Gargantinha de ouro

Vivido por: Maristela G. T. (2006)
Belém – São Paulo – SP
Transcrito por: Anna Riglane

Mas o que é que estou falando?

Estou falando que bem pertinho da minha casa tem uma oficina de consertos de carro com o nome de MARTELINHO DE OURO.
Não sei o que esse nome significa para a oficina, mas sei o que significa par mim.

E por que é que estou falando?

Bom, talvez seja porque…

Nos meus primeiros meses de faculdade andei me empolgando um pouco e quase perdendo o namorado.

A verdade é que me empolguei foi demais, saí completamente da linha, e o lance que vou contar é apenas um dos muitos desse meu período que me levou a tantas brigas com o meu namorado.

Não sei se foi o pior lance, só sei que foi o lance que me rendeu o apelido de gargantinha de ouro, que até hoje o meu namorado não entendeu direito, simplesmente porque não consegui explicar.

Foi o seguinte:

Estávamos numa reuniãozinha no apartamento de um dos colegas e, lá pelas tantas, surgiu um desafio para as cinco meninas ali presentes; os meninos eram seis.

A menina que vencesse o desafio estaria livre de fazer um streap tease ali mesmo, na sala, na frente de todos.

O desafio: colocar na boca o pau de cada um dos meninos.

Mas não era só colocar, era engolir o máximo que conseguisse, fazer garganta profunda.

Sentadas alinhadas no sofá, nós, meninas, logo vimos um momento de vergonha para os meninos ou, pelo menos, para alguns deles, por causa do tamanho, alguns na média, 13 cm, 14 cm, por aí, outros com 16 cm, 17 cm, um com 12 cm ou menos, e outro com mais de 20 cm.

Claro que o de 12 cm logo se tornou alvo de um certa gozação, constrangendo o rapaz.

E claro também que o de 20 cm se tornou o alvo de todas as atenções.

Quem conseguiria colocar tudo aquilo na boca?

E claro, ainda, que também algumas meninas passaram vergonha, pois, começada a brincadeira, algumas delas não conseguiam colocar nem o de 12 cm.

Duas tiveram ânsia de vômito, uma vomitou, uma conseguiu, mas só com algum esforço, e eu…

Foi como se estivesse chupando uma bala.

Vieram os de 17 cm, algumas meninas nem tentaram, uma conseguiu, mas teve ânsia, e eu…

Respirei fundo, me concentrei, foi entrando pela garganta, fiquei de olho no de 20 cm.

Todos ficaram de olho no de 20 cm, e em mim.

– Este ela não consegue.

– Não!? Acho que consegue até mais.

E surgiram vários comentários, enquanto eu me preparava… e me preparava com uma ansiedade que ninguém percebia, ninguém sabia.

Eu estava, simplesmente, fissurada pelo momento de sentir a cabecinha daquele pau lá no fundo da minha garganta. Era quase um frisson.

E então, diante expectativa de todos, primeiro dei umas mamadas para deixar o bruto em ponto de bala, e então comecei engolir.

– Óóóóóoh! – faziam todos.

– Hummmm! – me deu vontade de fazer, se eu conseguisse fazer, conforme foi entrando, invadindo a garganta.

Engoli até encostar os lábios no escroto do menino, voltei um pouco, engoli tudo novamente, voltei até quase a metade, encostei os lábios novamente, continuei afastando  engolindo, agora em movimentos mais curtos e mais rápidos.

– Ela está transando. – comentou um.

– É mesmo, transando na boca. – comentou outro.

– Como ela consegue? – indagou uma menina.

Seguiram comentando, manifestando espanto, fazendo piadas, mas nenhum deles tinha a menor ideia do prazer que eu estava sentindo ao fazer aquele pau deslizar na minha garganta, bem lá no fundo.

Quase tive um orgasmo.

– Gargantinha de ouro. – alguém me apelidou.

Só não gozei num orgasmo esparramado porque tinha outros planos.

Por lei… pelas regras do desafio, todas as meninas tinham de tirar a roupa ali, na frente de todos, menos eu.

Fui a primeira que tirou, mas não ali… foi num dos quartos, depois que puxei o menino pintudo pra lá.

O apelido Gargantinha de Ouro pegou, com o tempo o meu namorado acabou ouvindo, consegui convencer ele de que era por causa da minha voz, já que gosto de tocar violão e cantar.

Mas esse convencimento não foi lá aquelas coisas e, além disso, tivemos muitas brigas por motivos diversos, todos eles focados na ideia de que eu andava traindo ele.

– Imagina! Que juízo você tem mim?

Até que um dia me dei conta de que ele estava certo e que eu precisava mesmo me comportar, mudar meu comportamento.

Um dia ele quase me flagrou na saída de um hotelzinho.

Resolvi parar… antes que ele me pegasse.

(…)

– Mas como é que você consegue?

– Como é que você consegue?

– Conta pra gente.

– Conta.

As meninas todas querendo saber.

– Na verdade, eu nem sei, eu…

– Conta, vai! Conta!

Bom…

Acho que tudo foi acontecendo naturalmente.

Tive um primeiro namoradinho que era um doce de menino, mas nem chegamos a ter grandes avanços, porque logo terminei com ele para ficar com um menino que entrou novo na minha classe.

Um gato, desejado por nove entre cada dez meninas da classe, até por algumas que, mesmo já tendo namorado, ficavam se arreganhando pra ele.

– Você está deixando um menino que te gosta muito pra pegar um cara que toda menina quer. – disse uma prima minha, mais do que uma vez.

– E o que tem isso, se ele me quer?

