
Traições, traições, traições…
Um dia acontece… ela dá uma puladinha de cerca, ele sai pra comer fora… o namorado, a namorada, o ficante, a ficante, sempre tem um ou outro dando umas escapadinhas, terceirizando as coisas.
Mas, de vez em quando…
Flagrantes, flagrantes, flagrantes
Tem o dia que o bicho pega… quer dizer, um dia a mulher pega, o homem pega. Pega pra acabar com a relação, pega pra humilhar, envergonhar, e, infelizmente, há casos em que pega pra matar.
Nesta página ninguém matou ninguém, mas são tantos casos de traições e flagrantes, tantos casos…!
Começa pelo casalzinho abaixo, Priscila (16) e Marcos (19), lá de Morretes – PR, flagrados em trajes menores, na cama da moça, pelo namorado da moça…

e ela ainda tentando convencer que não estavam fazendo nada demais… só estudando.
Ou ainda, lá em Sorocaba…
O rapazinho cá de baixo (18), que estava sapecando a tia (39), quando ouviram o barulho do tio entrando na casa.

Nem tiveram como inventar desculpas.
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01

Meu namorado me flagrou na cama com a minha melhor amiga
Certa vez, numa festinha só de meninas, me fizeram beijar três delas, sendo que uma é minha melhor amiga. Vai daí que pegamos gosto, nos beijamos outras vezes, e chegamos até a transar. Só que um dia…
Enilde B. S. (2007) – Jandira – SP




Um momento que não foi meu, mas…
Esse momento não foi eu que vivi, mas é como se fosse. Fico imaginando, tentando absorver detalhes.
Acontece que a minha avó, 84 anos, ficou viúva faz pouco tempo, e logo começou a desenvolver Alzheimer, lembra cada vez menos, das coisas que acontecem agora, mas lembra cada vez com mais detalhes, das coisas que viveu no passado, principalmente da sua época de menina, mocinha… e fala tudo, perdeu o freio na boca.
Uma história me chamou mais a atenção que todas as outras, a da sua primeira vez, que não foi na lua de mel, que não foi com o meu avô, com quem já era noiva, e que também não foi… (foi em 1966)
– “Lembro como se fosse hoje, minha filha. O seu avô e eu morávamos numa mesma fazenda, mas ele, o rapaz dos meus sonhos, morava na fazenda vizinha, tinha de andar por um carreador, atravessar uma pequena mata, e tinha um rio, um riacho, onde muitas vezes a gente brincava. Encontrei com ele logo que atravessei o rio, perto da cachoeira…”.
– Mas vó… o que aconteceu lá?
Aí ela contando, cada dia um pouco, que aquele não era o primeiro encontro, mas que foi naquele tinha, como ela tinha concordado, que ele levou vaselina e…
– Vó…! Atrás…!!!???
Fico fazendo perguntas, querendo que ela fale mais, mais, mais…
…
Vivido por: Luana M. C. (2008)
Santo Amaro – São Paulo – SP
Transcrito por: Anna Riglane
02

Transando no banheiro com quem não devia…
e agora estou numa situação perigosa
Ainda bem que foi o meu pai e não o meu namorado quem me flagrou transando com outro no banheiro de casa. Mas nem tanto, o outro é nada menos que meu primo. – Não tem vergonha, não, menina?
Dalila G. T. (2006) – V. Joaniza – São Paulo – SP




