
A boate demoníaca do meu tio Patric
Vivido por: Patrícia F.(2007)
Mandaqui – São Paulo – SP
Transcrito por: Anna Riglane
Minha vidinha seguia tranquila, tranquila.
Meu namorado Fabrício, que desde os meus 14 anos me inaugurou por todos os meus orifícios, e sempre me fez feliz.
O Colegial passando tranquilo, sem que eu desse a menor chance a uns vinte e sete tarados (até um professor) querendo me comer ou, pelo menos, tirar uma casquinha.
Casquinhas alguns até tiraram, mas só isso, nada além disso. Nas profundidades mesmo, só o Fabrício.
O cursinho de inglês, o curso de música, o vestibular, a faculdade…
Ah… a faculdade!
Mais uns vinte e sete a fim, mas nem mesmo casquinhas alguns deles chegou a tirar, pois que, além de não querer nada com eles, querer só o meu Fabrício, ainda vivo sob a constante vigilância do meu tio Patric, irmão da minha mãe, 32 anos, e que também é meu professor na faculdade
Não é que ele me vigia, mas, sim, que, além de estar sempre por ali, na faculdade, também me dá carona todos os dias, na ida e na volta.
Eu me sinto tranquila, confiante.
O Fabrício se sente super confiante, pois sabe que eu, mesmo que quisesse, praticamente não tenho como pisar na bola com ele; não tenho chance.
Mas…
Aí começa a história.
…
Na minha vidinha tranquila sempre vi o tio Patric com uma vidinha tranquila, e nunca nem mesmo me perguntei por que, aos 32 anos, ele ainda está solteiro e, pelo que sei, nem tem namorada.
A verdade é que sempre o vi como um como um bom tio, um amor de tio, super afetivo e atencioso, e pouco ou mesmo nada me preocupei com outros detalhes da vida dele.
Ele dá suas aulas de manhã, dá suas aulas à noite, horário que estudo, e vai… vamos vivendo nossas vidinhas tranquilas.
É no horário da noite que estudo, e o tio me dá carona, me pega aqui em casa, e depois, na volta, me deixa aqui também.
Sempre lhe dou um ardoroso beijo no rosto… beijo mesmo, e não apenas aquele roçar de faces. E ele nunca deu sinais de que queria coisas mais além disso.
Realmente, um amor de tio.
Um tio que dá carona para uma sobrinha.
Um tio que dá carona para uma tal de Tati.
Um tio que dá carona para uma tal de Josiane.
Um tio que… cada dia ou, pelo menos, cada final de semana, sexta-feira, uma diferente. Às vezes no meio da semana também.
– Tio… me explica isso.
Óbvio que não perguntei desse jeito.
Mas fui fazendo uma perguntinha, outra perguntinha, fui mostrando a minha curiosidade…
– Aulas particulares.
– Aulas particulares, tio? De noite, depois da faculdade…?
– Sim. Por que não? Eu não falei que tipo de aula, em qual matéria.
– Em qual maté… Ah, tá! Estou começando a entender.
– Tá mesmo?
– Acho que sim. Mas… tantas assim, uma por dia?
– Também não exagera, não é!? Também durmo, preparo minhas aulas, somente nas horas vagas é que…
– É que, o quê?
– É que levo elas para conhecer a minha boate.
– Sua boate? Você tem uma boate?
– Tenho.
– Aonde, que não sei nem nunca ouvi falar. Aliás, nunca fui numa boate. Onde é?
Aí engrena a história

Era uma quinta-feira e, na ida para a faculdade…
– Acho que amanhã não vou te dar carona na volta.
– Não!? Mas por quê? Quer dizer, volto de ônibus, não tem problema.
– É que alguns alunos e professores combinaram um barzinho…
– Barzinho! Poxa! Nunca fui num barzinho.
– Então vamos.
– Poxa! Que legal! Mas…
– O que foi?
– O Fabrício, acho que ele não vai gostar.
– É só ele não ficar sabendo.
– É… mas… Isso mesmo, ele não precisa saber, não é? E também, não vou fazer nada demais, não é?
Nada demais?
