Bruna Bruninha GP 56 – Meu pai, minha calcinha… e a carimbada

Meu pai havia me dado três calcinhas… quer dizer, três calçolas, do tempo da vovó, e se eu desconfiava que era um presente com segundas intenções, fui ter a certeza disso uns quinze dias depois… era com segundas, terceiras, todas as intenções.

Meu pai queria me comer.

Na época eu ainda não me via como uma Garota de Programa, nem de longe eu pensava nisso, já tinha passado por algumas situações do tipo, mas daí, até me imaginar ganhando dinheiro com sexo… nunca mesmo.

Ganhei um apartamento.

Era uma sábado, estava acontecendo um casamento de uma prima distante em Marília, não fui, porque tinha a festa de aniversário de uma amiga. Minha mãe e meus irmãos menores, foram, para pousarem por lá, e pensei que o meu pai tivesse ido também.

Um amigo me acompanhou da festinha até o portão de casa, por volta de 11 e meia da noite, por aí, queria me dar uns beijos, mas fiz ele lembrar que era namorado de uma amiga minha, e ele foi embora frustrado.

Entrei, levei o maior susto, pois havia gente na casa, era o meu pai. Conversamos, perguntei por que ele não tinha ido no casamento, ele falou que tinha ficado porque queria falar comigo, entrei para o meu quarto, tirei a roupa da festa, coloquei a camiseta e o shortinho de dormir… estava voltando para a sala quando ele me parou na porta do quarto.

Mas não me parou apenas, começou a me abraçar, me apertar, passar as mãos pelas minhas costas, minha bunda.

– Pai! O que é isso?

– Isso é vontade de você, muita vontade de você. 

– Mas… sou tua filha e…

– Fala o que você quer, o quanto você quer…. fala!

– Tá me chamando de puta?

– Não. Claro que não! Mas te dou o que você quiser pra te dar uma carimbada, agora.

– Carimbada!?

– É… você sabe do que estou falando. Fala! Quanto você quer ou o que você quer?

– O que eu quero… – falei, me desvencilhando e me afastando dele. – O que eu quero é uma casa em São Paulo.

– Uma casa… ou um apartamento?

– Casa, apartamento, um lugar pra eu morar.

– Você vai embora mesmo?

– Vou… quer dizer, não é que vou embora, apenas vou morar lá para estudar, trabalhar, fazer a minha vida.

– Mas você já tem tudo aqui.

– Nem tudo. Não tem a faculdade que eu quero fazer, e se eu quiser trabalhar, ter o meu próprio dinheiro, tenho de ir pra Marília… aí, Marília, São Paulo.

– Entendo, mas…

– E tem outra coisa. Lá não vou ter um pai querendo me comer.

– Mas também não tem casa ou apartamento para morar.

– Você não vai me dar?

– Você vai me dar?

– Deixa a mãe saber dessas suas intenções. Já não basta a sua amante?

– Quer o apartamento ou não quer?

– Pai… Você acha certo? Sou tua filha.

– Quer o apartamento ou não quer?

Sim, eu queria o apartamento. Mas não ia dar para o meu próprio pai apenas para obter um apartamento, havia algo mais.

Ao mesmo tempo, e de forma bem igual, dois sentimentos me dominavam naquele momento. 

Um sentimento era uma certa repulsa em transar com o meu próprio pai… uma certa raivinha dele por ele ter essa ideia de comer a própria filha. Um sentimento que, acredito, aconteceria em qualquer menina em situação igual.

O outro sentimento… esse eu acho bem mais difícil de explicar, a não ser comparando o meu pai com o senhor Odair, da farmácia. Com o senhor Odair era um certo prazer que me motivava… o prazer de agradar um homem mais velho, que bem merecem.

Mas e com o meu pai, o que era?

– Deixa eu ir no banheiro. – falei, passando por ele na porta, atravessando a sala e chegando na cozinha, onde tomei um copo d´água.

Acho que estava um pouco atordoada, com raiva do meu pai, por ele ter esses sentimentos mundanos comigo, com desejo de agradar o meu pai… fortes desejos de agradar o meu pai.

Nem lembrava mais do apartamento, naquele momento eu não lembrava.

Voltei e ele estava no mesmo lugar, ainda na porta do quarto.

– Mas é só essa vez, hem! E é só uma vez!

Percebi claramente como seus olhos brilharam.

