O marido da minha prima abusou de mim na minha cama – Parte 2/2

(continuação)

Parte II

Então, de repente, o Edílson, aquele marido da minha prima, sempre tão quieto e discreto, havia me falado uma gracinha, havia mexido com as minhas convicções a abalado minhas reservas, a ponto de me predispor a fazer algo que, em momento algum, havia pensado fazer, trair o meu marido.

Em pé, no meio do quarto, depois de haver trancado a porta, olhei para ele, deitado em minha cama, em nossa cama (minha e do Fábio, meu marido), com seu mastro apontando para o teto. Aquela coisa volumosa, prontinha para ser todinha minha.

Eu bem faria uma troca, uma transa por uma lambida em meu sexo, uma chupada.

Tirei a calcinha, subi na cama, por cima dele, xingando-o de puto convencido.

Me mantive encoberta com o vestido, como se isso valesse alguma coisa, tal como não valeria também a porta trancada.

Durante algum tempo, rolamos abraçados, trocando beijos, nos afagando com nossas mãos, nossas pernas, nossos corpos inteiros.

Continuei a chamar ele de puto sem-vergonha e a dizer que minha prima não merecia um marido safado como ele.

– Não sou safado. – ele dizia. – Você é que mexeu comigo.

– Eu mexi?

– Claro! Quem mandou ser tão bonita, tão gostosa…?

– Eu sou bonita e gostosa?

– Você me enlouquece, sempre me enlouqueceu. Não é de hoje que tenho vontade de você. Só que nunca tive coragem de falar.

Falamos ainda um monte de outras coisas que já nem lembro direito, tamanha era a minha empolgação naquele momento.

Mas aos poucos, ou muito rapidamente, talvez, nossas palavras foram substituídas por fortes gemidos de prazer.

Gemi forte quando uma das suas mãos vasculhou meus seios, e mais forte ainda quando aquela mesma mão escorregou para as minhas coxas, penetrando entre elas, tocando em cheio meu sexo.

Gemi, mas cobrei o prometido.

– Você falou que ia chupar. – eu disse.

– Eu falei? – ele perguntou.

– Não falou, mas deu a entender. Disse que era para eu lavar bem.

– E você lavou bem?

– Lavei, bem lavadinha.

– Lavou, pensando em ser chupada?

– É!

– E ela está limpinha?

– Está! Mas se você continuar mexendo, vai…

– Vai o quê?

– Vai ensopar tudo.

– Então eu vou chupar ela. Vou te chupar. Vou te dar uma chupada igual você nunca teve.

Senti vontade de falar que nunca tinha tido nenhum tipo de chupada, mas fiquei quieta.

Acho que já não conseguiria mesmo falar, pois minha atenção era toda para ele, para os seus movimentos, para sua cabeça se ajeitando entre minhas coxas.

Fez-me abrir toda e senti um certo constrangimento.

Fábio, o meu marido, sempre gostou de me abrir e de ficar olhando meu sexo, antes de transar comigo.

No início ele também me constrangia, mas depois fui ficando cada vez mais à vontade, mesmo porque, naqueles momentos em que ele me olhava, eu tinha a expectativa de que fosse me beijar ali, chupar, lamber.

Mas ele nunca fez isso.

E quem estava para fazer era outro, era o Edílson, era o marido da minha prima.

Eu tremia e vibrava, esperando o momento.

E ele não me fez esperar muito e também logo sufocou o meu constrangimento, quando sua cabeça sumiu entre minhas pernas e senti sua língua me tocando.

– Ui! – gemi. – Uiiiiiii! – gemi mais forte, soerguendo o quadril e também levantando a cabeça, pois me deu vontade de ver.

– Bom? – perguntou ele, parando logo na terceira ou quarta passada de língua e olhando para mim.

– Demais! – exclamei. – Demais!

Ele parou de me olhar e se concentrou em me chupar.

Em poucos minutos eu estava completamente fora de controle, com os olhos fechados, me agarrando ao lençol ou, então, ao meu vestido, aos meus seios.

Eu me apertava, apertava tudo, gemia, gritava, mexia o quadril, abria as pernas, fechava, estava quase a gozar.

Mas ele não me deixava gozar.

Chupava de forma frenética, me levando à loucura, mas diminuía e até parava quando percebia que eu ia entrar em órbita.

