O velho Professor Aras nunca tinha comido uma bundinha

O seu negócio é velho mesmo, dar o cu pra velho…

Palavras do Ailton, no dia em que terminou o namoro comigo, dizendo que não queria nunca mais nem olhar para a minha cara.

Ô vontade de matar que me deu!

Mas… talvez ele tenha razão… talvez.

Noutro dia, depois de um ano e pouco, reencontrei o Professor Aras.

Vou chamá-lo assim porque agora ele é diretor da escola, é casado, e não pode ser identificado. Ele me deu aula desde o Fundamental até o último ano do Colegial.

Era uma quarta-feira, chovia que parecia que ia acabar o mundo, e eu na rua, até chegar no meu antigo e querido colégio em busca de um documento.

Estou lá, na secretaria, um tanto respingada de água, quando…

– Menina Karina… a boa filha à casa torna.

– Professor Aras… que surpresa gostosa!

Um abração, dois beijões, na face, conversa vai, conversa vem, e alguns minutos depois eu dava uma corrida atrás do professor no pátio da escola para entrarmos no carro dele.

– Não vai te atrapalhar, professor?

– Imagina, menina! É caminho para a minha casa, e mesmo que não fosse, dar carona pra você me recompensa.

– Te recompensa… como assim, professor?

Nisso já estávamos acomodados no carro e….

Meu São Jesus das misericórdias!

Depois de dirigir por alguns quarteirões sob aquele aguaceiro todo, o professor entrou com o carro no estacionamento do Aeroporto de Congonhas.

– Mas professor…!

– Está chovendo muito, menina, o limpador de brisa nem está dando conta. Vamos esperar passar e…

– E…?

– E a gente pode conversar um pouco.

– Conversar…?

– É. Por que não? Me fala aí como está a vida, o que está fazendo, se já começou a faculdade, os namorados…

– Namorados?

– Quantos anos o senhor tem, professor?

– Eu tenho 45… mas por quê? Só porque sou velho não podemos conversar?

– Podemos, claro! Mas dentro de um carro, no estacionamento do aeroporto… e sobre que assunto?

Por que fui perguntar?

Cinco minutos depois…

Não!

Uns dez minutos depois, eu acho, dentro daquele carro com os vidros embaçados, e o professor já tinha enfiado a mão por baixo da minha camiseta, já tinha bolinado os meus peitos… e agora tinha enfiado a mão por baixo da minha saia, por dentro da minha calcinha, e estava bolinando a minha xana.

– Professor!

– Menina! Se você soubesse o quanto eu sempre te quis.

– Sempre me quis!? Espera aí! Tira essa mão daí e me explica essa história.

A mão ele não tirou, continuou bolinando, mas enquanto bolinava ia me explicando que ouvia os meninos* falando que tinham me comido, e que morria de inveja deles.

*Com certeza ou o Dino, ou Daniel, ou Fábio… ou ainda outro putinho… que não sabem comer quietos.

– Inveja, professor?

– Claro! Primeiro porque você era uma gracinha… é ainda, é claro…

– E segundo?

– Segundo porque eles falavam de uma coisa que eu nunca tinha feito, nunca fiz na verdade.

– Que coisa é essa professor?

– Eu nunca… Vou falar… nunca comi uma bundinha.

Era uma quarta-feira, uma semana depois, estava um sol de rachar mamona*, e eu estava a caminho de fazer a maior loucura da minha vida.

*Conheço mamona, mas não sei o que é rachar mamona, apenas sempre ouvi meus avós falarem, nos dias de muito calor.

Pois foi sob um sol de rachar mamona que cheguei na casa do Professor Aras, na tarde daquele dia.

Ele me atendeu.

– E a sua esposa, professor?

– Foi visitar a irmã.

– E as suas filhas?

– A mais nova está na faculdade, a mais velha já não mora mais aqui, casou.

– E a empregada, o motorista…

– Menina!

– Tá certo, tá certo. Vamos transar, então. Eu só queria ter certeza que estamos só nós dois aqui.

– Estamos sim, pode ficar sossegada. Mas não vamos transar ainda não, primeiro eu quero chupar sua bucetinha… quero chupar bastante.

Bucetinha?

Já tinha ouvido xaninha, xoxotinha, xotinha, pepeka… mas bucetinha…!

– Era como os antigos falavam. – me explicou o Rogério, alguns dias depois.

– Ah tá. É que ouvi uma menina falando, fiquei curiosa.

Claro que eu bem sabia o que é bucetinha, buceta, e outros nomes de outros tempos! Só perguntei para o Rogério por vontade de perguntar… aquelas vontadinhas eróticas.

Mas por falar em erótico… vou tentar dar uma imagem do que aconteceu, então, com o professora Aras.

