Peripécias de uma namorada arrependida

Vou contar esta história, a minha história, porque gostaria que alguém lesse e entendesse que ele foi, sim, o primeiro.

Meu nome não é Amanda mas é esse o nome que vou usar, para não ser identificada, é claro, exceto por uma pessoa, que, por outros detalhes, saberá quem está falando.

Mas se outras pessoas lerem esse relato e quiserem estar um pouco mais próxima de mim, saibam que trabalho na Vila Olímpia e que moro no Jardim Marajoara.

Tenho carro, mas é de ônibus que vou para o trabalho e volto.

Tenho 22 anos e o meu serviço não posso contar. Só digo que trabalho na parte da tarde, e tenho a parte da manhã todinha livre.

Pois é!

Sozinha em casa, um mês depois da briga com o meu namorado, da separação, lá estava eu, deitada no carpete, usando o pé para mudar a televisão de canal, pois que o controle remoto já estava quebrado há muito tempo, tão quebrado como o meu namoro.

O namoro ainda havia durado mais, pouco mais de três anos, o controle, nem seis meses.

De qualquer forma, eu estava sem os dois, sem o namorado e sem o controle.

E sem porcaria nenhuma para assistir, estava também sem o controle de mim mesma pois naqueles dias eu acreditava ser a única culpada pela separação.

Se eu tivesse ao menos tentado, se tivesse pelo menos dado a ele uma esperança, mas fui radical demais.

Falei que não, e pronto.

Vou explicar.

(…)


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