
– Se estudassem, ao invés de só pensar em putaria, não teriam repetido de ano. – bronqueava a nossa mãe.
Mas isso é outra história, tem a ver com a que vou contar, mas não é a que vou contar.
…
Acho que fizemos barulho demais ou a mamãe já andava mesmo muito desconfiada. Acredito mais nisso.
Naquela noite, bateu aquele tesão novamente, aquele fogo entre as pernas, aquela vontade de transar.
Mas o único menino com quem eu transava até então era o meu irmão, dois anos mais velho que eu.
E não era difícil a gente transar, pois dormimos no mesmo quarto.
Verifiquei que no quarto de papai e mamãe já estava tudo escuro e fui para a cama do meu irmão.
Ele já tinha percebido tudo, já estava imaginando a transa, e por isso já estava de pinto duro.
Na verdade, ele vivia sempre de pinto duro, coçando pela casa, os pais até chamavam a atenção dele, eu também chamei, um dia, e foi aí que tivemos a nossa primeira transa.
Mas isso é outra história.
…
A história daquele dia foi que quando chamei a atenção do meu irmão, pois que eu estava para receber uma amiga, ao invés de ocultar o volume sob a bermuda, ele, simplesmente, tirou o pinto fora e me atacou.
Lutei, lutei, lutei… verdade!
E ele me comeu.
…
A história de hoje é que mesmo com a xaninha coçando como eu estava, não resisti esperar mais um pouco para ser penetrada.
E enchi a mão com o pau do meu irmão.
Peguei, apertei, alisei, senti aqueles nervos todos querendo saltar para fora.
E enchi a boca.
Debrucei meu corpo sobre o dele e chupei, com gosto, com vontade.
Aproveitei para treinar mais um pouco e enfiar ele todinho na boca.
Claro que não enfiei, não consigo.
Mas eu acreditava que um dia ainda iria conseguir, tinha visto no vídeo, a mulher engole um pauzão enorme e o do meu irmão, é grande, mas nem tanto.
Mas chupei, chupei, chupei, lambi suas bolas.
E ele brincava com a minha xaninha, enfiava a mão por dentro da minha calcinha, apertava, enfiava o dedo.
– Me chupa. – pedi.
– Vem! – ele falou.
Então me levantei, tirei rapidamente a calcinha e subi por cima dele, de joelhos, uma perna de cada lado do seu corpo, até colocar minha xaninha na sua boca.
Não sei como não gritei e não acordei os pais.
Mas mais difícil ainda de segurar o grito foi quando meu irmão me levou a fazer algo que já tinha me ensinado antes: eu ficar de cócoras, pernas bem abertas, minha xaninha na sua boca, ele lambendo, lambendo.
– Hummmmmmmmmmmmmmmmmmmm!!!
Tirei a xana da sua boca e coloquei no seu pau… quer dizer sobre o seu pau, esfregando, rebolando o quadril, num sabãozinho de fazer gemer de tesão.
– Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!
Será que foi aí que acordei a mamãe?
Ele colocou a camisinha, eu ajeitei na portinha, sentei, foi até o fundo, tudo, tudinho.
– Gostooooooooooso!!!
Fui mexendo, alucinada, cada vez mais alucinada, querendo gozar, já gozando, quando vi que ele me segurou de modo estranho, forte, e fazendo gesto para eu ficar quieta.
Olhei para o lado e vi o vulto da mãe, na beira da minha cama, do outro lado do quarto.
Por sorte eu deixara o travesseiro e a roupa enrolada, para fingir que eu estava lá – eu pensava.
Por sorte, também, nos cobríamos sempre quando eu ia para a cama do meu então, e ficamos quietinhos.
Mas a mãe logo puxou as roupas da minha cama e viu que eu não estava lá.
Caminhou em nossa direção e a única saída que vi foi fingir que estava dormindo, abraçada ao meu irmão.
Que problema há nisso?
Mas a mãe puxou a coberta e deve ter achado estranha aquela forma de uma irmã dormir com o irmão, em cima dele, ajoelhada, os dois sem a parte debaixo das roupas, e o seu pau amolecendo, acho que por puro medo, e escapando da minha xaninha.
– Meu Deus! – falou minha mãe. – Vocês têm ideia do que estão fazendo?
Menos mal – pensei, pois já estava imaginando o momento em que ela fosse nos encher de porrada, principalmente a mim, que naquele caso, devia ser a responsável por ter provocado e depois dado para o meu irmão.
Mas o que ela disse em seguida, enquanto eu já me levantava e procurava minha calcinha para vestir, me deixou gelada.
– Vosso pai precisa saber disso.
Não tenho vergonha de dizer que simplesmente comecei a fazer xixi descontroladamente.
Minha xoxota que estava antes em ponto de gozo, agora estava em pânico e não conseguia se controlar.
Ou era eu que não controlava ela.
Minha única solução foi ajoelhar aos pés da mãe, pedir perdão e implorar para que ela não nos levasse até o pai.
E só me acalmei um pouco quando ela acendeu a luz, sentou em minha cama e colocou as mãos no rosto, demonstrando assim que não sabia exatamente o que fazer, ou, no mínimo, que não ia tomar nenhuma atitude tão drástica.
– Sábado… sábado só, não… sábado, domingo e todos os sábados e domingos você vai comigo pra igreja, precisa purificar esse pecado.
Aceitei, claro!
O que mais eu podia fazer?
Mas quando me deitei, já refeita da mijaneira, fiquei pensando e perguntando por que só eu é que tinha de ir à igreja com ela.
Mas esqueci tudo isso no dia seguinte, quando conversei com o meu irmão e falei que nunca mais ia fazer aquilo.
– Mas eu gosto tanto. – ele disse.
– Também gosto. – falei. – Mas se a mãe pega a gente outra vez, não sei o que ela é capaz de fazer comigo.
– A gente só está esquecendo uma coisa. – ele disse. – Todos os dias, quando chegamos da escola, a mãe só chega uma hora depois e o pai só vem muito mais tarde.
– É mesmo. – falei. – Nem sei por que a gente sempre só faz à noite.
E então tudo ficou melhor, pois enquanto que à noite não íamos todos dos dias, com medo dos pais, à tarde não só vamos todos os dias como também passamos a fazer mais que uma vez por dia.
Sei que é pecado, mas como resistir à tentação?

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Anna Riglane… Jornalista, historiadora, pesquisadora do comportamento sexual humano, coletora/escritora e divulgadora de Contos Eróticos transcritos a partir de relatos dos seus leitores e/ou com base em fatos do cotidiano
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