Bruna Bruninha GP 20 – Minha primeira vez de verdade

– Mas que mané primeira vez! Você deu o cu, isso sim.
Foi o que me falou a minha prima Angélica, que tem nome de anjo, carinha de anjo, usa óculos fundo de garrafa, mas que nas brincadeira de vaquinha era a primeira a tirar o shorts ou a calça, e era também a única em quem os meninos conseguiam enfiar de verdade, pois ela não tinha medo e deixava enfiar na buceta (era assim mesmo que a gente falava).
– Ah…! Mas não deixa de ser uma primeira vez, não é?
– Nada a ver. Se fosse assim, quando passam a mão na buceta também é primeira vez, quando põe nas coxas também é primeira vez.
– Mas estou falando é de enfiar, penetrar.
– Mesma coisa… Quando você chupa também não penetra.
– Mas é só a cabecinha.
– Eu tenho vontade é de engolir tudo, igual aqueles vídeos, que vai lá na garganta.
– Será que vai mesmo, não é truque?
– Claro que vai! E eu ainda vou aprender como faz. Mas me conta aí, como foi que você deu o cu? O primo comeu gostoso?
Contei então para a prima que tinha sido gostoso, mas não tinha sido gostoso.
Contei que tinha ido de vestido, para não precisar ficar pelada na parte de baixo igual quando a gente brincava de vaquinha.
Contei que entrei no meio dos eucaliptos e que o primo já estava me esperando.
– Com o pinto de fora.
– Não. Mas foi quase, e foi por isso que não achei tão gostoso.
Contei então que desde que a gente tinha combinado eu não parava mais de pensar, só imaginando como ia ser. Mas eu imaginava que primeiro ia ter beijos, que ele ia passar a mão, que eu ia chupar, que ele ia me chupar, que…
– Minha primeira vez também foi assim.
– Assim como? Eu nem falei ainda.
– Mas até sei. Você chegou, ele foi tirando o pinto, falando pra você virar de bunda pra ele, erguer o vestido, baixar a calcinha, e já foi metendo.
– Mas… foi assim mesmo, só que antes ele passou gel no pinto. Mas, por acaso você estava vendo a gente, é?
– Claro que não. Mas sei que foi assim porque comigo também foi igual, fiquei imaginando mil coisas, mil amassos… e na hora, só não foi no mato, foi na varanda lá de casa. Foi eu virar de bunda e ele cráu.
– Vixe! Nem passou gel?
– Não, né! Não foi no cu.
Eu tinha até esquecido que desde os tempos das vaquinhas a prima já deixava enfiar na buceta, e comentei então que a primeira vez dela já tinha acontecido fazia muito tempo.
Mas ela rebateu dizendo que aquelas brincadeiras não era transar.
E depois me perguntou se eu queria transar de verdade.
– Estou falando de transar mesmo, com todas aquelas coisas, e não apenas de dar o cu ou dar a buceta, como foi o meu caso.
– E você já transou de verdade?
– Claro! E bastante. Se você quiser, eu arrumo dois meninos.
– Dois!?
– Um pra mim, um pra você, né!

Não me entusiasmei muito com a ideia de transar com meninos arranjados pela prima, meninos que, muito provavelmente, eu nem conhecia, pos, conforme ela disse, eram lá de Marília.
Não me entusiasmei simplemente eu imaginava uma coisa romântica, não apenas envolvendo um certo clima, quem sabe até uma paixão, como também, ou principalmente, que não fosse igual quando dei o cu para o primo.
A prima foi quem falou que eu não tinha transado, que só tinha dado o cu, da mesma forma que ela também só tinha dado a buceta naquela sua primeira vez.
E ela tinha razão.
Revendo as coisas, cheguei nos eucaliptos, o primo já foi tirando o pinto, passando gel, já foi me virando de costas, falando para baixar a calcinha… e cráu.
Eu estava um tanto nervosa, mas também com bastante vontade, uma vibração mesmo.
E a vibração aumentou muito bastante quanto senti o pinto dele lá dentro… uma coisa, uma frescurinha, um frenesi.
Uma delícia.
Mas…
– Deixa mais um pouco. – pedi, quando o primo já foi logo gozando e já ia tirando.
– Você quer mais?
– Você não quer? Deixa mais um pouco.
– Não tá doendo?
– Não… tá gostoso… gostoso…
Eu fala e começava a movimentar o quadril para frente e para trás, sentindo deslizar, entrar até o fundo, quase sair, entrar de novo.
– Você gosta mesmo, hem, prima!?
– E não é pra gostar?
Mas que quem não estava gostando muito era ele, ou estava gostando demais, logo gozou outra vez, e aí, por mais que eu mexesse, por mais que esfregasse a bunda nele, o pinto só foi murchando, murchando, até que escapou.
– Da próxima vez você me come bastante? – pedi, quando já estávamos saindo dos eucaliptos.
– Como.
Mas não comeu. Não sei por que, mas nunca mais me procurou, e fiquei até com a impressão de que andou fugindo de mim.
Mas, se não quer, tem quem quer.

