Sua missão era apenas cuidar de um bebê, mas, enquanto cuidava, ela traía o namorado com um amiguinho. Até um dia o tio do namorado deu o maior flagrante.

Uma certa menina (2006)
Uma certa cidade – SP
Transcrito por: Anna Riglane
Sou de uma pequena cidade do interior e, por isso, não posso ficar me revelando muito.
Acontece que fiz 18 anos, precisei trabalhar, e arrumei com os tios do meu namorado, para cuidar do neném deles, de 1 aninho.
Todas as tardes, depois da escola, lá estava eu, cuidando do neném, e fazendo minhas lições, que sou repetente do Terceiro Colegial, por motivo de doença.
No tempo vago, uns 90%, fico conversando com um e com outro pelo zap.
E foi de conversinha em conversinha que cheguei (pesquisei, na verdade) num menino que tinha ficado internado no mesmo hospital que eu.
Acho que foi a nossa mesma doença o que nos uniu, pois de conversinha em conversinha…
– Vem aqui!
A sala da casa dos meus tios é enorme, e dividida por um grande sofá.
Nas duas primeiras visitas que o menino me fez, ficávamos sentados no sofá, enquanto o neném brincava no tapete em frente.
Na primeira visita foram só conversinhas… e um beijinho no final, na despedida.
Na segunda visita a gente quase se come no sofá.
Na terceira visita ele me comeu, mas foi atrás… do sofá.
Enquanto o neném brincava na frente do sofá, a gente ficava atrás… só buscando as posições que me permitissem, ao mesmo tempo, ficar de olho no neném e com as partes trêmulas oferecidas ao menino.
Partes trêmulas, sim, pois se eu, normalmente, já vivia num tesão só, quase esfacelando o meu namorado nos finais de semana, com aquele menino, no meio da semana, eu é que me esfacelava… dividida entre dois “homens”.
– Brinca aí, brinca!
– Vai! Vai!
E dava certo, eu dava certo, pelo menos até o dia em que bem na hora do “vai, vai”, vi o tio do meu namorado na sala, na minha frente… maior flagrante.
Só eu sei o desespero que passei, e não estou falando apenas de baixar a saia e escopnder minhas vergonhas, mas, sim, por já estar antevendo o meu namoro destruído, as broncas do meu namorado, a vergonha que eu ia passar.
Mas, depois que o menino saiu…
– Eu não sabia que tinha trocado de sobrinho ou que você tenha trocado de namorado.
– Não é nada disso. Ele é meu colega de escola, veio aqui para fazer um trabalho comigo, a gente não estava fazendo nada demais, e…
– E para fazer trabalho de escola precisa baixar a calcinha. – ele falou, olhando para as minhas canelas, minha calcinha.
– É que… é que…
– Também quero.
– Como é que é?
– Também quero fazer trabalho com você.
– Mas… O que você está pensando? Eu… – eu já nem sabia se falava ou se levantava a calcinha, me atrapalhava com as duas coisas.
– Não estou pensando nada. É você quem tem de pensar… nas consequências, se eu contar o que vi aqui…
– Pelo amor de Deus! Você não vai fazer isso, vai?
– Depende,
– Depende do quê?
– Amanhã eu chego mais cedo também… para fazer trabalho no lugar do seu amiguinho.
– Pelo amor de Deus! Isso não.
– Está dispensada po hoje, eu cuido da criança. E vem de saia…
– De saia?
– Sim. Igual hoje. Fica mais fácil se cobrir no caso de alguma emergência. Só não pode esquecer de levantar a calcinha. Agora vai… vai!
– Filho da puta! – me deu vontade de falar, mas não falei.
Saí apressada, nervosa, e tinha um único pensamento: que nunca mais voltaria lá.
Mas, mais tarde um pouco, passado o nervosismo maior, me dei conta de que eu devia voltar, a menos que estivesse a fim de perder o namorado.

