Perdidos no mato… eu e minha colega patricinha

Aquela minha colega de escola tinha o nome de Taís, mas era uma Patricinha no modo de ser.

Fresca como ela só, acostumada a todas as mordomias, à vida nos shoppings, ao papai ou a mamãe levando e buscando na escola todos os dias.

Não era o tipo de menina chata, até que se dava bem com todos os demais “seres comuns” ali daquele colégio, mas era do tipo que não se podia soltar um pum diferente lá no Japão que os papaizinhos dela já estavam comprando para ela, aqui no Brasil.

Gostava de se esnobar e também de não se misturar.

Nos trabalhos que fizemos com as crianças da favela, preferiu apenas colaborar com o dinheiro que seu pai lhe dava e ainda dizia que não tinha culpa se a mulherada coloca filhos no mundo adoidado.

Quando teve uma série de visitas à aldeia indígena, ela não foi, pois que para ela, índio não é gente.

Ou não era, pois Deus castiga.

(…)


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