
Meu nome é Leila, sou morena e tenho um corpo bonito, meio grande, eu acho, quando comparo com o da minha irmã mais velha.
Grande, mas bonito, de arrancar assovios na rua.
Nem uso roupas provocantes, gosto mais de saia ou vestido, e mesmo assim, a homarada fica dando de cima.
Mas se eu contar que só perdi minha virgindade com 19 anos, será que alguém acredita?
Pois é a mais pura verdade.
Tá bom que andei dando o cu algumas vezes para um menino, quando eu era bem mais nova, mas acho que isso nem conta.
Isso foi um pouco antes, quando eu ainda morava na roça e, lá, ficava vendo os cavalos, os bois, os cabritos e outros animais.
Um dia eu estava na beira da cerca, vendo um boi tentando comer uma vaca, que não queria dar pra ele de jeito nenhum, e então apareceu o Lourenço, me pegando bem na hora em que eu estava esfregando a mão na buceta.
É que ver aquelas coisas me deixava no cio.
Fiquei meio envergonhada, mas o Lourenço falou que não tinha problema e que era normal, pois ele também mexia no caralho quando via ou pensava nessas coisas.
Então, sem mais nem menos, ele disse que a gente podia fazer igual, que eu podia ser a vaca e ele o boi.
Falei que ele estava louco, porque depois eu ia ter um bezerrinho, mas ele falou que a gente podia fazer no cu e, então, no dia seguinte, quando a gente estava voltando da escola, depois que separamos das outras crianças, pegando o caminho das nossas casas, ele me mostrou uma pasta que trazia dentro de um saquinho de plástico, falou que ia passar no caralho para poder entrar.
Fui com ele até umas moitas de bananeira, levantei meu vestido, baixei minha calcinha, e fiquei segurando num pé de banana.
Lembro que perguntei pra ele se ia doer e ele falou que não, que era só eu ficar calma e abrir bem as pernas.
Mas não dava para abrir as pernas com a calcinha, então tirei.
Quando eu estava bem aberta, ele encostou atrás de mim e enfiou seu caralho em meu cu.
Acho que nem doeu, mas também não senti nenhuma coisa diferente.
Ele é que ficou diferente, feito um bode atrás de mim, me segurando pelas pernas e gritando umas coisas.
Senti umas cócegas, mas foi só isso.
Mas como ele gostava, deixei ele me comer muitas vezes, mas só no cu.
Bom… não era só ele que gostava. À exceção das primeiras vezes, comecei a gostar também. Gostava e, se ele não pedia, eu é quem oferecia.
E assim foi, até que o Lourenço mudou do lugar e parei de dar o cu.
Mas, moça bonita como eu sou, tinha uns homens de idade que queriam me comer.
Ficavam me falando coisas que até me arrepiavam.
E até o meu pai, certo dia, chegou com umas conversas, foi falando e me passando a mão.
Até que deixei, pois não tinha para onde fugir, mas quando ele tirou o caralho para fora, saí correndo do paiol onde a gente estava.
Corria e levantava a calcinha, que ele tinha baixado até o meio das pernas.
Nunca mais deixei meu pai e nenhum outro homem chegar perto de mim.
Os dias se passando, eu com certa saudade do Lourenço,,, quer dizer, do Lourenço atrás de mim, do seu caralho no meu cu…
Começou a me dar comichão danado na buceta.
O comichão só ia aumentando, até um dia peguei, passando por um pé de banana terra, me ferveu uma ideia.
Peguei uma banana verde, tirei a calcinha, e enfiei ela todinha na buceta.
Saiu sangue, doeu um pouco.
Mas foi muito gostoso.
Então, enfiei muitas outras vezes.
E quando enfiava, ficava lembrando do Lourenço, imaginando que ele estava comendo o meu cu.
Foram passando os dias, meu pai tentou mais uma vez me agarrar.
Num dia em que a gente estava na roça, agachada atrás de uma moita, fazendo minhas necessidades, ele chegou e tive que sair correndo, ainda sem limpar direito, ainda com a calcinha no meio das pernas.
A coisa foi piorando, eu já não aguentava mais meu pai tentando me comer.