– O que tem é que você vai tomar chifre até pelas orelhas.

Só que a minha prima estava enganada, e ela mesmo reconheceu isso depois de algum tempo, sondando o menino, conversando com meninas que já tinham dado de cima dele.

– Tá de parabéns, prima. Tens o namorado mais fiel do mundo.

– É? Mas como é que você sabe? Já tentou com ele, é?

– Eu? Imagina!

A prima se defendeu tanto que acreditei mesmo é que ela tinha tentado e quebrado a cara.

E eu…

Sempre do meu lado, se pudesse ele estaria comigo a toda hora, a todo momento.

– Beijinho, beijinho

– Me bate uma.

– Me faz um boquete.

– Deixa eu por nas coxas.

– E atrás…

Não era exatamente que ele pedia… quer dizer, não era com palavras que ele pedia, era com jeitinho, com carinho, mais jeitinho.

Eu era virgem ainda, mas nem sei como, nem aonde… Acho que só no hímen mesmo, se não for contar a cabecinha, que tantas vezes ele tinha colocado.

Mas tinha um outro lugar em que eu era para ser virgem.

Era sim, pois, que eu tenho sabido, são poucas, pouquíssimas mesmo, as meninas, mulheres, que perdem a virgindade lá.

Eu não só perdi, como gostei, e viciei.

A maioria dos boquetes que ele fazia pra mim, era comigo sentada no sofá, sem calcinha, pernas abertas.

Como ele me chupava gostoso!

A maioria dos boquetes que eu fazia pra ele era com ele sentado no sofá, calção nos pés.

Como eu queria chupar ele bem gostoso, retribuir as gozadas que ele me dava!

No começo era praticamente só a cabecinha que eu chupava, lambia, mamava.

Ele nunca gozava na minha boca, sempre gesticulava para eu parar e continuar na mão.

Às vezes eu colocava a minha própria calcinha em cima, para não espirrar alto, às vezes a gente ia no banheiro.

Mas eu tinha começado a notar uma coisa, ele sempre segurava a minha cabeça, mas sem forçar, como se quisesse que eu chupasse mais fundo, que eu colocasse mais fundo na boca.

Ele não pedia, mas eu percebia que era o que ele queria.

Então comecei a colocar mais fundo, cada vez mais fundo, sempre até eu começar a sentir ânsia de vômito.

Me dava até medo de vomitar em cima dele.

Mas teve um dia em que resolvi arriscar.

Respirei fundo, fiquei repetindo em pensamento para ficar calma, fui mamando e aprofundando bem devagar, não acreditava que fosse conseguir, mas, então, de repente percebi que estava entrando na garganta.

Me apavorei, tirei.

Olhei pra ele, parecia feliz.

Vou tentar outra vez, falei em pensamento, para mim, e com um sorriso, para ele.

Voltei a mamar, respirar fundo, me acalmar.

Voltei a enfiar o pinto na boca, fui enfiando, chegou na garganta, dei uma parada, voltei um pouco.

Voltei a enfiar.

Nem acreditei, e acho que ele também não, mas fui engolindo, sentido forçar minha garganta, mas não me apavorei.

E quando vi, tinha engolido tudo, minha boca encostada nos pelos do saco dele.

Deixei ali por um instante, logo tirei, fomos terminar no banheiro, ele me beijou muito, agradecido.

Por uns três dias fiquei a pensar que tinha machucado a garganta, pois eu ainda sentia como se o pinto ainda estivesse lá.

Depois aquela sensação foi passando, mas começou outra.

Uma sensação de que havia sido gostoso… Não sei explicar.

Só sei que eu tinha vontade de sentir o pinto dele lá no fundo da garganta novamente.

Lembrei certas coisas, fiz a comparação, e logo descobri que era uma sensação que já havia me acontecido antes, quando comecei a fazer anal.

O meu primeiro anal não foi lá aquelas coisas… quer dizer, pra ele foi, mas pra mim, achei que não.

Mas só achei na hora, porque nos dias seguintes, lembrando, lembrando, começou a vir aquela vontade de sentir outra vez, fazer outra vez.

Fiz outra vez, outra vez… acho que viciei.

Delícia sentir o pinto lá dentro, roçando, esfregando; parece até uma vontade igual à da vagina.

E na boca aconteceu a mesma coisa, peguei gosto, viciei.

Viciei tanto que sempre que tenho tempo para aquelas transas mais demoradas com o meu namorado (ou eu que eu tinha com os meus colegas de faculdade naqueles primeiros meses), de jeito nenhum eu deixo passar em branco uma boa chupada, profunda mesmo, deixando gozar lá dentro, inclusive, depois uma transa vaginal com todos os requintes, posições etc… principalmente os etcs. e, por fim, aquele anal que me deixa desmanchada.

E foi assim, meninas, tudo natural, tudo muito natural.

Mas tem um detalhe: sentir ânsia de vômito quando certas coisas ultrapassam certa profundidade da nossa boca é um reflexo condicionado, um mecanismo de defesa do nosso organismo para nos defender de possíveis engasgos.

Sendo assim, basta um pouco de calma, outro pouco de concentração, e mais outro tanto de treino.

Calma para respirar fundo e manter o controle da respiração.

Concentração para mostrar ao nosso cérebro que não se trata de um engasgo.

Treino para começar devagar, um pouquinho por vez… uma banana quase verde descascada ajuda e muito para começar a treinar. É bom que seja meio verde, para evitar o risco de quebrar. É bom também não descascar total, puxar a casca só até a ponta do cabinho… o cabinho dá  sensação de segurança para segurar e puxar de volta.




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