Minha tia é juíza, mas teve um dia em que perdeu o juízo

Couple kissing in kitchen, arms over shoulders

Vivido por: Danilo A. F. (2003)
Cidade X – Estado X
Transcrito por: Anna Riglane

Não vou falar muito da minha tia, porque ela não pode ser identificada, e nem eu.

Vou chamá-la de tia Fátima, e a mim de Danilo Augusto, mas não tem nada a ver com os nossos nomes verdadeiros.

Se a família e, principalmente, o tio descobrirem o que aprontamos num certo sábado…!

É melhor nem pensar.

Mas vamos aos fatos, alguns meio alterados, pelos mesmos motivos, mas o restante, quase cem por cento, totalmente verdadeiros.

É verdadeiro que a tia Fátima é irmã da minha mãe e, tal como a minha mãe, é bonita, bastante bonita, uma simpatia irradiante.

Também é verdadeiro que quem vê a tia sempre de toga nos tribunais, talvez não perceba como ela é gostosa; suas coxas, suas nádegas.

É uma pessoa humilde e cheia de amor e de atenção com todos na família.

É uma juíza justa, compreensível e condescendente, sempre humanizando suas sentenças.

É bem diferente do tio, o marido, também juiz, este sim, durão, sisudo, quase nada simpático, e disposto a aplicar as mais severas penas, não importando se o réu tenha enforcado a mãe no segundo domingo de maio ou apenas furtado uma maçã para comer. Se existisse pena de morte em nosso país, com certeza ele não daria sentença menor a quem quer que fosse.

Isso é tudo o que posso dizer da tia e do tio, mas não é nada, comparado ao que vou contar sobre um dos dias em que a tia me mostrou também o seu lado mulher, o seu lado fêmea… no cio.

A propósito, sou estudante de Direito, e o meu sonho é alcançar o grau da tia Fátima, ser como ela.

E vamos lá!

Todo respeito com a tia Fátima sempre foi pouco, talvez o mesmo respeito que tenho pela minha mãe.

Mas olhar, admirar, e até desejar secretamente… Aí já é outra história.

Pois bem!

Eu precisava fazer um trabalho da faculdade sobre o Código Penal, estava pesquisando livros, internet, etc., quando a tia Fátima, no almoço do Natal, ficou sabendo e se ofereceu para ajudar.

– Posso te ajudar. – ela disse. – Temos bastante material na biblioteca lá de casa, tenho jurisprudência. Deixa passar as festas, vou entrar em férias, e você vai lá em casa.

A tia e o tio entrariam de férias em janeiro, e marcamos logo para a primeira segunda-feira do ano. Dei uma relaxada nos meus estudos, sabia que ela iria me ajudar, curti as festas.

Curti a Sula, minha gata namorada, curti uma certa priminha… coisa de longa data, e assim foi, até que chegou a esperada segunda-feira.

– Pode chega logo cedo, almoça lá, passa o dia. – ela havia dito.

Cheguei por volta das dez da manhã, fui recebido pela tia sorridente, e pelo tio, também simpático, mas não tanto como a tia.

Em poucos minutos o tio já havia se trancado no seu escritório, e a tia me conduzido até a sala onde mantém uma pequena biblioteca, na maior parte, jurídica.

Não reparei muito na tia, mais do que costumava reparar, a mesma beleza simpática e a mesma roupa básica que costuma usar nas reuniões de família; quase sempre uma blusinha bem light, quando não, uma camiseta, e uma saia, ou uma saia calça, ou uma bermuda.

Naquela segunda-feira a tia estava de camiseta e saia calça… calça na parte de trás, mostrando os contornos das suas nádegas, saia na parte da frente, bem curtinha, dando a impressão de que dava para ver tudo lá por dentro, ou por baixo. Mera ilusão, pois a única coisa que eu iria ver, caso visse, seria a parte calça.

Mas, como eu disse, pouco reparei, pois acima de tudo estava o respeito.

E a segunda-feira foi super produtiva, a tia um verdadeiro cabedal de saber jurídico, Direito Romanos, Direito Germânico, Princípios de Direito, Direitos humanos…

– Desse jeito eu tiro dez, tia.