Um dia acordei no meio da noite, com ele mexendo na minha buceta. Fiquei quieta, para não acordar ninguém e nem a mãe. Ele mexia e dizia que no dia seguinte, na roça, ia mexer mais e depois me comer.
Não falei nada, mas a minha cabeça fervia numa única ideia.
Meus irmãos mais velhos tinham se mudado para São Paulo, fazia algum tempo, depois foi a minha irmã… decidi me mudar também.
Meu pai mexeu, mexeu, enfiou o dedo, falou que no dia seguinte…
Mas, no dia seguinte, ainda antes de clarear o dia, juntei algumas coisas e fugi, vim parar em São Paulo, na casa onde meus irmãos estavam morando.
Aqui, me senti livre, no paraíso.
– Cuidado para não ficar buchuda! – foi a primeira coisa que ouvi meus irmãos e minha irmã dizendo.
Então, descobri que aqui é diferente de lá da minha terra, pois aqui não tem problema se a moça meter antes de casar.
Lá, uma moça que mete, ou vai para a zona ou vai ser freira.
Resolvi continuar sendo comportada como eu sempre havia sido.
O Lourenço não conta.
A casa onde meus irmãos moravam era de um velho gordo, que morava no mesmo quintal, com duas filhas. Era viúvo e já estava chegando nos sessenta anos. Era o senhor João.
Arrumei um emprego numa casa de família e conhecei o Juan, um peruano que ali trabalhava como zelador. Vivia escondido, pois estava ilegal aqui no Brasil e se o descobrissem, seria preso.
Eu achava ele muito parecido com japonês, e mais tarde fui descobrir que era mais parecido do que eu imaginava.
O Juan se encantou comigo, mas não me cantou, foi logo falando em casamento. Tinha um quarto e cozinha alugado e queria que eu fosse morar com ele.
Não pensei muito sobre o assunto e antes que meus irmãos falassem qualquer coisa, eu já estava dizendo sim.
Como toda moça, eu também imaginava um casamento com véu e grinalda, com lua-de-mel e tudo o que temos direito.
Mas o meu casamento foi juntar minhas coisas, que eram só roupas, e seguir para a casa do peruano, de ônibus.
Lá, na nossa primeira noite, fiquei pensando como é que eu iria explicar para ele a história das bananas, mas nem foi preciso.
Depois de alguns beijos e abraços, depois de ele ter apagado a luz, deixando só uma penumbra, tiramos a roupa, deitei na cama e ele, depois de colocar uma camisinha, deitou em cima.
A banana de era muito maior… muito menor.
Mas tudo bem!
Ele não perguntou nada sobre a minha virgindade e também não falei.
Por mim, estava satisfeita com um homem para chamar de marido, e nem fazia muita conta se esse homem era um peruano-japonês ou não… nas minhas horas mais minhas, eu continuava com as bananas.
E como não achava banana terra por aqui, me contentava com as nanicas mesmo.
Empregada numa casa de família, e casada, com algum dinheiro rolando em minha vida, comecei a comprar tudo o que eu tinha direito e nunca tinha tido.
Roupas, som, telefone celular, TV, tudo, tudo.
Me enchi de dívidas.
Mas dava para pagar.
Estava tudo bem, tudo corria bem, e poderia continuar correndo, não fosse um acontecimento.
O filho do casal onde eu trabalhava, separou da esposa e voltou a morar com os pais.
Bastou ele me ver na casa para começar a dar de cima.
Primeiro ele me cantava, mas quando viu que suas palavras não adiantavam, passou e me perseguir pela casa, o tempo todo, me agarrando por trás, tentando me beijar quando estava de frente, passando a mão em minha bunda, andando quase pelado pela casa.
Eu passava o tempo todo tentando mais me livrar dele do que trabalhando.
– Para Marcelo! – era o que mais se ouvia naquela casa.
Um dia, eu estava guardando o aspirador de pó no quartinho das bagunças, quando senti sua presença e vi que ele estava só com uma toalha no corpo, dizendo que havia acabado de tomar banho e que estava limpinho, que eu podia pegar, chupar, fazer tudo, sem medo.
Eu não podia fugir, pois ele fechava a entrada, e quando tentei fazer isso, ele me abraçou, pegou minha mão e levou até seu caralho.
