
Sou uma morena de corpo mediano, bonita, estudante universitária, momentaneamente sem namorado, tenho 19 anos e iniciei sexualmente o meu irmão menor, que tem 18.
Tudo colaborou para rolar uma transa, muitas transas entre ele e eu.
Primeiro, pela falta de um namorado e, por ser um feriadão, pela ausência dos meus ficantes e PAs que ou tinham viajado ou estavam com uma namorada grudenta que não dava chance.
Segundo, porque, tirando eu e meu irmão, toda a família também havia viajado.
Meu irmão só havia ficado por causa do vestibular e eu tinha ficado para fazer companhia a ele, e também porque não estava com a mínima vontade de ir para a chatice do interior com a família.
Terceiro, porque, não sei exatamente como, comecei a conversar com o meu irmão sobre coisas de namoro e fiz a inacreditável descoberta que ele nunca havia namorado.
– Nunca namorou? Então você também nunca… nunca transou?
Incrível, mas o meu irmão era ainda virgem, bastante virgem, e ele me explicou que tinha certo receio de chegar nas meninas. Perguntei por que, mas ele não soube responder, falou que talvez tivesse medo de não saber como fazer.
– Mas você nunca fez mesmo? Verdade?
– Verdade.
– Nunca viu uma menina pelada?
– Nunca.
– Nunca pegou nos peitos de uma menina?
– Nunca.
– Nunca deu uns amassos bem gostoso?
– Nunca.
– Vai dizer que também nunca beijou?
E ele respondeu que só tinha beijado duas meninas, mas que foram só beijos e que depois as meninas não quiseram mais nada com ele.
– Não admira. – falei. – Você só ficou nos beijos, não deu outras coisas que elas queriam… elas foram procurar em outros.
No momento dessa conversa tudo ficou por isso mesmo, e parecia que ia ficar por isso mesmo.
Mas quando fui tomar banho e comecei a pensar no meu irmão ainda virgem e na vontade que ele deveria estar sentindo de transar, logo lembrei que eu também estava com muita vontade de transar.

E só então, no banho, pelada, é que me dei conta de que tínhamos a casa inteira só para nós dois, ninguém mais para atrapalhar, e senti uma sensação de liberdade muito grande, do tipo eu posso fazer o que eu quero, podemos fazer o que quisermos.
Sentia-me com tanta liberdade que quase cheguei a sair do banheiro do jeito que eu estava, sem roupa alguma.

Mas não tive coragem, acho que ainda me restava um pouco de juízo.
Só que o juízo acabou depois que fui até o meu quarto, me enrolei numa toalha e voltei para a sala, onde meu irmão estava ainda estudando.

– Mano… você jura que nunca viu mesmo os peitos de uma menina?
– Já falei que nunca vi. Mas por que você quer saber?
– Quer ver os meus?

Meu irmão simplesmente arregalou os olhos, abriu a boca e não falou nada, não conseguiu falar nada.
Entendi então que ele realmente tinha dificuldades com as meninas.
– Quer ver ou não quer ver? – perguntei, já juntando a barra da camiseta, como se fosse puxá-la para cima.
– Mos…tra. – ele conseguiu falar.
Sentada no sofá, bem de frente pra ele, levantei minha camiseta e deixei aparecer meus peitos.
Coitado do meu irmão!
Parecia até que ele tinha visto um fantasma, pois ficou parado, olhando sem fazer nada, sem falar nada.
– Pode pegar. – falei.
– Pos…so? – ele perguntou, ainda sem acreditar.
E então, muito timidamente, ele estendeu a mão até pegar um dos meus peitos, depois pegou o outro e ficou apertando.
Mas tive de mostrar a ele como brincar, mexer, pegar os biquinhos, como apertar com suavidade.
– Chupa eles. – falei.

Bom… eu não falei que iniciei o meu irmão?
Pois foi isso… quer dizer, dei o início, fiz a ignição, porque, a partir daí, de jeito nenhum consegui segurar o meu irmão, mesmo porque eu não tinha a menor vontade de segurá-lo.
Ô moleque capeta!

Primeiro quase arrancou meus peitos, de tanto chupar, morder, apertar, mamar… até parece que nunca tinha visto peitos. E não tinha visto mesmo.
Depois quase arrancou minha buceta (acho tão tesão falar buceta)… quer dizer, chegou a ficar com alguns pelos nos dentes, de tanto que chupou, mordeu, lambeu, enfiou a língua, enfiou o dedo.
Depois foi a vez do meu cu (não é meigo falar assim?)… pensei até que ele fosse arrancar meu anel, de tanto que enfiou um dedo, enfiou dois dedos, mexeu os dedos lá dentro.
– Vou comer este teu cu gostoso.
– Vai o carralho! Tem certeza que nunca transou moleque?
– Nunca. E a minha maior vontade é comer um cu. E vou comer o seu agora.
– Mas não vai mesmo… quer dizer, vai, pode comer, mas depois, primeiro eu quero nela, e bastante.
Sempre gostei de deixar o traseiro para o ato final, mas com o meu irmão não teve jeito. O danado só sossegou depois que me colocou de quatro no sofá e me cravou no rabo, doidão feito ele só.
Mas…
Não é que gostei!?
E não é que o meu irmão, ao invés de sossegar, ficou foi mais doidão ainda, insaciável!?
Ficou tão maluco o moleque, dando uma seguida da outra, que, ainda que só por brincadeira, cheguei até em sair perguntando pela vizinhança quem tinha buceta para dar, pois eu já não estava mais dando conta do meu irmão.
Mas, claro, pau é pau, não é ferro, e chegou uma hora, lá pela madrugada, que meu irmão pregou, caiu desmaiado no sofá.
Pude então ir ao banheiro, fazer um xixi básico e outras necessidades, enquanto pensava seriamente como seriam as coisas dali pra frente, depois de ter iniciado o meu irmão.
Fui dormir também, no mesmo sofá de tantas transas, coladinha no meu irmão.
E no dia seguinte…

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Anna Riglane… Jornalista, historiadora, pesquisadora do comportamento sexual humano, coletora/escritora e divulgadora de Contos Eróticos transcritos a partir de relatos dos seus leitores e/ou com base em fatos do cotidiano
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