– E você não quer ser dez? Se pretendes ser um bom advogado, um juiz ou um magistrado, todo conhecimento é pouco. Seus julgamentos não podem ser superficiais.

– Poxa, tia! Te admiro muito, sabe?

Além de juíza, a tia é boa cozinheira, o tio também é… e tivemos aquele almoço.

E depois do almoço, um pequeno descanso, e depois do descanso, o retorno à biblioteca, até por volta das três da tarde.

– Por que tão cedo? Tenho todo o resto do dia para pesquisar com você.

– Eu sei, tia. Mas você tem suas coisas, não quero ser incômodo ou, pelo menos, não quero ser incômodo total, e também…

– Também o quê? Como se eu não soubesse.

– Soubesse o quê, tia?

– A Sula, a Ninica… ou tem mais alguma na parada?

– A Ninica!? Ô tia! A Ninica é minha prima.

– E eu não sei? Sei que ela é sua prima, tanto quanto é minha sobrinha. Mas também sei…

– Sabe o quê?

– Sei que te espero amanhã às nove, nem um minuto depois.

Mas combinamos para as dez, e saí da casa da tia meio encucado.

Será que ela sabia mesmo dos meus lances com a prima Ninica?

E se ela soubesse, talvez mais alguém na família também sabia.

E se o João Pedro, namorado da Ninica, ficasse sabendo?

Que nada! – pensei.

Na certa a tia havia apenas jogado o verde esperando colher o maduro. Devia ter observado como eu e a Ninica estamos sempre próximos e ficou imaginando coisas.

Meu lance naquela segunda-feira não foi com a Ninica, foi com a Sula.

A Ninica tinha viajado com os pais.

Couple hugging leaving kitchen to living room

Durante as festas e tudo o mais, a Sula e eu tivemos poucas oportunidades; estávamos em ponto de bala, então………..

Motel X… duas horas, quarenta e três minutos, e mais alguns segundos de sexo, sexo, sexo.

Ô menina gostosa!

Na terça-feira tudo transcorreu normal na casa da tia, com a diferença de que fiquei até quase as seis da tarde, e também de que ela não usava saia calça. Usava apenas uma saia, não muito curta, mas bem rodada… qualquer sentada sem muitos cuidados e…

Mas não consegui ver o mapa da América do Sul.

Também na quarta-feira eu não vi, e de novidade teve apenas um irmão do tio convidando ele para irem pescar em alto mar no sábado.

– Vai sim. – falou a tia. – Você gosta, faz tempo que não sai para uma pescaria.

Na quinta-feira só se falava nos preparativos do tio para a pescaria e…

Vi o mapa da América do Sul, eu vi, eu vi!

Não sei se foi por descuido, eu não queria acreditar que fosse, mas teve um momento em que a tia sentou numa poltrona em frente à mesa onde eu estudava e…

A América do Sul é branca.

Na sexta-feira…

Mais preparativos para a pescaria, nada de mapa da América do Sul, e uma certa tristeza minha, pois o trabalho estava praticamente encerrado e…

Eu estava, simplesmente, adorando a companhia da tia.

Detalhe:

Eu me condenava, e muito, por ficar pensando coisas com a tia, mas aliviava a minha consciência com a ideia de que eram mesmo apenas pensamentos e que isso faz parte.

E então…

Viva!

Um pouco antes de eu vir embora, a tia apanhou um livro da estante, folheou, abriu sobre a mesa, e falou.

– Achei algo interessante para você colocar no trabalho, Danilo.

– Que bom, tia… deixa eu ver.

– Agora não… preciso dar uma lida antes.

– Tá bom! Segunda-feira eu vejo, então.

– Por que segunda=feira? Pode vir amanhã.

– Mas amanhã é sábado. Não vai querer dormir até mais tarde? E também o tio vai pescar e…

– Te espero aqui, amanhã, as oito horas.

– Oito horas? Mais cedo ainda do que eu tenho vindo esses dias!?