A PRIMEIRA VEZ QUE TRANSEI
COM O TIO DO MEU NAMORADO
Depois de quatro anos, quando transei pela primeira vez, agora eu estava novamente diante de uma novidade assustadora.
Tá bom! Não era exatamente assustadora, mas era uma novidade; um dia a novidade da primeira vez, agora a novidade de transar com um homem mais velho, quase vinte anos mais velho.
A diferença de idade já era um susto, outro susto é que a coisa ia acontecer assim, de repente, do nada, sem um clima, sem uma química, sem que tivesse rolado nada antes, a não ser o flagrante que ele havia me dado, traindo o meu namorado, sobrinho dele.
E foi para não perder o namorado que voltei à casa disposta a transar com ele, para que ele não contasse para o sobrinho que tinha me visto na maior com outro menino.
Mas eu não pensava em transar.
O que eu pensava era apenas deixar ele me comer. Eu pensava em dar, apenas isso. Ele que não viesse com coisinhas de amores, esses negócios todos.
Não existia paixão nem química entre a gente, então, ele que me comesse, que se desse por satisfeito, e que não me dedurasse.
Tive um dia normal de escola, saí, passei em casa, troquei minha roupa por uma camiseta e um short, que sempre uso, fiz um breve almoço, e…
Estava saindo já para a casa dos tios do meu namorado, tudo como eu fazia já há algum tempo, quando me lembrei, voltei, e troquei o short por uma saia.
E como em outros tias, a tia (do meu namorado) me atendeu, me passou as instruções, as mamadeiras na geladeira… e foi para o seu trabalho.
Fiquei cuidando do neném, um pouco com ele no colo, outro pouco ele brincando com suas coisinhas no tapete da sala, eu lembrando dos lances com o meu amiguinho ali, atrás daquele sofá, lembrando também das transas com o meu namorado na casa dele ou na minha, e praticamente não pensando na transa que ia ter com o tio dele.
Eu não ia transar, eu ia dar, ia levantar a saia, baixar a calcinha, deixar ele comer, e só… e por isso eu não queria nem pensar a respeito.
E por isso também eu não queria que o bebê dormissse, até apostei nisso, já que ele não costumava mesmo dormir na parte da tarde.
Com a criança acordada, o tio não teria muita liberdade comigo.
Não teria, pois uma hora e pouco depois, quando ele chegou, o neném estava desmaiado no tapete, dormindo feito pedra. Parecia até que havia alguma substância sonífera no leite que eu havia dado pra ele.
– Coloca ele no berço. – falou o tiozão, já com os olhos arregalados e todo empolgado para me pegar.
Coloquei o bebê no berço, com toda a estupidez que me foi permitida, tentando fazê-lo acordar, mas não acordou.
– Senta aí na cama, em cima da cama, de jorlhos, isso… – o tio (do meu namorado) foi falando, logo depois que “joguei” a criança no berço.
Foi falando enquanto me olhava, me admirava.
Nunca viu? Me deu vontade de perguntar, mas o que percebi é que ele nunca tinha visto mesmo ou que, então, fazia muito, muito tempo de que não via.
– Deita… de barriga pra cima.
– Espera aí! Eu…
– Por favor! Vai!
O fato dele pedir por favor, e não simplesmente mandar, já que era o dono da situação, para que causou em mim algum sentimento de… sei lá se foi compaixão ou o que foi!
– Agora vira… bumbum pra cima. Isso.
Não falei nada, apenas me virei de bruços.
– Ergue a bundinha… arrebita ela… hum… que coisinha mais delícia! Vou comer ela.
– Vai o cace…
– Fica de quatro, fica… por favor! Por favor!
Ele ia pedindo por favor e eu obedecendo aos seus pedidos, nas mais diferentes poses, até que…
– Tira a saia.
– Não precisa.
– Precisa sim! Tira. Por favor!
Mandava e implorava, tudo ao mesmo tempo.
Tirei.
– A camiseta.
– Pode chegar alguém.
– Deixa eu ver esses peitinhos. Tira! Por favor.
Fiquei só de calcinha.
– Deita… de barriga pra cima… isso… isso… Que coisa mais linda, que…!
E quando vi, ele já estava de quatro por cima de mim… peladão que só.
Isso! Via! Tira minha calcinha e come logo! Pensei, desejei.
Mas comeu?
…
Ficou meia hora beijando meus peitinhos, chupando, mosdiscando os biquinhos, tentando abocanhar tudo tudo, um de cada vez.
Três horas depois ele tinha me virado de bruços e estava nas minhas coxas, nas minhas nádegas, na minha bundinha, no meu reguinho.
Minha calcinha puxada para o lado, sua língua… sua língua.
Me deu um frenesi, um curto-circuito, quando a pontinha da sua língua acertou na mosca.
Fechei, travei… foi fora do meu controle.
Mas não pense que vai comer minha bunda. – fiquei falando, mentalmente, achando que aí já seria abuso demais.
Não que eu não gostasse, o que eu não queria era com ele.
Que comesse minha xaninha, e só.
Nem chupar eu ia, pretendia.
Dei uma forçada no corpo, consegui me virar, e já fui logo tirando a calcinha, para que ele me comesse logo e acabasse com aquilo.
FICOU 32 DIAS CHUPANDO MINHA XANINHA.
Passava a línga de baixo para cima, na junção (virilha) da perna direita.
Dava um salto para baixo, subi novamente a língua, agora na virilha esquerda.
Saltava para baixo.
Colocava a pontinha na entrada, afundava um pouquinho, molhava a língua.
Subia a língua pelo centro… bem pelo centro, só de leve, raspando meus sulcos.
Chegou no grelo.
A primeira vez que ele tocou meu grelo, dei um grito.
A terceira vez que ele tocou meu grelo, dei um grito.
A quarta…
TRINTA E UM DIAS DEPOIS EU JÁ ESTAVA A PONTO DE GOZAR.
Não queria gozar, tinha de me segurar, pedia para ele parar…
– Para! Chega! Vem!
MAS ELE DANÇOU SUA LÍNGUA NA MINHA XANA POR MAIS UM DIA AINDA, até se resolveu.
Na verdade, nem foi bem ele que se resolveu. Eu é que, fingindo estar loucamente louca para ser penetrada, comecei a pedir com mais veemência, a puxar ele para cima a pegar no seu pau, ajeita…
– Vem! Vem. Me come” Me come!
Era tudo fingimento.
Mas ele pensou que era verdade.
E o fingimento virou verdade.
A SEGUNDA VEZ QUE TRANSEI
COM O TIO DO MEU NAMORADO
A TERCEIRA VEZ QUE TRANSEI
COM O TIO DO MEU NAMORADO

A PRIMEIRA VEZ QUE FIZ ANAL COM O…
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Anna Riglane… Jornalista, historiadora, pesquisadora do comportamento sexual humano, coletora/escritora e divulgadora de Contos Eróticos transcritos a partir de relatos dos seus leitores e/ou com base em fatos do cotidiano
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