
Vivido por: Padre Edelson (1993)
Cafundós do Judas
Transcrito por: Anna Riglane
Mamões e celibato
Sou padre e… explico que estou escrevendo para um site de contos eróticos porque quase deixei de ser padre, comi muitas, tomei um carreirão e… é uma longa história.
…
Era um almoço festivo numa fazenda, eu estava reunido com alguns homens sob a sombra de uma árvore, jogando conversa fora, contando piadas, quando um deles me perguntou:
– Padre, posso contar uma piada de padre?
– Mas claro! Não faço objeção.
– Então vai. Mas preste muita atenção, hem!
– Sou todo ouvidos.
– Então… dizem que, certa vez, um padre muito respeitado na região estava visitando fiéis pelos caminhos da roça quando o seu carro enguiçou. E como já era tarde, quase escurecendo, ele foi pedir pousada na casa de um casal que tinha uma filha mocinha. Na casa só havia o quarto do casal e um outro quartinho minúsculo com uma cama de solteiro onde dormia a menina. O casal discutiu e não viram mal algum em colocar o respeitado padre junto com a menina. E assim foi feito.
– Êêêh! Não estou gostando muito dessa piada. – falei, imaginando o rumo que a narração ia tomar.
– Não tem nada demais, não, padre. Só o que aconteceu é que depois de uma meia hora em que foram dormir, o casal foi bruscamente acordado com um tremendo grito de horror vindo do quartinho da menina, correram até lá, e tudo o que viram foi um rombo na parede, que havia sido aberto pelo padre, no maior carreirão. Seu vulto já ia longe.
– Não estou gostando. – falei, mais uma vez.
– Vai gostar, sim, padre. A menina explicou o que tinha acontecido: A gente só estava brincando, ele me deu um peru para eu pegar, eu estava pegando, aí ele pediu para eu beijar, mas aí, quando eu já estava beijando bastante, o peru cuspiu na minha boca e, de raiva, cortei a cabeça dele com o canivete.
– Mas isso é piada que se conta para um padre? – indaguei, enquanto os outros riam.
– É, padre. Só que nem sempre é piada, não é verdade?
Só fui entender alguns dias depois, muitos dias depois, na verdade, que aquilo era um aviso de alerta… foi só quando tomei o meu próprio carreirão.
(…)

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Anna Riglane… Jornalista, historiadora, pesquisadora do comportamento sexual humano, coletora/escritora e divulgadora de Contos Eróticos transcritos a partir de relatos dos seus leitores e/ou com base em fatos do cotidiano
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