Lembranças de uma menina sem juízo

Vivido por: Clair S. S. (2000)
Tremembé – São Paulo – SP
Transcrito por: Anna Riglane

Hoje sou praticamente uma mulher.

Por que não sou tão sem juízo hoje quanto eu era naqueles tempos?

O fogo me consumia noite e dia e as chamas arderam mais ainda quando um certo primo veio do interior para morar em São Paulo e fazer a faculdade.

Primeiro, e por pouco tempo, ele morava numa república, mas depois deu umas encrencas lá e ele foi morar com a gente.

Seu curso era antropologia.

Eu nem sabia o que era isso, mas sabia que os meus pais saíam cedo para o trabalho e eu e o primo só tínhamos aula à tarde, o que tornava todas as manhãs um verdadeiro tormento para mim.

Não era fácil levantar já pegando fogo e ficar ainda mais acesa ao olhar aquele par de coxas roliças desfilando pela casa cobertas apenas pelo calção de dormir.

E se isso já não era tormento suficiente, o primo sempre levantava tão cheio de tesão quanto eu. De um lado uma calcinha banhada pelo mel de uma menina, de outro lado um tecido avolumado, mostrando claramente o pedaço de pecado que havia ali embaixo.

Ô vontade de pegar!

Era só dar uma de mão boba, fingir que esbarrou acidentalmente… Nem sei quantas vezes imaginei, quantas noites passei imaginando as mil e uma maneiras de pegar aquela coisa, encher a mão, apertar, puxar e esfregar entre as minhas pernas, por sobre a minha pepeca.

Mas se havia uma coisa de bom com o primo é que ele respeitava os tios, respeitava a sua namorada que havia ficado lá longe, e me respeitava.

Mas se havia uma coisa de ruim com o primo é que ele respeitava todo mundo e me respeitava.

Ô vontade de dizer pra ele que ele bem podia me desrespeitar nem que fosse só um pouquinho… uns quinze centímetros, talvez vinte, não sei.

Juro que de modo algum eu contaria para os nossos progenitores.

Mas o meu fogo foi ficando tão forte, minha umidade foi ficando tão fora de controle que um dia eu é que desrespeitei o primo.

E nem foi na efervescência de uma daquelas manhãs, foi na loucura de uma tarde de sexta-feira. As manhãs ficaram para depois.

Ô saudade daquela tarde, daquelas manhãs!

Foi assim.

O primo tinha que visitar uma aldeia indígena, eu nem sabia que ainda haviam índios em São Paulo, fiquei imaginando aqueles índios grandões, peladões, com seus arcos e flechas, mas logo o primo me falou que não era nada disso, que nem andam pelados e nem usam arco e flecha… e me convidou a ir junto.

Era tudo o que eu queria ouvir.

Mas na sexta-feira a coisa começou com uma certa decepção e terminou gloriosa. A decepção foi por conta da aldeia, que de aldeia não tinha nada… quer dizer, pelo que eu esperava encontrar, não havia aldeia alguma, apenas um amontoado de barracos, algumas pessoas um tanto malvestidas e muitas, muitas crianças sujas brincado na terra, subindo em árvores e pedindo uns trocados.

Minha decepção só não foi maior porque havia outros colegas da classe do primo e também professores que, entre uma conversa e outra com o pessoal da aldeia, explicavam e discutiam entre si a situação de penúria a que foram reduzidos os povos indígenas, antes donos de todas essas terras.

Foram as explicações desse tipo que fizeram crescer em mim uma certa simpatia por aqueles rostinhos vermelhos e também uma grande curiosidade quanto à vida sexual na aldeia.

– Aqui se começa muito cedo. – explicou o primo e, ou eu muito me enganava ou aquela era a primeira vez que tínhamos alguma conversa sobre o assunto sexo.

Conclusão.

Acho que aquilo não foi exatamente uma curiosidade, mas, sim, uma excitação a mais por estar tendo esse tipo de conversa com o primo e também por pensar naquelas meninas índias… tão novinhas e já experimentando o bem-bom.

Só não gostei muito da parte em que da mesma forma que elas começam a transar logo, também logo se tornam mamães, e depois têm um filho atrás do outro.

Eu, hem!

Mas, como eu já tinha ouvido uma colega de classe falar: vontade de dar é vontade de dar.

