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Meu primeiro anal, minha primeira vez
O lugar onde moro… quer dizer, o lugar da casa dos meus pais, onde passei toda a minha infância, adolescência e parte da minha juventude é nada mais que um povoado, um vila, deve morar umas três mil pessoas.
É um paraíso, com bastantes verde, rios, cachoeiras, muitos lugares para a criançada brincar, para os adolescentes tentarem suas coisinhas, e para os mais velhos, inclusive os já adultos, praticarem suas coisonas.
Brinquei, pratiquei muitas coisinhas e até algumas coisonas ali pelos arredores.
Tinha uns meninos, dois primos meus e um outro colega, que viviam nos fazendo de vaquinha, eu, duas primas, e outras meninas.
Às vezes era na beira do rio ou até dentro d´água, às vezes era sob uma enorme mangueira que tinha num pomar também enorme. Os galhos pendiam até o chão, formavam uma espécie de iglu, ficávamos protegidos, sempre com alguém na vigilância enquanto os demais brincavam, as vaquinhas de quatro, os boizinhos atrás, trepando.
Esses dias e essas brincadeiras foram passando, fomos todos perdendo a inocência, eu e também outras meninas já não queríamos mais mostrar a bunda pros meninos, entramos na fase dos beijinhos, dos ficos, do passar a mão, do pegar no pinto deles… essas coisas.
Mas tem um primo, o Evertão, dois anos mais que eu, que havia participando de algumas daquelas brincadeiras, mas que, então, já mais crescido, queria brincar de verdade comigo.
– De verdade como, primo?
– De verdade… enfiar.
– Imagina! Depois vou ter bezerrinho. – brinquei
– Mas não é nela… é nele, igual a gente fazia antes.
– Fazia nada… nunca entrava. – falei, lembrando de como os meninos ficavam cutucando o pinto no cuzinho da gente, sem conseguir enfiar.
– Mas não entrava porque a gente não sabia fazer.
– É? Mas como é que é, então?
– Eu te mostro.
…
E não é que o primo me convenceu?
Quer dizer… até parece que eu precisava ser convencida.
Combinamos para um dia em que eu tinha de ir até a casa de uma tia, por um caminho que passa por um pequeno matagal de eucaliptos, ele me esperaria perto de um lugar onde havia as ruínas de uma antiga escola rural.
– Vai de vestido, viu!
– De vestido… por quê?
– De vestido ou de saia.
– Mas por quê?
– Na hora você vai ver.
Fui de vestido.
(…)
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Anna Riglane… Jornalista, historiadora, pesquisadora do comportamento sexual humano, coletora/escritora e divulgadora de Contos Eróticos transcritos a partir de relatos dos seus leitores e/ou com base em fatos do cotidiano
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