Tentei tirar a mão, mostrar que não estava interessada, mas alguma coisa me chamou a atenção: o tamanho do bitelo.
Não resisti…
Peguei por cima da toalha, apertei.
Depois ele tirou a toalha e me deu em pelo o seu negócio.
Fiquei nas nuvens, pegando pela primeira vez um caralho de verdade, grande, cumprido, grosso, um tesão.
E o tesão foi maior ainda, porque enquanto eu segurava seu caralho, ele mexia na minha buceta.
Então a gente se beijou.
– Amanhã. – falei, entre um beijo e outro. – Amanhã.
Eu estava mesmo resolvida a dar para ele, sentir aquele caralho na minha buceta.
De noite, o peruano-japonês quis me comer, peguei sua coisica, comparei.
Fiquei imaginando como é que eu podia estar contente com aquilo, menor até que as bananas nanicas, muito menor.
Mas eu mesmo me respondia, pois sabia que a verdade é que eu nunca tinha experimentado outros homens, outros tamanhos.
O Marcelo seria o meu primeiro diferente.
E que diferença!
No dia seguinte, fomos para o trabalho, eu e o peruano-japonês, como sempre fazíamos, mas no caminho eu ficava olhando para ele e pensando.
Numa hora eu pensava que o coitado nem imaginava o que estava para acontecer, que ele iria levar um chifre ainda naquele dia.
Noutra hora eu pensava que não devia ser ingrata com ele, pois afinal, ele havia sido tão legal comigo, não merecia.
Mas a minha buceta cortava os meus pensamentos e me fazia lembrar que eu estava precisando daquela coisa grande.
Mas não foi só a buceta, não.
Mal chegamos na casa para trabalhar e nos separamos, ele indo para o quintal e eu para dentro da casa.
Então, eu e o Marcelo só esperamos que os outros saíssem, para nos grudarmos no quarto onde eu passava roupa.
Ali tinha tudo o que a gente precisava, caminha, sofá, banheiro.
Logo que chegou, ele me abraçou por trás e eu já pude sentir o seu caralho duro roçando em minha bunda.
Minha buceta saltitou sem sair do lugar.
E saltitou ainda mais quando sentiu a mão dele entrando por baixo do meu moletom e da minha calcinha, para pegá-la de cheio.
E deu verdadeiros pulos quando seu dedo atolou em mim.
Sua outra mão apertava meus peitos e sua boca faminta digeria meu pescoço e minhas orelhas.
Eu já esfregava a bunda nele com tanta violência, que ele pediu para eu parar, antes que gozasse.
Parei de rebolar de costas para ele e fiquei de frente.
Nos beijamos e o abracei forte, querendo apertar o quanto dava a minha buceta contra o seu caralho.
Foi então que me deu vontade de fazer uma coisa que eu nunca tinha feito… chupar um caralho.
Já tinha chupado o do peruano-japonês, mas aquilo não era caralho.
Puxei-o para perto da cama, sentei e baixei seu calção.
Aquela coisa grande, dura, viva, ficou se mexendo na minha frente.
Juntei com as duas mãos e enfiei na boca.
Que tesão!
Vibrei tanto com o volume e a dureza daquele caralho em minha boca, que pensei que fosse gozar só de chupar ele.
Às vezes eu ficava só alisando a cabecinha (cabecinha?) ou então só passando a língua, mas na maior parte do tempo eu queria encher minha boca.
Ia engolindo até o quanto dava, até sentir ânsia de vômito, então voltava, dava um tempo.
Enquanto isso, uma das minhas mãos segurava sua bunda, apertando-a contra minha cabeça, minha boca.
Com a outra mão eu mexia em suas bolas.
Minha buceta palpitava, tremia.
Mas eu não queria mexer nela com a minha própria mão.
Ela iria se deliciar logo mais com aquele caralho gostoso.
Ele soltou aqueles primeiros pingos em minha boca, mas não larguei, não senti nojo, continuei chupando, me veio até uma vontade de continuar até o fim, até sentir sua porra em minha boca.
Minha buceta esperaria mais um pouco.
Mas, de repente, parou tudo.
Eu chupava com aquela fúria de fêmea viciada, quando percebi um vulto na porta.
