Bruna Bruninha GP 62 – Meu amigo gay e o anal perfeito… um aparte

Tenho um amigo que é gay, mas que também gosta de comer meninas, que me ensinou o anal perfeito, mas que antes me contou como ingressou na carreira.

Estávamos, um dia, aqui no meu apartamento…

– Ai, menina. Você nem sabe… o primeiro cara que me comeu eu nunca consegui esquecer, eu bem queria estar dando pra ele até hoje.

– E por que não está dando?

– Porque nossas vidas tomaram caminhos diferentes, nem sei por onde ele anda. Mas sabe… não fosse por ele, nem sei se hoje eu seria gay.

– Como não? Pelo que sai, ninguém se torna gay, já nasce assim.

– Não acredito muito nisso, não. Sabe… eu tinha até uns grandes interesses numa ou noutra menina, principalmente na Deise, que vivia na oficina dele.

– Dele quem?

– Dele, oras! Mas então, eu tinha interesse nela, queria pegar ela, comer… você sabe. Então eu ficava de olho nela, principalmente quando ela estava ali pela oficina, e também ficava triste, porque desconfiava que ela estava dando pra ele. Aí, teve um dia que cheguei na oficina bem na hora em que ele estava levando ela lá pros fundos. Fui chegando perto, escondido, pr ver, e…

– E…?

– Não era ela, era a Cristina, minha irmã.

– Ele comia a tua irmã?

– Comia, mas não comia.

– Como assim? Minha irmã era virgem, só dava a bunda.

– Eita!

– Eu ficava olhando. Vi ela dar aquela vez pra ele, vi outra vez, e aí…

– Aí, o quê?

– A Deise também dava, e tanto uma quanto a outra ficava lá com ele um tempão, gemendo que dava gosto, era um tempão mesmo.

– Gemendo que dava gosto… e aí te dou gosto.

– Pois é o que comecei falando, foi culpa dele.

– Culpa?

– Culpa não, mas… Deixa eu falar. Aquilo foi me interessando, sabe!? Ele comia a Deise, comia a minha irmã, comia também um outra menina que…

– Eita! O Cara era uma parada!

– E me comeu também.

– Conta isso.

Eu ficava por ali, ficava olhando, ficava imaginando, não sabia se eu queria ou não… quer dizer, eu queria mesmo era comer uma daquelas meninas…

– Daquelas, até sua irmã?

– Até podia ser, eu nunca tinha comido alguém. Mas então, como eu via a felicidade delas dando a bunda pra ele, então eu ficava imaginando…

– Conta!

– Um dia ele foi ao banheiro, e como eu já tinha feito outras vezes, fui… só para ficar olhando o pinto dele, enorme, duas ou mais vezes maior que o meu…

– Olhando e querendo dar.

– Acho que sim. Mas eu não sabia direito ainda se eu queria dar. Então…

– Estou ouvindo, conta logo.

– Naquele dia ele acabou de mijar, virou para o meu lado, ficou me olhando, fiquei sem jeito, com vergonha dele ter visto que eu estava olhando o pau dele, acho que fiquei até meio cego. Mas fiquei mais cego ainda quando ele perguntou se eu queria pegar…

– E você logo pegou.

– Não, né. Já falei, eu estava com vergonha, tremendo, cego, cheio de confusão, e fiquei inda mais confuso quando ele perguntou…

– Perguntou o quê?

– Você quer dar o cu pra mim, não é?

– Eu! Pode até ser, mas…

– Não estou falando de você, perguntando pra você, estou falando dele, ele perguntou pra mim.

– E você disse sim.

– Não. Não consegui falar nada. Ele guardou o pinto, continuei parado, mais morto que vivo, a cabeça fervendo.

– Perdeu a oportunidade.

– Não. Ele foi saindo do banheiro e falando que se eu quisesse, era para estar ali no dia seguinte.

– Aleluia!

