
Antes de começar a contar essa história, vou fazer um breve resumo da minha vida sexual.,. para explicar que eu também acreditava nessa história de amor, carinho, dengo… e que tamanho não importa.
Aos 13 anos tive meu primeiro namoradinho, com quem fiquei até perto de fazer 15 anos. Mas antes mesmo de terminar com ele, conheci um menino na escola e fiquei gostando dos dois. Só que esse outro menino era bem mais safadinho e em pouco menos de um mês ele começou a frequentar minha casa e me induziu a fazer anal com ele, já que naquela idade eu tinha muito medo de perder a virgindade.
Fizemos várias vezes, sempre na lavanderia do apartamento onde morávamos, eu, papai, mamãe, minha irmã e meu irmão mais novos que eu. Era sempre coisa rápida, eu erguia a saia e baixava a calcinha, ou então baixava a calça e a calcinha juntas, virava de costas pra ele, ele passava um gel no bilau, enfiava e ficava socando até gozar. Eu nunca gozei, a não ser depois, sozinha, com meus dedos. E eu era uma irresponsável também, pois fazíamos isso sem camisinha, e eu sempre ficava suja dele.
Mas um dia o meu namorado descobriu nosso lance e só faltou me bater.
Acabei sem nenhum dos dois.
Então, fiquei dois anos sem namorar, só tinha uns ficos de vez em quando, mas nunca nada de sério.
Aí conheci o meu marido, quer dizer, conheci o menino que hoje é meu marido.
Ele tinha 22 anos, já estava se formando na faculdade e eu era ainda uma adolescente praticamente.
Era tão bobinha que com dois meses de namoro ele me levou para sua casa e fez aquelas coisas todas comigo, me beijou, me chupou, me fez chupar ele, tirou minha roupa, me deitou na cama e… me comeu.
Mas prometeu casamento e realmente nos casamos, três anos depois.
Agora vamos à história.
Com 26 anos, posso dizer que sou uma gata. E sou mesmo. Sou bonita, tenho um corpo que provoca mil olhares e me faz ouvir todo tipo de besteiras pelas ruas, principalmente de pedreiros e de velhos babões.
Mas sempre me visto com discrição, pois afinal, sou uma mulher casada, de respeito, e que exige respeito.
Mas… num belo dia, meu querido marido me aparece em casa com uma proposta mais do que indecente.
Primeiro ele fez um balanço da nossa situação. Falou que o aluguel do apartamento estava atrasado quase três meses e mesmo com nossos dois salários juntos não iríamos evitar o despejo. Falou que não teríamos para onde ir, a não ser cada um voltar para a casa dos nossos pais. Falou que a financeira já tinha mandado uma carta pedindo a devolução do carro que havíamos comprado a prestação. Falou que a gerente do banco já nem o recebia mais na agência. Falou que como estava se aproximando o final do ano ele queria muito me levar para a viagem de lua-de-mel que não havíamos tido quando nos casamos.
E, por fim, falou que conheceu uma produtora de vídeos pornográficos que pagava três mil reais para cada transa filmada.
– E…? – perguntei a ele, já adivinhando, mas por nada nesse mundo querendo acreditar no que eu iria ouvir em seguida.
– A gente vai, faz o filme, ou mais que um… dois, sei lá… acerta as contas, viaja…
Fiquei três dias sem conversar com ele, e também quase perdi o emprego no banco, pois eu não conseguia nem trabalhar direito, só de pensar na proposta besta que ele havia feito, só de me perguntar o que é que ele imaginava que eu era para fazer essas coisas na frente dos outros.
– A gente faz como sempre costumamos fazer. Não tem nada demais se tem gente olhando. – ele dizia, no quarto dia da nossa questão. – É tudo uma coisa profissional, como nos filmes, nas novelas… Os atores não se beijam? Qual a diferença?
Conversar com ele eu até conversava, mas ficamos uma semana sem transar. Eu não queria nem que ele chegasse com gracinhas pro meu lado.
Transar com ele depois de três dias e mais uma semana eu até aceitei transar, mesmo porque eu estava bem carente, mas aceitar voltar a falar naquele assunto eu não aceitava.
Umas três semanas depois estávamos transando, falando, discutindo, trocando ideias numa boa.
E fui convencida a ir até a tal agência para transar diante das câmeras… e das pessoas por detrás das câmeras.