…
Parece que as coisas se juntam, se somam, parece mesmo.
Comuniquei aos meus pais que ia sair com o tio numa festinha de aniversário na sexta-feira e, não sei o que a minha mãe conversou com o tio no dia, mas sei que ela me falou exatamente assim.
– Depois você dorme na casa dele.
– Dormir na casa do tio?
– É. Foi ele quem sugeriu.
Foi sugestão da minha mãe e do irmão dela, foi sim. Eu não tinha pensado nada disso.
Assim sugerido, assim decidido, e sem problema algum, pois nem por uma descarga elétrica na cabeça minha mãe ia imaginar, ou suspeitar, que o seu irmão pudesse abusar da própria sobrinha.
Não, né!?
…
Terminaram as aulas, localizei o tio pelo celular, e logo estávamos num barzinho bem ao lado da faculdade.
Bom… ouvindo falarem barzinho, eu imaginava um barzinho mesmo, ambiente pequeno, pouca gente, e não aquele telhadão enorme, que parecia mais um estacionamento coberto ou, que na verdade, já havia sido memo um estacionamento.
E gente, muita gente, a faculdade inteira.
E música, e bebida, e gente alegre, e gente dançando.
E umas meninas rodeando a mesa do tio… quer dizer, onde eu estava com o tio e mais algun professores.
Fresquinhas.
Não estão vendo que ele está acompanhado?
Para mim, depois de um copo de chope, dois copos de chope… estava tudo uma alegria, uma novidade que eu só conhecia de ouvir falar.
E chegou um momento, bem mais tarde, que a população do bar já havia diminuído bastante, ficamos só eu e o tio na mesa.
– Mais um chope?
– Acho que não, tio… só mais um, vai. Nunca bebi.
– Quer dançar?
– Imagina! Não consigo nem levantar da cadeira.
– Chiii! Então está ruim.
– Ruim por quê?
– Porque depois do barzinho vou te levar para conhecer a minha boate.
– Jura? Mas tio, nem vim vestida direito para ir numa boate.
– E precisa estar vestida direito? Aliás, quanto menos vestida, melhor ainda. E se estiver sem nada, então…
– Como é que é?
– Nada. Esquece.
Esqueci mesmo…quer dizer, não atinei com como ue o tio estava falando.
…
E chegou então a hora de ir ao banheiro me esvaziar dos chopes e depois entrar no carro do tio para ir conhecer a tal boate.
Acho que fui meio trançando as pernas, mas fui, consegui sentar no vaso, me levantar, nem lembro se sequei, e caminhar até o carro.
Na verdade, eu não estava tão ruim assim. E tanto não estava que logo fui percebendo que o tio estava tomando o caminho da casa dele, entrando no prédio dele, subindo pelo elevador…
– Mas tio… sua boate é aqui no prédio.
– Exatamente.
– Mas como, aonde…?
Uma boate num condomínio residencial!?
…
Eu já conhecia o apartamento do tio… quer dizer, achava que conhecia, das muitas vezes que já tinha estado lá.
Mas logo descobri que não conhecia nada.
– Feche os olhos que vou te levar.
– Vai me levar… pra onde?
– Feche os olhos.
Fechei, mas logo abri novamente, devido ao susto que levei quando o tio me pegou no colo.
– Fecha! – ele meio que bronqueou.
Fechei, percebi o tio dando uns passos, me carregando, abrindo uma porta, fechando, e me colocando no chão.
– Pode abrir.
– ONDE ESTOU?
…
Um ambiente, que depois descobri ser um dos quartos, todo cheio de luzes coloridas e dançantes, vermelho, verde, amarelo, azul… a maior parte das luzes eram azuis, davam um tom azulado no quarto.
E tinha uma música tocando baixinho, e tinha umas letras, um letreiro, que ficava dançando pelas paredes.
Na música, parecia que dava para ouvir, ou dava para ouvir, gente transando, sussurrando gemidos.
No letreiro, parecia formar as palavras “Je taime – moi non plus”, e parecia francês.
– Que música é essa, tio?
– É antiga, muito antiga. Vamos dançar.
