
Vou contar esta história em duas partes, pois é meio longa.
Parte I
Modéstia à parte, sou de estatura mediana, tipo mignon, bonita de rosto, bundinha redondinha e tudo o mais.
Pelo menos eu era, nos meus tempos de mocinha.
Mas nos meus tempos de mocinha eu era uma tremenda de uma bobinha.
Acho que era problema de educação, sei lá, porque minha irmã mais nova era também como eu, muito embora a mais velha andou dando muito trabalho para papai e mamãe.
Mas, para encurtar a história, basta dizer que me casei com o primeiro namorado, um japonês, meu chefe, mulherengo feito ele só, mas ciumento como ninguém.
Controlava tudo o que eu fazia, as roupas que vestia, tudo, tudo mesmo.
E a tonta aqui aceitava tudo, numa boa, como se não houvesse outro destino melhor para mim.
Para falar a verdade, eu tinha até mesmo um certo medo dele e me comportava, muitas vezes, de modos completamente diferente, dependendo de estar na sua frente ou não.
Longe dele eu era brincalhona, alegre, perto, era uma santa “boba”.
Depois de oito anos de casados, já com dois filhos, nos separamos.
E, por incrível que pareça, mesmo assim ele ainda me rodeia, ou me cerca, tentando controlar minha vida, como se eu não pudesse mais vir a namorar homem algum.
E de fato, ainda não namorei outro homem, pelo menos não depois da separação, porque antes, bem…
Tudo começou quando tínhamos dois anos de casados e fomos morar num apartamento próximo à casa de uma prima minha.
O marido dela era um daqueles sujeitos tipo quietos, que nunca falam essas gracinhas bobas (que meu então marido costuma dizer de monte) e, talvez por isso mesmo, era o único homem em quem o meu marido parecia confiar e não temia que eu ficasse por perto dele, muito menos sozinha com ele no apartamento.
É verdade!
Deu um problema com a instalação da máquina de lavar e…
(…)
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Anna Riglane… Jornalista, historiadora, pesquisadora do comportamento sexual humano, coletora/escritora e divulgadora de Contos Eróticos transcritos a partir de relatos dos seus leitores e/ou com base em fatos do cotidiano
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