DO RE MI FA SODOMY

Anna RiglaneXcontos.club

Contos Eróticos

Histórias picantes e penetrantes

CONTEÚDO ADULTO

Ao erotismo, presente em todos nós

Anna Riglane

Jornalista, historiadora, e colecionadora, escritora e divulgadora de contos eróticos

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Um mundo de contos eróticos

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CONTEÚDO ADULTO

Apresentação

E MAIS… Contos eróticos de rodapé
Comecei lá atrás… na fábrica do meu pai
Minha namoradinha anal lá do Embu Guaçu
Risco de vida por uma buça… só que não
Minha tia Mirian… eba!!!
Anal proibido… mas muito mais que anal
Anal com o meu irmão

A menina da festinha, sua preferência, e…

Sodomia, sexo anal, sodomy…

Há quem adora, há quem detesta, há quem tolera, há quem não quer nem ouvir falar, enfim há quem dá, há quem não dá.

Quem, pela primeira vez, teve a ideia de enfiar a birosca no forevis do outro ou, ao contrário, quem foi o outro ou a outra que teve a ideia de ser enfiado, isso não se sabe, nem consta nos anais (anais?) da História.

O que se sabe, isso com certeza, é que em algum momento da humanidade alguém deu, alguém comeu, alguém viu ou ficou sabendo, alguém fofocou, a notícia se espalhou, começou a cu…riosidade, e aí não teve mais jeito.

Nos últimos tempos até parece moda, parte essencial do cardápio, e aí, volta-se à questão: há quem adora, há quem detesta, há quem…

Nesta obra, que se espera entrar para os anais, só anal, só sodomia… e aqui, nas várias histórias apresentadas, parece que todo mundo gosta.

Boa leitura!

Vivido por: Ingrid A. A. (2002)
Tatuapé – São Paulo – SP
Transcrito por: Anna Riglane

Faz tempo que tenho uma tatuagem na barriga, na linha do biquíni, e o meu namorado sempre quis saber quem tinha feito, se eu tinha tirado a calcinha para poder fazer, se isso, se aquilo…

Ele não sabe, e nunca vai poder saber, mas quem me tatuou foi o Landinho, num momento de puro desespero meu.

O Landinho era aquele menino da galerinha que comia todas as meninas da galerinha, e também de outras galeras.

Não tinha uma menina que já não tivesse dado pra ele, inclusive duas das minhas primas.

Não tinha uma menina que não dava pra ele, inclusive minha irmã mais velha.

Não tinha uma menina que não estivesse a fim de dar pra ele, inclusive eu.

Exagero, é claro! Uma meia dúzia de meninas deviam estar a salvo.

Exagero, mas nem tanto.

Acontecia que o filhinho da putinha era seletivo, só pegava as mais crescidas, as mais carnudas.

As mais novas, assim como eu era na época, ele ignorava.

Ignorava mesmo, não dava a mínima, e nem notava ou fingia não notar, os olhares, os sorrisos, as entradas de todo tipo.

– Me come!

Era só o que me faltava falar, pois usar biquínis provocantes quando na piscina ou na praia, sentar mostrando a calcinha, e outras maluquices mais, fiz de montão… e nada.

Minha última tentativa, último lance, foi quando ele começou a fazer tatuagens. 

Fez tatuagem na minha irmã, comeu, fez tatuagem no meu irmão (sei lá!), fez numa prima, noutra prima, noutra menina, noutras meninas, foi comendo… quer dizer, foi fazendo tatuagens, pegando prática.

Só que as tatuagens que ele fazia, como iniciante, eram ainda coisas simples, pequenos desenhos, símbolos, letras, e sempre nos braços, no pescoço.

– Quero bem aqui. – falei pra ele, num dia em que me peguei sozinha com ele.

– Aí!? – ele perguntou, olhando para o meu dedo pousado na minha calça, bem em cima do meu montinho de pelos.

– Você faz?

– Vai lá em casa tal dia, tal hora.

DEI!

ELE VAI ME COMER!

FICOU SUPER INTERESSADO…!

DEI! DEI! DEI!

IUPIH!!!

Tudo isso e muito mais foi o que fiquei pensando, toda feliz, toda imaginando como seria a

MINHA PRIMEIRA VEZ.

