Um dia acontece… ela dá uma puladinha de cerca, ele sai pra comer fora… o namorado, a namorada, o ficante, a ficante, sempre tem um ou outro dando umas escapadinhas, terceirizando as coisas.
Mas, de vez em quando…

Flagrantes 01
Meu namorado me flagrou na cama com a minha melhor amiga
Vivido por: Enilde B. S. (2007)
Jandira – SP
Transcrito por: Anna Riglane
Imagina o seu namorado chegar para a sua mãe e falar:
– Sabia que a sua filha é uma chupadeira de buceta?
Pois o meu namorado falou isso para a minha mãe, me deixando aterrorizada.
Só que, para o meu alívio e regozijo, ela deu uma resposta à altura… bem mais que à altura.
Mas deixa eu contar desde o começo como e porquê a coisa chegou nesse ponto.
…
Cresci correndo atrás dos meninos.
Não!
Não foi isso, foi o contrário, os meninos correndo atrás de mim.
Não!
Quer dizer… também não foi tudo isso, mas dado o fato de que sou bonitinha e que desde cedo já tenho um corpinho devidamente desenvolvido, e sempre teve um ou outro menino querendo ficar comigo.
E sempre fiquei com um e com outro.
Mas era só ficar, aqueles beijinhos inocentes, às vezes alguma mãozinha nos meus peitinhos, noutras vezes nas minhas coxas, mas nada muito além disso.
Aí aconteceram duas festinhas que me marcaram profundamente, isto porque gostei profundamente.
A primeira festinha, quando aconteceu, eu não sabia, mas hoje sei que foi uma espécie de curra.
Foi o meu primeiro lance marcante, quando caí na conversa do Ivo, um colega de classe e também vizinho da minha rua.
– Vamos lá em casa depois da aula, é meu aniversário e vai ter uma festinha.
– Festinha de aniversário numa quinta-feira de tarde, menino?
– Uai! Por que não? Vai lá! Tem um amigo meu que quer ficar com você.
– Quem é?
– Lá eu te apresento.
Fui da escola direto para a casa do Ivo, mas acho que só fui mesmo porque era pertinho da minha casa, era caminho.
E tinha o menino que ele ia me apresentar…
Eram seis, contando com ele.
– Cadê as meninas?
Tá bom! Tá bom! Eu sei que vão falar que eu podia sair correndo ou dar uns gritos, mas acontece que não estavam me agarrando e nem me forçando a nada.
Só queriam que eu beijasse cada um deles, um por um.
E eu queria beijar cada um deles.
E beijei cada um deles, um por um, e todos com o mesmo gosto.
Querem que eu repita?
Não fui eu que pedi para repetir, mas só porque não deu tempo, pediram antes.
Comecei o beija-beija outra vez, só que… quando eu estava no terceiro menino, ele pegou a minha mão e…
– Menino!
– Pega, vai! Só um pouquinho, assim, hummm.
Foi o primeiro pinto que peguei, depois veio o segundo, mais um… e tive de voltar naqueles dois primeiros. Seis pintos.
Mais um tico…
Sentada no sofá, que me fizeram sentar, eu tinha seis pintos na minha frente, todos duros, apontando pra mim.
– Põe na boca um pouco. – pediu o Ivo.
– Eu não! Pensa que não sei que vocês fazem a maior sujeira?
– A gente não faz não.
– É. A gente faz na mão depois.
– Chupa um pouco, vai!
Seis meninos pedindo, seis meninos que chupei.
Mas chupei assim, só de leve, colocava na boca um pouco, e só isso quase, porque eu nem sabia chupar.
E quando via que o menino estava se ouriçando, tirava, mandava sair, vir o próximo.
Até me pediram que eu fizesse na mão pra eles, mas não fiz mesmo… só o para o Ivo.
Fomos todos para o banheiro e lá, enquanto o Ivo me ensinava a bater punheta pra ele, os outros cinco batiam eles mesmo, apontando para a parede.
E depois que todos gozaram…
– Agora deixa eu fazer pra você. – falou o Ivo.
– Eu também quero fazer.
– Eu também.
– Eu também.
– Eu também.
– Eu também.