Imaginem uma criança de seis ou sete anos de idade que faz uns vinte e cinco anos que está esperando um doce que ela nunca mais comeu.

Imaginem essa criança com o doce nas mãos, na boca, no corpo.

Eu era o doce, o professor era a criança.

– Hum… ahmmm… meu Deus… hummmm…. que peitinhos… que coxas deliciosas, que bundinha maravilhosa… nunca comi uma bundinha, nunca… hum…, que bucetinha…!

Ele meio falava, meio resmungava. Eu conseguia entender, enquanto ele me atacava o corpo inteiro, cada pedacinho, mas era tudo mais resmungado, mais sussurrado do que falado… o homem era uma verdadeira criança e…

– Professor! PROFESSOR! – quase gritei, vendo ele parado entre as minhas coxas, os olhos esbugalhados na direção da minha xana, sua respiração nem sei se existia.

O homem estava tendo um ataque. Já estava até vendo a confusão que eu tinha arrumado.

Como explicar a minha presença ali, junto a um defunto?

– Só estou admirando, menina. Só estou admirando essa bucetinha deliciosa antes de chupar ela, comer ela.

Que alívio aquela voz quase sem voz me deu!

E o Professor Aras chupou a minha bucetinha… quer dizer, caímos logo foi num 69, antes mesmo de eu tirar a roupa.

Que pintão!

E foi por causa do pintão que logo entramos no 69. É que o professor começou a me chupar tão gostoso, com tanto carinho, que me senti compelida a acariciar o seu pau.

Fui com a mão, até chegar no membro, e quando cheguei, quando enchi a mão, não resisti, tirei fora, fui girando o corpo, passando uma perna por cima do professor, minha xana na sua boca, e cai de boca.

Sei que existem coisas tão ou mais gostosas que um 69, mas que um 69 é coisa de deixar a gente louca, isso é.

É uma troca mútua, um prazer mútuo, uma correspondência mútua… ele chupava minha xana no geral, eu chupava o pau dele no geral, ele concentrava no meu grelo, eu concentrava na sua glande (aprendi com o fisioterapeuta da academia… glande, a parte de baixo da cabecinha, corresponde ao clitóris, grelo).

Bem que eu ficaria umas três horas naquele chupa-chupa mútuo.

Eu chupava, punhetava.

Mas o professor manifestou um problema técnico.

– Para, menina! Para!

– Parar!?

– Estou quase gozando… vem!

Fui.

Ele acabou de tirar a minha calcinha, tirei o vestido, escalei o seu corpo, me ajeitei na piroca… e sentei.

Uau, que pintão gostoso na minha xana!

Subi, desci, subi, desci, entrou, saiu, entrou, saiu, subi, desci, rebolei, colei a xana nele, o pintão todo enterrado, mexi, esfreguei…

O PROFESSOR GOZOU.

– Não aguento mais, não aguento mais… – ele começou a gemer, resmungar, quase chorar.

Vendo que ele ia gozar… me liberei.]

GOZEI TAMBÉM.

Fiquei caída, mas o professor ficou morto.

Ficamos um bom tempo numa conversinha gostosa, sonolenta, até que começamos a nos atiçar novamente, com nossas mãos, com nossas bocas, e então ele renasceu, o pintão ficou durão.

– Vai me dar essa bucetinha gostosa outra vez, vai?

– Não.

– Não!?

– Por quê?

– Põe atrás.

Dessa vez quase matei mesmo o professor Aras, pois ele ficou doidaço, repetindo que nunca tinha comido uma bundinha, falando que eu era um pedaço do céu, e…

E chupando o meu cuzinho… chupando mesmo, metendo a língua, quase enfiando ela dentro.

– Come ele, professor?

– Você quer mesmo?

– Quero. Come a minha bunda, come… come o meu cu… mas…

– Mas o quê?

– Precisa gel.

– Mas eu não tenho.

– Nem algum creme hidratante?

– Tem da minha mulher, vou pegar.

Coitada da mulher do professor! Se ela soubesse onde tinha ido parar o seu creme hidratante…. e tivemos de usar bastante, pois o hidratante não lubrifica igual o gel.

Usamos bastante e o professor me comeu bastante. Depois de ter gozado uma primeira vez na minha xana, agora com o pintão mais calmo, e quem sentiu essa calma foi o meu cuzinho… um tempão ali, deslizando para dentro, deslizando para fora…

O PROFESSOR GOZOU.

GOZEI O MEU GOZO ANAL, DIFERENTE, PERNAS BAMBAS, CORPO TRÊMULO.

Adormecemos.

Por sorte, acordamos antes que chegasse alguém, logo saí pra rua, sob aquele solzão escaldante…

O safado nem para me oferecer uma carona.

Pudera! Oferecer carona pra quê? Já tinha comido mesmo.

Falou que vai querer comer outra vez… vamos ver.


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