– Exatamente! Vamos aproveitar bem o tempo… um trabalho nota dez.

Aí a minha consciência pesou e já não havia mais como aliviá-la.

Dirigi para casa só pensando na tia… a tia sem o tio… eu e a tia naquela casa…

Será que ela convidou com segundas intenções?

Será que…?

Para com isso, cara!

Ela só quer te ajudar com o trabalho.

Dei uma corrida na casa da Sula.

– Pelo menos uma rapidinha, vai!

Sábado

Quando cheguei na casa da tia… quer dizer, dos tios, o tio estava saindo para a pescaria, ainda ajudei a colocar suas coisas no carro, desejei boa diversão, a tia também desejou, se despediram com um longo beijo, entramos para fazer o restante do trabalho.

A tia usava camiseta e saia calça.

O tempo anunciava um dia de chuva fina e constante.

– Gosto de tempo assim… é bom para certas coisas. – comentou a tia.

– Que certas coisas? – perguntei, esperando e torcendo pelo que ela fosse responder.

– Que coisas? Ah! Dormir, comer pipoca, tomar um vinho, fazer um fondue… – ela foi listando, mas não falou que o tempo estava bom para dar uma boa trepada.

Só chegou perto, com aquele “fondue”.

Respeita, rapaz! Respeita!

Não é nada do que você está pensando.

E não era mesmo.

A tia abriu um livro sobre a mesa, começou a me mostrar um trecho, outro trecho… mostrava, comentava, fazia eu anotar, resumia, procurava outra página…

Já era quase onze horas da manhã.

– A gente não vai trepar, não, tia?

– Vai lendo este capítulo aqui, que vou na cozinha preparar alguma coisa para a gente comer.

– Mas o que eu quero comer já está aqui.

Couple hugging, walking through doorway to another room

Respeita, rapaz! Respeita!

A tia saiu, me concentrei na leitura, fui lendo, fui lendo, a tia demorando, precisei ir ao banheiro, saí em direção…

Mas antes passei na cozinha para tomar água.

E quando entro na cozinha.

– Ô Tia… desculpe. Eu não sabia…

A tia só de camiseta e calcinha.

Sem querer, olhei pra as suas partes

– Não sabia o que, menino?

– Eu não devia ter entrado…

– Ah! Minha roupa… então sou eu quem tem de pedir desculpa. É que respinguei óleo, estava queimando a coxa, já ia me vestir.

Precisava falar coxa?

Não podia ter falado perna?

Senti o meu pau sentenciar um profundo desejo ou, no popular, enunciar uma ereção.

Mas, e nem sei como, consegui desviar o olhar das coxas da tia para a tia.

– Queimou muito? – perguntei, sonhando em passar uma pomadinha.

– Não. Nem queimou, era só o tecido que estava quente. Já vou me vestir, deixa só eu terminar essa fritada.

Já vou me vestir, já vou me vestir…

E se a tia estivesse pelada de verdade, depois da gente ter dado uma, duas… nove?

Até parecia que ela falava certas coisas só para me provocar.

Ou era a minha imaginação que trabalhava só no outro sentido?

Acabei nem tomando a água, fui ao banheiro e de lá, direto para a sala de estudos.

Procurei me concentrar no trabalho, mas era inevitável a mão esquerda sob a mesa, alisando o Nestor.

E o Nestor quase levantou a mesa quando a tia apareceu na porta com um prato na mão e…

Só de camiseta e calcinha.

Meu olhos grudaram no mapa da América do Sul.

– Nem fui me vestir direito… mas não tem problema, tem? A gente…

No mesmo momento em que a tia falava, em que eu grudava os olhos… nesse mesmo momento lembrei que estava com a mão apertando o Nestor, e tratei de tirar, rapidinho.

Que vergonha, rapaz!

A Ninica é quem chama o meu pau de Nestor, diz que é o nome de um menino que ela gostou quando estava na sétima série, seu primeiro amor, mas que nunca teve nada com ele e…

Mas por que fui lembrar da Ninica naquele momento?

