
Minha namorada Kelly… e a mãe da minha namorada Kelly
Vivido por: Cezão (2006)
São José dos Campos – SP
Transcrito por: Anna Riglane
Sequência 1
Conheci a Kelly na passagem do Colegial para a faculdade e logo senti um grande amor. Fui chegando, chegando, falando em namoro… namoro mesmo, pois o amor que eu sentia era tanto que eu a queria como a menina da minha vida.
Fui correspondido, ela também se encantou comigo, foi cedendo aos meus pedidos… e prometendo pensar com carinho, pois nunca tinha namorado e não sabia ainda se era o momento de assumir compromisso com alguém.
– Nunca namorou!? Pois agora é que te quero mesmo.
– É… mas você sabe, tenho a faculdade, preciso…
– E qual o problema? Também tenho faculdade, nada nos impede, podemos estudar juntos, estudar e namorar, namorar e estudar.
Ela aceitou, finalmente, e me senti o cara mais feliz do mundo.
Mas, logo na terceira semana de namoro, no terceiro sábado, me veio a decepção.
Ela mora com o pai, a mãe e um irmão menor, e enquanto os pais foram para a igreja, ficamos sozinhos na casa, começamos com uns beijinhos, fomos evoluindo rapidamente, esquentando, ela esquentando mais do que eu, subindo por cima de mim no sofá, me mordendo todo, me oferecendo os seios.
Vou comer, eu pensava, todo feliz, vou comer, pauzão virando pedra.
Até que ela me parou, ficou mexendo na gola da minha camiseta, cabeça baixa.
– Escuta… tem uma farmácia logo ali na esquina… você não quer ir lá, rapidinho?
– Comprar camisinha!? Claro! Já estou indo.
– Não! Camisinha não… não te falei, mas sou virgem, não quero ainda… quer dizer, até quero, é claro, mas não ainda…
– Então…?
– Gel.
– Gel!?
– É. Aqui em casa só tem margarina, mas não é igual, gel é bem melhor.
(…)
Sequência 2
Vou contar, viu!
O pau não brochou, continuou firmão, sabendo que ia comer uma bundinha bem gostosinha, se afundar num cuzinho quentinho e apertadinho.
Mas a minha cabeça, o meu estado de espírito, a minha felicidade, foi tudo quase a zero… uma bundinha que já havia sido comida.
E pelo modo como ela falou da margarina… não tinha sido comida uma vez só não, já tinha era experiência… larga experiência.
Quase desisti de comer, e quase que tomei o caminho de casa, quando saí para a farmácia. Quase que nem comprei gel, quase nem voltei.
Mas voltei… o pauzão pedia, implorava.
Se eu tivesse onde bater uma punheta…!
Mas bater punheta por quê, se tinha uma bundinha lá me esperando, um cuzinho apertadinho?
Ir embora pra casa por quê, se eu podia ir depois de ter comido?
E além disso, tinha a curiosidade.
Quem tinha comido a bundinha dela, pra quem ela tinha dado, se nunca namorou…?
Quando cheguei de volta da farmácia, logo notei que ela havia mudado de roupa. Antes estava de calça comprida e camiseta, agora usava só um vestido.
Vamos nessa…! Era o meu pauzão.
Vamos nessa…! Era eu, a minha felicidade, agora profundamente abalada.
E vamos nessa, porque a coisa mais gostosa e que sempre me encantou, é tirar a calcinha da menina ou, então, ver ela tirando! Coisa mais emocionante mesmo!
Mas… mal cheguei de volta da farmácia, mal ela viu o gel na minha mão, mal sorriu um sorriso de felicidade, e já foi se ajoelhando no chão, junto ao sofá, debruçando sobre o acento, puxando o vestido para cima.
Usava só o vestido mesmo… já estava sem a calcinha.
Meu pauzão trincou com aquela bundinha à frente, se oferecendo.
Mas a minha cabeça deu um nó quando vi a a Kelly abrindo a bundinha com as duas mãos, seu cuzinho aparecendo, todo oferecido.
Ela nem tinha pegado o meu pau, a não ser por cima da bermuda, nem tinha visto o tamanho, nada… só queria ele na bunda, no cu.
(…)
Sequência 3
Claro que uma bundinha é uma bundinha, é uma bundinha!