A gente não quer cuidar da vida dos outros, mas…
Verdade, eu (32), minha esposa(30), casados há 8 anos, um rebento e um rebenta, vivendo de boa na nossa rotina diária de trabalho, filhos na escola, visitas de familiares e amigos, algumas saídas, sexo uma vez por semana, às vezes duas…
No apartamento contíguo um casalzinho super simpático, na faixa dos 23 anos, 4 anos de casados, a menina com ares tímidos, quieta. Bom dia! Boa Noite! Boa convivência.
Certa noite, pouco depois das onze, um bate boca de acordar o prédio, alguns gritos bateção de portas… Jesus!
Dias que passam, soubemos da separação, comentávamos a situação da moça, agora sozinha no apartamento… triste situação!
Mais dias se passam, uma visita masculina… pai, irmão, cunhando, amigo, amante…? Acabamos castigando uma, em plena quarta-feira. Outro dia, outra visita… seria o mesmo anterior? Mais uma castigada e algum dinheiro investido na compra de um dronezinho espião, capaz de adentrar e mostrar lá dentro do apartamento. Áudio e imagens perfeitas.
Misericórdia! Uma visita… sofá. Outra visita… cama. Sofá, cama, uma visita que passa a noite…
Que fogo essa menina… quebrando a nossa rotina diária, observação das câmeras, uma castigada, observações, castigadas, mais observações, mais castigadas!
E nas últimas semanas temos castigado mais ainda, pois o maridinho arrependido voltou, castiga a menina a todo momento, fica perguntando se ele ficou com alguém na ausência dele, ela jura que não…
…
Vivido por: Carlos A. T. (1993) / Ana V. B. (1995)
Liberdade – São Paulo – SP
Transcrito por: Anna Riglane
03

Meu marido quase me mata do coração
Pensando que era a minha irmã quem estava com um amante, meu marido achou engraçado dar um susto assombroso nela… quer dizer, neles. Só que era eu, e sorte minha que ele não percebeu.
Débora M. (2000)




Grávida de 3 meses, quase o meu marido me pega na cama com o sobrinho dele
Eu queria explicar o que me aconteceu, mas acho que não tem explicação, simplesmente engravidei e, de repente, eu quase não pensava noutra coisa que não fosse sexo.
Meu marido estranhou, e com razão, pois, com 6 anos de casados a coisa havia esfriado um pouco, o que é perfeitamente normal, e de repente, descoberta a gravidez, virei um vulcão, como ele mesmo falou.
Só que ele fez uma coisa que jamais devia ter feito, cedeu um quarto para o seu sobrinho do interior vir estudar em São Paulo; um molecão, 18 anos, com saudade da namorada, em pleno vigor sexual… só precisei, num momento de desespero, chegar em seu quarto…
Não foi bem assim. Por vários dias fiquei ensaiando, passando em frente ao quarto dele, usando roupas provocantes ou, então, pouca roupa, tipo só uma camisa aberta e calcinha. Cheguei até mesmo a tomar banho com a porta do banheiro aberta… e nada. Menino respeitador.
O respeito só acabou no dia em que, sentada na sala, vi que ele, deitado na cama, manuseava discretamente alguma coisa por debaixo do calção. E que coisa!
Aí sim, foi só invadir o quarto, subir na cama…
Por meses desfrutamos deliciosas tardes, enquanto a barriga ia crescendo e íamos procurando outras posições… e também descuidando do essencial.
Um dia só escutamos o barulho na porta e, por muita sorte, consegui correr até o banheiro com minhas roupas na mão, antes que o marido visse.
Meu coração disparado, pensei que fosse abortar.
…
Vivido por: Jucimara S. B. (19950
Belém – São Paulo – SP
Transcrito por: Anna Riglane
04

Esta foto (por IA)mostra como o meu marido nos fez carregar as minhas coisas no carro do jeito que estávamos na cama, nem a calcinha me deixou vestir.
O condomínio todo assistindo.
Meu marido foi o culpado,
chegou cedo demais
Faço piada, mas só eu sei a vergonha que passei, quando meu marido me fez juntar minhas coisas no carro do meu amante e sumir da vida dele. Detalhe: carregando o carro pelados, na frente de todo mundo.
Bella E. F. (1998) – Sorocaba – SP




O momento em que levei um flagrante
É o que mostra esta foto, que fiz produzir por IA.
Mas mostra muito mais que o flagrante:
Mostra o meu namorado sem dizer palavra alguma, mas dizendo tudo e muito mais apenas com o olhar:
– Sua cadelinha, vaca, putinha!
Mostra o meu embaraço, o meu desespero, sem saber o que falar, para onde olhar, onde enfiar a cara.
E quase mostra também o xixi molhando a calcinha, a calça, escorrendo pelas minhas coxas.
Mostra a minha amiga, falsa amiga, que até então morria de inveja, me vendo aos beijos com aquele meu ficante, que era também desejo dela, e que agora se divertia com minha situação.
Bem que podia ter me avisado do meu namorado chegando, mas preferiu me ver naquele estado.
E mostra, ainda, a cara de safado do meu ficante, seu olhar, seu sorriso de Monalisa, como se estivesse dizendo para o meu namorado que já tinha feito muito mais que apenas me beijar.
– Já comi, cara!
Eu só temendo por esse momento.
Foi numa sexta-feira, 7 de fevereiro de 2025, durante o intervalo das aulas, no pátio da faculdade.
…
Vivido por: Josiane R. (2005)
São Paulo – SP
Transcrito por: Anna Riglane
05