– Vamos. Mas… e essas letras?
– É o nome da música. Vamos dançar.
E não me explicou mais nada, apenas me envolveu em seus braços e se curvou um pouco para colar seu rosto no meu, pois sou meio baixinha pra ele.
Inebriada.
Acho que isso define o meu estado naquele momento.
Flutuando com as luzes, com as letras, com aquele azul divino que dominava o ambiente.
– Vou te dar uma beijo.
– Beija.
Era só um beijo, mas viraram muitos, cada uma mais ardente, fervoroso que o anterior.
Acho que foi um pouco depois dos primeiros beijos que tinha uma cama ao lado, toda coberta de branco.
E acho também que foi por aí que descobri que o tio ia me comer.
– Vou tirar a sua camiseta.
– Tira.
– Posso pegar seus peitinhos?
– Hummm!
– Posso?
– Pode.
E foi assim, perguntando…
– Posso abrir sua saia?
– Hummmm!
– Posso tirar?
– Pode! Pode.
– E a calcinha, posso?
– Hummmm!
– Posso passar a mão na sua bucetinha?
– Tio!
– Posso comer ela?
– Come! Come!
…
E acabaram as perguntas, os pedidos.
Quando vi, numa fúria desmedida, o tio já tinha me jogado naquela cama, se aninhado entre as minhas coxas, e estava pronto para me comer.
Mas não comer… quer dizer, comeu, mas só depois de ficar o maior tempo passando os dedo, passando a cabecinha, esfregando a cabecinha…
– Tiiiioooo!
Eu estava enlouquecida.
– Quer ele, quer?
– Quero! Quero! Põe ele, põe!
QUE PENETRAÇÃO!
Foi entrando devagarzinho, milimetri-camente, demoradamente… não parava mais de entrar, parecia um pinto de dois metros.
Descobri, depois, porque parecia que não parava mais de entrar, era uma técnica do tio.
Ele empurrava dois tiquinhos para dentro, voltava um tiquinho para fora, empurrava dois tiquinho para dentro, voltava um…
TIO! QUE PINTÃO!
Era um pintão realmente, pude sentir na hora, pude ver depois, pude pegar na mão, na boca, mas aquela técnica fazia ele parecer dez vezes maior.
E o dez vezes maior me comeu.
AH, COMO ME COMEU!
O tio me fez virar puta, se bem que não tenho a mínima ideia de como as putas transam.
Mas eu era uma puta, virei um puta, sentido de que me desamarrei de todos os meus pudores, todas as minhas vergonhas, me soltei… cadelei.
GOZEI.
E gozei duas vezes antes que o tio, na sua calma, na dança daquele pau dentro de mim, gozasse também, me inundasse toda.
Fôlego.
Meio parada, meio estática, tentando recuperar a respiração, fiquei sentindo que vazava, que escorria, que…
– Porco!- não resisti falar.
– Cadela! – ouvi como resposta.
– Cadela! Eu sou cadela, é?
– Cadelinha.
– Cadelinha!?
E na briga que encadeamos, acabei ficando por cima do tio, sentada na barriga dele, dando tapas e mais tapas no peito dele…
– Eguinha.
– Eguinha!?
– É… eguinha… eguinha que vai me cavalgar agora. Senta nele, senta.
Eu sabia mexer, sabia rebolar, claro.
Claro nada! Eu pensava que sabia, só pensava.
Sentada no pintão gostoso do tio, penetrada por ele, controlando a penetração, eu sentia as mãos dele na minha cintura, ou nas minhas coxas, e ouvia a sua voz.
– Isso! Mexe assim, pra esquerda, pra direita, pra frente pra trás, sobre mexendo, desce mexendo, senta tudo, morde…
QUE LOUCURA!
Uma loucura que me fez gozar mais uma vez, ou duas… quer dizer, acho que emendei um orgasmo no outro, e fez o tio gozar sua segunda vez.
Aí caímos prostrados… eu mais que ele, pelo efeito do que eu tinha bebida, pelo “desgaste” do que eu tinha gozado.
…
Sonhei com o barzinho, com as pessoas alegres.