Simplesmente porque eu estava abobado, abobalhado, abestado, louco de vontade de abraçar a tia pelas coxas, já que eu estava sentado e ela em pé, e me controlando para não fazer abraçar.

– Você parece que está meio exaltado, menino. – a tia disse, enquanto colocava o prato sobre a mesa e sentava na cadeira ao meu lado.

– Exaltado? – exclamei, sem saber o que falar.

– É… exaltado. É melhor eu colocar uma roupa, não é?

Se ela tivesse falado, levantado e saído para vestir suas partes, o máximo que teria acontecido seria eu ficar admirando a sua bunda enquanto ela se afastava.

Couple kissing kitchen woman shorts

Mas como ela falou olhando para o enorme volume que a Ninica… quer dizer, que o Nestor fazia sob a minha calça…

– Coloca, não. – falei, tremendo de nervoso, de medroso, de sei lá o quê.

– É? Você me prefere assim?

Me prefere, me prefere, me…

– Tia!!!

– Me chame pelo nome, me chame pelo nome. – falou, e repetiu, enquanto nossos olhares se grudavam nossas bocas se aproximavam, sua mão buscava a minha, colocava sobre a sua coxa…

Sula! Ninica! Fátima! Katherine…

Se é verdade que na hora da morte a pessoa vê repassar toda a sua vida, eu não sei. Mas sei que foi verdade que a simples (simples?) certeza de que eu ia comer a tia me vez lembrar, uma por uma, todas as meninas que eu comia, as que eu não comia mais, e até as que já havia comido e esquecido.

Não sei por que isso, mas foi exatamente isso o que aconteceu naquele momento.

E nos momentos seguintes…

Minha boca grudada na boca da tia, penetrando línguas, trocando saliva.

Minha mão na América do Sul, por cima da calcinha, alisando, apertando, juntando, querendo entrar por baixo da calcinha.

E o Nestor… o Nestor massageado, apertado, querendo saltar para fora da calça, a tia tentando abrir…

– Tira ele!

A tia Fátima chupando o meu pau !!!

A tia Fátima chupando o meu pau !!!

A tia Fátima chupando o meu pau !!!

Naquela posição, nós dois sentados, a tia debruçada para me chupar, eu não conseguia ter muito acesso à América do Sul, e por isso me contentava em brincar com os seus seios, belos, seios, encher a mão, pegar os biquinhos na ponta dos dedos…

Isso até eu me lembrei da bunda. Então, com uma mão, com a outra eu penetrava por baixo da sua calcinha, massageava suas nádegas, sua bunda, corria o dedo pelo reguinho, chegava no furinho, roçava o dedo.

– Hummm! – ela fez, com a boca cheia de pau, quando dei a primeira roçada.

– Annnnh! – ia fazendo, conforme eu ia roçando, e chupava, e chupava…

– Annhummmm! – fez, quando forcei o dedo na portinha.

E se ajeitou, ajeitou melhor a bunda, para que eu pudesse roçar melhor, enfiar melhor o dedo.

Fiz então o que sei que não se pode fazer… fiquei molhando o dedo na entrada da sua vagina, conforme eu conseguia alcançar, e trazia a umidade para o cuzinho, ia lubrificando.

Sei que fazer isso pode causar infecção na vagina, mas naquele momento, no evoluir do tesão, meu e da tia, nem lembramos de infecção, de nada, fiquei molhando e lubrificando, molhando e lubrificando.

– Hummmmmmmmmm! –fez a tia, quando atolei o dedo.

Gemeu, tirou a boca do meu pau, continuou apenas segurando, ergueu o tronco, colou seu rosto no meu.

– Vou comer ele. – falei.

– Vai! Vai!

E me atacou com uma fúria de beijos indescritível, foi subindo sobre o meu corpo, colocou a América do Sul sobre o Nestor, esfregou, se esfregou, se grudou…

– Vou comer ela.

– Vai! Mas primeiro ele.

– Ele?

Estranhei, porque tanto com a Sula quanto com a Ninica a ordem é sempre inversa… quer dizer, natural, primeiro na xana, depois no butico. A tia é quem estava invertendo.