Sim!

Era a minha primeira vez.

Seria a…

Vai sonhando, menina!

Fui de sainha bem curtinha, levei três camisinhas roubadas da minha irmã, imaginava transar por horas.

E a calcinha, claro, vermelhinha, bem tanguinha mesmo, fio dental escondido no meu reguinho.

Cheguei na casa dele num estado de nervosismo e excitação, ou excitação e nervosismo, que nem sei descrever.

– O que você quer tatuar? – ele foi logo perguntando, parecendo não dar a mínima, ou não dando mesmo a mínima para o meu estado de excitação e nervosismo.

Escolhi o desenho de uma rosa num álbum, falei que queria preto e vermelha, ele gostou e…

– Aonde mesmo que você quer a tatu…?

– Aqui. – falei, levantando a saia o quanto deu e colocando o dedo sobre a linha da calcinha.

– Aí…? Mas…

– Eu tiro a saia, não tem problema.

– Tira!? Então tá. Deixa eu preparar o material.

DEI!

ELE VAI ME COMER!

JÁ DEVE ESTAR DE PINTO DURO…!

Peguei uma camisinha da bolsa, escondi na mão, esperei, fiquei olhando ele preparar as coisas… surgiu um problema.

– Senta… quer dizer…

O problema era que todas as tatuagens que ele fazia, na parte superior do corpo, bastava a menina, ou o menino, ficar sentado numa cadeira que ele tinha na salinha.

Dava pra eu sentar, mas a calcinha atrapalhava.

– Eu tiro também. – falei, antes que ele falasse qualquer coisa.

– Tira!? – ele perguntou, bastante surpreso e de forma um tanto tímida.

Uma timidez que até me fez pensar como ele conseguia comer todas as meninas sendo daquele jeito.

– Já tirei.

E tirei mesmo.

Eu estava bem pouquíssima interessada na tatuagem. Se ele partisse logo para a “agressão”… o que eu mais queria mesmo era sair de lá furada (uma prima minha falava isso), a tatuagem pouco me importava.

Sem calcinha, a sainha levantada na cintura, sentei na cadeira, ele logo sentou num banquinho à minha frente… tive de escorregar o quadril pra frente e abrir as pernas, ele aproximou mais entre elas, já pelas minhas coxas, abri mais, quase urinei de tesão, senti a língua…

Vai sonhando, menina!

– Onde? – ouvi ele perguntando.

– Aqui. – falei, e apontei com o dedo, pouco acima dos limites dos meus pelinhos.

Esperei que ele falasse que eu devia ter depilado… não falou.

Esperei que ele começasse a lamber… não lambeu.

Fechei os olhos, dando a entender que eu já estava pronta, e esperei que ele chegasse mais, com o pinto de fora…

– A camisinha…

Era o que eu ia falar, se ele tivesse tirado o pinto, mas o que ele começou a tirar foi o seu material para me tatuar.

A GENTE METE DEPOIS…

Foi o que pensei.

Ele tatuou, apoiou os braços nas minhas coxas, chegou a pousar a mão sobre a minha xana, fez doer… e não era a dor que eu queria sentir.

Terminou, se afastou, me deu um espelho, se levantou, foi guardar o material, tirar as luvas… ele estava de luva.

NÃO VAI ME COMER???

Minha panelinha de pressão ali, o tempo todo escancarada aos olhos dele, só esperando a linguiça…

E ELE NÃO COLOCA A LINGUIÇA PRA COZINHAR!!!

Fiquei com tanta raiva que jurei que não daria para ele nem que ele fosse o último homem do mundo.

E também jurei que ia dar para o primeiro que encontrasse logo que saísse dali.

Vesti a calcinha, baixei a sainha, paguei, e saí, frustrada, frustradíssima.

Caminhei para casa, passei em frente à casa da minha tia, resolvi entrar para dar um oi para o meu primo Giba.

Ele estava sozinho, com a sala meio escurecida, vendo um filme… ambiente ideal.

– FIZ UMA TATUAGEM… QUER VER?

