Um incêndio arruinou a minha vida

De menina e, depois, esposa comportada que eu era, conheci e vivi por quase dois anos a intensidade dos prazeres sexuais. Mas depois, por conta de um incêndio, provocado pelo meu próprio fogo e irresponsabilidade, vi meu mundo virar dos avessos.

Sou de corpo miúdo, fruto genético de uma mistura entre meu avô, brasileiro já misturado e minha avó, índia guarani pura. E pela minha própria descendência, sempre fui criada e educada em moldes tradicionais. Só namorei de leve um garoto e casei com o segundo. Tive uma filha aos 18 anos e comecei a trabalhar em uma casa pouco mais de um ano depois.

Minha vida era então uma maravilha, pois eu tinha um amor de filhinha, um amor de marido e, além disso, um casal de patrões que me pagavam e me tratavam bem, dando inclusive boas recompensas de vez em quando. Possuíam um casal de filhos, também muito educados e gentis. O único inconveniente do emprego é que, depois de um ano, quando saiu uma outra empregada, eles determinaram que eu tinha de dormir no emprego. Entrava na segunda cedo e saía no sábado cedo. Mas como minha filha estava já com dois anos e não mamava mais no peito, aceitei a tarefa, mesmo porque, o aumento do salário valia a pena.

Nessa época eu estava para fazer 21 anos e o filho mais velho do casal tinha 19. Era um garoto bonito, com um corpo bem malhado e provocava suspiros nas meninas que eu via por ali. Mas nunca que eu iria imaginar o que estava para acontecer entre a gente. 

Um dia ele estava na piscina e, como eu sempre fazia, fui até lá levar um suco. Dei de cara com o rapaz deitado no gramado, sobre a esteira, inteiramente nu. E estava mexendo naquilo.

E quando digo aquilo, é porque estava duro e pude ver que era enorme. Confesso que quase fiz “ui, ui, ui”, mas não fiz. Depositei a bandeja na mesa e dei meia volta.

Mas o danado foi atrás de mim, cobrindo-se apenas com uma toalha. E pelo modo como falava, percebi que havia feito aquilo de propósito, só para me provocar ou então para começar um papo, do tipo que estávamos tendo. Um papo onde eu me negava terminantemente a atender aos seus pedidos, ameaçando, inclusive, contar para os seus pais, enquanto ele insistia. E insistiu naquele dia, insistiu em outro, durante mais de um mês. Um dia, diante da minha ameaça de contar para os seus pais, ele disse.

– Está bem! Vá contar então. Aí eu digo para eles que foi você quem me provocou e em quem você acha que eles vão acreditar? Aliás – Ele disse. – O que aconteceria se eu mesmo fosse falar com eles e dizer que você anda me provocando e provocando também ao papai.

– Você está louco! – Eu gritei. – Você sabe que não estaria sendo justo.

– Pode ser! Mas…

E durante toda aquela semana ele ficou me ameaçando daquela maneira e, aos poucos, fui percebendo que ele tinha razão, quer dizer, qualquer papo naquele sentido que chegasse aos ouvidos da patroa, ela iria logo se enciumar pelo marido e quem dançaria era eu. E era um emprego que eu não podia perder.

– Está bem! – Eu disse um dia. – Mas será uma vez só. E quando eu digo uma vez é uma vez só mesmo. Não é para ficarmos o dia todo.

E era realmente para ser uma vez só. Subimos até o seu quarto e fui logo tirando a saia e a calcinha. Imaginei deitar-me na cama, abrir-me e deixar que ele me penetrasse e logo acabasse. Assim, em alguns minutos apenas estaria tudo resolvido e sequer eu iria tentar ter prazer junto com ele. Quer dizer, eu não estaria cometendo um adultério assim tão grande com o meu amor de marido.

Mas ele olhou para mim com aquele ar de menino pidão e disse que se fosse para ser uma única vez, pelo menos que fosse uma vez caprichada. E o seu capricho não foi outro que não fazer com que eu me vestisse novamente para depois, sobre a cama, despir-me, lentamente, peça por peça, para ele assistir.

Só quando eu estava nuazinha é que ele chegou, pegando meus seios…

Eu nem pretendia beijá-lo, mas acabei cedendo ao calor dos seus lábios junto dos meus. Depois foi a vez dos meus seios, antes acariciados com as mãos e depois com aqueles seus dentes que os mordiscavam de modo a me provocar arrepios. Mordiscavam e beijavam, lambiam. Enquanto isso, outra parte do meu corpo começava a ser atacada, também primeiro com a mão e os dedos, depois com a língua.

Nua naquela cama, com as pernas totalmente abertas, eu evitava olhar para ele. Preferia olhar para o teto, como se assim o meu pecado não fosse tão grande. Mas o calor da sua língua em meu sexo mostrava muito bem o quanto eu estava pecando, e o quanto eu estava adorando aquele pecado.