Fez isso várias vezes, até que não aguentei mais.

– Não judia! – gemi gritando ou gritei gemendo, enquanto me agarrava com as duas mãos em seus cabelos. – Não judia! – repeti, de modo mais forte.

Então percebi que ele ia me deixar gozar, me fazer gozar, pois preparou seu dedo na entrada da minha vagina e ficou esperando o momento.

Continuou chupando, tocando de forma mais concentrada em meu clitóris.

E no momento exato, quando ele percebeu que meu corpo estava para entrar em um descontrole só, atolou-me o dedo.

– Puto desgraçado! – eu gritava, enquanto me desfazia num gozo que, igual eu nunca tinha tido.

Como é que ele sabia que no momento exato do gozo eu não desejava mais ser lambida, apenas penetrada?

E seu dedo me penetrava, fundo, vivo, mexendo, dobrando-se, roçando minha vagina lá por dentro.

– A prima é que é feliz. – falei, depois de um longo e gostoso quase desmaio, quando comecei a voltar àquele quarto, àquela cama, àquele momento.

– Você também é! – ele disse.

Puxei-o para cima de mim, para junto do meu peito.

Beijamo-nos.

– Seu puto!

– Já é a milésima vez que você me chama de puto. – ele disse, apertando meus seios com as duas mãos.

– Puto! Puto! Puto! – repeti. – Lavou direitinho? – perguntei logo em seguida, de modo rápido.

– Na máquina de lavar. – ele disse. – Está lavado, enxaguado, centrifugado e a agora vai ser chupado.

– Eu é que não vou te chupar. – falei, brincando. – Nunca coloquei a boca nisso aí.

– Eu sei que não. Mas vai colocar agora.

E de chupar eu entendia.

Brinquei, dizendo que nunca tinha colocado a boca, mas era no pênis dele, porque o do Fábio, meu marido, desde o início do nosso namoro ele me induziu a chupar… e também deixar ele gozar em minha boca, engolir seu esperma…

Ajoelhei-me ao lado do Edílson, olhando, admirada, aquele seu membro, que devia ser o dobro do tamanho do pênis do Fábio.

Quem mandou casar com um japonês? – pensei naquele momento.

Peguei, enchi a mão, me curvei e cravei os dentes, mas só de brincadeira, só de mentirinha, só para vê-lo retrair o corpo, adivinhando a dor que eu poderia lhe causar, se quisesse.

Mas eu não queria lhe causar dor e sim prazer, igual ou mais do que ele causara em mim.

Comecei a passar a língua, enquanto trocávamos olhares.

Apertava com a mão e passava a língua, então olhava para ele.

Seu corpo tremia e seu olhar suplicava que eu engolisse.

Foi o que fiz.

Fiquei chupando bem lentamente, enfiando a cabeça do seu membro em minha boca e depois retirando, bem suavemente um tempo, fingia que ia colocar novamente e então parava… ele enlouquecendo.

E realmente esse tipo de chupada enlouquece.

Sei disso, porque o Fábio, meu marido, mal se aguentava muito tempo antes de começar a espirrar.

Fiquei nessa brincadeira com ele um tempão, até que sua mão direita passou por detrás do meu corpo, ganhou minha retaguarda e atingiu com seus dedos o meu sexo e o meu anus.

Ficou mexendo, enquanto eu chupava.

Não me importei que ele mexesse em meu traseiro, pois isso era coisa que o Fábio também fazia.

Só me preocupei foi com a possibilidade de ele também querer me traçar a bunda, devido à diferença de tamanho entre os pênis de um e de outro.

Mas deixei que ele continuasse mexendo, enquanto eu continuava chupando, agora já de modo mais rápido, mais frenético, mais profundo.

Com o Fábio eu havia aprendido a levar seu pênis até minha garganta, engolindo-o todo.

Fiquei tentada a fazer o mesmo com o pênis do Edílson, mas era muito mais comprido e muito mais grosso, tocava minha garganta e eu não conseguia engolir além de uma certa parte.

Mesmo assim, ele olhava admirado quando seu membro sumia quase todo em minha boca e depois reaparecia.

Em troca, ele fazia sumir um dedo seu em minha vagina e outro em meu traseiro.

É hoje que minha bundinha vai ser estourada. – eu pensava.