Por muito e muito tempo, se de um lado eu guardava a frustração do Landinho não ter me comido, mesmo do jeito que eu estava, toda oferecida, por outro lado guardo o olhar maravilhado do meu primo Giba, ajoelhado à minha frente para ver a minha tatuagem, levantando a minha sainha, e logo descobrindo que, presa na calcinha, encobrindo a tatuagem, havia uma camisinha.

– É  minha primeira vez, tá bom!?

Nunca esqueci aquele dia.

E outros dias também, pois são incontáveis as vezes que o primo me comeu… um verdadeiro PA*, e eu um verdadeira BA*.

Então…

O tempo passou.

Certo dia, saindo da faculdade, ao invés de rumar para casa, fui fazer companhia a uma colega, já tínhamos combinado.

– Vou fazer uma tatuagem, mas estou nervosa, com medo mesmo. Vai que o tatuador resolve abusar! Você vem comigo?

Era a Graça, Maria da Graça. Já fazia dias que ela vinha me pedindo que a acompanhasse, e as palavras dela me atiçaram as lembranças, mas logo apaguei tudo, muito mais preocupada com o trânsito e com o modo como ela dirigia… ruim de volante que só.

Chegamos no tatuador, um sobradinho na Rua Afonso Celso (nunca esqueço), carro estacionado na única vaga, entramos e…

– Landinho!

– Cilene!

– Vocês se conhecem? Que coincidência!

Feitas as apresentações e outras conversações, tudo um tanto rápido, logo descobri porque a minha colega estava com medo que o tatuador abusasse dela.

– Na bunda? – perguntei, estranhando o lugar onde ela queria a tatuagem.

– Por que o espanto? Você também não fez num lugar diferente? – perguntou e falou o Landinho.

– Onde você fez? – perguntou a Graça, que até então nem sabia que eu tinha feito tatuagem.

– Aqui. – apontei com o dedo.

– Então não é muito diferente de mim. – ela falou.

– Como não? Aqui pelo menos eu posso ver, mas você… na bunda… nunca vai poder ver, só com espelho. 

– Eu não vejo, mas tem quem vê.

– Anh!?

– Vamos começar! – cortou o Landinho, já meio impaciente com a extensão da nossa conversa.- Vamos! – falou a Graça e…

CÉUS!

NÃO ACREDITEI.

A tatuagem nem era exatamente na bunda, era no rego.

Percebi… descobri isso conforme ela foi se ajoelhando numa banqueta, debruçando o corpo sobre uma cama (dessas de hospital), e abrindo a bunda com as duas mãos.

Tinha razão de temer que ele abusasse dela, naquela posição, o furico todo à mostra, oferecido.

Se bem que também eu tinha ficado oferecida e não deu em nada.

Mas, fui percebendo, não era a primeira vez que ela tinha estado ali e, talvez, também ficado naquela posição… ele já sabia o que ia tatuar, onde ia tatuar…

QUATRO SETINHAS NO REGO,AS QUATRO APONTANDO PARA O FURICO.

– É para não errarem o alvo. – ela brincou.

ME ABISMEI-SE DOS PÉS À CABEÇA.

– O alvo é o seu furico… você…

– Adoro.

Não foi bem assim a conversa, não foi tão seca e nem tão direta. Foram palavras que fomos trocando, enquanto o Landinho trabalhava lá atrás, e nas palavras ela me revelava que o namorado dela gosta muito de fazer anal com ela, e que foi ele quem, em brincadeira, sugeriu as setinhas tatuadas.

– Vou fazer uma surpresa pra ele.

– Surpresa como? Pelo visto ele já deve conhecer muito bem o caminho. E você…

– O que tem eu?

– Você gosta mesmo ou só dá porque ele quer?

– Eu não dou, eu faço anal. E faço porque gosto, sempre gostei, adoro.

– Sempre gostou… Desde quando  você namora ele?

– Faz um ano.

– Então não é sempre.

– Porque não… e os outros?

– Outros… que outros?

– Outros, oras. Eu estava na oitava série ainda e já…

NEM ACREDITEI.

Primeiro nem acreditei, não estava acreditando, que a gente estava naquela conversa toda bem na frente do Landinho, como se ele não estivesse lá… um tipo de conversa que, acredito eu, não acontece nem entre duas amigas isoladas, quanto mais quando há um homem junto. Mas conversávamos numa boa, na maior.