Sonhei com o Fabrício, ele correndo na rua e eu correndo atrás, pedindo para ele me esperar.
Sonhei que parei de correr e me agachei na calçada para urinar.
Sonhei que estava urinado, que estava toda molhada, minha bunda molhada, minhas costas…
– TIO !!!
Eu estava numa banheira, e já não era sonho, o tio estava no lado posto.
– Tio… isso tudo aqui é uma boate ou um motel?
– Já conhece motel, é?
– Já fui duas vezes com o…
– Com o Fabrício? Por que não fala? Ou não foi com ele?
– Claro que foi com ele! Mas é que… sacanagem o que estou fazendo, não?
– O que nós estamos fazendo. E vamos sacanear mais ainda, não vamos?
…
Foi lá pela madrugada, altas horas mesmo, que o tio fez o último pedido daquela noite.
– Posso comer essa bundinha?
– Não.
– Posso?
– Não. Já falei.
– Mas por que não?
– Nunca dei.
– Duvido.
– Nunca mesmo. Tô falando sério.
(Alguns segundos de silêncio)
– Posso comer essa bundinha?
– Pode! Mas…
Cuidado, devagar, primeira vez…
Nem precisei falar nada disso, o tio fez tudo, tudinho mesmo, para que eu tivesse um anal, o meu primeiro anal, bem gostoso.
Não vou dizer que foi aquela maravilha, que foi melhor que na xana, mas não posso negar que fiquei com vontade de fazer outra vez.
Com o tio?
Com o Fabrício?
Fabrício… MEU DEUS!
Ainda bem que até hoje ele nem desconfia que dormi na casa do tio… quer dizer, que quase não dormi na casa do tio, naquela boate diabólica.
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Descubra que comeu quem, quem deu para quem, quem ia comer, mas não comeu, quem não deu pra ninguém, quem ia dar pra um, mas acabou dando pra outro, quem…
Leia os dois lados (às vezes três, quatro…) da mesma história
Ah… sim!!!
Aproveite para se excitar… e muito
São 105 relatos, com muito mais histórias entrelaçadas
Confira!
