
Vivido por: Carolina S. M. (2005)
Sacomã – São Paulo – SP
Transcrito por: Anna Riglane
Faz tempo estou querendo escrever uma coisa que ferve na minha cabeça e ainda me deixa tonta de emoção, algo que me aconteceu faz tempo também, exatamente três anos, num dia primeiro de maio, e que nunca me aconteceu mais, mas que até hoje não consigo deixar de pensar um único dia, uma recordação maravilhosa.
Tenho um amiguinho, o Duda, amiguinho mesmo, de verdade. A gente se conheceu na escola ali pelos meus 12 anos e, desde então, vivemos uma grande amizade, amizade mesmo, verdadeira, de sair juntos, dançar juntos, e até ele dormir na minha casa algumas vezes, sem que, de modo algum, tivéssemos algum envolvimento para além disso. Ele dormia no quarto do meu irmão, de quem é amigo também, me cumpre esclarecer.
Nossa amizade era tanta, que ele me falava das meninas que pegava, e eu falava do menino que eu tanto queria que me pegasse, o Nando. Mas era um tanto difícil o Nando me pegar, porque o Duda era bem pegador, e como a gente andava sempre juntos, o boato que corria, e que o Nando acreditava, era que o Duda me comia direto.
Um dia, numa festinha, procurei o Nando pra ficar, ele até topou, até trocamos uns grandes beijos, ele até me acompanhou até em casa, mas quando chamei ele para uns pegas maior, no quintal, ele lembrou do Duda, falou do Duda, quase me deu raiva.
– Imagina! Ele é meu amigo, quase irmão, nunca dei pra ele não… e quer saber, nunca dei pra ninguém. Tá bom!
Foi a nossa primeira e única briga antes ainda do namoro.
Sim, o Nando se tornou meu namorado, primeiro e único namorado, até hoje.
E também o único que me comeu, posso garantir e jurar.
Só não posso negar, apenas esconder a sete chaves, o que aconteceu naquele primeiro de maio.
(…)
Aconteceu… quer dizer, começou a acontecer bem antes, pois que a minha amizade com o Duda continuou mesmo depois que comecei a namorar o Nando, e também depois que ele se mudou para longe, lá em Mauá, e a gente já quase nem se via, a não ser uma vez ou outra.
Mas nunca deixamos de nos falar, principalmente pelo Zap, e o Nando nunca deixou de estar por dentro as nossas conversas, pois eu não tinha segredos pra ele… meu celular sempre foi um livro aberto.
Vai-se o tempo e certo dia vem a mensagem do Duda e a notícia de que ele havia se acidentado andando de moto e que estava imobilizado em casa.
Desejei muito ir visitar ele, falei com a minha mãe, falei com o Nando, mas nenhum dos dois podia ir comigo, a mãe porque tinha afazeres em casa, o Nando porque ia ajudar o pai numa obra, carregar umas coisas no carro.
– Vou ter de ir sozinha, de trem.
– Tudo bem! Mando um abraço pra ele. Mas é só abraço, hem! – brincou o Nando.
Será que ele estava profetizando?

O Duda não mora, ele se esconde. Uma viagem de trem dando a volta ao mundo, e depois um ônibus até chegar no bairro dele.

E lá no bairro, procura que procura, até que cheguei na casa dele.
E na casa dele, só ele e a mãe dele, entreguei um presente que havia levado, e quase não me conformei com ele deitado no sofá, sem pode se mexer muito, e usando uma cinta abdominal que praticamente imobilizava toda a sua cintura e o seu quadril.

– Acidente de moto. A gente se arrebentou feio, eu e a Tatiane… eu mais do que ela. Ela já está andando, mas eu, aqui, perdendo a faculdade, sem poder fazer nada.
– A Tatiane é a sua namorada?
– Pior é que não.
– Pior por quê? Me conta.
– Minha namorada é a Débora… quer dizer, era, não quer nem me ver, falou mesmo que eu devia ter morrido.
– Credo! Mas… já sei… essa Tatiane…?
– Uma amiguinha, nada mais.
– Sei. Te conhecendo como eu conheço… a Débora tem mais é que te dar um toco mesmo.
– Se fosse só o toco…
– E não é?
– Já está dando para um outro cara aí.