Certo que com a Ninica primeiro sempre foi atrás, e só atrás, quando ela ainda era virgem, até que um dia, depois de fazer atrás, ela resolveu que já era hora de perder a virgindade. Mas foi a única vez nessa ordem… depois, e tem sido sempre assim, é uma, ou duas, na frente, uma atrás.

Mas se a tia queria primeiro atrás…

– Deixa eu chupar ela. – ainda pedi, enquanto nos levantávamos.

– Depois, depois. – ela falava, me puxando na direção do quarto.

E no quarto ela foi logo abrindo uma gaveta, removendo algumas coisas, e pegando um tudo de gel.

– O Duarte (marido) não sabe que tenho isso.

Falou, sentou na borda da cama, me puxou, em pé como eu estava, arrancou a minha calça, e encheu o meu pau de gel.

Encheu, alisou, deu beijinhos, até chupou mais um pouquinho, com gele tudo.

E então, repentinamente, se levantou e subiu na cama, de quatro. Baixou a calcinha até o meio das coxas, e me chamou.

– Vem!

Comer uma tia gostosa como a tia Fátima.

Comer a bunda da tia.

E ainda de quatro.

O que mais eu poderia querer nessa vida?

Só tinha de me controlar para não gozar antes do tempo, pois que o tesão era demais; tesão pra mim, tesão pra ela.

Quando fui chegando próximo, sentindo que ia ter o contato, ela deu uma pequena erguida no corpo, juntou as nádegas com as duas mãos, abriu, e esperou… mas não muito.

– Huummmmmmmm! – ela fez, quando sentiu a cabecinha encostando.

E ficou repetindo os gemidos, enquanto, sem forçar muito, mas sem aliviar, fui empurrando.

– Tiiiiiia! – gemi, quando senti suas pregas passando pela cabecinha do meu pau… ou o contrário.

– Meniiiino! – ela gemeu, nesse mesmo momento.

Como sempre, depois que passa a cabecinha, é preciso dar um tempo, deixar a menina, no caso a tia, relaxar, deixar o cuzinho acomodar.

Às vezes esse tempo é mais longo, a menina demora  relaxar, principalmente quando é a primeira ou as primeiras vezes, às vezes o tempo é mais curto.

A tia também pediu um tempo… quer dizer, não pediu, mas senti que ela precisava, e esperei o momento certo.

– Vai!

Era o momento certo.

Ela segurou a bunda aberto com as mãos até quase eu encostas as boas, quando então voltou a apoiar as mãos na cama e, logo depois, a se apoiar nos cotovelos.

Que bunda gostosa!

Ainda mais que era a bunda da tia.

A bunda da tia Fátima.

Fui até o fundo, voltei.

Fui novamente…

Tudo na maior leveza, no maior amor. Nada de colocar e já começar a socar feito aquelas máquinas de arrebentar asfalto, igual a gente vê nos filmes pornográficos.

Eu e a Sula vemos, ela fica horrorizada.

– Isso é modo?

E ela está certa, a menina precisa do tempo certo, o cuzinho precisa do tempo certo.

A xana também precisa, mas o cuzinho mais ainda… é na lentidão, na paz das almas, deslizando o pau suavemente para dentro e para fora que a menina vai sentindo, o cuzinho vai sentindo, vai esquentando, vai pegando fogo.

E quando pega fogo… aí sim.

A tia Fátima foi pegando fogo, foi deixando escapar uns gemidos cada vez mais fortes, davas umas mexidas, esfregava a bunda, mordia…

Eu sentia que ela queria mais ritmo, eu também queria. Fui aumentando, aumentando…

– Tia…! Assim eu…

– Vai! Goza. Goza! Goza na minha bunda, goza.

Nesse momento ela já não estava mais de quatro, mas apenas ajoelhada na cama com o corpo ereto, eu abraçado aos seus peitos e à sua xana, e a sua bunda mexendo, mexendo, mexendo…

– Tiiiiiiia!!!

– Vai, menino. Vai!

Fui.

Não tive mais como me segurar.