A cara da sem-vergonha
na hora do flagrante
A primeira ideia foi matar os dois, até descobrir que eram três, quatro… não sei. Então armei tudo, convidei família, dela e minha, amigos, colegas de trabalho… invadimos o quarto. Lavei a honra e a alma.
Fabrício P.S. (1990) – Ouro Fino – MG




Minha Experiência de Quase Morte (EQM
Fui tomar vacina contra Covid, ofereci o braço esquerdo, e o enfermeiro perguntou se eu não preferia no direito, por causa das cicatrizes no meu ombro.
– Pode ser neste mesmo. – falei. – Foram cirurgias, colocação de próteses, por conta de um acidente que sofri.
Não ia falar para o moço que, na verdade, era resultado de três tiros que o meu marido havia me dado, e que me fez ver a morte.
Não ia falar que eu nunca esperava uma coisa dessas ele, mas que, também, ele nunca esperava me encontrar saindo de um motel com outro.
Quer dizer, esperava sim. Estava profundamente desconfiado do meu romance com o Adalberto, um colega de serviço, vinha me seguindo fazia algum tempo, tinha comprado uma arma… esperou pelo momento certo… quer dizer, errado.
O Adalberto, ao invés de esperar eu entrar no carro para fugirmos juntos, simplesmente acelerou e sumiu, me deixando a pé, sem ter pra onde ir.
Ainda pensei em correr para as dependências do motel, mas foi quando vi o brilho da arma, senti um ferro em brasa queimando a minha carne, comecei a perder os sentidos, vi mil coisas passadas da minha vida, lembrei de coisas que nem sabia mais que tinha acontecido…
Acordei num hospital, horas depois.
…
Vivido por: Eloísa S. R. (1988)
Ipiranga – São Paulo – SP
Transcrito por: Anna Riglane
06

Meu pai, meu irmão, meu marido… o mundo inteiro me vendo transar
Depois de cinco anos de casada reencontrei um antigo namoradinho, de quem eu havia gostado muito, mas com quem eu nunca havia transado, porque eu era virgem na época. Então, na minha casa…
Vivido por: Tamires A. S. (1998) – Aclimação – São Paulo – SP




A visão de um sonho
Conheci a Deise no Ensino Fundamental, e foi amor à primeira vista… um encanto de menina, um amor, uma ternura.
Cândia menina!
Sempre amiga, sempre afetuosa, sempre tão meiga, tão prestativa, tão preocupada com a minha felicidade.
Mas, talvez, por isso mesmo, sempre tão amigo, tão afetuoso, tão meigo, tão prestativo, e tão preocupado com a felicidade dela, é que vi a Deise crescer, começar suas paqueras, ser paquerada, ficar com o seu primeiro menino, ficar com outro, entrar num namoro, depois tornar o namoro firme, chegar à faculdade… sem que eu nunca tivesse coragem de mostrar a ela que não sou tão sincero assim, que por trás da minha máscara de bom amigo havia um cara a fim de fazer sexo com ela, nem que fosse ao menos uma vez.
Por isso, por tudo isso, foi mais do que marcante para mim o momento em que ela chegou à minha casa, sentou no meu sofá, mostrou o convite de casamento que queria me entregar…
– Você… casar!? – exclamei com surpresa e desencanto.
– Vou… só que antes… aqui, hoje, agora…
– O que tem? – Indaguei, já um tanto fora de mim, vendo seus olhos brilharem e sentindo suas mãozinhas tocando as minhas.
– Eu sei que você sempre me quis… e eu também sempre te quis.
– Você está falando…?
– Mas só hoje, tá bom? Só hoje.
As mãos se entrelaçando, os beijos, a nudez dos corpos…
…
Rogério . B.. (2005)
Vila Guilherme – São Paulo – SP
Transcrito por: Anna Riglane
07