– Você nem imagina como fiquei, em que estado fiquei, naquela tarde, naquela noite, na manhã do dia seguinte…

– Dou, não dou, quero, não quero…

– Bem isso. Às vezes eu me revoltava comigo mesmo, falando que não queria, que nem ia mais pensar no assunto, mas logo estava pensando novamente… e foi chegando a hora, e fui para a oficina, e fui com ele até um local bem lá nos fundos, onde ele comia as meninas… de lá dava para ver toda a oficina, se chegava alguém…

– Continua!

– Eu tremia, tremia…

– De tesão.

– Nem sei… acho que era tesão, nervoso, tudo junto. E ficou ainda pior quando ele tirou o pau e começou a passar vaselina, eu ficava olhando, com vergonha de olhar, querendo, com vergonha de querer, até que…

– Fala!

– Ele fez sinal para eu virar, mandou baixar a bermuda e depois…

– Depois…?

– Mandou eu abrir a bunda com as duas mãos. Foi uma vergonha, foi uma emoção, foi tudo, eu não enxergava nada à minha frente, mesmo com os olhos abertos eu não enxergava nada.

– E então…?

– Senti a cabecinha encostando, tive um frenesi, um fricote, não sei…

– Deve ter sido fricote mesmo, tesão no cu.

– Tesão e vergonha, quase desisti, quase levantei a bermuda, eu não queria aquilo… eu não queria dar o cu…

– Mas já estava dando… encostou a cabecinha… daí, tanto faz se atolou tudo ou se só encostou a cabecinha, o estrago moral já estava feito.

– Foi o que pensei, e foi o que me fez deixar ele forçar, passar a cabecinha, enfiar, ir enfiando, enfiando, tudo, tudinho…

– Eita, menino! Até parece que você está dando agora.

– Pra você ver. Cada vez que me lembro… Mas o mais gostoso ainda estava por vir, ele ficou duas horas…

– Duas horas pra quê?

– Duas horas dentro, enfiou e ficou duas horas… quer dizer, duas horas não, que também nem dava, mas ficou um tempão, bastante tempo mesmo, deslizando pra dentro e pra fora, pra fora e pra fora, às vezes bem devagar, às vezes rápido, bem rápido, às vezes com tudo atolado, às vezes só a cabecinha, só na portinha…

– Eita! Para, que tá me dando vontade.

– Ele não parou… depois de um tempão ele foi ficando mais rápido, mais rápido, me agarrou forte, ejaculou no meu anus.

– Para de com isso! Ele gozou no seu cu, isso sim.

– Isso sim mesmo. Gozou e ficou falando pra eu gozar também, bater punheta… ejaculei num caixote à minha frente.

– Gozou com uma rola no cu.

– E então… então ele se encostou numa mesinha atrás dele, me puxou junto, ainda engatado, e ficou parado, sem me segurar, e eu, fiquei ali, meio extasiado com a gozada que eu tinha dado, meio com as pernas mole… e minha bunda colada nele, seu pau no meu cu… comecei a mexer.

– Jura? Você rebolou na piroca?

– Ele dava umas retesadas no pau lá dentro, eu mexia, mexia, cada vez mais rápido… mexia e também fazia deslizar pra dentro e pra fora… foram horas.

– Horas?

– Horas, não, né! Mas foi um tempão, um tempão mesmo, até ele gozar outra vez, até eu gozar outra vez… quase não conseguia nem andar, de tão mole que fiquei. Ele me empurrou, o pau saiu… sinto até hoje aquele pau saindo. Do mesmo jeito que ainda me lembro dele entrando, lembro dele saindo.

– E aí você virou gay.

– Ainda não… quer dizer, passei alguns dias só pensando, ou tentando pensar, que aquilo havia sido apenas uma experiência, um teste, mas que não era o que eu queria… o que eu queria mesmo era comer a Deise, comer a minha irmã, qualquer menina.

