. Comecei a explicar a ela o que estava nos livros, mas o que antes eu não tinha percebido é que ela estava com uma sainha mais do que curta, com suas perninhas à mostra.
E quando digo perninhas é porque ela era toda pequeninha, embora tivesse um corpo de mulher perfeito. Era como se tivessem pegado uma mulher adulta, de corpo mediano e reduzido para um tamanho menor, em escala. Perninhas, bundinha, peitinho, rostinho, tudo uma graça.
Cerca de quarenta minutos depois o trabalho estava pronto, não sei como, pois eu pouco conseguia olhar para os livros. Ela estava super feliz e agradecida, dizendo a todo momento que eu a tinha salvo de tirar uma nota ruim e de tomar uma bronca dos pais.
– Vou te dar um presente! – ela disse.
– Imagina! Não precisa! – falei. E nem com a maior e mais fantasiosa imaginação do mundo eu teria conseguido adivinhar que tipo de presente aquela miniatura de mulher estava falando.
Como eu estava em pé, ela só teve que se ajoelhar, começar a abrir minha calça…
– Menina! O que é isso? Seus pais…
Meu membro estava fora, suas mãozinhas o pegavam.
– Que grandão! – falou, talvez para elogiar ou então em comparação ao seu tamanho, pois tenho um pênis normal.
E começou a chupá-lo.
– Menina! O que você está fazendo? Não precisa. Seus pais….
E naquele momento em que eu mais queria olhar para ela, era obrigado a ficar com um olho no monitor e outro na porta que dava para o quintal. Uns cinco minutos depois eu já não aguentava mais.
– Vou te sujar!
Então ela levantou-se, virou-me para a parede, e ficou me batendo punheta, pedindo para eu gozar. E gozei, sujando a parede e sua mãozinha, e também completamente esquecido de olhar para o monitor ou para a porta.
Meu pênis deu uma amolecida, mas ela continuou segurando, apertando, alisando. E então o soltou.
– Faz para mim! – pediu. E nem esperou a resposta para ir tirando a calcinha, levantando a sainha e encostando-se na parede, com as perninhas já abertas.
– Fique de olho no monitor e na porta – falei, enquanto me ajoelhava e admirava aquela carninha vermelha, cuidadinha, perfumadinha, toda raspadinha, só um tufinho de pelo no meio.
Lambi sua xoxotinha com a mesma vontade que ela havia chupado meu pênis.
– Enfia o dedo – ela pediu, quando estava para gozar.
Depois ela se arrumou, limpou a parede, juntou suas coisas e saiu.
– Amanhã eu volto. Vamos transar.
Eu não podia acreditar nem que ela estivera ali, quanto mais acreditar que ela voltaria para transar comigo. Mas voltou.
No dia seguinte, tendo apenas um vestidinho cobrindo seu belo corpinho e uma calcinha branca que ela foi tirando tão logo entrou na guarita. Perguntou se eu tinha camisinha e logo disse que se não tivesse não havia problema, pois ali no fundo do armário havia bastante. Estranhei, um estoque de camisinhas na guarita, mas não tive tempo de pensar nisso. Logo caímos nos beijos e ela tratou de tirar também o vestido, para o meu desespero. Pôs-se a chupar meu pênis e o fez demoradamente, aos poucos, enquanto olhava para mim, para ver minha reação. Depois pediu que eu a lambesse e quando já estávamos pegando fogo, transamos, sobre a cadeira ou então em pé, com ela apoiada ou sentada na escrivaninha.
Ficou a tarde inteira ali comigo, descansando e transando. Mas ficou de vestido, pois eu pedi, com medo que chegasse alguém.
E fiquei feliz, radiante, não cabendo em mim, pois afinal, não é todo dia que se come a filhinha do patrão.
Mas o meu convencimento brochou quando a empregada entrou na guarita para retirar o lixo.
Tive uma surpresa das boas.
– Mais um – disse a mulher, quando descobriu as camisinhas usadas no cesto.
– Mais um o quê? – perguntei.
– Mais um para a coleção da menina.
– Que coleção?
E então ela me explicou que não havia empregado, vizinho, colega de escola, escoteiro, piloto de trator ou transeunte, caso houvesse algum por ali, que já não tivesse comido a menina.
– Ela é uma tarada! – disse a empregada. – Os pais já nem sabem o que fazer com ela. Está atrasada nos estudos e só quer saber de dar para tudo quanto é homem que vê, o tempo todo. Só tem tamanho e safadeza.
– Então deve ter só safadeza – falei. – Porque tamanho ela nem tem.
– Pode não ter no corpo, mas na cabeça… Por acaso ela não veio sentar sob aquela árvore ali, com uns livros na mão, dizendo que tinha um trabalho difícil…?
– Foi. – falei.
Então a mulher revelou que a menina já devia ter feito pelo menos umas dezesseis vezes aquele mesmo trabalho, sempre com a ajuda de algum segurança, é claro.
Assine para obter acesso
Leia mais sobre este conteúdo ao tornar-se assinante hoje.
Veja nossos contos também na
Nossas séries
Bruna Bruninha… Garota de Programa
Flagrantes + Flagrantes
Algumas estagiárias… e suas histórias picantes
Contos e Recontos da Anna Riglane – ebooks
Contos Clássicos e Especiais
Quem foi com quem?
Histórias picantes de uma estrada de ferro
Anna Riglane – Xcontos.club
Anna Riglane… Jornalista, historiadora, pesquisadora do comportamento sexual humano, coletora/escritora e divulgadora de Contos Eróticos transcritos a partir de relatos dos seus leitores e/ou com base em fatos do cotidiano
Xcontos.club… O seu mundo dos contos eróticos. Histórias e mais histórias, contos e mais contos. Desperte a sua libido!
Inscreva-se para receber atualizações
Contatos:
xcontos.club@gmail.com
annariglane@gmail.com

Deixe um comentário