O Zezinho, um menino que havia estudado comigo, e com quem eu havia trocado uns beijos uma vez, fazia bastante tempo, trabalha na loja de ferragens do pai dele, e namora a Luciana, uma bosta sem cheiro, que vive de nariz em pé só por que o pai dela é fazendeirão.
Eu nem lembrava mais direito do Zezinho, mas fui até a loja comprar um trinco para a porta do meu quarto… e foi ele quem me atendeu.
Combinamos tipo oito horas da noite no ponto de ônibus na saída para Marília, tudo como se fosse apenas uma caroninha que ele estava me dando.
Caroninha por umas estradinhas e carreadores até um alto meio descampado de onde se avista quase toda a região, e onde, naquele escuro, ninguém nos avistava.
Eu já sabia que ali era um tipo de motel das estrelas, e que muitos casais até levavam colchonetes ou cobertores para deitarem no chão e ficar olhando as estrelas.
Mas só levamos mesmo as camisinhas, eu um tanto, ele outro tanto, porque eu não estava a fim de deitar no chão, com medo de escorpiões, e também porque havia chovido e a terra estava molhada.
Foi no banco de trás do golzinho que ele tem, daqueles antigos, mas muito bem arrumadinho.
Claro, eu já sabia, fui de saia jeans, e só foi preciso tirar a calcinha.
Mas antes de tirar a calcinha, pensei que ele fosse arrancar meus peitos, de tanto que pegou, apertou, chupou, mordiscou.
Depois foi a vez dela… meteu a mão, meteu o dedo, escanfungou tudo, me deixando mais louca do que louca, só querendo trepar ele.
Mas antes de trepar ele, foi a minha vez de quase arrancar seu pau com a mão, com a boca.
A prima Angélica diz que está aprendendo a enterrar tudo até a garganta… até tentei, mas logo descobri que o meu negócio era só ficar na cabecinha mesmo, chupando,  mamando, e punhetando.
Trepei nele, de frente pra ele, de joelhos no banco, dei umas esfregadas, dei umas procuradas… a cabecinha achou o caminho, sentei.
SENTEI.
NÃO SOU MAIS VIRGEM.
NÃO SOU MAIS VIRGEM.
Que delícia, maravilha, sentadinha no colo dele, beijando sua boca, ele beijando e apertanddo meus peitos, aoertando minha bunda, e eu mexendo, mexendo, rebolando mesmo, penetrada, penetradíssima.
Bem diferente do primo, que logo gozou, o Zezinho só foi gozar depois que eu já tinha gozado duas vezes.
E ele queria mais.
E eu queria mais
Mudamos de posição, fiquei sentada de costas.
Depois, nem sei como, fiquei deitada no banco, ele em cima…
Depois…
Eram quase dez da noite quando ele me deixou em casa, tudo muito escondidamente, para que ninguém visse, para que a bosta sem cheiro não ficasse sabendo.
Foi entrar e cair na cama, feito pedra, toda desconjuntada, mas já pensando na próxima vez com ele.

Nem falei nada para a prima, ela tinha ficado de arranjar dois meninos, nem falei nada. 




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