Bruna Bruninha GP 67 – Meu ficante na faculdade

Coisa que nunca tinha me causado interesse era ficar com outra menina.

Verdade mesmo é que até fugi de ficar… duas vezes.

Numa vez em que estávamos num grupinho dormindo na casa de uma colega da escola numa fazenda e as meninas bolaram um troca-troca.

Éramos em doze, mas eu e mais duas meninas não topamos, de modo que deu ímpar e teve uma cama em que ficaram três maninas.

No quarto onde eu estava, fiquei sozinha numa cama, enquanto duas meninas que eu apenas conhecia transaram numa outra cama, e na cama bem do meu lado, ficaram a minha melhor amiga, a Diana, com uma prima da dona da casa.

Nunca que eu tinha imaginado e, por isso até me espantei um pouco quando vi a Diana se metendo por entre as coxas da menina e chupando a xana dela… e chupava como se estivesse chupando um pinto caramelizado.

Me masturbei a noite inteira, vendo, inclusive, que havia revezamento, trocas de parceiras… mas não me encorajei a entrar no brincadeira.

Na outra vez foi a própria Diana que me convidou para dormir na casa dela e logo mostrou suas intenções, falando bem claramente que queria ficar comigo.

Não vai ficar com ciúmes?

– Tenho namorado. – falei pra ela. – E aliás, você também tem.

– Sei disso. Mas é tão gostoso… e eu queria tanto chupar você. Mas… vou convidar outra, então. Você se importa?

– De jeito nenhum.

Continuamos amigas, melhores amigas, mas nunca mais ela tocou no assunto.

Em São Paulo, logo no começo da faculdade, conheci a Natália… ou ela me conheceu.

Bastante parecida comigo, de rosto e de corpo, ela logo foi se aproximando, me fazendo perguntas sobre a minha vida, se tenho namorado… essas perguntas que, normalmente, os meninos fazem para as meninas quando estão a fim delas.

Eu ainda não tinha atinado que ela estava a fim de mim, mas, mesmo assim, fui ficando na reserva, revelando que tenho namorado no interior, mas escondendo as minhas atividades profissionais. Até falei que trabalho numa grande empresa, mas ocultei o que faço quando não estou na empresa ou na escola.

E quando ela precisou vir até o meu apartamento por causa de um trabalho, não revelei que moro sozinha, temendo que isso pudesse incentivá-la a tentar coisa comigo.

Mas… as coisas vão acontecendo, vão acontecendo, vão acontecendo…

… Um dia eu a vi aos beijos com uma meninona na Estação Ana Rosa…

… depois ela me contou que a meninona era namorada dela.

… mais uns dias e ela falou que não gostava tanto da meninona

… até que confessou que estava apaixonada por mim

… falei que não tinha a menor chance, mas…

… as coisas vão acontecendo, vão acontecendo, vão acontecendo…

… um dia transei com a Natália.

… e depois…

Já escrevi tudinho, mas está no rascunho, vou revisar e logo, logo, posto aqui.




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