Bruna Bruninha GP 55 – Meu pai me deu 3 calcinhas

– Quer que eu conte pra mãe que você tentou coisa comigo?

– Tentei, não… eu comi.

– Ms se eu disse eu você me abusou, em quem…

– Que abusou, menina!? Você bem que quis, e gostou.

– Mas em quem você acha que ela vai acreditar? E além disso, você não tem provas, mas eu tenho provas de você com a dona Eliana.

– É… eu sei que tem. Mas pelo amor de Deus! Cuidado com isso. Se o doutor Gilvan descobrir…

– Pois é! Ele pode descobrir, não é?

– Tudo bem… te compro o apartamento, mas…

– Mas o quê?

– Tenho direito a mais uma vez, não é? Pelo menos mais uma vez.

– A gente vê… Mas precisa fechar o negócio logo, antes que vendam.

– Vou ver isso. Mas olha lá, hem!

– Tranquilo, pai! Já falei, a gente vê.

Pois é, transei com o meu pai, sim, não vou negar. E foi bem antes de eu me tornar uma GP; aliás, eu nem pensava nisso, e muito menos podia imaginar que um dia seria o que sou.

Tudo começou… quer dizer, pelo menos para mim tudo começou num dia em que fui com ele até Marília, porque pra ele as ideias já vinham de longe e, inclusive, acho que me levar já fazia parte dos planos dele.

E sem saber acabei dando um empurrãozinho… um empurrãozão, na verdade.

Só nós dois na picape, nem era muito chão, mas o tempo todo ele dirigindo com um olho na estrada e outro nas minhas pernas.

Tudo bem que eu estava de sainha curta e sentada de forma desleixada, mas, até aí, nada justifica um pai secar as pernas da própria filha, não é? As pernas, as coxas, a calcinha.

E por falar em calcinha…

Não sei se já era intenção dele ou se a ideia surgiu depois de ficar me olhando, mas sei que em Marília, depois que resolveu seus negócios, sempre comigo junto, me levou numa churrascaria, almoço farto, e mais depois um pouco, me fez esperar na caminhonete, enquanto entrava numa loja e de lá saía com uma sacolinha na mão.

Algum presente para a mãe, pensei.

Não era para a mãe, quer dizer…

Cheguei a rir.

No meio do caminho de volta ele me entregou o presente, tirei da sacola…

– Mas isso é para a mãe, pai.

– Que mãe? Comprei pra você. Se não gostou, tudo bem, mas…

– Não é que não gostei, pai… é que… você já viu minhas calcinhas? 

– Dei uma olhada agora há pouco, mas é que…

– É o quê? Você só viu um pedaço. Vê lá se eu uso essas… essas daqui servem pra mãe, pra vovó, não pra mim. Parece um lençol.

– E como é que são as tuas, então?

– Nada a ver com essas daqui… Olha!

Foi ato impensado.

Apoiei os pés no assoalho e os ombros no banco, estiquei o corpo, ergui a saia… e ainda dei uma giradinha para mostrar tanto na frente quanto atrás.

E quando virei de bunda pra ele…

– Não estou vendo calcinha nenhuma aí, só tua bunda. Aliás…

– Ê pai…! Não se usa mais esses lençois aqui não. – falei, voltando a ficar sentada e ajeitando a saia.

– Muito gostosa, viu!

– O quê que é gostosa?

– Tua bunda.

– Ê pai…! Mais gostosa que a da mãe ou…?

– Ou o quê?

– Que a da dona Eliana?

– O que tem a dona Eliana?

– Nada, nada, nadinha mesmo, não sei de nada.

– Acho bom mesmo. Fica com essas insinuações, sua mãe escuta…

– Verdade. Ela pode escutar mesmo.

Não lembro bem o que mais conversamos, mas foi coisa pouca, porque logo chegamos à nossa localidade, cumprimenta um, acena pra outro, e logo estávamos em casa.

– Disfarça e dá essas calcinhas pra mãe. – lembro que falei.

– Tá maluca? Ela vai pensar que andei aprontando por aí e tô querendo compensar.

– E não andou, por acaso? Dá pra dona Eliana, então.

Não sei o que ele acabou fazendo com aquelas três calcinhas, mas sei o que fez com a minha calcinha.

(…)

Vou contar, mas primeiro preciso de fôlego.




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