– E comeu?

– Na semana seguinte, eu estava lá na oficina, ele parou um serviço que estava fazendo, caminhou para os fundos… “Quer?” – ele perguntou, de longe.

– E você correu para os fundos.

– Todo cheio de vontade, só imaginando baixar a bermuda, abrir a bunda… e sentir aquele pau lá dentro por horas e horas. Mas aí…

– O que foi?

– Ele tirou o pau, me deu o pote de vaselina, e mandou passar.

– No pau dele! E você passou?

– Não foi fácil, fiquei me perguntando se eu devia, se podia… fiquei meia hora passando vaselina e alisando, alisando, sentindo na mão…

– Não sentiu vontade de chupar, não?

– Não. Naquele dia, não. Depois que passei e alisei bastante ele me comeu, e comeu bastante, igual na primeira vez. E depois que comeu… me fez lavar, foi até um tanque e me fez lavar o pau dele.

– E você não gostou nem um pouco.

– De verdade, eu não sabia mesmo se estava gostando ou não daquilo tudo. Ainda era como se tudo fosse apenas uma coisa passageira, que nunca mais ia acontecer…

– E quando foi que você chupou?

– Na terceira vez, uma semana depois. Eu já ia passar a vaselina quando ele me segurou e começou a esfregar nos meus lábios… senti um… nem sei o que senti.

– Mas chupou.

– Delícia! Eu sempre chupava, passava vaselina, mas o que nunca me esqueço era o tempo que ele ficava me comendo, gozando uma vez, dando um tempo, deixando eu mexer, gozando outra vez… nunca mais encontrei alguém que fique tanto tempo assim, tem uns que são tão rápidos que quase nem dá gosto.

– Mas… e a Deise, a sua irmã…?

– Um dia eu estava na oficina, e a Deise também. Eu torcendo pra ela ir embora, ela torcendo para eu ir embora, até que ele chamou nós dois lá profundo… nós dois chupamos, nós dois passamos vaselina… aí ele colocou no meu cu, mas logo fez a Deise ficar na minha frente… foi o primeiro cuzinho que comi.

– Comeu um cuzinho dando o cuzinho… um trenzinho.

– Bem isso… fizemos muitas vezes isso.

– E a sua irmã?

– Então… eu gostava de colar minha bunda nele, gostava da bunda da Deise colada em mim, o pau dele no meu cu, meu pau no cu da Deise, eu mexendo, ela mexendo… mas eu não sabia como seria se fosse apenas eu e a Deise.

– Sei… só você comendo, sem um pau no cu.

– Isso.

– Aí você comeu sua irmã.

– Como sabe?

– Não sei. Só estou adivinhando. Comeu ou não comeu?

– Cheguei nela um dia, pedi, ela nem falou nada, apenas deitou na cama, tirou a calcinha… só sentou quando pedi para ela chupar, passar vaselina… depois deitou novamente, com a bundinha para cima.

– E a Deise… chegou a comer ela, só vocês dois?

– Não. Nunca aconteceu. Mas havia uma amiga da minha irmã, e a minha irmã… muitas vezes.

– As duas junto?

– Só uma vez. Nas outras vezes ou era com uma ou era com outra.

– E o teu comedor, o gostosão?

– Eu amava dar pra ele, mas minha família mudou, ficamos longe… arranjei um namorado na faculdade, e aí já era diferente, porque a gente fazia troca. Mas era diferente também, muito diferente, pelo tempo que ele ficava dentro, muito pouco. E a verdade é que já passei por vários, mas nunca encontrei alguém que fique tanto tempo como aquele mecânico ficava.

– Sei. Mas e você… fica bastante tempo ou fica pouco tempo?

– Bastante tempo. Aprendi com ele como me segurar, só gozar no momento certo.

– Sério? Eu não tenho vaselina, mas tenho gel.

Falei e fui tirando o shorts, tirando a calcinha…

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