Apenas desviei o olhar e lá estava uma moça.
Ela me pegou com a boca ainda cheia com o caralho do seu namorado.
O Marcelo demorou um pouco até entender a situação, pois estava de olho fechado e quando parei ainda pediu para eu continuar.
Empurrei-o para trás, para poder me levantar, e só então ele viu a situação que a gente estava.
Ele ficou ajeitando a roupa, enquanto eu corri para o banheiro, limpando a boca.
Não queria mais sair de lá.
Estranhei que ao invés de berros da moça, ficou um silêncio só.
Arrisquei abrir a porta e já não havia ninguém no quartinho.
Saí e fui ver os dois no quintal, ela entrando no carro e indo embora.
E o meu peruano-japonês é quem abriu o portão pra ela.
Fiquei estonteada, sem saber o que fazer.
Pensava em voltar para o serviço, fazer minhas coisas, quando o Marcelo me parou na sala, dizendo que aquela era a sua ex-mulher, que havia se lembrado que aquele era dia de aniversário do casamento deles, e que tinha aparecido de surpresa para tentar uma reconciliação.
– Que belo presente você deu a ela! – eu disse, disposta a pegar no serviço e esquecer tudo aquilo.
Mas eu não pensava no meu próprio presente.
Não demorou mais que duas horas e eu estava demitida, pela mãe do Marcelo, que largou o trabalho e foi até a casa.
Catei algumas coisas que tinha ali e saí.
O peruano-japonês, que era também o meu marido, quis saber o que tinha acontecido, mas não falei.
Claro que eu não iria falar!
Só que alguém falou, pois quando chegou em casa, já de noitinha, me colocou para fora, só com a roupa do corpo.
Fui chegar na casa dos meus irmãos era quase meia noite, dizendo que tinha acontecido uma briga.
Só no dia seguinte fui me dar conta de que estava descasada, sem emprego e cheia de dívidas.
E o pior é que eu estava devendo coisas que nem aproveitava, pois tudo havia ficado com ele.
Eu que não era louca de voltar para buscar.
E se não bastasse tudo isso, mais tarde fui me dar conta também de que nem tinha experimentado aquele verdadeiro caralho em minha buceta.
Nem sei o que é que iria me fazer mais falta.
Nos primeiros dias dessa minha nova situação, eu era um nervosismo só, em todos os sentidos.
Mas, talvez, o que mais me fazia falta era justamente o que eu nunca tinha tido.
Acho que nunca usei tantas bananas como naqueles dias, enquanto meus irmãos saíam cada um para o seu emprego e eu não tinha emprego para ir.
Então, comecei a fazer uma coisa errada que, no final, acabou dando certo.
Encarregada de cuidar da casa e sem ter muito o que fazer, passei a ligar o som no maior volume e, de vez em quando, ficava dançando, às vezes na lavanderia, às vezes na sala, às vezes vestida, às vezes quase sem roupa alguma (não na lavanderia, é claro!).
Mas um dia, estava na sala, dançando só de camiseta e calcinha, quando levei um tremendo susto com alguém batendo na janela.
Era o dono da casa, o velho gordo, que, para meu alívio, me chamava, mas não me olhava, ficando com o rosto virado.
Me escondi por detrás de uma mesa e perguntei o que ele queria.
Ele então virou um pouco o rosto para mim e pediu para eu baixar o som.
Caminhei até a estante e desliguei o aparelho.
Nesse momento ele deve ter visto minhas coxas e minha bunda, mas então me dei conta de que ele devia estar há um tempão ali me olhando, antes de bater na janela.
Meio escondida, pedi desculpas e falei que não ia mais ligar o som alto.
Depois expliquei que eu estava nervosa por ter perdido o emprego e o casamento.
Ele não perguntou nada sobre o casamento, mas falou para eu ir até sua casa depois, para a gente conversar sobre emprego.
Na conversa, que foi no portão, ele falou que as filhas estavam querendo arrumar alguém para trabalhar na casa, enquanto elas trabalhavam fora, e que ele pensou que esse alguém podia ser eu.
– Mas não é para ficar ouvindo som alto e dançando. – ele disse.
