Meu marido me convenceu a fazer um filme pornográfico – Parte 2/2

(continuação)

Olhei para o meu marido.

Ele ficou olhando para mim.

Eu não sabia o que dizer ou fazer, ele disse que não iríamos aceitar.

E então a menina da prancheta lembrou que caso desistíssemos, deveríamos pagar mil e quinhentos reais pelo tempo de aluguel e pelo pessoal ocupado da agência.

Meu marido, pelado como ainda estava, parecia querer brigar.

Cheguei nele.

– Agora não tem jeito amor. Fazer o quê? Mas foi você mesmo quem quis, lembra? E vamos ficar com mais uma dívida ainda?

– Mas…

– Não esquenta não. É tudo profissional. Não é?

Ele concordou, fizemos sinal que aceitaríamos e logo mandaram entrar os garotos, seis ao todo.

– Pode escolher quem vai ser o primeiro. – disse para mim o diretor.

Imagina se eu ia escolher na frente do meu marido, aquele com quem eu iria transar.

Fiz sinal com os ombros de que podia ser qualquer um deles.

E logo o diretor apontou para o que parecia ser o menino mais fraquinho de todos.

Fraquinho?

Prepararam tudo,; luzes, cenário, som ambiente, e o diretor simplesmente disse:

– Vocês entram em cena por aquela porta, de mãos dadas, vão para o sofá, começam a se beijar ainda em pé e depois vão se sentando.

Ele passa as mãos em suas coxas e em sua xana, você pega o pau dele, começa a chupar, depois começam a transar…

– Mas tem de chupar? – perguntou o meu marido.

– Por favor, não atrapalhe. – disse o diretor, com uma voz bastante enérgica.

Fui para trás da porta com o menino, olhei para ele.

Ele perguntou se era o meu primeiro filme e acho que nem respondi, de tão nervosa que eu estava.

– Gravando. – foi a voz que ouvimos do outro lado.

O menino abriu a porta, me fez entrar e entrou logo atrás, me conduzindo pela mão.

Eu evitava olhar para o meu marido que, por sua vez, parecia olhar e medir cada gesto meu.

Começamos a nos beijar e fechei os olhos.

– Isso. – dizia o diretor. – De olhos fechados. Mostre que você está com bastante tesão, que você quer muito dar pra ele.

E eu já não sabia se estava fechando os olhos por vergonha, ou se realmente eu estava começando a ficar com tesão.

Logo nos sentamos e logo ele estava mexendo em minha xana, fazendo gostoso, quase me levando a esquecer que estávamos gravando e não transando de verdade.

– Pega o pau dele! – disse o diretor.

Pau?

Quando tirei aquilo para fora eu não sabia se babava ou se saía correndo.

E foi instintivo aquela olhada para o marido, como a dizer que aquilo sim era um pau.

Era comprido, era grosso, era uma coisa.

– Levanta pra ela te chupar! – disse o diretor.

Chupar como, se aquilo mal dava para pegar com a mão e muito menos cabia em minha boca?

Fiz o que pude, pedindo perdão ao marido a cada instante, pelo menos até o diretor me chamar a atenção.

– Quer parar de ficar olhando para o seu marido!? – disse ele.

E então, dali pra frente, tentei atuar como uma atriz de pornografia, esquecendo que estava diante de uma pá de gente, e na frente do meu marido.

Chupei aquele pau, passei a língua, pus na boca o quanto eu pude, e procurava imaginar como seria, que estrago faria, quando entrasse em minha xana.

– Tá bom! Senta no sofá! – disse o diretor para o menino de pau enorme. – E você senta nele. – disse para mim.

– Cadê a camisinha? – perguntei no ato.

– Ih! Vai começar com frescura agora…? Tá bom! Arrumem uma camisinha pra ela.

A menina da prancheta arrumou uma camisinha e logo o menino a colocou.

Minha reação imediata foi sentar de frente pra ele e de costas para todo mundo e para o meu marido, mas o diretor não deixou.

– Senta virada pra cá e abra bem as pernas pra gente filmar sua xana engolindo o cacete.

Não consegui evitar uma olhadinha para o marido, enquanto sentava e aquilo entrava em mim.

E também não consegui esconder a minha expressão de prazer, e também o meu gemido de prazer.

– Isso! Mostra que você está gostando! – dizia o diretor, e eu esperava que meu marido acreditasse que eu estava realmente fingindo.

Mas eu não estava fingindo.