Minha noiva… a quinze dias
do nosso casamento
Já próximo de casar descobri, de uma maneira inesperada, a infidelidade da minha noiva. Mas não foi apenas isso, tive a prova que eu precisa para ganhar o troféu de maior corno no bar dos meus amigos. Só que…
Vivido por: Aldo L. F.(2000) – Santo Amaro – São Paulo – SP




Como era estupendo aquele tesão todo
Hoje tenho 23 anos, estou terminando a faculdade, e já acumulei incontáveis pares de coxas no meu currículo, xaninhas de algumas, xaninhas e bundinhas de algumas outras, e apenas bundinha… de uma só.
Desses pares de coxas tenho lembranças, é claro! Gostosas lembranças, inclusive de uma colega cujo namorado jurou me quebrar até o último osso.
Algumas lembranças são mais quentes, outras mais apagadas, mas lembrança lembrança mesmo, que eu posso chamar de o maior e melhor momento da minha vida, momento único, é de muito antes de começar faculdade, quando ainda não me abundavam os pares de coxas, e eu andava num estado de tesão tão grande que não podia ver nem perna de mesa…já corria rezar uma Ave Maria, outra, outra.
E minha mãe avisa que a prima Carla vinha passar as férias de julho com a gente. Aquela chatinha, sardenta, magricela? Só que a chatinha, sardenta, magricela tinha crescido, evoluído… coitada!
Começou a sofrer ataques já no primeiro dia, sofreu ainda mais no dia seguinte, quando apareceu de biquíni no quintal. E depois…
– Dá pra mim? Dá pra mim? Dá pra mim? Dá pra mim? Dá…
– Para primo! Para primo! Para primo! Para primo! Pa…
Até que na sexta-feira, completamente abatida pelo cansaço…
– Tá bom, eu dou! Mas não nela. Só atrás… quer?
SE EU QUERIA…!!!???!!!???
…
Carlos E. V. (2002)
Campinas – SP
Transcrito por: Anna Riglane
08

Eu tinha um doce namorado, mas fui fazer academia com a minha prima
Bobeira que a gente dá. Por quatro maravilhosos nos, desde os 14, tive um namorado que era tudo para mim, meu primeiro, meu único, meu tudo. Mas fiz 18 anos, fui fazer academia, aqueles meninos sarados…
Fabíola S. (2006) – S. J. dos Campos – SP




Alavanca da frimboleta… orgasmo antecipado
Um momento em que, simplesmente, senti como se o mundo todo estivesse contido em meu corpo, numa certa parte do meu corpo, mais precisamente… em meu sexo.
Ou na minha vulva, vagina, como queiram. O corpo todo vibrou, estremeceu, mas foi lá, pra lá, naquele pontinho, que todas as energias convergiram.
Um orgasmo?
Quase!
Só de pensar, só de saber que ia acontecer, quase gozei.
Já era o quinto ou sexto domingo que o marido da minha prima me ensinava a pilotar uma moto, para eu tirar minha habilitação. Não bastasse ele ser o tesão que é, tesão maior ainda era estar na garupa, agarrada nele, ou ele na garupa, agarrado em mim.
Não sei quantas vezes eu já tinha rezado e acendido velas para que ele tomasse iniciativa que eu não tinha coragem de tomar.
– Hoje vou te ensinar a manusear a alavanca da frimboleta. – ele disse.
– Alavanca da frimboleta!? – perguntei, e logo começando vibrar, vendo ele guinar a moto na entrada de um motel.
Quase gozei ali mesmo.
…
Vivido por: Daiana A. E. (2006)
Tremembé – SP
Transcrito por: Anna Riglane
09

Seu Amantezinho fugiu pela janela, garota
Desconfiadíssimo da sua meiga namoradinha evangélica com o seu professor de teclado, ele invade uma construção, pula o muro da casa, chega na janela…
Flávio A. T. (2006) – Cotia – SP