Eu nunca tinha feito ideia do que ela queria dizer com isso, mas comecei a ter, principalmente quando, depois da visita à aldeia que não parecia uma aldeia o pessoal resolveu fazer uma visita ao Pico do Jaraguá, que fica bem perto e nem o primo e nem eu conhecia.

Mas não foi exatamente a visão muito bonita que se tem de lá de cima o que me fez ficar com mais vontade ainda de dar.

Na verdade, foram algumas meninas da classe do primo que, longe dos olhares dos professores e do compromisso com a aula, resolveram se soltar e agarrar seus meninos com beijos, abraços e outras demonstrações sexoafetivas.

E nem sei se cada menina estava com seus respectivos namorados ou se eram arranjos de ocasião. Só estava vendo a hora que algumas daquelas assanhadinhas agarrasse o primo, queria ver como ele iria reagir. Eu jogava os dois de lá de cima.

Quer dizer… eu não queria ver nenhuma menina com o primo. Se ele tivesse de trair a namorada com alguém, que esse alguém fosse eu. Mas achei gostoso, excitante, ver aqueles agarramentos todos lá no topo do morro e também no ônibus que levou todo mundo até a faculdade.

Dali até em casa viemos o primo e eu num ônibus comum, eu sentada no lado janela, com uma vontade louca de pegar na mão dele, falar alguma coisa… Mas tudo o que falávamos era sobre faculdade, índios, faculdade.

Quando chegamos em casa eu já estava decidida a fazer qualquer loucura para entrar nalgum lance com o primo.

Mas me faltava coragem.

Eu ficava só pensando no que ele ia fazer ou falar caso eu desse alguma entrada. Tanto ele poda topar levar a coisa em frente quanto ele podia me rejeitar, me chamar, assanhada, traíra, criança.

– Prima. Vou tomar um banho, que estou fedendo, e depois vamos até a padaria comer um lanche, almoçar, que tal?

Não sei exatamente por que, mas sei que ouvir o primo falar a palavra banho me fez perder toda a pose de menininha comportadinha. Talvez nem tenha sido a palavra, mas, sim, a imagem que logo formei do primo peladão no banheiro, pinto duro.

– Eu é que vou tomar banho. – falei, cercando seu caminho para o banheiro.

– Então vai, depois vou eu. – falou o primo.

– Ah! Mas assim não tem graça. – falei, e diante do olhar interrogativo do primo, emendei. – Você tinha de me segurar, a gente tinha de entrar numa briga.

E o primo, que era muito respeitador, mas nem um pouco bobo, logo entendeu o espírito da coisa. Na verdade, como me confessou depois, ele só estava mesmo esperando uma entrada.

Brigamos por quase cinco minutos no caminho para o banheiro, depois na porta do banheiro e, por fim, já dentro do banheiro. Mas aí já estávamos só de calcinha e cueca, ele durão, fazendo volume, eu molhadésima, vertendo umidade.

Abrimos o chuveiro e começamos… ou já havíamos começado, não sei.

O primo era um tanto mais alto que eu e tinha de se curvar para me beijar, pegar meus peitinhos, beijar meus peitinhos.

Ôh que delicia deliciosa ter os peitinhos apertados, massageados, beijados, chupados…!

Mas a delícia mais deliciosa ainda foi quando o primo se ajoelhou e começou a agarrar minha calcinha, puxar, enrolar.

E a calcinha que já estava molhada com a minha própria umidade, com o meu tesão, agora se molhava também com a água do chuveiro.

E o primo agarrava, mordia, chupava aquela água toda.

Com as pernas cada vez mais abertas e buscando apoio nas paredes, vendo minha calcinha saindo pelos meus pés, sentindo a língua do primo diretamente na minha carne… eu sabia que ia gozar a qualquer momento.

Mas eu queria gozar era no pau do primo.

Por isso, inverti as coisas, fiquei de joelhos, agarrei sua cueca, torci, retorci, mordi, bebi a água… e apertei bem forte o seu pau ainda coberto pelo tecido… mordi, dentei, mordisquei… e então baixei sua cueca, vi aquela coisa dura, peguei, abocanhei, chupei.

Que delicia deliciosa!

Se não tivesse vinte centímetros, faltava muito pouco.

Dali pra frente só pensávamos no banho… quer dizer, nas ensaboações, nas esfregações, nas encoxações, e também numa sacanagenzinha.

Isso foi quando o primo estava me juntando pelas costas e, de repente, senti escorrer pelo meu rego uma água um pouco mais quente que a do chuveiro.

