Bruna Bruninha GP 69 – Meu tio Albino… descobrindo que sou GP, mas sem frustração

Eu estava em Marília, meu tio Albino não falava nada, mas estava claro na sua expressão a vontade dele em dar uma comigo. Só que não tínhamos oportunidade.

Então, sabendo que ele vinha para São Paulo para assistir o show do Paul McCartney, fiquei mais dois dias por lá e o trouxe comigo.

– Cancela o hotel, fica no meu apartamento.

Seus olhos brilharam, porque ele bem sabia o que ia acontecer aqui, só nós dois no apartamento.

E aconteceu. 

Do momento em que chegamos ao momento em que fui levá-lo até a rodoviária, praticamente só transamos.

Quer dizer, almoçamos e jantamos em restaurantes, levei ele para conhecer a Avenida Paulista, andar de Metrô… mas isso era só durante o tempo necessário para ele recuperar as energias, e eu também, porque transei de verdade mesmo, gozei, gozei e gozei.

Só que teve um lance.

Um cliente me apareceu na portaria do prédio, um cliente daqueles que por nada nesse mundo eu queria perder. 

Mesmo ele não tendo solicitado horário e nem mesmo avisado, eu precisava atendê-lo.

Mesmo o meu tio Albino estando ali no apartamento.

Autorizei o “porteiro” a permitir a entrada do homem, um executivo chegando aos 40 anos de idade, bem apanhadão, e que sempre só quer uma rapidinha e, mesmo assim, faz questão de me pagar em dobro.

Pensei em mandar o tio dar umas voltas, mas como ele não conhece bem a cidade, fiquei com medo dele se perder.

E além do mais, de qualquer jeito ele iria acabar descobrindo, então…

– O tio… preciso trabalhar um pouco, fica ali no outro quarto, só uma meia hora, por favor.

– Trabalhar, mas…

– Depois eu explico.

O tio foi para o quarto, meio que encostou a porta, mas eu bem sabia que de lá ele estava com as antenas ligadas.

Recebi o cliente, me tranquei com ele no quarto, e já fui logo sentando na cama, tirando o seu pau e caprichando na chupetinha (ele não fala boquete), mamando a cabecinha e, por umas três ou quatro vezes, engolindo até as bolas… olhando nos olhos dele.

É exatamente isso, essa garganta profunda submissa, acompanhada de uma generosa ejaculação na minha boca, que o incentiva a me pagar em dobro.

Na verdade, é isso,mas não é só isso.

– Hoje eu só quero o diferente. – ele falou, depois que continuei chupando até deixar seu pau em ponto de bala novamente.

– Eita! Assim, sem aviso? Não fiz preparação.

– Não me importo.

– Então, tá! – falei, me levantando o suficiente para pegar o gel na gaveta e logo sentando outra vez para passar no seu pau… bastante, deixando bem lisinho.

Levantei novamente para tirar a calcinha, levantei a saia, entreguei o tubo de gel a ele, e me ajoelhei na borda da cama, com as pernas para fora, ele no meio.

– Passa bastante, pedi.

E nem precisava ter pedido, porque ele gosta de primeiro ficar passando gel com o dedo em mim, brincar bastante, e só então enfiar o pau. 

Para ele enfiar eu fico de quatro, facilitando pra ele tanto a penetração quanto a visão da penetração… ele gosta de olhar o pau entrando. Também gosto de olhar, mas isso só quando estou noutra posição, sentada de frente para o espelho.

Feita a penetração, ele despeja uma boa quantidade de gel, na minha bunda, espalha tudo, e então pede (já nem precisa pedir mais) para eu ficar ereta, minhas costas no peito dele, seus dentes no meu pescoço, minha bunda esfregando nele, mordendo.

Ele goza tão alto que, com certeza, o tio ouviu lá do outro quarto.

Sim, o tio ouviu.

Mas antes de fazer minhas explicações para o tio, tive de mostrar o banheiro da suíte para o cliente, pois como eu não estava esperando, não tinha me preparado com a chuquinha e… dado o tamanho meio avantajado do pau dele… saiu sujo.

Fazer o quê?

Ossos do orifício… quer dizer, do ofício.

– Entendeu, tio? É assim que eu me defendo, mas nem é tanto pelo dinheiro, pois que o meu pai sempre me manda uma boa quantia… é prazer mesmo, entendeu?

– Entendi. Na verdade eu até desconfiava, só que não ia perguntar, é claro.

– Só espero que você não fiquei frustrado.

– Frustrado por quê?

– Lembra que você falou uma vez que só mesmo mulher da zona para te aceitar, e que você não queria nunca ir na zona?

– Não é que eu não queria, eu não tinha era coragem, mas…

– O que foi, tio?

– Agora entendi.

– Entendeu o quê?

– Quer dizer que aquela vez lá na represa, a primeira vez, e depois as outras vezes, e também aqui, agora…

– Não senhor! Não vá dizer e nem vá pensar que só fiz, que só faço por compaixão, por pena. Não vá pensar uma coisa dessa. Só fiz mesmo, só faço, porque… já falei… sinto prazer. Senti prazer contigo, sinto prazer… sinto prazer com os homens, na maioria tudo bem mais velho que eu, que você, alguns já bem velhos mesmo. Mas eu sinto prazer, e não é só o prazer sexual propriamente dito, o prazer de gozar… nem sempre eu gozo junto. É um prazer que não sei explicar.

– Eu entendo, e nem vou pensar nada. Como eu disse, eu já desconfiava, mas isso não muda nada. Não tem comparação nenhuma eu ir na zona pegar uma mulher daquelas, por mais novinha e mais bonitinha que seja, não tem a mínima comparação. Você… você…

– O que tem eu?

– O que tem…? O que tem é que…

– É o quê? Fala!

– Sabe aquela história, lavou tá limpo?

– Sei.

– Então… já lavou?

– Já, mas nem precisava, não usei ela.

– Não!? Não vai dizer que… Você leva atrás? Por que não me falou isso antes? Sempre tive a maior vontade de pedir… Agora eu quero.

– E não vai ficar só querendo. Só que hoje não, agora não… agora é só nela… quer?

E lá vou eu pro quarto outra vez, aquele boquete caprichado, a garganta profunda, que há muito já peguei gosto, e então, devido às dificuldades físicas do tio, aquela cavalgada, subindo e descendo o corpo, mexendo, remexendo, esfregando a xana, rebolando, olhando nos olhos dele…

– Goza, tio… goza!

– Goza também, menina, goza também!

Não sei como, mas o tio conseguiu um ingresso de última hora e fui com ele até o Alianz, ver o show do Paul… magnifico.

Minha preferida sempre foi a Taylor Swift, mas desde que fiquei sabendo que ela sempre foi fã dos Beatles, virei fã também.

Voltamos do show, abrimos um vinho.

– Amanhã estou indo embora.

– Eu sei, tio. Não esqueci, não. Termina o vinho que vou ao banheiro me preparar.



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