Mesmo olhando para o teto, percebi quando ele se levantou e tirou sua própria roupa. Só então, de relance, dei-me conta do que me aguardava. Ele era um tesão de garoto também naquela parte, eu havia me esquecido disso. E percebia que ia ser tocada lá no fundo das minhas entranhas.

– Chupa ele um pouco. – Ele pediu. E diante do meu olhar de quem não sabia se devia fazer aquilo ou não, ele pediu novamente, de forma carinhosa. – Por favor! È só uma vez mesmo.

Sentei-me na cama, enquanto ele ficou em pé. Que mastro! Olhei-o por alguns segundos e então, pedindo perdão ao meu marido, jurando que seria uma única vez, peguei-o na mão, senti como era grosso. Não resisti em escorregar a mão para sentir também o quanto era comprido. Levei na boca.

O garoto tinha fogo, mas sabia se segurar. Ficou ali, de olhos fechados, gemendo baixinho o meu nome, enquanto eu o chupava, por vários minutos. Mas algo estava para acontecer. Senti um gosto diferente na boca e logo tirei, cuspindo no dedo, olhando aquele leite branco.

– Você fez na minha boca. – eu disse

– Não fiz não! – ele falou, enquanto me empurrava para o meio da cama e subia por cima, com aquela coisa se ajeitando entre minhas pernas.

E ele não tinha mesmo gozado ainda. Aquilo que foi na minha boca era só um aviso.

Eu mesmo levei seu mastro até minha grutinha e, devo confessar, estava molhadinha e ansiosa.

Que penetração deliciosa eu senti! Grosso e comprido, seu pênis preenchia-me toda. Fiquei simplesmente louca e a minha ideia de apenas deixá-lo fazer, logo ficou esquecida. Meus gemidos, ou gritos, eram fortes e meu tesão era dez vezes maior do que tudo o que eu já havia sentido antes. Se na minha primeira vez eu estava nervosa e não pude me soltar como devia, nesta minha outra primeira vez, com um homem diferente, eu estava liberada para ser uma mulher total, uma fêmea capaz de manifestar todo o seu cio, o seu fogo.

Ele não se segurou por muito tempo mais, pois há muito já estava sendo acariciado, primeiro pela minha mão e minha boca, agora pela minha vagina que o comprimia. Vagina que ele encheu de esperma. Gozou penetrando-me ainda mais forte e mais rápido, enquanto me abraçava, beijava e gritava o meu nome. Não pude resistir também. Perdi perdão mais uma vez e gozei, logo depois dele.

Depois, fiquei sentindo o líquido escorrer, esfriando-se, descendo pelo meu rego, tocando meu anus.

– Você é demais! – ele dizia, ainda ofegante, ainda em cima de mim, ainda mexendo aquela coisa dura em minha vagina.

– Você também! – eu falei, mexendo meus quadris, procurando sentir melhor ainda aquele pênis gostoso que me invadia.

– Eu quero ela todos os dias. Você me dá?

– Dou. – respondi, talvez não com muita convicção.

– De verdade? – insistiu ele.

– De verdade! – falei. – Eu dou, dou, dou, dou, dou…

E ainda naquele dia, naquele mesmo momento, dei mais uma vez. Quer dizer, nos demos mais uma vez. Ou talvez nem tenha sido uma segunda vez, já que ele nem chegou a tirar de dentro de mim. Foi só uma continuação da primeira.

Passado aquele fogo inicial, saí do seu quarto, enquanto ele dormia, vesti minha roupa, caminhei para o piso inferior e fiquei algum tempo olhando para o grande quintal, para a piscina e o gramado onde um dia eu o tinha visto nu pela primeira vez. Agora, além de vê-lo nu, eu também o tivera nu, ele me tivera nua. Eu já não era mais a menina certinha e fiel ao marido que eu tanto amava. Bateu-me uma certa ponta de arrependimento, mas ainda assim eu procurava me perdoar, dizendo para mim mesma que aquela tinha sido a primeira e a última vez.

Mas não foi!

Com o passar dos dias, senti iniciar-se dentro de mim um verdadeiro incêndio, um fogo de quem, de repente, descobriu novos e maravilhosos prazeres.

E em poucos dias eu estava com a vida que pedi a Deus, e que o diabo me dera. Dois homens para me dar prazer, o meu amor de marido e o meu tesão de garoto. Dois homens para transar comigo, alternadamente; um durante toda a semana, nos momentos em que ficávamos sozinhos naquela grande casa, o outro por todo o fim de semana, enquanto nossa filha brincava no quintal ou dormia.

