Conto liberado completo
Brinde de carnaval

Sempre fui moça de confiança, em todos os sentidos.
Com vinte anos, quando a história que vou contar aconteceu, até então eu só conhecia um homem, pois desde os dezessete namorava o Jurandir, agora é meu marido.
E desde os dezoito trabalho numa casa de família, estando muito bem empregada e ganhando muito bem.
Sou muito bem tratada por todos, mas devo meu emprego à atitude de duas pessoas:
A patroa, que perdoou a sacanagem que eu fiz com ela.
E ao filho dela, que resolveu tirar proveito da situação.
…
Bom, eu namorava fazia três anos e estava perto de me casar, quando conheci numa festa de aniversário da minha amiga um outro homem que iria mexer com as minhas convicções amorosas.
Devo dizer que durante todo o meu namoro sempre havia sido completamente fiel ao meu namorado e que, além de tudo, foi ele quem tirou minha virgindade.
Foi num hotelzinho no bairro onde moramos, num domingo à tarde… Mas isso é outra história.
Naquele dia da festa o “outro homem” ficou conversando comigo, quis dançar comigo, procurou entrar noutros assuntos, falei que estava noiva e tudo ficou por isso mesmo.
Mas nem tanto.
Dias depois minha amiga começou a dizer que ele perguntava por mim direto.
Mas eu não dava esperanças e nem queria.
Mas acabou acontecendo um outro encontro, também na casa da minha amiga.
Mas não era festa.
Fui descobrir depois que ela me convidou para ir lá a pedido dele.
E, não sei porque, naquele dia, deixei que ele me acompanhasse até perto da minha casa e, num canto escuro da rua, trocamos alguns beijos.
Porém não dei a ele nenhuma esperança mais.
Mas minha amiga foi quem deu a ele o telefone do meu serviço e ele passou a me ligar, quase todos os dias, dizendo que me queria.
E quando falei que não iria deixar o meu noivo para ficar com ele, disse, sem a menor cerimônia, que queria então deitar-se comigo pelo menos uma vez.
Mandei-o à puta que o pariu.
E só mesmo por intervenção da minha amiga é que voltei a falar com ele.
E ela começou a dizer então que eu deveria aceitar o seu convite pois que ele era muito bom de cama e…
– Mas você já se deitou com ele? – perguntei. – Pensei que fossem apenas amigos.
– E somos! – ela disse. – Mas qual problema se dois amigos resolvem dar umas trepadinhas?
E ela começou a dizer então que eu devia ir com ele pelo menos uma vez, aproveitando, inclusive, para fazer a minha despedida de solteira.
– Depois de casada fica mais difícil. – dizia ela. – O melhor é ir agora.
E os dois acabaram me convencendo.
Passei a pensar melhor na ideia de dar, como dizia minha amiga, dar umas trepadinhas com alguém que, segundo ela dizia, era bom de cama.
Ela não se cansava de elogiar também o instrumento do homem, dizendo que aquilo sim é que era cacete e não o do seu namorado.
Por telefone ainda, conversava com ele e concordei com uma saída.
Mas ele foi falando em ir dançar em algum lugar antes ou, então, tomar batida não sei aonde, e tudo isso me assustava, pois o medo de ser pega em flagrante pelo meu noivo era muito grande.
Foi então que os patrões viajaram e deixaram a casa toda para eu tomar conta.
Aqui é bem melhor e bem menos arriscado que um hotel ou motel, pensei.
E combinei com o outro que iria no domingo de manhã dar uma olhada na casa e que ele deveria aparecer por lá logo depois que eu chegasse.
Não havia nada mais insuspeito que isso.
E então, num domingão de calor que dava gosto, fui para o meu local de trabalho um tanto eufórica… quer dizer, temerosa e eufórica.
Afinal de contas eu estava prestes a viver uma grande aventura, e isso me estremecia um pouco.
E vivi mesmo uma grande aventura.
Eu tinha acabado de recolher algumas folhas do quintal, tinha dado comida e água para os cachorros, quando ele chegou.
Não demorou nem cinco minutos para que a gente se juntasse na sala, aos beijos e abraços, já apressados para começar o melhor da festa.
E já que era festa, já que era minha despedida de solteira, já que era a primeira vez que traía meu namorado e noivo, resolvi fazer tudo com estilo, no quarto da patroa, com as roupas da patroa, na cama da patroa, com as bebidas que a patroa guardava para receber seus amigos e “amigos”.
E tive realmente uma festa.
Em pouco tempo descobri a diferença entre as “trepadicas” costumeiras com o meu namorado e noivo, e umas “trepadas” com um outro homem.
E não era só pelo tamanho do negócio, que nem era tão grande assim, embora fosse um tanto maior que aquele com o qual eu estava acostumada.
Era mais, muito mais, pelo modo como ele fazia comigo.
Começou por me lamber e quase me levar ao gozo várias vezes.
Que lambida na minha xana, que lambida!
Sempre que eu estava para gozar, ele parava, deixava eu esfriar, e então começava tudo de novo.
Foi fazendo isso até que eu não aguentava mais e já pedia pelo amor de Deus para que me deixasse ir até o fim.
Mas ele queria que eu gozasse era no seu instrumento.
Se ajeitou em cima de mim, dobrou e abriu minhas pernas e encostou a cabeça do bicho na minha entrada, que já estava um melado só, de tanto tesão.