Segundo, eu não acreditava no que ela falava, que antes do namorado já tinha dois primos e alguns meninos da escola, da galerinha dela.

– Alguns!? – perguntei, acho que estarrecida.

– Alguns… Por que o espanto? Sabe… eu ia fazer 13 anos quando o meu primo…

– 13 anos! Ia fazer! Nem tinha feito ainda…!!!

– Tá feito! Dá uma olhada. – falou o Landinho lá atrás, já se afastando um pouco e guardando os equipamentos.

– Olhar como? – fui a primeira a perguntar.

Com certeza aquela não era a primeira tatuagem que o Landinho fazia no rabo de alguém, pois logo pegou uma mini câmera com um cabo ligado num notebook e…

NA TELA DO NOTEBOOK O CU DA GRAÇA TATUADO, AS QUATRO SETINHAS.

Olhei, ela olhou, gostou, se levantou, vestiu a calcinha, a roupa, pagou… nos preparamos para sair.

Mas antes de sairmos o Landinho me chamou na copa, que fica logo atrás da salinha onde ele faz as tatuagens.

– Fica. – ele pediu, olhando candidamente nos meus olhos.

– Ficar pra quê? – perguntei.

– Você sabe… a gente…

– A gente o quê? 

– Eu moro aqui, meu quarto é ali. – ele foi falando, se aproximando, segurando meus braços.

Minha vista escureceu, meu corpo vibrou, senti minha xana pulsar de expectativa…

– NÃO!

– Não!?

– NEM QUE VOCÊ FOSSE O ÚLTIMO HOMEM NA FACE DA TERRA.

– Nem que eu fosse… Mas por quê? A gente… você… eu…

– VOCÊ SABE MUITO BEM O PORQUÊ. – falei, me desvencilhando dele, me juntando à Graça, e me arriscando no carro dela; ela com o cuzinho tatuado, falando dos quantos meninos já tinham se refestelado ali, dirigindo mal pra caramba…

Só eu sei o quanto me arrependi por isso.

A Graça me deixou na Estação Ana Rosa, peguei a Linha 2 até o Alto do Ipiranga, mas não caminhei direto para casa.

No meio do caminho havia a casa do primo Giba.

Havia o Giba, meu PA*.

Demos uma.

Demos duas.

Foi o que perguntei, muito querendo, e sentindo já aquele comichão anal.

*Pau Amigo, Buceta Amiga… segundo palavras do meu primo Giba.


Contos eróticos de rodapé


2026-08-02

Vivido por: Cristiane M. S. (2000)
Londrina – PR
Transcrito por: Anna Riglane

Tenho formação cristã católica, mas acho que isso não explica o meu conservadorismo em relação à minha sexualidade. Pouco namorei, e me casei logo aos 19 anos, no meu segundo ano de faculdade; um rapaz sério, de boas intenções, e tão conservador quanto eu.

Acho que foi isso, então, convivência. 

Convivência com a minha mãe, minhas tias, uma ou outra prima, pelo menos uma colega do Colegial e, finalmente, meu colega de faculdade e agora marido.

Nenhuma dessas pessoas que citei são de ficar falando palavrões ou fazendo brincadeiras sobre sexo, piadinhas, essas coisas. Meu marido, ainda enquanto colega, também não era de ficar falando gracinhas tipo: “Te dou carona, mas, já sabe, né! ou dá ou desce” ou então “Te ajudo com o trabalho, em troca de um boquete”.

Eu ouvia quase todos os colegas da faculdade falando essas coisas, menos ele, e por isso, acho, me aproximei dele, e por isso namoramos e casamos.

E por tudo isso eu estava muito mais do que super, hiper satisfeita com ele. Ainda estou, mas…

Sempre trabalhei, mesmo depois de casada continuei trabalhando, e logo que me formei, faz dois anos, me apareceu uma oportunidade contrária à de quase todo mundo. Explico: Enquanto muitos moram em cidades aqui pelos arredores de Londrina e vêm trabalhar em Londrina, eu, morando em Londrina, fui convidada a trabalhar numa dessas pequenas cidades, cujo nome não vou citar.

(…)

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