Sou fácil de gozar e com aquele pau enorme me preenchendo todinha, tocando meu útero, já não estava mais me aguentando.

A única coisa que me atrasava um pouco é que o menino parecia uma estátua, sentado ali no sofá, sem nem ao menos mexer as mãos.

Eu é que bombava em cima dele, de frente para o meu marido, para a câmera, para todo mundo, com as pernas abertas, a xana aberta, subindo e descendo o corpo, e aquela coisa me invadindo a cada descida…

– Goza! – disse o diretor. – Dá uns gritos de gozo!

E ele falava para mim.

Então gozei.

Fingi que estava gozando, mas gozei de verdade.

Era tesão demais para que aguentar.

Gemi, gritei…

– Fala que ele tem um pau gostoso!

– Ai que pau gostoso você tem!

– Fala que quer dar tudinho pra ele!

– Eu quero dar tudinho pra você… tudinho…

Fiquei amolecida, gostosa com o gozo, mas logo descobri que em filmes pornôs não existe pausa para descanso, carícias, palavras de amor.

– Sai você… Vem você. – disse o diretor para o menino que estava embaixo de mim, e para um outro que logo se aproximou, já sem roupa. – E você. – disse para mim. – fica ajoelhada e chupa até ele gozar.

– Gozar? Na minha boca? – perguntei, indignada, pois não esperava aquilo.

Meu marido até se levantou da cadeira.

– Não precisa ser na boca, mas encha esse rosto de porra que é disso que o público gosta.

O pau do outro menino não era dos maiores e fui chupando conforme as instruções do diretor.

– Enfia na boca! Enfia mais! Engole o quanto puder! Isso. Agora chupa o cacete… lambe… lambe as bolas… continua lambendo as bolas! Deixa ele bater punheta. Isso! Goza na cara dela!

Tive de ficar esperando o menino se masturbar até gozar no meu rosto, me encher com aquela meleca.

Só eu sei a expressão de raiva que lancei para o meu marido naquele momento.

E só eu sei o quanto me perguntei se ele teria coragem de beijar minha boca depois daquilo.

Deram-me um tempo para eu ir ao banheiro me levar, e a menina que havia me depilado foi junto.

– Você faz anal? – ela perguntou.

– De jeito nenhum. – respondi no ato.

– A gente paga o dobro, se você fizer.

– Mas com esses monstrengos aí… como é que vou encarar?

– A gente tem gel lubrificante e relaxante. Você aguenta com facilidade.

Enquanto ela falava, o diretor apareceu na porta.

Quase até bronqueei, por ele estar invadindo o banheiro das mulheres, mas logo me lembrei que não fazia sentido essa minha preocupação.

– Ela topa. – disse a menina para o diretor.

– Espere aí! Eu não disse que…

– Prepara ela. – falou o diretor para a menina. – Mas antes do anal ela faz a cena da mesa da cozinha.

Eu já não estava mais sabendo o que eu queria fazer ou o que eu não queria.

A menina mandou que eu curvasse o corpo para a frente e abrisse a bunda com as mãos.

Fiz o que ela mandou e ela me enfiou um bastão branco no rabo.

– O que é isso? – perguntei.

– Você já vai ver. Mas segura o quanto puder antes de ir no banheiro.

Eu ia perguntar o que é que eu devia segurar, mas logo entendi tudo, pois me veio uma dor de barriga danada e mal tive tempo de sentar no vaso.

Nem a porta fechei direito, e botei pra fora o que eu tinha comido quinze minutos antes ou quinze anos antes.

Esvaziei-me todinha.

– Lava bem e venha aqui. – falou a menina.

Lavei meu traseiro com a água do chuveirinho e quando voltei para perto dela, mandou que eu me abrisse novamente e me introduziu outro bastão.

– Esse não é para você cagar. – ela disse. – Esse aqui só vai relaxar seu anus e te deixar com bastante fogo no rabo.

E fiquei realmente com um fogo danado no fiofó, uma coceira lá por dentro que bem pedia alguma coisa para coçar.

Mas tive de esperar, pois me levaram para um canto onde havia o cenário de uma cozinha, e ali me deitaram sobre uma mesa, onde um terceiro menino me comeu.

Nem preciso dizer que gozei outra vez, principalmente quando o diretor mandou que eu, e depois o menino, mexesse em minha xana enquanto ele me comia.

Contabilizei quatro mil e quintos reais ganho.

Nada mal.

