Demos para o meu irmão atrás da escola

Teen boy leans on girl against graffiti wall while another girl looks on

Atrasada na escola, às vezes eu me sentia meio mal, por estudar na mesma classe que as meninas mais novas. Meu irmão também sentia o mesmo, mas…

Duas histórias:

1) Dei para o meu irmão atrás da escola

Como fui dar com o meu irmão (e dar para o meu irmão) naquele quartinho abandonado, atrás da escola, e também quem ficou vigiando na porta, eu conto depois.

Agora só quero contar uma das transas mais loucas que já tive com o meu irmão.

E é só com ele que eu transo.

(…)

Fazia um bom tempo que a gente não conseguia transar.

Depois que a mãe deu o maior flagra, passou a fazer marcação cerrada, não dava folga.

O máximo que conseguíamos eram alguns minutos pelos cantos da casa, enquanto a mãe tomava banho ou descia para ir ao mercado.

Nesses minutos ela bem sabia que não dava tempo para a gente transar, e não dava mesmo.

Tudo o que podíamos fazer, aprendemos rapidinho, era uns handjobs ou blowjobs que eu fazia pra ele, e as dedilhadas ou os pussylicks que ela fazia para mim.

As chupadas do meu irmão eram cada vez mais gostosas, mas demoravam mais a me fazer gozar. Por isso era no dedo que, quase sempre, ele me pussilickava, me fazia gemer gostoso, sentada no sofá ou em pé, encostada na parede.

Mas também não dava muito certo, pois que o meu irmão aprendeu a me pussylickar de uma tal maneira, que me dava uma violência sem tamanho na xana e, quase sempre, eu gozava e mijava junto.

Por isso, os melhores momentos mesmo eram quando a mãe dava uma saída e a gente podia ir no banheiro. Lá, já sema calcinha, eu podia gozar e mijar… sem molhar sofá, cama, chão.

Cada coisa!

Tudo gostoso, maravilhoso, mas a gente queria mais, eu queria mais, minha xaninha pedia por um pinto, o pinto dele… e o pinto dele queria uma xaninha, a minha xaninha, ou o meu traseirinho, se houvesse um tempo maior. Mas não tínhamos tempo.

(…)

Por isso, quando entrei naquele quartinho meio escuro e vi o meu irmão me esperando, minha saudade sexual era tão grande que dei nele o beijo mais beijo que pode existir.

Explico:

Ao contrário de qualquer outra menina, acho eu, ao invés de pular no pescoço dele, abraçá-lo e grudar nossas bocas, fui logo levantando a sainha, baixando a calcinha, abrindo sua calça, tirando seu pinto, me encostando nele, grudando nossas coisas.

Mas batia na minha barriga. Por isso, fiquei nas pontinhas dos pés, abri as coxas, me encaixei em cima dele, soltei o corpo e… sabãozinho, sabãozinho, sabãozinho, sabãozinho, sabãozinho, sabãozinho…

Para quem não sabe, sabãozinho, é esfregar a minha xaninha vazando mel no pinto dele sobrando dureza.

Como estava duro o pinto do meu irmão! Como estava molhada a minha grutinha!

Ah, sim! Enquanto fazíamos aquele sabãozinho muito louco, aproveitamos para grudar também nossas bocas e quase arrancar a língua um do outro.

– Me come! – falei, algum tempo depois, já entrando em desespero sexual.

Meu irmão estava com pinto tão duro e com as mãos tremendo tanto que mal conseguia colocar a camisinha.

Pensando nas mijadas que eu costumava dar junto com o gozo, aproveitei para tirar a calcinha, enroscá-la no braço, pensando só em voltar a encostar novamente nele e, agora sim… sabãozinho lá dentro da grutinha.

Mas não deu… quer dizer, dei, mas não de frente, pois sou baixinha e de jeito nenhum fiquei na altura para fazer o encaixe.

Tive de virar de costas, dobrar o corpo.

– Hummmmmmmmmmmmmmmmmmmm! – foi o que eu fiz, quando a cabecinha encostou e começou a deslizar para dentro.

Em pouco tempo estávamos uma loucura só.

Meu irmão me agarrava pelas coxas e me puxava, querendo socar cada vez mais fundo.

Eu esticava os braços para trás, tentava pegar as coxas dele e puxá-lo para frente, para entrar fundo, bem fundo, lá no meu útero.

E como eu não conseguia agarrar suas coxas, tive outra solução. Dei uns passinhos para a direita, uma girada no corpo, e consegui um lugar para apoiar as minhas mãos. Agora sim, enquanto meu irmão me puxava, eu me empurrava.

– Oh my god! Que crazy!