Quem falou que é só oferecer que eles comem?
Acreditando que nenhum homem rejeita oferta feita por uma mulher, tomei no cu direitinho… quer dizer, não tomei, passei foi a maior vergonha.
Quando bem mais nova eu tomava, tinha uns meninos sem vergonha lá na igreja, e eu tomava, e bastante, gostava, adorava.
Quando moça, já namorando, eu ainda tomava, mas já nem tanto, era só quando o meu futuro marido precisava aliviar seu nervosismo.
Mas depois que casei, depois que ele inaugurou a famosa, aí ele resolveu respeitar a bíblia.
– Isso não é coisa que uma mulher decente faça.
Fui me aquietando, apagando aquelas lembranças gostosas… não tinha outro jeito mesmo. Mas então, vem o irmão dele passar uns dias com a gente, e eu, vendo aquele pedaço de mau caminho ali no quarto… imaginei tudo, pegar, chupar, oferecer o gel, me oferecer de quatro, me esbaldar até matar minha vontade.
Só não imaginei, nem por um momento sequer, a reação dele, empurrando a minha mão, me expulsando da cama, do quarto…
– Não respeita o teu marido, não?
E o pior de tudo é que, depois, ainda tive de implorar pra ele não contar para o irmão.
…
Vivido por: Jucélia G. (2004)
Pirituba – São Paulo – SP
Transcrito por: Anna Riglane
10

Que azar o meu… um amigo,
um motel, meu noivo
Foi, tipo assim, uma despedida de solteira, um pulinho até Maringá com um grupo de amigas e amigos, tudo inocência. Só que na volta só estava eu e o meu amigo… sem saber que o meu noivo estava nos seguindo.
Suélen B. F. (2003) – Apucarana – PR
Em breve




Eu era a maior burrilda… até dormir com o meu primo
Tenho 18 anos, desde o 14 que namoro o Rê, e todo mundo, inclusive minha mãe, sempre falou que sou uma burrilda de continuar com ele. Nunca dei ouvidos para o que me falavam e sempre fui a namorada mais apaixonada, mais dedicada e mais fiel do mundo. Foi com ele a minha primeira vez e só com ele é que eu tinha transado, sempre me sentindo a menina mais feliz.
E todo mundo tinha razão, menos eu.
Certo sábado, toda a minha família reunida no sítio dos meu tios, pais do meu primo Adilson, um amor de menino que sempre me respeitou em todos os sentidos, ele sovando uma massa para fazer um pão, a manga da sua camisa desenrolando e atrapalhando… e eu, vendo ele esticar o braço para mim, com a maior naturalidade, enrolei a manga.
Foi o bastante para o Rê me bronquear, me ofender, me xingar, e até ameaçar me bater, como ele sempre fazia. Depois foi embora, falando que nunca mais queria me ver.
Foi a primeira vez que virei macha, e a primeira vez que que me senti mulher de verdade. Cega de raiva, frustração, tudo ao mesmo tempo, me juntei ao primo, fiquei com ele, dormi com ele, transei com ele a noite toda… transei e ouvi mil coisas que ele dizia.
No dia seguinte, quando o Rê me procurou para pedir desculpas, como sempre faz, desculpei. Mas desculpei só para ter o gostinho de, agora sim, ser a namorada que dá para todo mundo, como ele sempre me acusou.
Quer dizer… pra todo mundo não, né!?
…
Sandra L. C. (2007)
Cascavel – PR
Transcrito por: Anna Riglane
11

Eu já já estava no chão, depois do chute bem no meio das pernas, quando apareceram duas outras mulheres para contê-la
Flagrada pela minha amiga…
com o marido dela
Tem uma boa explicação. Fui namorada dele dos 14 aos 18 anos, até que ele me deixou para ficar com ela, namorar, casar. Quer dizer, ela me tomou ele, então… Mas o escândalo que ela fez na porta do motel…!
Fabiana G. S. (2001) – Palma – TO
Em breve