Sei disso desde sempre, e sei a vontade que dá de atravessar a menina na hora de gozar, agarrando suas coxas, socando fundo, super fundo.
E era o que eu estava prestes a fazer, mais uma vez, agora na bundinha da Kelly, naquele cuzinho apertadinho.
Sei como a menina fica apreensiva com esse primeiro momento, com medo de doer, pedindo para ir devagar, só começando a se soltar depois que a cabecinha já estiver lá dentro, o cuzinho acomodando, relaxando.
É um momento maravilha, um momento desespero… quase desespero. Maravilha sentir as preguinhas comprimindo a cabecinha, resistindo à passagem, tudo apertadinho. O mesmo apertadinho que causa o quase desespero na menina.
– Devagar… devagar…!
Ajoelhado atrás da Kelly, sua bundinha à minha frente, oferecida, seu cuzinho parecendo piscar de tanta ansiedade, fiz como gosto de sempre fazer. Só encostei a cabecinha, senti a piscada, despejei gel no reguinho, bastante gel esperei até escorrer e lubrificar tudo, me preparei para dar início à penetração…
– Huuuummmm. – ouvi a Kelly gemer, enquanto ela se empurrava contra o meu pau, fazia passar a cabecinha, fazia entrar tudo, tudinho mesmo.
Nem tive o gosto de sentir direito as preguinhas fazendo constrição contra a cabecinha.
Mas logo comecei a sentir o gosto gostoso da sua bundinha se esfregando em mim, mordendo, e também o gosto dos seus gemidos.
– Hummmmm! Hummmm! Faz gostoso, faz! Me come gostoso, me come gostoso…!
Mas era ela quem estava fazendo, ela que estava me comendo…!
Gozei na bundinha da Kelly, é claro, uma vez, duas, me esbaldei, mas ela se esbaldou mais ainda.
E por isso mesmo, por ela ter se esbaldado tanto, achei que me devia explicações, eu queria explicações.
(…)
Sequência 4
Teve uma vez que…
Saí do colégio com a Samira, uma adorável coleguinha, corremos pra casa dela…
– Vamos logo, antes que a minha mãe chegue.
… estava comendo ela, naquele auge todo, que nem vimos a mãe chegar, entrar na sala, e pegar a gente no papai-mamãe, bem na hora em que ela estava gozando, maiores gemidos.
Eu já tinha gozado… e vi um clima muito pesado.
– Mais um!? Virou cadelinha, agora, é? Deixa o teu namorado saber disso.
E eu nem sabia que ela tinha namorado, pensava que ela era a maior das inocentes.
…
E teve uma vez que…
Depois daquela primeira vez que comi a bundinha da Kelly, fiquei meio invocado e comecei a encher ela de perguntas, tipo sem jeito para falar diretamente, só jogando indiretas, mas querendo saber…
Ela negava que já tivesse dado alguma vez antes de mim, falava que tudo o que fez comigo naquele dia, o modo como fez, foi com base em coisas que tinha lido ou vídeos que havia assistido.
Eu acreditava sem acreditar… quem dizer, não conseguia entender como só de olhar vídeos de sexo anal uma menina podia já saber fazer sexo anal. Ainda mais do jeito que ela tinha feito, sem nervosismo e gostando imensamente.
Mas… uma bundinha é uma bundinha, é uma bundinha!
Comi mais uma vez, estava comendo mais uma vez, agora com chupadas e tudo o mais.
Primeiro foi como na primeira vez, ela se ajoelhando e se debruçando no sofá, abrindo a bunda com as duas mãos.
Mas, depois da primeira gozada, ela pediu para tirar, me mandou sentar no sofá, sentou, de costas… atolou, ficou esfregando a bundinha em mim. Uma loucura!
Mais um tempo e ela virou de frente, agora abraçando, beijando, me oferecendo os peitinhos… e tudo isso subindo e descendo o corpo, afundando e desafundando o pau no cuzinho… que já não me parecia mais tão apertadinho.
Fazia com tanta vontade que chegava a bater, plaf, plaft, plaft.
O último plaft foi quando a mãe dela entrou na sala…
(…)
Sequência 5
– Hê menina!
Foi o que ouvi, e com bastante clareza, a mãe da Kelly dizer, enquanto eu tentava, desesperadamente, tirar a Kelly do meu colo… desafundar o pau do seu cuzinho, interromper a transa.