PRIMEIRO ORGASMO.

Eu fui um pouquinho só depois dele.

Não mijei.

E então levantei o corpo, coloquei meu pescoço à altura da sua boca, dos seus beijos, das suas mordidas. Virei o pescoço, grudamos do jeito que deu as nossas bocas.

Mas nessa posição o pinto queria escapar lá embaixo, e isso eu não ia permitir de jeito nenhum. Voltei a inclinar o corpo, a me empurrar contra ele.

– Oh! fuck me! Fuck me! – que em português tesão quer dizer: – Me come, me fode, come minha xaninha, faz gostoso nela, enfia fundo, soca mais, vai, vai…

SEGUNDO ORGASMO.

Não muito tempo depois do primeiro.

Não mijei.

(…)

– Segura. Deixa para gozar nela. – eu falava ao meu irmão, enquanto me preparava para gozar uma terceira vez, e sentia que ele também já estava a caminho.

– Acho que vou…

– Não vai, não. Segura!

O jeito foi prensá-lo ainda mais contra a parede, impedindo que ele se mexesse e fizesse o fuck fuck.

Só eu fiz o fuck fuck, só eu mexi, mexi, me esfreguei nele até que gozei.

Mas adiantou?

Quando eu já estava para sair dele, meu irmão me agarrou pelas coxas, me puxou forte, socou fundo e gemeu, gritou, gozou…

(…)

– E agora? Não vai ter pra ela! – falei, enquanto vestia, levantava e ajeitava a calcinha, baixava a saia, arrumava os cabelos.

– Tem sim. Ele já vai ficar durão logo, logo, e só eu me esfregar um pouco nela.

(…)

Saí, para ficar vigiando, e a Gabriela entrou no quartinho.

2) A menina deu para o meu irmão atrás da escola

Alguém conhece alguma menina que já transou, mas ainda é BV (Boca Virgem)?

Eu conheço… quer dizer, conheci, pois agora, acredito eu, ela já deve ter beijado.

Essa menina é a Gabriela, a menina mais inteligente e mais boba da escola.

Inteligente para tirar dez em tudo quanto é matéria, trabalhos, seminários. Bobinha para falar com os meninos, ficar, beijar, namorar.

Coitada! Seus pais lhe impuseram tanto medo que ela cresceu acreditando que não devia chegar perto de nenhum menino e nenhum menino devia chegar perto dela.

Vivia sempre no seu cantinho, estudando, lendo, e quando a gente (só as meninas) pedia alguma ajuda ela já estava mais que pronta para explicar, ensinar… fazer nossos trabalhos.

Como pode um pai e uma mãe criar uma filha assim?

Tudo bem que meus pais, minha mãe principalmente, também impõem algumas regras, como não deixar eu transar com o meu irmão, por exemplo, mas as regras dos meus pais nem se comparam às regras dos pais da Gabriela.

Só que, é claro, a cabeça da gente pode obedecer às regras (foi a Gabriela quem me ensinou a usar a crase), mas o nosso corpo não; principalmente as partes de baixo do nosso corpo.

E a Gabriela chegou naquele momento da sua vida em que ela passou a pensar também em outras coisas que não fossem os estudos.

Essa coisa é redonda, meio comprida, com uma ponta um pouco maior que o resto.

Que maldade!

O que Gabriela estava começando a desejar, na verdade, era um menino, um namorico, alguns beijinhos, muito beijinhos, sabãozinho e… transar; por que não?

Mas a Gabriela não tinha nem sequer beijado um menino ainda. Nas duas vezes que arranjei menino para ficar com ela, ela sumiu igual sorvete sob o sol quente da praia.

Uma vez foi numa festinha da escola. Passei o maior xaveco no menino, tive de convencê-lo de que ela não era feia como ele a via, que ela só se fazia passar por feia que…

– Vai ficar com ela ou não?

O menino topou, por livre e espontânea força, diante da minha ameaça de contar para o professor quem tinha soltado os parafusos da cadeira e causando-lhe o maior tombo.

Mas cadê a Gabriela. Procurei por ela a tarde inteira e só fui vê-la na segunda-feira, de volta à aula.

– É que meu deu uma dor de barriga e…

Na segunda vez foi noutra festinha, aniversário de uma colega de classe, na casa da colega.

– Luciano, quer ganhar um beijo?

– Na boca?

– Na boca. É só você ficar com a Gabriela que…

Primeiro ele tentou fugir, depois ficou me cobrando se eu daria mesmo um beijo de verdade, de língua, e não apenas um selinho.

Convencido o menino, fomos procurar pela Gabriela e estamos procurando até hoje, do mesmo jeito que o Luciano ainda está esperando pelo meu beijo.