– Eita, menino! Também, quem mandou aprontar!?
A conversa foi continuando, a mãe dele, aparecendo na sala de vez em quando, servindo suco e bolo, até que anunciou que estava saindo para não sei aonde.
Ficamos só nós dois, eu sentada numa mesinha de centro em frente a ele, olhando pra ele, para o estado dele, pensando na galinhagem dele com essa tal Tatiane e sei lá mais quem….
– Bem feito! Está certa ela. Quem manda ficar galinhando!? Agora fica aí… no toco. – falei, num certo momento.
– É… mas ainda bem que tenho minha amiguinha, não é? – ele foi falando e, ao mesmo tempo, pegando a minha mão e puxando para cima do seu pinto.
– Duda! – exclamei, puxando imediatamente a mão… quer dizer, tentando, porque ele segurou firme e apertou mais ainda, enquanto me olhava com aquele olhar de criança pidona.
Eu não falava nada, ele não falava nada, a gente se olhava, sua mão apertando a minha, minha mão… seu pinto endurecendo, endurecendo.

Então ele fez dois movimentos, um com os olhos, me pedindo, outro com a mão, fazendo a minha mexer no seu pinto.
Hesitei por algum momento, não queria mexer a mão, mas não sabia como dizer que não queria.
Nossos olhares cruzados.
Dei um leve aperto, ele fechou os olhos de satisfação, prazer, senti que devia continuar, que ele merecia, que…
Não sei o que eu sentia.
Só sei que, de repente, depois de mexer e apertar um tanto, eu já estava ajoelhada ao lado do sofá e descobrindo o pinto dele, ele ajudando, empurrando o calção para baixo.
Saltou triscando diante dos meus olhos, durão feito pedra.
Não olhei mais para ele, apenas para “ele”, grandão, retezadão.
Peguei com uma mão, peguei coma outra mão, com uma eu segurava na base, com a outra eu batia punheta, bem suavemente.
Ele soltava leves gemidos.
Olhei de relance e vi seus olhos fechados.
Comecei a acelerar aos pouco a punheta, mas, me deu vontade, curvei o corpo e comecei a chupar.
Seu gemidão mais forte, seu quadril retesando… me enchi de satisfação por estar causando satisfação a ele.
Chupei com a calma e o compasso certo para prolongar ao máximo o seu prazer antes de finalmente gozar.
Chupei como eu tinha aprendido a chupar o Nando… horas e horas.
Às vezes só passando a língua, lambendo, às vezes levando tudo até a garganta, às vezes só mamando a cabecinha, sempre soltando saliva para deixar tudo lubrificado.
Mas, mesmo com todo o meu compasso lento, ou por isso mesmo, foi chegando o momento em que ele começou a dar sinais de que ia respingar no teto.
Pensei em continuar só na punheta e deixar ele espirrar até o teto ou então cobrir com própria camiseta dele para conter o espirro, pensei, pensei…
Mas, na hora H, cerrei os lábios em torno da cabecinha, e recebi tudo na boca, como sempre recebo do Nando.
Encheu, quase não consegui segurar, começou a vazar… levantei meio às pressas e fui até o banheiro.
– Não precisava ter sido na boca. – ele falou, quando voltei.
– Agora que você avisa. – brinquei. – E guarda esse pinto, vamos!
– Me dá ela. – falou, levando a mão na minha coxa e chegando na minha xota.
– Para com isso, menino. Não era nem pra gente ter feito o que fez… e você nem pode, está aí, todo aleijado.
– Igual você me fez… deixa eu fazer pra você igual você me fez.
Bom… uma chupada é uma chupada.
E além disso, ele já estava procurando enfiar os dedos por baixo da minha calcinha.
Deixei ele mexer, fui ficando excitada, já querendo e pensando mesmo em deixar ele me masturbar até eu gozar, mas ele queria mesmo era me chupar.
– Me dá ela aqui. – falou, mostrando a própria boca.
– Não precisa, faz com a mão mesmo.
– Me dá. – pediu mais seriamente, apontando a boca.
Mas como? Pensei.
– Mas como? – perguntei, tentando mostrar que não havia como ele me chupar naquela posição.
– Sobe aqui. – ele falou, mostrando para eu subir de cavalinho sobre ele.
Achei a posição um tanto escandalosa para mim.
O Nando já tinha me chupado muitas e muitas vezes, mas sempre comigo numa posição mais comportadinha, nunca daquele jeito.
Mas, excitada como eu já estava, comecei a levantar uma perna para subir no sofá.
– A calcinha. – ele disse, me parando.
– Anh!?
Tira a calcinha.