Fora os dois orgasmos enrustidos, mas sensacionais, que eu tive, com dois cacetes enormes em minha xana.

Mas era hora de eu conhecer o quarto cacete, e não era na xana e nem na boca…

Que tamanho ele teria?

Nessas alturas, acho que eu já nem me lembrava mais que meu marido estava ali, me assistindo o tempo todo.

Mudaram o cenário para um quarto e lá conheci meu quarto menino, meu quarto cacete num só dia.

E o bicho era tão grande quanto o primeiro, que havia me arrombado a xana.

E já estava duro e encamisado.

O diretor colocou o menino deitado e eu por cima, mas de costas para todo mundo.

Menos mal, exceto que meu rabo ficava ao olhar de todos eles.

– Nunca fiz isso. Vai devagar. – falei para o menino. Aliás, essas foram as únicas palavras que troquei com os meus parceiros durante todo o tempo.

– Não te colocaram o gel? – ele perguntou.

Mas nem tive tempo de responder.

O diretor pediu ação e tive de ajeitar aquilo na bunda e sentar.

Não vou dizer que passou fácil, mas também não foi difícil.

Com a vontade que eu estava de ser coçada lá por dentro, eu queria mais é que aquilo me invadisse logo.

E invadiu.

Não sei como, mas engoli aquele cacete enorme na bunda e ainda fiquei subindo e descendo o corpo, sentindo o maior prazer, coisa bem diferente de quando eu dava para aquele menino da escola e tudo o que eu sentia era uma certa dorzinha.

Se meu marido pudesse ver a minha expressão de satisfação ao fazer deslizar aquele pau enorme e gostoso em minha bunda!

Mas acho que nessas alturas ele tanto estava contente com os sete mil e quinhentos que eu já tinha faturado, como surpreso com a minha capacidade em engolir cobra na bunda.

Capacidade, aliás, que ele nem sabia que eu tinha, pois nunca tinha me comido ali.

Como é que eu iria explicar isso para ele depois?

E como explicar para mim mesma que tive um terceiro orgasmo; agora no rabo?

Só pode ter sido o efeito daquele bastão de gel que a garota me enfiou.

Mas ainda ganhei mais mil e quinhentos reais.

Depois daquela enrabada, perguntaram se eu tinha fôlego para mais uma, e me levaram até outro cenário de cozinha, me vestiram uma camisola, me botaram um quinto menino, também pintudo, na frente, e me fizeram chupar, sentar em cima, ser pega por trás… e gozar mais uma vez.

Fazer o que?

(…)

Depois, no ônibus, com aquele cheque na bolsa…

– Você se esbaldou, hem!? – disse o meu marido.

– Não começa! Foi você quem quis.

– Eu queria, mas que fosse comigo. Mas tudo bem. Não estou reclamando.

– Acho bom mesmo. Fiz isso tudo pelas nossas contas, pela nossa felicidade.

– Mas bem que você gostou… Fala a verdade. Aquela cuspidinha que você deu no…

– Para! – gritei baixo, beliscando sua barriga.

– Tá bom! Eu paro. Mas só mais uma coisa.

– O que?

– Eu não sabia que você faz anal.

– Nem eu. Nunca tinha feito e nem nunca vou fazer mais.

– Isso é que não. Já estou aqui imaginando, quando a gente chegar em casa…

– Se tá louco? Você acha que aguento mais alguma coisa ainda hoje?

– É… Principalmente com alguém que não tem instrumento grandão, não é mesmo?

– Não tem nada a ver. Sempre gostei do seu e não é o tamanho que faz a diferença. E quer saber? Vamos encerrar esse assunto, passar no banco, descontar esse cheque, acertar nossas contas, planejar nossa viagem…

Eu falava e me aninhava em seu ombro, querendo dormir, cansadíssima e embalada pelo sacolejar do ônibus.

– Tudo bem, mas eu só queria saber o que você sentiu…

Dei uma mexida no corpo e um longo suspiro, sinalizando que eu estava dormindo e que já não ouvia o que ele dizia.

De olhos fechados, eu revivia cada cena que vivi naquela agência, com aqueles meninos e com aquelas suas coisas enormes…


Assine para obter acesso

Leia mais sobre este conteúdo ao tornar-se assinante hoje.





Inscreva-se para receber atualizações



amazon.com.br


Descubra mais sobre xcontos.club

Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.

Deixe um comentário

Descubra mais sobre xcontos.club

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continue lendo