– Você está fazendo xixi em mim, seu porcão, sem vergonha.

– Faz também.

Eu já havia feito xixi em pé muitas vezes, durante o banho, mas nunca havia feito na frente de um menino, abraçada a um menino.

Na verdade, eu nunca havia tomando banho junto a um menino e nem ficado sem roupa, e nem…

Tive de explicar isso a ele, alguns minutos depois, quando ele me carregou para o seu quarto, me colocou na cama e pegou uma camisinha na gaveta.

– Mas por que você já tem camisinha? Já arranjou alguém por aqui, é?

– Acabei de arranjar. Eu só estava esperando por esse momento.

Jura…? Então vai com calma que é a minha primeira vez.

Por que fui falar isso?

Quando ficou sabendo que eu era virgem o primo recuou, não quis mais transar comigo ou, pelo menos, não quis comer minha pepeca.

Disse que podia dar a maior encrenca caso eu engravidasse, que a camisinha não é cem por cento segura, que primeiro eu devia tomar anticoncepcional. E por fim falou que eu não ia ficar frustrada, e nem ele, pois também tinha na gaveta outra coisa que a gente podia usar e ia usar naquele momento.

– Um tubo de gel? Você não está pensando em…

Estava.

Gente!

Vinte centímetros ou um pouco mais de cacete não é coisa fácil.

Primeiro me arrebentei toda… ele me arrebentou toda até fazer entrar.

Uma cabeça enorme num buraquinho de nada, tímido, retraído, que só estava acostumado a ver saídas.

Depois aquele negócio escorregando para dentro numa escorregação sem fim, parecendo até que ia me sair pela boca.

Não saiu pela boca, nem o pau e nem a porra que o primo despejou lá dentro, pois que no vai não vai, deixa não deixo, havíamos nos preocupados com o gel e esquecido da camisinha.

Foi gostoso o primo espermatozoidar o meu traseiro, ficou uma meleca só, mas por isso mesmo é que foi gostoso.

Só que só dei o tempo do primo gozar, empurrei-o de cima com a bunda, mandei que fosse lavar o pau…

– É a minha primeira vez e quero ser mulher… viado eu posso ser noutro dia, mas hoje não. – fui falando e pegando o pau lavado do primo, apertando nas mãos, colocando na boca.

E chupei porque eu queria mesmo chupar, estava com tesão na boca, pois que duro o vinte e dois do primo já estava.

Camisinha, pernas abertas na cama, sangue no lençol.

Duas virgindades num mesmo dia, em menos de uma hora.

Muitas penetrações e muito vai e vem na minha xana, mais uma penetração derradeira no meu traseiro, desta vez bem mais demorada e muito, mas muito mais gostosa.

(…)

E lá pelo final da tarde, bastante cansadinhos, conversávamos deitadinhos na cama quando fiquei sabendo que aquelas camisinhas e aquele gel ele havia comprado para comer uma menina da faculdade que morava na mesma república que ele.

Só que nem comeu, pois que o namorado dela descobriu antes e por isso ele havia se mudado para a nossa casa.

Mas naquela mesma tarde fiz uma outra descoberta que me deu vontade de matar o primo… mas matar no bom sentido.

– Adorei sua bundinha…

E descobri então que o primo havia, inicialmente, me enrolado e dado um golpe só para comer a minha bunda.

– Agora, como castigo, nunca mais vou dar pra você, nem a bunda e nem a pepeca.

Mas dei logo no dia seguinte, depois no outro, no outro… Mas quando eu queria judiar dele eu não dava.

– Hoje, se quiser, é só na pepeca, não tem atrás. – eu dizia.

(…)

Agora… 1

Que saudades daqueles tempos todos!

Tempos em que eu transava praticamente todos os dias da semana com o primo e, depois, quando arranjei um namorado, também aos sábados e/ou domingos… um dia com um, noutro dia com outro.

Agora…2

Faz tempo que não transo mais com o primo, pois que ele está longe. Mas conversamos bastante e acabei descobrindo que mulher é mesmo um bicho que não presta.

Assim como eu tinha feito aquelas loucuras, a menina que tinha motivado a briga e obrigado o primo a se mudar lá da república, também fez sua loucura: ela continua com o namorado, mas viajou num final de semana até a cidade do primo, deu adoidado pra ele, e depois voltou combinando que logo, logo ela viaja pra lá novamente


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