Mais um momento envergonhado para mim… tirar a calcinha para um outro menino.
Mas tirei e ele logo se apossou, colocando sob ele.
Subi por cima, fui me ajoelhando e me encavalando, até ficar com a xota bem na boca dele.
Que posição!
Nunca que eu tinha sequer imaginado algo assim.
E nunca também que eu tinha imaginado o sabor de um outro menino me chupando.
Sempre gostei do Nando, sempre adorei as chupadas do Nando, mas… era diferente, outro menino, outra boca, outra língua… uma chupada exatamente igual, mas muito, muito diferente.
E naquela posição inesquecível…
Por longos e deliciosos minutos fiquei praticamente estática, mal mexia o quadril, só sentindo aquela língua lambendo, aqueles lábios mordiscando, a boca sugando.
Depois fui perdendo o controle, perdendo o controle, soltando longos gemidos, mexendo o quadril, rebolando… quase sufocando ele.
E as mãos dele na minha bunda, apertando, massageando, seu dedo roçando a entrada da minha vagina.
Perdendo o controle, pernas abertas, xota escancarada…
– Duuuuuu…da!!!
Ele atolou o dedo bem na hora em que comecei a gozar, e aí o gozo foi mais delícia ainda, mais que louco.
Verdade é que não foi um gozo, mas, sim dois… mal gozei, continuei mexendo, ele continuou com o dedo, socando fundo… gozei outra vez.
Tirei a xota da boca dele, do dedo dele,sai de cima dele, cai meio que sentada, meio que deitada ao lado do sofá, meio que abraçada a ele, quase adormecendo.
Na verdade, acho que adormeci ou, pelo menos, cochilei, pois de repente me dei conta que havia mais alguém na casa, me aprumei, voltando a sentar na mesinha em frente… era a mãe dele.
– Minha calcinha. – falei, baixinho.
– Vai ficar de recordação. – ele disse.
E ficou mesmo.

Esperei recuperar a calcinha enquanto ajudava ele a ficar sentado no sofá, procurei, por ela…

– Me dá. – eu pedia, mostrando que eu não podia ir embora sem calcinha.
E logo a mãe dele entrou na sala e não teve como eu pegar e vestir a calcinha. Até fiz uma horinha a mais, antes de sair, esperando uma oportunidade, mas não teve jeito, até parecia que ela estava adivinhando.
Parecia não, estava mesmo… pior, estava era sabendo, talvez não da calcinha, mas do que tinha acontecido.
– Muito obrigada por ter vindo, ele estava mesmo precisando. – ela disse, quando me acompanhou no portão.
– Foi um prazer. – falei.
– Eu sei… – ela falou e fez um gesto como se estivesse segurando e chupando um pinto. E se não bastasse isso, ainda completou: – Mas deixar na boca… não te dá nojo?
Eu não sabia onde enfiar a cara, nem sei onde enfiei a cara, como me despedi, como parti, como voltei para casa, o trem sacolejando, como abracei e beijei o Nando um pouco mais tarde…
Acreditam que, de vez em quando, me dava até um ímpeto de contar pra ele?
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Anna Riglane… Jornalista, historiadora, pesquisadora do comportamento sexual humano, coletora/escritora e divulgadora de Contos Eróticos transcritos a partir de relatos dos seus leitores e/ou com base em fatos do cotidiano
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