Comecei a tirar o shorts e a calcinha, pensando em ficar só de camiseta, sem me despir por completo, mas ele me parou.

– Deixa que eu tiro. – falou, pediu.

E a camiseta foi a primeira coisa que ele tirou.

Me puxando para sentar na borda da cama, não procurou por um beijo, mas, sim, e avidamente, pelos meus seios, que foi descobrindo aos pouco, comendo com os olhos (igual o senhor Odair da farmácia), até que me tirou toda a camiseta e então começou a brincar, com as mãos, com as pontas dos dedos, com a boca.

Levei a maior mamada, e já me sentia feliz, vendo a felicidade do meu pai me mamando, o prazer que os meus seios dava a ele.

E se ele já estava quase gozando apenas por chupar meus seios… (dava pra perceber que ele estava quase gozando)… como seria se…?

Logo tive a resposta.

Tirou meu shorts e minha calcinha, deitou-me na cama com as pernas para fora, dobradas para o chão, se ajoelhou entre elas…

Ficou uns dez minutos ou mais só olhando, admirando, de vez em quando passando a pontinha do dedo, e murmurando quase que o tempo todo.

– Que coisa linda, meu Deus! Que coisa rica! Coisinha! Delícia…!

Quando ele começou, enfim, a chupar, pensei que fosse arrancar minha xana fora.

E se nos seios foram uns dez minutos, na xana perdi a noção do tempo… do tempo entre a primeira passada de língua e o orgasmo mais louco que já tive.

– Pai… para! Eu tô quase… Para! Eu vou… eu vou…

– Vai! Vai! Goza assim, goza! Goza!

Minutos depois, enquanto eu ainda lutava para recuperar a minha respiração, sua mão premendo minha xana, seu dedo lá dentro, quietinho, paradinho.

– Sempre quis fazer isso pra você. – ele disse. – Eu sempre quis, desde que você era… nem sei, nem lembro…

Sempre quis fazer comigo e com qualquer outra menina, pensei. Mas não falei nada.

– E o que mais você queria? – perguntei.

– Faz pra mim!?

Sentada na borda da cama, ele em pé, primeiro fiz como ele tinha feito na minha xana, brincando apenas com as mãos, com os dedos, depois uma passada de língua, outra passada, colocando a cabecinha na boca, mamando, mamando, engolindo um pouco mais… resolvi fazer o teste.

– Olha! – falei, quando vi que ele estava com os olhos fechados.

Nossos olhares se fixaram um no outro, comecei a engolir… fui engolindo, engolindo…

– Meniiina! Você é doida! – ele murmurou, gemeu, quando viu meus lábios se juntando aos seus pelos.

Seu pau havia atravessando a minha boca, afundado na garganta… era dois prazeres que eu sentia, dois imensos prazeres: “masturbar” minha garganta; servir ao meu pai.

E o servir foi maior ainda quando, depois já de muitas enterradas, indo cada vez mais fundo, ele começou a dar sinais de que já não aguentava mais. E pedia…

– Para! Tira! Eu vou! Eu vou…

Não foi na garganta, foi na boca, encheu, inundou, alagou, encharcou, vazou… e os meus olhos nos olhos dele.

Se eu pedisse dez apartamentos naquele momento, ele me dava.

Servi ao meu pai noite a dentro.

Servi deitada como mamãe, ele me possuindo como papai.

Servi de quatro como uma putinha…

– Vira uma putinha pra mim, vira?

– Eu viro, eu viro. Sou sua putinha, sua cachorrinha, sua vaquinha.

Mas também fiz dele o meu potranco. Sentei, cavalguei…

Adormecemos, acordamos… começamos a nos chupar,até beijos aconteceram.

E foi depois de um longo beijo na boca, olhando nos olhos dele, que insinuei, quer dizer…

– Não vai pedir, não?

– Pedir o quê, menina?

– Minha bundinha… não vai pedir?

– Você dá?

Umas três semanas depois…

Viajamos para São Paulo, nos hospedamos num hotel, saímos em busca de um apartamento, nos hospedamos num hotel, aproveitamos para conhecer um pouco a cidade, ele comprou o apartamento, já estava mobiliado, havia sofá, cama, banheiro…

E foi no banheiro, já pela hora de voltarmos, eu pronta, vestida, que ele me fez tirar a calcinha, pra guardar como recordação. 


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