Bruna Bruninha GP 25 – O homem da farmácia… meus peitinhos

Eu falo o homem da farmácia, para que ninguém fique sabendo que se trata do senhor Odair, 56 anos, casado com a dona Melissa, ambos pais da Cristiane e do Jailson, meus amigos… ele é dono da única farmácia aqui da região.

Homem sem vergonha… será?

Aconteceu que me apareceram umas pintinhas logo abaixo do seio direito, mais parecidas com uns furinhos, começou a incomodar, e a minha mãe logo recomendou que eu fosse na farmácia do senhor Odair, que é também uma espécie de médico… quer dizer, resolve muitos casos sem que a gente precise procurar um médico de verdade, lá em Marília.

– Vou mostrar meus peitos pra ele, mãe!? – falei, mais brincando do que outra coisa, talvez só para mostrar que sou uma menina com bastante pudor.

– Pintinhas que parecerem furinhos… Não é berne, não? – falou e perguntou o meu pai, que tinha ouvido a conversa vindo da sala do meio para a cozinha, onde eu estava com a minha mãe.

– Berne!? – perguntamos, as duas.

– Tá com jeito de ser… deixa eu ver.

Houve um momentâneo embaraço, mas apenas momentâneo, pois logo ergui a camiseta e o meu pai não apenas olhou como também colocou a mão no meu seio, levantando um pouco para olhar por baixo dele.

É que os furinhos ficavam, na verdade, bem no seio mesmo e, embora pequenos e firmes, era preciso levantar para pode ver os furinhos.

– Berne, com certeza, uns quatro ou cinco. Melhor tirar logo antes que cresçam… aí vai ver bem pior. – falou o meu pai, sem tirar os olhos, e sem tirar a mão.

Até parecia que ele estava gostando de olhar e segurar meu peito!

– Vai lá no Seu Odair. – falou a minha mãe, como uma sentença para o meu pai tirar a mão, parar de olhar.

Baixei a camiseta, troquei o shorts, pois o que eu estava usando em casa era muito curtinho e agarradinho, e fui até a farmácia do senhor Odair, só pensando mais no que ele ia fazer para tirar os bernes do que no constrangimento de mostrar meus seios. O medo de que fosse doer era muito maior.

Mas o constrangimento começou logo que entrei na farmácia. O senhor Odair e dois outros homens, conhecidos, sentados num banco do lado de fora do balcão, conversando, olhando o movimento da rua, uma ou outra pessoa que passava.

Mal entre e já me senti comida. Eita homarada, viu! Me medindo dos pés à cabeça, mas medindo muito mais uma certa parte do meu corpo.

Imagina se eu tivesse ido com o shortinho agarradinho!

– Boa tarde, moça! Em que posso ajudá-la? – cumprimentou e perguntou o senhor Odair, se levantando e caminhando para o lado de dentro do balcão.

Os outros dois continuaram secando a minha bunda, mas não sei por qual razão, logo deram boa tarde e saíram.

– Acho que estou com berne. – fui falando e, mesmo sem perceber, já caminhando para a salinha onde ele aplica injeções e faz outros atendimentos.

Ele entendeu, caminhou logo atrás de mim e já dentro da salinha, ficou olhando para as minhas pernas, pensando que era ali que os bernes estavam.

Então, acho que se assustou quando, num gesto repentino, ergui a camiseta e mostrei meus seios.

– É aqui, olha.

Olhar?

Ele arregalou os dois olhos de uma forma que me deu até medo… quer dizer, não foi medo, foi só uma sensação de que ia ser atacada.

Me preparei.

Ele fez exatamente o que o meu pai já havia feito, levou a mão, levantou, ficou olhando, depois levou a mão no noutro seio… Eu ia falar que era só em um, mas ele mesmo falou, e falou também que era bom tirar logo…

– Tire a camiseta!

Eu ia perguntar se era mesmo preciso tirar a camiseta, se não era suficiente eu apenas levantar mais um pouco, mas não perguntei. Primeiro porque vi ele separando algodão, mercúrio, e sei lá mais o quê, coisas que podiam manchar a camiseta, e segundo, porque eu já estava mesmo com os peitos de fora… qual seria a diferença entre tirar ou não a camiseta.

Tirei.

Não sei se ele olhava mais para as coisas que estava preparando ou para mim.

Mandou sentar numa cadeira, colocou uma toalha me cobrindo da cintura para baixo, sentou num banquinho em frente, começou o serviço.

– Se doer, você fala, que eu tiro. – falou assim mesmo, que ouvi com clareza.

– Como é que é? – perguntei.

– Estou falando que pode doer um pouquinho, mas fique calma que vou fazer de tudo para não doer, primeiro vou passar uma pomadinha, vai anestesiar um pouco, depois…

Até parecia conversa de quem estava me preparando para comer a minha bunda. Ele misturava as coisas, as palavras, e eu não sabia, ainda, se era por descuido ou de propósito.

Logo descobri que era de propósito… meia hora me passando a pomada, olhando, passando, até que…

– Você tem os seios muito bonitos.

– Tenho? Ah… obrigada!

– Dá até vontade de pegar.

– O senhor já está pegando.

– Pegar, apertar, mexer nesses biquinhos, beijar…

– Senhor Odair!

Surpresa? Espantada? Resolvida a vestir a camiseta e sair correndo da farmácia…?

Não tenho absoluta certeza, mas acho que foi a partir daquele momento que comecei a descobrir que tenho uma certa ternura por homens mais velhos.

Foi a partir daquele momento…

O senhor Odair tocando os meus dois seios, com suas duas mãos, massageando, apartando, premendo os biquinhos… seus olhos meio que evitando os meus, talvez com receio da minha reação, mas com toda certeza querendo me olhar, querendo perguntar se podia mexer, continuar mexendo.

Meu silêncio lhe encorajando.

As mãos continuaram, enquanto sua boca se aproximava, devagar, mas de forma resoluta, beijou um biquinho, beijou o outro, mamou em um, mamou no outro.

E o que eu sentia?

Raiva, nojo, vontade de xingar o homem?

Excitação?

Nada disso, apenas uma ternura, uma vontade de ceder-me aos seus desejos, deixar ele beijar, chupar, se fartar.

E ele beijou, chupou, se fartou, parou, se afastou um pouco.

– Desculpe! – falou.

Não falei nada, apenas peguei uma das suas mãos e a levei de volta aos meus seios.

– Menina! – ele exclamou.

– Tira os bernes. – pedi.

– Tiro. Mas depois…

– Deixo… eu deixo o senhor brincar mais… eu deixo.

Um momento de ternura, o começo de uma descoberta…

Mas apenas algum tempo depois é que vim descobrir de verdade o quanto eu amo servir homens mais velhos.




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