E logo, o fogo em mim era tanto, que acabei cedendo aos pedidos do meu tesão de garoto até mesmo quando havia gente em casa. Bastava acharmos um quanto qualquer, erguer a roupa, abrir a roupa. Mas nem sempre era transa. Às vezes eu apenas batia punheta para ele e ele para mim, ou então nos chupávamos.

Até que um dia a família viajou no final de semana, como era costume, mas ele preferiu ficar em casa, sob o pretexto de que ia sair com alguma garota. Mas essa garota era eu. Passamos então a noite de sexta para o sábado em seu quarto. Ele levou bebidas e fizemos uma verdadeira festa.

Quando sai no outro dia cedo e fui para casa, tive que inventar para o meu amor de marido que havia passado uma noite horrível, sem conseguir respirar direito e que por isso estava naquele estado. Mas logo mais eu estaria bem e então a gente matava a saudade.

Foram dois anos de festa. Simplesmente perdi a conta de quantas vezes nos encontramos pelos cantos da casa ou de quantas vezes dormi em seu quarto, a noite inteira, quase sempre nas noites de sexta para sábado.

Na cama, a posição que ele mais gostava e eu também, era quando eu ficava por cima, deitada, sentada ou agachada sobre ele. Acho que é por causa da nossa diferença de tamanho que preferíamos assim. Mas também pode ser porque eu simplesmente me enlouquecia quando ficava agachada sobre ele, fazendo deslizar seu pênis grandão em minha vagina apertadinha.

Com o passar do tempo ele arrumou uma namorada, mas eu não me enciumei, apenas achei que o seu fogo para comigo iria diminuir um pouco. Mas isto não aconteceu. Meu fogo é que subiu mais ainda, pelas várias vezes que vi os dois transando lá naquela cama, a mesma cama onde eu e ele tanto transávamos.

E ele também ficou até mais tarado ainda, pois me procurava sempre mais e ainda cismou de querer comer a minha bundinha. Ficava brincando com o meu traseirinho, passando o dedo, enfiando, mexendo lá dentro e sempre perguntando se eu não queria experimentar algo maior.

– Deus me livre! – eu pensava e também falava. – E olha que aí não é lugar para fazer nem com o dedo. Pode tirar!

Mas ele não tirava e, cada vez mais queria porque queria comer minha bunda. Esse seu desejo estranho foi, inclusive, motivo para uma das nossas brigas. Sim, porque, de vez em quando, tínhamos nossas briguinhas também, como qualquer casal de namorados.

– Então por que você não come o da sua namorada?

– Porque ela não dá de jeito nenhum. Não quer nem falar sobre isso.

– A é? E por que eu é que tenho de dar então? Só por que sou sua empregada?

– Já te falei mil vezes e já brigamos muito por causa disso. Quantas vezes tenho de lhe dizer que não vejo você como uma empregada?

– E me vê como, então? Como uma puta, não é?

E a gente brigou por mais alguns minutos, até que o fogo dos nossos sexos falasse mais algo.

Mas quem acabou lucrando com os incessantes pedidos e as enfiadas de dedo, foi o meu amor de marido. É que fui ficando curiosa, com certa vontade de querer experimentar. Mas jurei para mim mesma que se um dia isso fosse acontecer, teria de ser com ele, o meu marido. Primeiro por uma questão de direito, segundo, por uma questão de tamanho.

Mas como meu marido não percebia minhas insinuações, um dia resolvi arriscar.

Estava chupando o seu pau, quando desci para suas bolas e dali, timidamente, arrisquei uma passada de língua em seu traseiro, esperando ver sua reação. Senti seu corpo vibrar e então me entusiasmei, fui lambendo mais, forçando a língua como se quisesse enfiá-la dentro do seu cuzinho. Ele foi se abrindo e vibrando. Estava gostando.

E foi também me puxando para um 69, de modo a alcançar o meu traseiro. Primeiro sua língua e, depois, seu dedo brincaram demoradamente em meu anus, enquanto eu também brincava com o seu.

– Vou comer ele. – disse meu amor de marido, quando ficamos frente a frente.

– Você vai devagar? – perguntei ou pedi.

Deitada de bruços, com um travesseiro sob os quadris, assisti meu marido passando creme no pau e depois o senti passando em minha bunda.

– Vai devagar! – pedi, quando ele deitou em cima de mim.

Ele ficou então brincando com o pau na portinha do meu traseiro e eu sentia a mesma sensação gostosa de quando ele brincava com o dedo, quando enfiava o dedo. Fui erguendo a bundinha, abrindo-as com minhas próprias mãos.

– Enfia! – falei. – Enfia!

Daquele dia em diante, o fogo entre eu e meu marido aumentou muito mais. Ele dizia que sempre tivera vontade de me pedir, mas que nunca tinha tido coragem.

