Lembranças de uma menina sem juízo

Vivido por: Clair S. S. (2000)
Tremembé – São Paulo – SP
Transcrito por: Anna Riglane

Hoje sou praticamente uma mulher.

Por que não sou tão sem juízo hoje quanto eu era naqueles tempos?

O fogo me consumia noite e dia e as chamas arderam mais ainda quando um certo primo veio do interior para morar em São Paulo e fazer a faculdade.

Primeiro, e por pouco tempo, ele morava numa república, mas depois deu umas encrencas lá e ele foi morar com a gente.

Seu curso era antropologia.

Eu nem sabia o que era isso, mas sabia que os meus pais saíam cedo para o trabalho e eu e o primo só tínhamos aula à tarde, o que tornava todas as manhãs um verdadeiro tormento para mim.

Não era fácil levantar já pegando fogo e ficar ainda mais acesa ao olhar aquele par de coxas roliças desfilando pela casa cobertas apenas pelo calção de dormir.

E se isso já não era tormento suficiente, o primo sempre levantava tão cheio de tesão quanto eu. De um lado uma calcinha banhada pelo mel de uma menina, de outro lado um tecido avolumado, mostrando claramente o pedaço de pecado que havia ali embaixo.

Ô vontade de pegar!

Pegar, encher a mão, apertar…

(…)


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