Quase espremo a tia de tão forte que a abracei, e despejei. Nem sei de onde arranjei tanta porra para encharcar aquele cu. Ficou realmente encharcado, melecado, muito mais lubrificado do que estava antes só com o gel.

Gozei e continuei no embalo, esperando a tia gozar também, mas ela me parou, me segurou, deu uma mordida violenta e puxou a bunda para frente, escapando do meu pau.

– Você não foi. – falei.

– Assim eu não consigo.

Que história é essa de “assim eu não consigo”? Se ela tinha gel escondido do tio, então não era ele que comia. Quem comia a tia?

Muito machismo da minha parte, penei logo depois, me corrigindo… quer dizer, corrigindo o meu pensamento, e esperando para ver o que a tia ia querer em seguida.

Colocar o pau na xana naquele estado não podia. Já tinha feito errado fazer isso com o dedo, eu não ia fazer com o pau.

– Vou no banheiro lavar. – falei.

– Depois… agora você me faz gozar.

– Mas… como…?

Ela girou o corpo, ficou de frente, sentou na cama, deitou, abriu um pouco as pernas e… entendi na hora… me esperou com a língua dura.

Quer dizer… língua dura para penetrar sua vagina, língua flexível para lamber seus grandes lábios, seus pequenos lábios, seus sulcos, seu grelo.

Caprichei.

Ah, como eu caprichei!

E além da língua, tinha os lábios, os dentes, o dedo.

Os lábios para beijar o seu grelo, os dentes para mordicar…

– Meniiiiiiino.

Eu chupava a buceta da tia, e pensava.

A Sula me dá a bunda. Não deu logo no começo, mas depois que deu uma vez, dá sempre. Ela gosta, mexe, remexe, pede para eu gozar, mas ela mesma não goza… quer dizer, até goza, mas depois que tiro o pau, quando fico só mexendo, masturbando e, às vezes, chupando, igual eu estava fazendo com a tia.

Então a tia é igual à Sula, não goza com o pau no cu, e as duas são diferentes da Ninica, e também de outras meninas que conheço, que gozam só com o cu.

Mas a Ninica é mais diferente ainda de todas as meninas, simplesmente porque ela não goza quando enrabada… ela se desmancha, endoidece, vira uma coisa.

Que tesão a minha prima Ninica tem no cu!

Aí, pensando, lembrei, e deduzi, que  a Ninica tem tesão no cu porque foi pelo cu que ela começou. Muitas e muitas vezes ela me deu o cu antes de, finalmente, perder a virgindade.

E a tia?

Na hora em que a tia começou a dar sinais mais ruídos e mais frenéticos de que ia gozar, preparei o dedo.

Preparei o dedo, caprichei mais ainda na língua, nos lábios e nos dentes, me concentrando mais no seu grelo, ouvi seus verdadeiros gritos de que estava próxima do orgasmos, vi e senti seu corpo vibrando, seu quadril mexendo e remexendo com uma fúria cada vez maior, até que…

– Aiiiiiiunmmmmmmaaahhhhhhhh!

A tia gozando.

Atolei o dedo na sua vagina.

Parei de chupar e me concentrei no dedo, lá dentro, tudo lá dentro, mexendo a pontinha, as pernas da tia se fechando, se abrindo, suas mãos segurando a minha e a xana, seu rosto vermelho, seus olhos cerrados…

Que momento!

A tia gozou igual goza a Ninica, a Sula é mais discreta, embora me agradaria que ela fosse escandalosa também. Ela até é escandalosa, mas nem tento. Até já conversamos sobre isso, e parece que ela sente pudor em se mostrar por completo nesses momentos.

Mas isso não quer dizer que a Sula não transa legal… transa, e muito.

Era hora de lavar o Nestor.

Quer dizer…

A tia foi acalmando, recuperando a respiração, aliviando a força da sua mão sobre a minha… mas quando insinuei voltar a mexer na sua xana ela me parou.

– Agora, não… vamos lavar esse negócio aí.

Esse negócio aí?

Não fale assim com o Nestor.