E imaginava como seria se, à noite, quando chegasse, o Fábio fosse querer também, pois é a parte que ele parece gostar mais em mim, mesmo nunca tendo comido.

Mas tudo isso ficaria para depois.

Naquele momento eu estava entretida em fazer o Edílson gozar com as minhas chupadas.

E queria que ele gozasse em minha boca ou, pelo menos, era assim que eu imaginava que fosse acontecer.

Mas quando ele começou a ficar fora de controle, pediu para eu parar.

– Goza! Goza! – eu dizia, quando estava com a boca livre.

– Não. Na sua boca não. Me dá sua xana.

Achei lindo, divino, maravilhoso ele chamar meu sexo de xana… não sei por quê.

E então, se eu já estava excitada, fiquei mais ainda, duplamente, triplamente, perdidamente.

– Não quer…? – ainda perguntei, apertando seu membro com a mão.

– Na boca não. – ele disse.

Então, dei uma abocanhada para além daquelas que eu já havia dado.

Primeiro, enchi os pulmões de ar, como se fosse dar um mergulho.

Depois, abri a boca e a desci sobre o seu membro, até encostar meus lábios nos meus dois dedos que o seguravam, já na base.

Me mantive assim, totalmente penetrada na boca, até que não aguentei mais e então subi a cabeça, fazendo sair bem devagar.

Ele soltou um gemido maravilhoso.

Levantei da cama, tirei o vestido, peguei uma camisinha no armário e voltei, já tirando a embalagem e depois ajudando-o a vestir o membro.

Ia me deitar, pois pensava que ele fosse me catar por cima, como era costume do Fábio, mas ele me mostrou que queria me ver por cima, sentada sobre ele, sobre o seu mastro.

Isso vai me rasgar até o fundo. – pensei, enquanto ajeitava-me em cima deve, ajeitava seu membro com a mão e depois deixava o corpo descer.

O corpo descia e eu gemia.

Era um gemido do mais puro prazer, pois eu nunca havia sentido algo tão volumoso em minha vagina como o pênis do Edílson.

Entrou forçando minha grutinha e foi tocar lá no fundo.

Então, depois de algum tempo apenas sentindo aquela “coisa” dentro de mim, fiz a famosa cavalgada.

Nunca que o Fábio tinha me colocado naquela posição, me deixando cavalgar, e mesmo que tivesse, nunca que seria tão gostoso como foi com o Edílson, simplesmente porque o meu amante daqueles momentos tinha um membro grande, do tipo que dá gosto sentir escorregar dentro da gente.

Mas se o membro era gostoso, se eu já estava por demais excitada e ele também, claro que logo gozamos.

E chegamos ao gozo quase juntos, um olhando para o outro, um unhando o outro, um com vontade de estraçalhar o outro.

Gritei forte, mexi forte e tremi, fechando então os olhos.

Ele também gritou, também tremeu e me puxou contra o seu peito, abraçando-me forte.

Era ao meu segundo gozo com ele, e foi muito mais forte, muito mais intenso que o primeiro.

Acabei adormecendo, sentindo-o ainda pulsar dentro de mim.

Mas quando acordei daquele sono maravilhoso, lembrei de olhar para o rádio relógio.

E então saí de cima dele e levantei assustada, pois faltava menos que meia hora para o meu marido chegar.

Não tínhamos tempo para mais nada.

Vesti minha roupa, fiz ele se vestir, cedi mais alguns beijos e abraços, neguei outros, lembrei-o de que mais tarde estaríamos juntos novamente, na festinha de aniversário de uma sobrinha minha e da minha prima, sua esposa.

Toquei ele de casa.

Quando o Fábio chegou, uns quarenta minutos depois, eu já tinha tomado outro banho, tinha mudado a roupa, tinha trocado a roupa da cama… e não tinha a menor ideia do fim que havia levado a camisinha que eu e o Adílson tínhamos usado.

– Trouxe no bolso e joguei na rua. – ele disse, na festinha, num momento em que pude falar com ele.

Antes disso, e depois disso, durante toda a festa quase, ficamos a trocar olhares de cúmplices.

P.S.

Coloquei no título deste relato que sofri um abuso, mas na verdade só fiz isso para realçar o modo abusado como ele chegou até a cama comigo, pois o que aconteceu em seguida, foi uma maravilha de abuso.


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