– Não toma jeito mesmo.
Foi o que pensei ter ouvido na sequência, a mãe da Kelly dizer, enquanto se afastava para a cozinha.
Como assim, não toma jeito? Fiquei pensando. Então a Kelly já tinha precedentes, não era a primeira vez que a mãe dela dava flagrante?
Fiquei encucado com isso e também com a tranquilidade como a Kelly reagiu. Simplesmente, desengatou, se levantou, vestiu a calcinha, baixou a saia, fez sinal para eu levantar as calças.
Porém, bem mais encucado ainda eu fiquei, alguns dias depois, com uma troca de mensagens no celular dela.
Alguém – TÔ COM BASTANTE SAUDADES, VIU
Kelly – EU TAMBÉM
Alguém – BASTANTE SAUDADE… E BASTANTE VONTADE
Kelly – SAUDADE E VONTADE TAMBÉM… MUITA, MUITA, MUITA
Alguém – VOU AÍ
Kelly – VEM
Não vi toda a conversa, só essa parte, e ela explicou:
– É a minha colega da escola, a gente gosta de fazer manjar de laranja e…
– K E L L Y ! – gritei.
Tá bom! Tá bom! É um menino, ele sempre quis ficar comigo, mas eu nunca quis nada com ele, nunca tivemos nada.
– E estão com saudade e vontade do quê, então?
– De conversar… só isso.
– K E E E E L Y ! Vai querer me convencer que você já não deu o cu pra ele.
– Hei! Para com isso! Não posso ter amigos, não, é?
Entramos numa pequena briga, a mãe dela escutou, interveio.
– Parem com isso vocês dois! Se vocês se gostam, por que ficam arrumando briga por coisas que já aconteceram? O que passou, passou.
– Mas é ele que fica falando… duvidando de mim.
Não falei nada, concordei com a mulher, só que, logo depois, espremi a Kelly num cantinho.
– Que história é essa de o que passou, passou? O que foi que passou? Aliás, nem passou. Continua, não é? Vamos, fala!
Quer dizer, a mãe da Kelly quis ajudar, mas me deixou mais invocado ainda do que antes.
Pra quem a Kelly já havia dado o cu?
Quantas vezes ela já tinha dado?
Para quantos?
Quantos caras já tinham comido?
A mãe da Kelly devia saber, eu precisava falar com ela, tinha que dar um jeito de falar com ela.
Eu precisava saber.
Sequências 6 e 7
Sequência 6
Domingo de páscoa, na chácara, no riacho, no mato.
…
Continuei comendo o cuzinho da Kelly, claro! Afinal, além dela querer sempre, um cuzinho é um cuzinho, é um cuzinho… e eu queria sempre também.
Mas… afundar o pau num cuzinho sabendo que outros paus já havia se afundado ali, melecado… apesar de ser um tesão muito louco, já não era mais a mesma coisa, já não tinha mais aquele gostinho de primeira vez, cuzinho apertadinho, menina nervosa… não tinha.
Um dia cheguei na casa da Kelly mais cedo, de propósito, criei coragem e falei com a mãe ela.
– Eu queria que a senhora me explicasse aquele negócio de o que passou, passou… O que foi que passou? O que foi que a Kelly andou aprontando?
– Ora, menino! Só falei por falar. E também, se ela teve algum namorado antes de você… Você também não teve suas meninas?
– Mas ela me diz que nunca namorou, só que não é o que parece. Bem que a senhora podia me falar.
– Podia, mas… Quer saber, vou falar sim. Você me parece um bom menino e não merece ser enganado. E é até melhor que fique sabendo a verdade agora, antes que se apaixone mais ainda.
– Mas qual é a verdade, a senhora pode me falar?
– Posso, e vou falar. Mas não me chame de senhora, não sou tão velha assim.
– Também acho, mas é respeito.
– Sei, mas não precisa esse respeito todo, me faz sentir velha.
– Sei. Não vou respeitar mais… quer dizer… Fala, por favor.
– Então… uma vez, lá na chácara, peguei a Kelly enroscada com o próprio primo, meu sobrinho.
– Enroscada?
– É… você sabe, transando. E depois… Não sei se devo, mas vou falar… o primo não foi o único, ela…
– Ela o quê?