Minha primeira tesoura
– LEMBRA? – perguntou a Amanda, e desencadeou lembranças, lembranças…
LEMBRANÇAS DOS TEMPOS DO COLEGIAL, quando ela, a Karen e eu estávamos sempre estudando juntas, saindo juntas, azarando os meninos juntas…e dormindo juntas, uma na casa da outra, outra na casa da uma.
Lembranças de uma certa noite, chegando de uma balada, as três embaladas, já deitadas no quarto da Karen, e com a luz apagada, quando a Karen disse: – Vou me masturbar. E nos três nos masturbamos, cada uma por si.
E aquilo passou a ser uma rotina entre a gente, mas, o mais próximo que estivemos de um contato físico foi uma vez, no banheiro, cada uma tomando um banho e, de repente, à luz aberta… três meninas peladas se masturbando.
O TEMPO FOI PASSANDO, perdendo contato, a Karen sumiu… reencontrei a Amanda na faculdade, ela dormindo aqui em casa, já deitadas na mesma cama, no escuro, comentando sobre os nossos namorados…
– LEMBRA? – ela perguntou, mas… foi encaixando seu quadril no meu, já estava sem calcinha, fui tirando a minha, ela foi subindo, encavalando, dois Ys opostos, dois Vs abertos, duas xanas a pleno fogo numa esfregação só, MINHA PRIMEIRA TESOURA…
…
Vivido por: Flávia A. E. M. (2006)
V. Mariana – São Paulo – SP
Transcrito por: Anna Riglane
12

Saindo do motel com
a mulher do meu amigo
Sei que fui traíra da pior espécie, mas fazer o quê se, além de bonita e gostosa, ela só faltava me chamar de gay. Comi direto por um bom tempo, até que um dia, saindo do motel, um carro bloqueando…
Emerson J. F. (2000) – Paraíso – São Paulo – SP
Em breve




Quando uma vizinha quer… quatro condôminos brigam
Sou sapeca, isso não escondo de ninguém… quer dizer, procuro esconder de todo mundo, mas sou sapeca com responsabilidade e só aqui, de forma anônima, posso me revelar.
E revelar que nunca passei apuros, apertos, vontades extremas… se é que me entendem. Só perdi minha virgindade real com 16 anos de idade, mas bem antes disso, uns três anos, mais ou menos, eu já aprendia (e ensinava) com um menino ou outro, priminhos, coleguinhas da escola, vizinhos do condomínio, para que servem os dedos, a língua, o gel… se é que me entendem.
No entanto, mesmo com essas minhas sapequices (e sapecadas) todas, nunca causei mal a ninguém, nunca desfrutei de coisa alheia… se é que me entendem.
Mas tem gente que causa, casou… um tumulto generalizado no condomínio.
Há até bem pouco tempo eu sapecava com um certo menino, que começou a namorar uma certa menina, e então parei com ele. Mas outra menina, doidinha por ele, e doidinha de tudo, pois tem namorado, continuou sapecando, até que a namorada dele e o namorado dela pegaram no ato, na moita, atrás da churrasqueira, em plena onze horas da noite.
O conflito que deu… nem dá para contar.
…
Presenciado por: Milena A. G. (2006)
Vila Guarani – São Paulo – SP
Transcrito por: Anna Riglane
13

Peguei minha namorada
com o primo dela no banheiro
Desconfiadíssimo, eu já não acreditava em mais nada que a minha namorada falava, suas histórias, desculpas. Eu sabia que tinha alguma coisa e, por isso, pulei um muro, escalei uma parede… e peguei no ato.
Jeferson M. (2005) – Jundiaí – SP
Em breve




Consolo para um amiguinho… qué me comê?
Desde criancinha o Djalma nunca escondeu a imensa vontade de me namorar, de ficar comigo ou, simplesmente, de me comer. Nunca falou nada, nunca jogou nenhuma indireta, nenhuma gracinha, nada, mas isso sempre por conta da sua timidez e, também, da sua polidez, pois sempre foi um menino muito educado.
Mas o mundo vai dando voltas, as coisas vão acontecendo, eu de namoros daqui e dali, ele começando e logo entrando num namoro sério com um menina muito bonita, mas muito “conhecida” pela meninada, eu desejando felicidades, achando que ele era feliz, até que…
Certo dia, saindo do estágio, a caminho da faculdade, de repente vejo o Djalma no Metrô Ana Rosa. Percebi tristeza no seu olhar, na sua voz, e logo ele revelou que havia descoberto uma traição da namorada e que não sabia como terminar com ela.
– Olha, menino… namorar você eu não quero, não, porque gosto de alguém, mas…
– Mas, o quê?
– Qué me comê?
E o Djalma mal podia acreditar, mas estava, finalmente, me carregando para um HO, ali mesmo, perto da estação.
…
Vivido por : Linda H. S. (2006)
Ipiranga – São Paulo – SP
Transcrito por: Anna Riglane
14

