
Quem sou eu, onde eu moro, quanto eu peso
Vivido por: Bruna Bruninha (2005)
Marília – SP – São Paulo – SP
Transcrito por: Anna Riglane
Sou de uma localidade próxima à cidade de Marília, aqui mesmo, no estado de São Paulo, mas não é Dirceu.
Faz algum tempo estou morando em São Paulo, fazendo a faculdade, trabalhando… e trabalhando.
Tenho o meu próprio apartamento, no bairro Paraíso, mais para os lados da Vila Mariana, que comprei graças a umas interferências com o meu pai, homem cabeça dura.
Faço Filosofia, procuro ter a mente bastante aberta, ele é ultra conservador, reacionário mesmo, umas ideias que não dá nem para discutir, mesmo porque ele não discute, só quer impor o que ele pensa.
Mas na família não é só ele que é assim, não.
Qualquer hora eu conto.
Tenho um carrinho, Corsa Hatch 2012, financiado, mas está muito bom, nem 80 mil km rodados, até viajo com ele para a minha terra natal.
No mais, faço faculdade numa grande universidade, trabalho, numa grande empresa de telefonia móvel… e trabalho.
Estudo na parte da manhã, trabalho na parte da tarde… e trabalho à noite, durante a semana ou, a qualquer hora, nos finais de semana.
Sou loirinha, natural.
Tenho 1,63 m.
Peso 58 kg.
E sou bem bonitinha.
Idade? Nasci em dezembro de 2005.
Faço academia, e tenho esteira em casa.
Penso em comprar uma bicicleta, mas só se for para pedalar apenas na Avenida Paulista, porque noutros lugares não acho seguro.
Moro sozinha.
Tenho um namorado lá no interior. Algumas vezes ele me visita, na maioria das vezes sou eu que vou lá.
Faço programas, mas sou um tanto conservadora nessa parte, bem ao gosto de muitos clientes.
Depois explico o que é isso.
Não depilo… quer dizer, me depilo nas pernas, nas axilas etc., mas não na princezinha.
A princezinha eu deixo sempre bem aparadinha, mas não tiro tudo.
Acho que dá mais charme, e muitos dos meus clientes também acham, preferem.
– É da natureza. – dizem.
Agora chega.
Quem quiser, venha me conhecer.
E por falar nisso, atendo em motéis também, mas gosto mesmo é de atender aqui no meu AP.
O porteiro da noite já se tornou meu amigo, muito amigo mesmo, e ele ajuda a camuflar a entrada dos meus clientes, evitando, assim, falatório das despeitadas moralistas do condomínio.
A síndica é “vangelca”, anda sempre com aqueles vestidões até os pés.
Além da ajuda do Moacyr, o porteiro (casado filho da mãe, que sempre me cobra uma, às vezes duas, em troca do seu help), um truque que uso quando atendo no apê é marcar com o cliente nalgum lugar e trazer ele no meu Corsinha… vidros escurecidos.
Atendo muito pelos escritórios da Avenida Paulista, lugar onde comecei quando cheguei em São Paulo, usando uma estratégia super eficiente, que conto no momento oportuno.
Acho que é isso, por enquanto é.
Anna Riglane – Xcontos.club
Anna Riglane… Jornalista, historiadora, pesquisadora do comportamento sexual humano, coletora/escritora e divulgadora de Contos Eróticos transcritos a partir de relatos dos seus leitores e/ou com base em fatos do cotidiano
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