Comecei a trabalhar na casa, sem a menor suspeita de nada, mas não demorou para que ele começasse a me rodear.
Sua primeira investida foi pedindo para eu dançar.
E quando lembrei que ele tinha me proibido de ouvir o som, ele disse que só queria que eu não colocasse alto.
E depois completou, dizendo que estava falando em dançar e não em ouvir som.
– Mas como é que alguém dança sem som? – perguntei.
– Isso não sei e nem me interessa. – ele falou. – O que me interessa é ver você como naquele dia, com as coxas de fora.
Naquele dia, tudo ficou naquilo mesmo, pois logo uma das meninas, sua filha, chegou e ele não teve mais chance.
Mas no dia seguinte, a primeira coisa que me falou, quando ficamos a sós na casa, é que eu lhe mostrasse as pernas.
– Seu João! – falei para ele, tentando mostrar que eu não estava gostando da sua conversa.
– Nunca vi uma mulher assim tão bem formada como você. – ele falou. – Me dá essa alegria.
Não dei.
Naquele dia não dei e nem no dia seguinte.
Só na sexta, quando ele já veio com o primeiro pagamento, adiantado, por sinal, é que concordei em levantar minha saia para ele me ver.
Na verdade, acho que eu estava pensando era nas minhas contas atrasadas.
Ele me viu, pediu para eu dar uma viradinha.
– Tira a calcinha. – pediu.
– De jeito nenhum. – falei, baixando a saia.
Mas então ele me pegou e puxou para junto dele.
Foi sentando em uma cadeira e me puxando até que fiquei em pé entre suas pernas.
Suas mãos tocaram minhas coxas e subiram por debaixo da saia, indo até minha bunda.
– Para com isso, seu João! – eu dizia, mas sem fazer nada para impedir.
Ele ficou o maior tempo massageando minha bunda até que, de repente, deu uma escapada de mão, me virou um pouco e pegou minha buceta.
– Seu João! – gritei, recuando o corpo para trás.
Mas a desgraçada teve mais força que eu, estava com mais vontade e se entregou.
Fiquei lembrando do Marcelo, das mãos e dos dedos do Marcelo, do caralho do Marcelo, enquanto o seu João bolina minha buceta, já com os dedos por debaixo da calcinha, mexendo para cima e para baixo, enfiando.
Estava uma delícia só.
Só parei e me afastei quando ele começou a baixar minha calcinha.
– Pode parar! – falei. – Já fomos longe demais.
– Eu só queria beijar ela.
– Beijar?
– Chupar. Deixa eu chupar ela.
Falei que não e saí, com o dinheiro do pagamento.
Mas não consegui mais parar de pensar no seu pedido.
Como seria ele me chupando a buceta?
Tanto pensei que na segunda-feira, eu mesma é quem preparou tudo.
Fui trabalhar de vestido, com uma calcinha branca que realça minha pele morena.
E nem preciso falar que tinha dado uma aparadinha nos pelos, lavado bem, passado um perfuminho.
Ele me catou num dos quartos da casa, me colocou deitada na cama, tirou minha calcinha e chupou minha buceta.
Acho que comecei a gozar logo na primeira passada de língua e não parei mais.
Eu nunca tinha sido chupada, mas podia garantir que ele chupava melhor do que ninguém.
Só parou quando pedi, sem aguentar mais.
Foi então que veio a surpresa.
Enquanto ele me chupava, eu imaginava que era a única coisa que conseguia fazer, com a idade que tinha, mas não foi bem assim.
Ele só esperou eu descansar um pouco para me fazer sentar e ficar com a boca na direção do seu caralho.
Ele estava de pé e já sem calça.
A surpresa foi um caralho duro feito pedra e grande feito o do Marcelo.
Caí de boca.
Matei saudades.
Chupei com a mesma vontade que tinha chupado o Marcelo.
Depois, nem esperei ele pedir.
– Põe camisinha! – falei, enquanto eu me movia mais para o meio da cama e ficava numa posição provocante, nem deitada e nem sentada, com as pernas abertas, a buceta exposta, chamando.
– Há quanto tempo não vejo uma coisa assim! – ele disse, enquanto colocava apressadamente a camisinha. – Nunca usei isso. – ele falava. – No meu tempo não precisava.
