Um moleque branco meio safado e sua amizade (comedoura) com uma menina negra…

O menino branquelo que masturbava a menina negra
Vivido por: Márcia C. F. (1995)
J. Oriental, Jabaquara – São Paulo – SP
Transcrito por: Anna Riglane
Segunda parte
Além de me fazer baixar um pouco a calcinha, descobrindo minha xaninha, o Carlinhos ainda me fez colocar um dos pés no degrau mais acima, deixando minhas pernas um tanto abertas.
E então começou a tortura… tortura mesmo.
Eu já tinha experiência em me masturbar e fazia isso ou diretamente com os dedos ou na ponta do pé da minha cama, que é uma bola e dá certinho na minha altura para encaixar o quadril e ficar esfregando.
Mas, tanto no pé da cama quanto nos dedos, era só esfregar mesmo, indo logo e diretamente na região do clitóris e esfregando até gozar, coisa que demorei um pouco a aprender, pois eu tinha medo do que ia acontecer e parava antes.
O Carlinhos me ensinou que é grelo… quer dizer, o nome popular do clitóris é grelo. Mas ele me ensinou muito mais. Ao contrário de já ir esfregando o meu grelo e procurando me fazer logo gozar, ele me mostrou que o gostoso mesmo é mexer na xaninha toda, aos pouco, da entrada da vagina até o grelo, sempre molhando o dedo e sempre fazendo hora, bem devagar mesmo, subindo o dedo ora pelas laterais, ora pelo centro…
E NÃO FICAR O TEMPO TODO MEXENDO SÓ NO GRELO.
Prmeiro me excitava a xaninha toda, até deixar o grelo com a maior vontade de ser tocado, e só então tocava nele.
– Hummmmm! – eu gemia, gritava mesmo.
E tem também o toque falso… excitava, excitava, ia aproximando do grelo fingindo que ia tocar, mas não tocava, continuava excitando noutras partes.
Filho da puta!
Nesse momento em que eu esperava ser tocada no grelo não tinha jeito, e perdia o controle, abrindo mais ainda as pernas e jogando o quadril para frente.
Outro momento filho da puta era quando ele ameaçava enfiar o dedo… eu me abria toda, empurrava o quadril, mas ele não enfiava, só molhava e voltava a bolinar.
Enfiar o dedo todo, era só na hora que eu gozava.
E gozar era o momento mais filho da puta de todos, pois ele me excitava, excitava, mexia no meu grelo, me levando quase até o ponto de explodir, e então diminuía, parava, me fazia esfriar… e só depois começava tudo de novo.
Fazia isso várias vezes, me deixando louca de vontade de gozar, tão louca que eu mesma já subia um pé mais um degrau para abrir mais ainda as pernas.
E então… e então tinha uma hora em que ou ele me deixava gozar ou eu arrancava pedaços dele com as mãos e com a boca.
Aí… era eu toda aberta, só querendo explodir e sentir o dedo entrando.
E EXPLODIA.
Aí já nem dá para descrever, pois, simplesmente, eu perdia completamente o controle dos meus gemidos, das minhas mãos e, principalmente das minhas pernas e do meu quadril. Ia para frente, para trás, para os lados, abria o quanto podia as pernas, depois fechava, esmagando a mão dele…
E então segurava a mão dele, para ele não mexer mais, mas ainda com o dedo lá dentro, e sua mão apertando, só apertando, parada.
Ele ficava mexendo só a ponta do dedo, bem lá dentro.
Então eu tirava a mão dele, fechava as pernas, subia a calcinha, me aninhava no peito dele, morta.
Minha xaninha não queria mais nada, por um tempo ela não queria mais nada.
…
Estou falando assim, como se fossem várias vezes, porque foram várias vezes… sei lá quantas vezes.
Naquele dia, naquela primeira vez, minha maior descoberta foi que, se me masturbar, com o dedo ou no pé da cama, já era uma coisa fantástica, ter um menino me masturbando então…
Não sei dizer o que era.
Só sei que, dois dias depois o meu corpo todo parecia ainda sentir aqueles momentos, seus dedos, suas unhas… aquele orgasmo.
E exatamente dois dias depois, a pretexto de devolver um caderno que ele havia me emprestado, arrastei ele da escola para a minha casa, fomos beijar minha mãe, que estava lavando roupa no quintal, puxei ele até o meu quarto, perto da janela, de onde dava para ver a minha mãe…
– Tá querendo outra vez, é? – ele perguntou, com aquela carinha de menino safado, vendo minha carinha de menina safada, que encostava na parede, que abaixava o moletom, a calcinha.
…
Na terceira vez, uma semana depois, levei uma bronca.
Eu ainda respirava ofegante, ajeitando a roupa, quando ele olhou nos meus olhos e falou:
– Escuta aqui, mocinha… e eu?
– Você… o que tem você?
Claro que eu sabia do que ele estava falando, já tinha pensado nisso desde a primeira vez, só que me sentia meio inibida de tomar a iniciativa.
…
Falta eu contar da primeira vez que masturbei ele… aquela sujeirada gostosa.
Falta contar de outras tantas vezes que nos masturbamos, da primeira vez que fiquei nua pra ele, do dia em que mostrei como eu usava o pé da cama, da primeira vez que ele me lambeu, que chupei ele… falta contar um monte coisas.
Mas tem duas coisas não posso deixar de contar, ainda que sucintamente:
Uma delas é o que ele representou para mim, para a minha vida, um menino branquelo que se impunha na escola diante dos outros meninos, que era disputado pelas meninas, mas que andava com uma menina negra, tinha uma grande amizade com ela e, com isso, fazia ela não apenas ganhar respeito como também, o principal, deixar de se sentir inferior aos demais só por causa da sua cor, da minha cor.
E a nossa grande amizade era só amizade mesmo.
Era só amizade porque ninguém mais, além de nós dois (e talvez a minha mãe, não sei) sabia das nossas masturbações. Para todo o mundo, éramos apenas bons amigos.
Era só amizade porque certo dia, conversando sobre nossas coisas, sobre nós, comentei sobre o segredo que carregávamos, sobre o nosso namoro secreto, e então…
– Mas que namoro? – ele perguntou.
– Não estamos namorando? – perguntei.
– Que eu saiba, não.
– Mas você não quer namorar comigo?
– Eu não… eu só quero é te comer.
– Mas olha! Mas você não come… e vai ter de esperar muito até eu me sentir pronta, preparada.
– Mas não é o que venho fazendo… te preparando?
– Jura?
– Juradinho. Só que agora você já está preparada.
– De jeito nenhum. Você mesmo já me falou que primeiro preciso ir num médico, começar a tomar anticoncepcional… quero fazer tudo com responsabilidade, e precisa muita coisa.
– Eu sei, mas aqui só precisa gel.
– Como é que é?
…
Uns dois anos depois desse “como é que é”, ainda virgem, mas só Deus sabe aonde, conheci o Eduardo.
Conheci e me apaixonei, amor à primeira vista, e fui correspondida, e fui pedida em namoro.
Comuniquei ao Carlinhos.
– … e então, isso quer dizer que a gente não pode mais.
– Concordo plenamente, e desejo com todas as forças do meu coração que vocês sejam felizes… só que tudo isso a partir de amanhã, porque hoje…
– O que tem hoje? Hem! O que tem hoje? – fui falando, tirando a roupa…
Teve tudo.

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Anna Riglane… Jornalista, historiadora, pesquisadora do comportamento sexual humano, coletora/escritora e divulgadora de Contos Eróticos transcritos a partir de relatos dos seus leitores e/ou com base em fatos do cotidiano
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