Mas não é bem assim, é claro.

Encontrei com ela na escola conversamos e então me deu até dó, pois ela chorou, disse que não sabia o que acontecia com ela, que ficava nervosa, tremia toda, se descontrolava, só de pensar em ficar com um menino.

– É problema! – falei. – Se você não consegue nem beijar… transar, então, nem se fala.

– É o que eu mais queria.

– Transar?

– É. Só eu sei o quanto morro de vontade.

Foi aí que me veio uma ideia diabólica.

Diabo transa?

Chamei a Gabriela num canto, expliquei que tinha um menino que estava muito a fim de comer ela.

– Mas quem é o cego?

– Para de se desvalorizar, menina! Quero fazer uma troca com você.

– Uma troca? Nós duas…?

– Não é nada disso. É que tem um menino que estou muito a fim de dar pra ele, mas ele está a fim de comer você.

– Quem é? Quem é?

– Vamos fazer assim. Primeiro eu dou pra ele e depois você.

– Mas por que isso?

– Porque a gente não tem outro lugar para transar, eu não tenho, minha mãe vive de marcação comigo.

– A minha também.

– Então dá tudo certo. O único lugar que a gente tem é atrás da escola, naquele quartinho abandonado, e tem de ser durante o horário da aula, vamos ter de cabular.

– Cabular? Desde que não seja uma aula importante.

– Ô menina burra! Vai ficar preferindo a aula ao invés de pensar na sua primeira transa?

– Quando vai ser?

– Amanhã. Pode deixar que eu trago camisinha… e o menino. A gente cabula as duas aulas do meio e…

E assim combinei também com o meu irmão.

Ele ficou radiante, porque íamos transar, coisa que há muito tempo estávamos desejando fazer.

Mas ficou puto da vida quando soube quem era a menina.

– Eu como, mas vou pegar ela por trás… de frente o pinto nem sobe.

– Não sei por que. Ela é bonitinha.

– Até que é… Mas tem uma cara de sonsa!

A Gabriela estava pensando que a gente fosse transar os três juntos, por isso ela estava mais confiante, pois teria a mim como companhia. Mas não era essa a minha intenção, é claro.

– Você me dá cobertura que depois empresto o menino pra você.

– Mas eu…

– Não precisa falar nada. Já conversei com ele. Depois que eu sair é só você entrar e transar.

Para disfarçar, fugir dos olhares, meu irmão tinha dado a volta no prédio e entrado no quartinho por outro lado.

Era meio escuro lá dentro, coisa ideal.

A Gabriela ficou do lado de fora, pronta para começar a cantar caso aparecesse alguém, e eu… tratei logo de agarrar chegar no meu irmão, tirar a calcinha, fazer um sabãozinho maravilhoso e tentar transar de frente. Só que não deu, sou mais baixa que ele, não dava altura, tive de virar de costas, ser cravada por trás.

E foi uma, duas… eu queria três, mas o tempo era curto, e ainda tinha a Gabriela.

Ela levou um susto quando viu com quem ia transar.

– Mas é o seu irmão! Você transa com o seu próprio irmão? Mas isso não pode… é…

– Cala a boca, menina! Agora não é hora de pensar nessas coisas. Transa aí que vou ficar de guarda.

E então, ainda meio temerosa, incrédula, ela começou a fazer o inverso do que eu tinha acabado de fazer: levantar a saia, baixar a calcinha e, sob o comando do meu irmão, virar de bunda pra ele… falando três vezes por segundo para ele ir com mil cuidados porque era a sua primeira vez.

Nem fiquei com ciúmes.

Na verdade, ao invés de ficar olhando se aparecia alguém, eu estava mais interessada em ver meu irmão tirando o cabacinho dela.

Fiquei foi com inveja, pois enquanto eu era um tanto demorada para gozar e me cansava com dois ou três orgasmos, a Gabriela já começou gozando e não parou de gozar enquanto meu irmão não gozou também, pela terceira vez, e cansou (duas em mim, uma nela).

Pensei que os mil gozos seguidos que ela teve era por ser a sua primeira vez, mas não era, não.

Pesquisei na internet, depois, e descobri que ela “sofre” de uma coisa chamada orgasmos múltiplos; goza várias vezes seguidas.

Bem que eu queria sofrer disso também!

Mas depois, quando pararam, quando ela levantou a calcinha, quando baixou a sainha, quando saiu do quartinho arrumando a roupa, os cabelos, com um olhar de felicidade imenso, um sorriso de orelha a orelha, não falei nada, mas fiquei pensando:

Era a primeira e única menina sem cabaço que nunca tinha beijado. Pelo menos que eu conhecia.


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