Ele marcou uma sessão e lá fomos nós.
– Mas e o meu rosto, os nossos rostos? Depois todo mundo vai ver…
– Pelo que sei, eles colocam peruca na gente, faz maquiagem, e a gente fica bem diferente.
– Você está conhecendo muito… já andou fazendo algum filme é? – perguntei, meio enciumada.
Mas ele me jurou que não, que apenas sabia por parte do seu amigo e colega de trabalho, que tinha um irmão que trabalhava na agência.
E chegamos na tal agência.
Conversamos com um, conversamos com outro, me examinaram de cima até embaixo, fizeram sinal de positivo, que eu era um bom material.
E nos aceitaram como atores de um filme pornográfico.
– Estamos precisando muito de uma boa grana. – disse o meu marido. – Se a gente pudesse fazer pelo menos uns três filmes.
– Tudo bem! – disse um cara que parecia o diretor. – Se ela aguentar, a gente roda os três filmes e vocês embolsam os nove paus.
– Se ela aguentar! – falou meu marido. – E eu?
– Você aguenta? – perguntou o sujeito com jeito de diretor.
Nos conduziram até um estúdio que reproduzia uma sala e nos mostraram o sofá onde deveríamos transar.
Apareceram duas meninas e isso até acalmou um pouco o nervosismo que eu estava sentindo, pois não estava sendo nada fácil estar ali no meio de homens apenas, e para fazer aquilo que a gente ia fazer.
Uma das meninas me colocou uns brincos enormes nas orelhas, depois uma peruca, deu-me uma maquiada no rosto e me ofereceu umas roupas para eu vestir.
Perguntei onde havia um quarto para eu me trocar e todos riram de mim.
– Daqui a pouco você vai estar pelada e transando, e quer se trocar num quarto longe dos nossos olhares? – disse um carinha meio boiolado, que parecia assistente do cara com cara de diretor.
Não teve jeito.
Foi ali mesmo, na frente de todo mundo, que tirei minha calça jeans e minha camiseta, e vesti uma sainha branca.
– E a parte de cima? – perguntei.
– Já começa com os peitos de fora… e troque essa calcinha também. – disse uma das meninas, ao me ver com uma calcinha que, segundo ela, mais parecia da minha avó.
Deu-me para vestir um fio dental que mal cobria minha xana.
E por falar em xana, a mesma menina pediu para eu esperar um pouco antes de vestir a nova calcinha, e foi buscar um aparelho depilador, pediu que eu abrisse as pernas, em pé como eu estava, e arrancou-me os pelos pubianos.
Depois disso… depois de ver uma menina me tocando e depilando minha xana, acho que comecei a ficar mais à vontade, começando a perceber que tudo acontecia de forma profissional.
Já pensava no dinheiro que iríamos pegar, nas contas que iríamos acertar, na viagem que iríamos fazer… quando aconteceu a ducha fria.
Meu marido também tinha de trocar de roupa e quando ficou nu, quase todos ali falaram ao mesmo tempo e coisa igual.
– Chiii… com isso aí não dá!
O “isso aí” a que eles se referiam era o bilau do meu marido.
Para mim sempre havia sido um bilau e tanto, mas para o pessoal da agência de filmes, nem para aperitivo servia.
– Desculpa! – disse o diretor, que agora já assumia a função de diretor.
Desculpa, mas com menos de 18 centímetros, nem pensar.
E pelo que calculei, o do meu marido mal passava dos 13 centímetros.
Meu marido não falou nada, coitado.
Ficou parado, segurando as calças na mão, com uma cara de desconsolo, que eu nem sabia se era de frustração e humilhação, ou se era pelo dinheiro que, de repente, nos fugia.
Nenhum de nós dois falou nada, até que outra menina, que andava de um lado para outro com uma prancheta na mão, cochichou no ouvido do diretor.
– Os meninos estão aí ainda… se quiser fazer com eles.
Os meninos os quais ela falava eram atores pornográficos e logo o diretor me perguntou se eu topava fazer com um ou mais deles, dividindo o cachê.
(…)
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Anna Riglane… Jornalista, historiadora, pesquisadora do comportamento sexual humano, coletora/escritora e divulgadora de Contos Eróticos transcritos a partir de relatos dos seus leitores e/ou com base em fatos do cotidiano
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