– Deixa eu lavar ele bem lavado… pra você comer ela… – a tia falava e repetia, no banheiro, os dois nus, a água escorrendo, sabonete, hidratante. – Pinto gostoso! – elogiou.

Depois de dar o Nestor por limpo, ela lavou também a América do Sul, fez jogar uma água geral nos nossos corpos, e me puxou para a cama novamente.

– Mas tia…

Eu tinha pensando em me enxugar, mas fomos molhados mesmo.

E molhados demos uma no papai e mamãe.

E já enxutos pelo calor da coisa ela me deu uma cavalgada… seu quadril subindo e descendo, mexendo e remexendo, seus peitos balançando.

E cansados, caímos num pequeno soninho, sem falar coisa alguma, até que, sem aguentar mais de tanta curiosidade, resolvi perguntar.

– Me fala, tia… Por que você tem gel escondido. Faz com os outros e não faz com o tio?

– Que outros, meninos?

– Se o tio não sabe do gel… ou vocês fazem sem gel ou você usa o gel com outros.

– Usei com você.

– Mentira, que o tubo já estava pela metade.

– Fantasia.

– Fantasia?

– Nunca traí o teu tio, nunca pensei em trair, mas nessa semana, quando ele falou da pescaria… me veio a ideia de fazer com você.

– Mas o tubo já estava pelo meio.

– Usei sozinha, brincando…

– Brincando?

– É… faz algum tempo eu comprei um brinquedinho, não é igual o seu, não é nem a metade, mas tem me servido.

– Poxa! E o tio?

– Gosto com ele, e muito, fazemos sempre, mas… não sei exatamente por que…

– O que foi? Continua!

– Eu sei sim o porquê, sei muito bem. Acontece que o seu tio nunca procurou variar comigo, você sabe, fazer atrás… e também nunca me senti encorajada a me insinuar. Só que…

– Continua!

– Faz tempo, quando eu era bem garota, assim, a idade da Ninica, mais nova ainda, acontecia igual acontece com ela.

– E o que acontece com ela?

– Eu tinha um primo que me comia… eu era virgem, mas ele me comia, você sabe como. E eu simplesmente adorava. Depois, conheci o seu tio, ele me desvirginou, nos casamos…

– E agora?

– Agora só tenho o meu brinquedinho… e você. Sabe que eu estava querendo te atacar, com a maior vontade, mas morrendo de medo?

– Sei… estrou achando que aquela história do óleo que caiu na saia…

– Adivinhou. Minha ideia era aparecer na sala daquele jeito, mas estava lá, ensaiando, tentando criar coragem… e já ia desistir quando você entrou na cozinha. Mas e a Ninica?

– O que tem a Ninica?

– O que tem ela? Eu é que pergunto. Castigando a sua própria prima, menino!

– Castigando, eu? De onde você tirou essa ideia?

– Da cama.

– Da cama?

– É, da cama, naqueles dias em que passamos na praia. Pensa que eu não vi?

– Viu o quê?

– A menina de quatro… coitada! Me fala… você estava comendo a bunda dela?

– Quem é que comia a tua bunda, tia?

– Me fala se você estava comendo a bunda dela.

– Então me fala quem comia a sua bunda.

– Só falo se…

Nossa discussão foi pelo resto do dia.

Discutimos, discutimos, transamos, transamos.

Pelo cair da noite o tio ligou dizendo que só ia chegar bem tarde.

– Fica sozinha aqui, não, tia. Vai lá pra casa comigo.

– Vou.

Mas quem foi, quem dormiu na minha casa e aqui ficou até o dia seguinte, quando o tio também veio, foi outra tia… quer dizer, foi a tia Fátima de sempre, amável, discreta, simpática.

Em nada ela lembrava a tia daquele dia de sábado, e a bem da verdade, ela me pediu encarecidamente que nada fosse lembrado, que nada fosse mencionado, que fosse um segredo, um eterno segredo só nosso.

– Mas… e se eu precisar fazer outro trabalho, tia?

– Meniiino!

Couple sleeping peacefully together in bed

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