Meu namorado me flagrou
na cama com o meu próprio irmão
É uma história meio complicada. Meu namorado pensou que eu estava transando com o meu irmão na minha cama, mas estávamos apenas deitados juntos. Naquele dia estávamos apenas deitados juntos.
Eloísa B. F. (2007) – Apucarana – PR
Em breve




Kátia Flávia, a Godiva do Irajá
O Paulo pegava a Lidgia, que dava também para o Amaury, que comia também as gêmeas Sandra e Suelena, sendo que uma namorava o Adolfo e a outra namorava a Cláudia, e tinha ainda a…
– Misericórdia, Senhor! Rezava a minha mãe, desconjurando aquelas pegações todas que aconteciam em segredos não muito segredados, já que rolavam a boca miúda nos encontros unicamente religiosos da comunidade… eram para ser unicamente religiosos..
– É que tu não sabe do Pastor Mendelson e da Kátia Flávia. Na hora que souber… – eu dizia.
Pastor Mendelson, morenaço, quase negão mesmo, 29 anos, veio lá do Sudão… ui, ui, ui…
A Sara foi a primeira a suspirar por ele, mas ou ele era ainda muito noviço e não quis pecar ou achou ela muito oferecida… que ela é mesmo, para injúria do namorado.
Deve ter sido a segunda hipótese, porque logo depois a Kátia Flávia foi se insinuando com jeitinho, chegando devagarinho como quem não quer nada…
– Que bíblia é essa, pastor? – ela assustou, na primeira vez, ali mesmo, na igrejinha, folheando página por página, folheando mais, mais…
…
Vivido por: Cátia S. F. (2006)
Cotia – SP
Transcrito por: Anna Riglane
15

Nada como um namorado
compreensível… e esperto
Desde novinha sou apaixonada pelo Caio, e ele por mim, somos eternos namorados. Mas desde cedo também… minha amiga Patrícia, tão lindinha, meiguinha… Um dia eu estava chupando ela no banheiro…
Mariane W. S. (2006) – Santana – SP
Em breve




Vai comendo a namorada dos outros, vai!
Repeti um ano no Colegial e, graças a isso, comi a Priscila, quase 3 anos mais nova que eu. Só que…
No Terceiro Colegial eu era o mais velho de todos e, por isso, não só impunha um certo respeito com a molecada, como também algum fascínio com a meninada… pareciam prestar mais atenção em mim do que nas aulas.
Andei ficando com umas e outras, comendo duas delas, a Lia e a Solange, então descompromissadas, até que cheguei e parei na Priscila, linda, lindíssima, gostosa, gostosíssima, mas super compromissadíssima com o Eduardo, que vivia no pé, e com razão.
As coisas foram demoradas, aproximação lenta e gradual, até que entramos nos encaminhamentos e ela se negando, lembrando o tempo todo que tinha namorado e que o namoro era sério. Mas como era visível que ela também queria, fui tentando, tentando, até que numa certa fui fazer um trabalho com ela, no quarto dela.
Foi um trabalho tão bem feito, nota dez mesmo, que repetimos na semana seguinte, depois na outra semana, saltamos uma semana por causa da menstruação, voltamos com volúpia maior ainda na outra semana…
Devia ser o sexto ou sétimo trabalho que estávamos fazendo, já tínhamos escrito duas páginas, estávamos na terceira, quando ouvimos o namorado dela chamando por ela, já dentro da casa…
Foi só o tempo de vestir a roupa e ajoelhar cada um de um lado da cama, livros e cadernos e espalhados…
Mas o carinha acreditou? Fazer trabalho de escola no quarto, na cama, o lençol todo desarrumado, um travesseiro caído no chão… Queria me bater, queria bater nela…
…
Vivido por: Marcos A. B. (2006)
Morretes – PR
Transcrito por: Anna Riglane
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Próximos flagrantes

O que há de errado em dois amigos de infância num mesmo banheiro?
Como o meu namorado é ciumento! Ciumento e bobo.
Tá de birra comigo só porque me viu no banheiro junto com o Danilo, meu amigo de infância.
Certo que eu estava só de calcinha e sutiã, mas só isso, nada demais.