– Ela… Você não é o único, é isso. Não foi a primeira vez que pego ela naquele sofá, e até na cama, e lá na chácara, que já te falei. Nem sei como ela ainda não engravidou de um desses moleques aí… não engravidou de você, nem sei.
– Poxa! A senhora bem deve saber que do jeito que ela faz não engravida.
– Do jeito que ela faz…! Que jeito é esse?
– Atrás… e atrás não engravida, não é°
– Atrás!? Minha filha faz isso?
Sequência 7
A mãe da Kelly ficou realmente escandalizada ao saber que a filha dava a bunda.
– Nunca fiz uma coisa dessas, Deus me livre! E a minha filha… nem acredito. Me conta isso, por favor.
– Eu conto, mas primeiro a senhora é quem conta.
– Conto, mas não me chame de senhora… Então, um dia peguei ela com o próprio primo, pensei que era só com ele que ela… pensei que ela transava normal, não que fizesse essas coisas, e pensei que fosse só com ele, mas nunca foi. O primo foi o primeiro, acho eu que foi o primeiro, faz uns cinco anos ou mais…
– Cinco anos! Então…
– Pois é! Desde criança. Mas o pior… quer dizer, o caso nem é isso. O caso é que além do primo e de alguns outros meninos que eu sei, e talvez alguns que nem sei, tem também uma certa pessoa misteriosa…
– Pessoa misteriosa?
– É… vou te entregar um papel que encontrei no caderno dela, você lê, e depois a gente conversa. Mas Leia depois, que ela já está chegando.
A Kelly chegou e logo depois a gente transou, enquanto a mãe, me dando um certo sorrisinho, foi ao mercado, dizendo que ia demorar um pouco.
E foi ainda voltando para casa,ainda no caminho, que li o papel.
…
1218
Moleca!
Lembra da nossa primeira vez?
Já fizemos tantas vezes, mas nunca esqueci aqueles dia, aquele dia.
O dia em que não consegui resistir a você, menina, flor desabrochando, criança sem juízo?
Sem juízo e pegando fogo, em pleno auge, corpinho ardente.
Corpinho ardente, xaninha ardente, xaninha querendo, querendo.
Não consegui resistir ao seu corpinho naquele biquinizinho miudicuzinho, aos seus olhinhos pedintes, aos seus sorrisinhos convidantes?
Não resisti ao seu pezinho me tocando às escondidas sob a água azul da piscina? Todo mundo lá fora sem perceber sua malandragem, sua sacanagem. Sacanagem sim, miudica princesa… sem juízo
Tão sem juízo que quase me deixou sem juízo, quase fiz loucura, quase arranjei encrenca para o resto da vida.
Você é quase uma encrenca, sim, mas um encrenquinha deliciosa, irresistível… e não resisti.
Não resisti, mas o meu mínimo de juízo me segurou, me freou… e por isso o meu dedo, a minha língua, a sua bundinha gostosinha e vibrante, cheinha de tesão.
Resisti à virgindade que você tão ardentemente me ofereceu e, em nome do juízo, preferi sua bundinha.
Foi bom do mesmo jeito, não foi? Você gozou do mesmo jeito como teria gozado na xaninha, não gozou?
Então, você quis mais, eu quis mais e tantas e tantas vezes repetimos… você se despedindo para mim, nossos beijos, sua língua, sua boca, meu dedo, minha língua, sua bundinha.
Quantas vezes!
Mas agora, seus 18 aninhos, sua faculdade, seu “maldito” namorado…
Será que a gente ainda se encontra mais uma vez, uma única vez pelo menos, e então sua xaninha… xaninha que você tanto me ofereceu, mas que eu, por juízo, por medo de encrenca, preferi sempre trocar pela sua bundinha?
Será?
Você quer?
…
Que papel mais misterioso!
Não parei mais de ler, reler, e pensar no significado daquele texto… quem escreveu, para quem escreveu, por quê…

Ela me chamou para ir conhecer o riacho, mas antes de irmos, trocou o short por uma saia.
Pra quê???

Próxima sequência… domingo que vem.
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Anna Riglane… Jornalista, historiadora, pesquisadora do comportamento sexual humano, coletora/escritora e divulgadora de Contos Eróticos transcritos a partir de relatos dos seus leitores e/ou com base em fatos do cotidiano
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