E assim o tempo foi passando, e todos os fins de semana eu experimentava algo diferente em casa, em outras posições inclusive.

Mas a minha idéia de que o meu traseiro era e seria sempre só do meu marido, permaneceu. Nunca que eu iria querer encarar aquela coisa do meu tesão de garoto na bunda.

E chegou então um dia que estávamos próximos de fazer dois anos de namoro, eu e o meu tesão de garoto. Aliás, iríamos fazer dois anos no dia seguinte.

E naquele começo de noite da sexta para o sábado, fiquei lembrando o tempo todo do dia em que eu e o meu tesão de garoto havíamos transado pela primeira vez. Bem que merecíamos uma comemoração.

Estava passando roupa e, separei com carinho duas peças; uma cueca sua e uma calcinha minha. Passei com o ferro e respinguei nas duas umas gotas de um perfume que eu gostava muito. Logo mais eu estaria tirando dele aquela cueca e ele estaria tirando de mim a calcinha.

Mas nem chegamos a vestir nada. Ainda cedo, tão logo a família embarcou em viagem, ele chegou até mim, abraçando-me por trás, convidando a ir logo para o quarto, pois que aquela seria uma noite muito especial.

– Primeiro porque amanhã faremos dois anos de namoro. – ele disse e, depois, passando a mão e apertando minha bunda, completou. – Segundo, porque hoje ela não me escapa.

Carregou-me para o quarto. Lá, como sempre, havia uma bandeja com bebida. Mas havia algo novo também, um tubo de creme.

Acho que nunca tomei um fogo como o daquele dia. Um fogo tão forte que até criei coragem, ou então perdi o medo e resolvi encarar. Passei eu mesma bastante creme em seu mastro e depois em mim mesma.

– Mas eu fico por cima. – eu disse, talvez por me restar ainda um resto de lucidez e consciência, pois temia o estrago que ele poderia me fazer se ele próprio controlasse a penetração.

Sentei. Alguns minutos depois eu descobria então que, do dedo na portinha para o dedo dentro, havia sido só uma questão de eu relaxar um pouco o meu traseiro. Depois, para engolir o pênis do meu marido, precisei relaxar um tanto mais e pedir calma. Mas naquele dia, talvez pela experiência que eu já tinha, somada ao efeito da bebida, o relaxamento foi quase que instantâneo, muito embora a penetração tenha demorado um pouco mais e, além disso, senti realmente que era muita carne para mim. Mesmo assim, não desisti de dar a ele aquele prazer no nosso aniversário de primeira vez. E para falar a verdade, foi um prazer imenso para mim também, sentir meu traseirinho rasgado por aquele mastro vigoroso, que ia lá no fundo.

Foi assim, transando, descansando, revezando nas minhas entradas (boca, vagina e anus), que entramos noite adentro, até apagarmos de vez.

Quando acordei, estava num hospital, tomando soro e respirando oxigênio. Uma enfermeira me contou que havíamos sidos resgatados pelos bombeiros, quase mortos, intoxicados pela fumaça provocada pelo incêndio que destruiu praticamente a casa toda.

Mais tarde, ouvi comentários entre os médicos e as enfermeiras, sobre o casal de namorados, nus e alcoolizados que os bombeiros haviam para ali levados. Ao que se sabe, o fogo havia começado por causa de um ferro de passar roupa que fora esquecido ligado ao lado de um frasco de perfume.

– Só espero que essas notícias não saiam daqui. – eu pedia a Deus.

Mas saíram. Meu marido nem foi me ver no hospital e apenas mandou uma irmã para dizer que eu arrumasse outro lugar para morar. Esse lugar seria a casa dos meus patrões, mas ela estava destruída e quando tivemos alta, no dia seguinte, encontramos uns patrões revoltados, uma filha indignada com a perda do seu quarto e uma namorada que só não me xingou de santa, pois que de cadela e de puta, entre outros nomes, chamou-me várias vezes, até que me deu uns três ou quatro tapas na face.

Fui embora e o único lugar que encontrei para ficar foi um quartinho em um cortiço, onde morava uma amiga minha.

Eu estava sem emprego, sem o meu amor de marido, sem o meu tesão de garoto e sem minha filha adorada. Demorei mais de ano para conseguir outro emprego fixo, outro lugar para morar e, assim, obter a guarda da menina.

Psicologicamente, demorei muito mais tempo ainda para me refazer. Sofri e chorei bastante, extremamente arrependida.

Hoje, porém, passados quase dez anos, minha vida já está arranjada novamente. Esqueci o amor de marido, já não lembro mais do tesão de garoto e o meu arrependimento foi sendo substituído por doces lembranças daquele fogo todo que tanto mudou minha vida.


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