Quando ele subiu na cama, me deitei, esperando ele vir por cima, como o peruano-japonês sempre me comia.
Mas ele é que ficou por baixo e me puxou para cima.
Sentei naquele caralho.
Nem pensem que precisei ajeitar com a mão, pois o bicho já estava arretado para cima feito um prego.
Um prego dos grossos, é bom dizer, muito mais volumoso que o do peruano-japonês e maior até que a banana.
Sentei e entrou, me preencheu, foi lá no fundo.
Fechei os olhos e fiquei parada, só sentindo.
Então comecei a mexer e logo senti outra coisa, a sua barriga enorme que encostava na minha.
Nem dava para eu deitar sobre ele, caso eu quisesse, caso a gente fosse se beijar.
Mas eu não queria beijar aquela cara velha.
Mas a barriga logo mostrou uma vantagem. Conforme eu mexia, minha buceta esfregava nela.
Aquilo tudo me deixou doidona.
Um caralho enorme dentro da buceta e uma barriga para se esfregar.
Gozei, gozei, gozei.
E ele também gozou.
Gozou, mas continuou durão, feito pedra.
Só podia ser Viagra, mas não perguntei.
Pra que perguntar?
Um mês depois eu já estava bastante íntima na casa do seu João, fodendo com ele todos os dias.
O homem devia estar gastando todo o dinheiro da aposentadoria e mais o do aluguel em Viagra, mas estava feliz.
E isso até suas filhas sentiam e me agradeciam, embora nunca tivessem dito que sabiam o real motivo da alegria dele.
Foi uma delas, por sinal, que me mostrou o computador, me autorizou a usar, nas minhas horas vagas, e até me ensinou algumas coisas. Como eu já sabia datilografar, não foi difícil aprender e graças a isso que escrevi toda a minha história.
Bom, nem toda.
Depois de um mês, seu João queria mais emoções e me fez lembrar de alguém que há muito eu havia esquecido.
Foi num dia em que ele ficou mexendo demais na minha bunda e depois enfiou o dedo em meu cu.
Lembrei do Lourenço.
– Quero essa bunda. – me disse o seu João.
– Olha o tamanho da sua coisa. – falei para ele. – Quer me matar?
Não me matou.
Num certo dia, encheu o caralho com um gel, depois encheu também o meu cu, ficou enfiando nele o dedo, até que me colocou na posição que minha irmã chama de “frango assado”: eu deitada, com um travesseiro embaixo da bunda, ele em cima, me segurando pelos joelhos e depois pelos pés.
Vai me dobrando as pernas até que meus joelhos quase se encaixam nas minhas axilas.
Nem sei como consigo me dobrar desse jeito, mas o que sei é que tanto a minha buceta quanto o meu cu ficam saltados para fora e para cima, abertos, prontinhos.
Ele sempre fazia isso para comer a minha buceta, mas naquele dia era no cu.
Fiquei um tanto nervosa, pois afinal, apesar do meu corpo grande, o seu caralho era muito maior que o do Lourenço, que o do peruano-japonês e até da banana.
Mas o desgraçado enfiou tudo e de uma vez só.
Acho que naquela posição o cu não ofereceu resistência alguma.
Simplesmente foi entrando, doendo um pouquinho, mas só um pouquinho… só um pouquinho.
Fora isso, confesso, foi um prazer só.
Suas bolas batendo em minha bunda, sua barriga batendo em minha buceta.
E para aumentar ainda mais o meu fogo, ele ficava pegando meus peitos, só os biquinhos, apertando, esfregando os dedos como se tivesse amassando.
Dou cada berro que a vizinhança inteira deve escutar.
Agora eu sei o quanto vale a experiência dos mais velhos.
E sei também o quanto eles sentem falta de uma carninha nova, como me chama o seu João, naqueles nossos momentos.
E sei também que minha vida, finalmente, parece ajeitada.
Estou me dando muito bem em São Paulo, me dando muito bem mesmo.
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Anna Riglane… Jornalista, historiadora, pesquisadora do comportamento sexual humano, coletora/escritora e divulgadora de Contos Eróticos transcritos a partir de relatos dos seus leitores e/ou com base em fatos do cotidiano
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