Mas não enfiou.
Não enfiava nunca.
Eu olhava para ele, suplicava que ele colocasse, mas ele não colocava.
Então eu agarrava os seus braços e tentava me erguer para fazer entrar, mas na posição que eu estava, não conseguia me erguer, pois suas pernas seguravam as minhas.
Eu já estava ficando louca e pedia ou, melhor, gritava para ele colocar.
– Põe! Põe! Não judia de mim.
Então, olhando em meus olhos, ordenando que eu não os fechasse, que continuasse a olhar para ele, deixou cair o corpo lentamente.
E lentamente o seu instrumento foi invadindo minha vagina, deixando-me ainda mais louca de tesão e querendo já abraçá-lo com as pernas, com os braços, com tudo.
E foi o que fiz.
Enquanto ele bombava dentro de mim eu me agitava toda, gritando e mexendo o corpo, gozando feito louca.
Gozei logo depois de umas cinco ou seis bombadas.
Não pude resistir.
Mas se gozei logo, o meu fogo, ao invés de diminuir, aumentou mais ainda, e logo eu estava pronta para gozar outra vez e mais outra vez.
Minha amiga tinha toda razão.
O homem era bom de cama.
Ou então era porque eu estava experimentando algo diferente e isso me deixava com mais tesão.
A razão não importa.
O que importa é que passamos a manhã na cama da patroa, na banheira da patroa, nas bebidas e nas comidas da patroa, sem contar que revirei o seu guarda-roupa e vesti suas peles, suas camisetas, suas calcinhas.
O combinado era ficarmos ali até pela hora do almoço, mas como era nossa festa particular, ele sugeriu e eu concordei em ficar até mais tarde, sempre dando nossas trepadinhas, sempre usando a cama da patroa.
Peguei o telefone da patroa e liguei para casa avisando que os patrões haviam telefonado dizendo que já estavam de volta e que eu deveria esperar por eles até de noitinha.
Pedi que avisassem o meu namorado e noivo.
Tínhamos então a tarde toda para mais trepadinhas… trepadinhas, não, trepadas.
E ele era tão homem que não sossegava nunca.
Bastava pegar seu pau na mão ou dar umas chupadinhas para que o bicho se colocasse em pé novamente.
E novamente vinha ele bombar dentro de mim.
Era tão tarado que teve uns momentos em que estava a fim de bombar noutro lugar.
Mas não deixei.
E não foi por falta de vontade de experimentar, mas por medo de doer e machucar.
E foi chegando o final da tarde.
Era a hora de dar aquela ultimazinha, a derradeira, a despedida.
E eu sabia que era a derradeira com ele, pois não era minha ideia continuar traindo meu noivo e já quase marido.
Ele quis que eu ficasse em cima, agachada, subindo e descendo o corpo, fazendo entrar e sair gostoso.
E então…
De repente, eu, que estava gritando de tesão, passei a gritar de susto, medo, vergonha, tudo ao mesmo tempo.
Cheguei mesmo a fazer xixi em cima dele.
É que na porta do quarto apareceram minha patroa, seu filho mais velho e o casal de filhos menores.
Minha patroa conhecia meu futuro marido e sabia que não era ele quem estava ali comigo.
Os filhos dela também sabiam.
Ela apenas mandou que eu arrumasse o quarto e que saíssemos dali o mais rápido possível.
Mandou que eu voltasse no dia seguinte para conversar.
– Para me despedir. – eu dizia para ele, no ônibus, voltando para casa, enquanto chorava sem parar.
Meu emprego já era e eu implorava a Deus que pelo menos meu noivo não viesse a ficar sabendo daquilo.
Mas Deus foi muito melhor comigo do que eu esperava.
No dia seguinte, toda envergonhada, adentrei a casa, esperando ouvir um sermão daqueles e também receber minha demissão.
Mas a mulher me chamou até o seu quarto e começou a rir de mim, dizendo que eu não podia ter dado mais azar.
Mas enquanto ria, dizia que eu estava certa e que a gente tem mais é de se divertir mesmo.
– Não esquenta com isso. – ela disse. – Agora volte para o seu trabalho.
Só faltei pular em cima da patroa e lamber a xoxota dela, tão agradecida que eu estava.
E ela ainda ria de mim, principalmente pelo fato de que a mentira que eu havia inventado sobre sua volta antecipada ter-se tornado verdade.
Mas, se não lambi a xoxota da patroa, tive de lamber e chupar o instrumento do seu filho mais velho.
Quer dizer… tenho de chupar ainda, e também fazer outras coisas como, por exemplo, dar umas trepadinhas nos finais de tarde, quando só estamos os dois na casa.
É que logo no dia seguinte ele me procurou dizendo que sempre estivera a fim de me comer, mas que nunca tinha tido coragem.
Mas agora… ou eu dava pra ele ou ele contava para o meu noivo.
Nunca mais vi aquele outro, mas desde então venho sendo “obrigada” a trair meu noivo, agora marido, dando umas trepadinhas com o filho da patroa.
Mas nunca mais na cama da patroa.
(…)
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Anna Riglane… Jornalista, historiadora, pesquisadora do comportamento sexual humano, coletora/escritora e divulgadora de Contos Eróticos transcritos a partir de relatos dos seus leitores e/ou com base em fatos do cotidiano
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