01 A boate demoníaca do meu tio Patric
02 Eu fitness, ele 37 por 16… a história de uma japinha
03 Mônica, a princesinha do busão, e o Leandro
04 Você come uma prima, aí a outra também quer
05 Faixa de pedestre, temporal, e aquela foda inesperada
06 Seu Piroca na escadaria
07 É dando o cu que se toma no rabo
08 Campos do Jordão e… anal com o namorado da minha amiga
09 Marido, filhos, igreja, trabalho, luxúria, marido…
10 Batendo punheta, menina… uma aventura real, finalmente
11 Meu tio querendo me comer… e o dia que nunca vou esquecer
12 Gravidazinha, transei com o meu padrasto
13 No Ibirapuera com o meu paquera… minha primeira transa
14 Dei para o namorado da minha tia, mas…
15 Como dar verdadeiro prazer a uma mulher
16 Eu sou a Tiquinha… e tenho um segredinho
17 A buceta de um milhão
18 Provoquei o pai da minha amiga… e quase deu ruim
19 A misteriosa Sandra Dee
20 Sabe o que eu queria?
21 O comedor do mau prédio
22 Será que o tio tá querendo me comer?
23 Minha mãe, o arquiteto… e eu
24 Bom pastor o caralho!
25 Honrar respeitar até a morte como?
26 Jamile, 21 aninhos de tesão… e uma surpresa
27 Mulher séria também trepa… até com 5
28 Eita japonês burro!
29 Profundas inquietações no fiofó da santa
30 A minha tia com o vizinho… e quase sobrou feio pra mim
31 Meia gordinha… Português ZERO, trepada DEZ
32 E comecei foi logo com o priminho que queria aprender a chupar a xaninha da namoradinha
33 A última passageira… tudo muito inacreditável
34 Eu queria ter, a calcinha daquela menina, mas…
35 O desfalque
36 Ibirapuera… quando ela quer dar, não escolhe lugar
37 Camberra, Austrália… mas o meu marido descobriu
38 Obcecado pela amiga da minha filha… uma besta retorcida
39 Mônica, a princesinha que conheci no ônibus
40 A diretora cascavel, o desfalque, a aposta
41 Tiquinha… minha surpreendente filha
42 Meu primo Uber, minha fantasia anal… e a onça
43 Grávida, transei com o primo do meu marido
44 Foi uma menina lá da classe que deu para um professor
45 Chantageada… divinamente chantageada
46 Marido, filhos, igreja, trabalho, luxúria, VERGONHA, marido…
47 Num motel com a Daniela, a linda esposa do meu cunhadinho
48 Eu queria ser, o banquinho da bicicleta
49 A empregada usando a roupa da aminha filha
50 Será que o meu outro tio tá querendo me comer?
51 É ele… é ele…! É o Sadao
52 Quando eu queria muito dar para o meu primo
53 Mônica, a princesinha do busão, e o Daniel
54 Minha vizinha castigando uma, castigando duas…
55 Acho que fiz uma despedida de solteira
56 Rutinéia ou… a japinha que gemeu, mas delirou no 23
57 E ele me levou pro mato
58 Você me acha meia gordinha?
59 Coisas proibidas… In my life
60 Angústia pré nupcial… ou sei lá o que me deu 015 06
61 Pecando com um, pecando com dois… meu filho
62 Gozando, finalmente… com o meu irmão
63 Sobrinha ou não, estou passando o ferrão
64 Finalmente uma bundinha… e da amiga da minha namorada
65 Meu amor de pai, meu amor de varão
66 Dei um golpe na minha primona, e comi ela
67 Se não pode vencer a pivetinha, una-se a ela
68 Minha sobrinha, e a boate demoníaca do meu irmão
69 Meu marido merecia um chifre daqueles… e coloquei
70 A ruivaça da Galeria Pagé… ou quase
71 Eu… cinquenta anos atrás
72 Meu motorhominhão e as diretoras da escola
73 Um sofrido, mas verdadeiro anal… com o meu tio
74 Eu… trinta e cinco anos atrás
75 Se eu contar pro meu marido ele te mata
76 É chato, mas estou comendo a professora, mãe da minha amiga
77 Comi a minha prima… e a minha tia me comeu
78 Uma Arlinda Mulher
79 A noite pedia sexo… meu pai abriu um Malbec
80 Quando a cunhadinha já estava tirando a roupa
81 Te dou o cu
82 O valentão chifrudo… a conta gotas
83 Quando descobri como a minha irmã ganha dinheiro
84 De como dei muitas com o motorista Uber, e também comi
85 Quando o seu amigo é corno
86 Sexo anal com a genitora… nossa primeira noite
87 Melancolia e fantasia… uma priminha morrendo de tristeza
88 Meu namorado me levou pro mato
89 Nove e meia polegadas de infidelidade
90 A menina transando com o pai, e eu…
91 Abre as pernas que a cabeça passa… mas nem precisei abrir
92 Faturei a linda e fiel esposa do pastor
93 Meu meio irmão… a gente briga, a gente transa, a gente briga
94 Meu primo querendo me consolar comendo, e eu me pervertendo
95 Até que enfim um joão-de-barro inteligente. Será?
96 A ovelha negra… e a herança do meu avô
97 O exato momento em que descobri que posso ter outros meninos
98 Fidelidade ao meu namorado… e as três vezes que transei com o meu primo
99 Imagina casar e a minha mulher fazer o que a mulher do meu ex-sócio fez
100 Eu… vinte anos atrás
101 De sainha curta na fila do supermercado… e traí o Murilo
102 Um tiquinho de menina me esperando na portaria do prédio
103 Prazeres, pecados… e castigo para uma adúltera
104 Meu motorhominhão… de frango assado no Frango Assado
105 Dos colegas de serviço ao pastor… uma prostituta
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Anna Riglane… Jornalista, historiadora, pesquisadora do comportamento sexual humano, coletora/escritora e divulgadora de Contos Eróticos transcritos a partir de relatos dos seus leitores e/ou com base em fatos do cotidiano
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