– Então lavem essas mãos. Lavem bem, com sabão.
Minha xaninha nunca tinha visto tantas mãos, tanto dedos. Na verdade a única mão e os únicos dedos que ela tinha visto eram os meus mesmos.
Em pé, com a calça e calcinha no meio das coxas…
Estranho gozar na frente daqueles meninos todos se revezando a me masturbar, mas gozei… e como gozei.
…
– Quer namorar comigo? – me pediu o Ivo, já na minha casa, só nós dois, logo depois daquela sujeirada toda no banheiro da casa dele e das minhas pernas bambas de tantos orgasmos.
– Namorar!? Depois do que fiz hoje…?
– E daí? Você não vai fazer mais, não é? Só pra mim.
Não entendi nada. Aceitei namorar com ele, meu primeiro namorado, mas não entendi nada.
E namoramos por quase dois anos, e me tornei melhor amiga da Lia, irmã dele.
Um dia resolvemos terminar e ficamos só na amizade… quer dizer, de vez em quando uma rapidinha na casa dele ou na minha, mas nada de namoro mais.
Mas nunca esqueci aquele dia com seis, e muito menos, como o Ivo me contou, que o único menino que queria realmente ficar comigo naquele dia era ele mesmo, que aquela foi a maneira que ele encontrou para ficar comigo.
Seu besta! Depois de eu ter pegado e chupado cinco…
…
Meu segundo lance marcante foi com a Lia… no dia em que, noutra festinha, agora só de meninas, me fizeram ficar com ela, beijar ela, mexer nos peitos dela, e deixar ela mexer nos meus.
Verdade mesmo é que eram quatro meninas, contando comigo, era revezamento, e fiquei também com as outras duas.
– O que você achou? – perguntei pra Lia, no dia seguinte, na casa dela.
– Sabe que eu gostei? Mas o que eu mais gostei mesmo foi de ficar com uma certa pessoa.
– É…com quem?
– Com você.
– Jura!? Eu também gostei mais com você… bastante mesmo.
E não precisamos falar mais nada antes de deitarmos abraçadas na cama, aos beijos.
Naquele dia foram só beijos e umas leves passadas de mãos nos seios uma da outra, pois que havia mais gente na casa.
Mas num outro dia, sozinhas na minha casa, com total liberdade…
Você já bateu punheta? Perguntei, enquanto nos beijávamos no sofá.
Punheta ou siririca?
Tanto faz. Deixa eu bater pra você?
Nossa!
Que emoção senti quando enfiei a mão por dentro da calcinha dela e toquei diretamente sua xaninha.
Vibrei forte.
E logo vibrei mais ainda, porque ela também começou a bater pra mim…
E fomos juntas até gozar.
Alguns dias depois, várias punhetas depois, nem falei nada, só fui enfiando a cabeça entre as suas coxas, tirando a sua calcinha…
Que delícia chupar!
Que delícia ser chupada!
Que maravilha nos chuparmos ao mesmo tempo!
…
Arranjei um namorado, o Jonas.
Namorei por dois anos o Jonas.
Namorei por dois anos a Lia.
Por dois anos andei dando umas muitas rapidinhas com o Ivo, chegamos a fazer anal, algumas vezes.
E o meu medo, meu grande medo, era que o Jonas descobrisse os meus breves momentos com o Ivo.
E ele descobriu, só que…
Era um domingo, meus pais estavam na igreja, tínhamos um bom tempo, nos engalfinhamos na cama, tirando nossas roupas, nos mordendo em beijos e lambidas, quando senti a presença de alguém na porta do quarto.
Não teve mesmo como disfarçar, pois a gente estava no maior 69, e podia até cair a casa que não iríamos perceber.
Só percebi o Jonas porque ele resmungou bravo.
E só ouvi o que ele disse enquanto se afastava, porque já estava sentando na cama, tentando me explicar.
– Vai tomar no cu!
Era para ser as últimas palavras que ele me dirigia, mas não foi.
No portão, minha chegou na frente do meu pai, para minha sorte, pois foi pra ela que ele falou:
– Sabia que a sua filha é uma chupadeira de buceta?
Da porta, ouvi, e gelei, minha mãe crente como é, eu só podia imaginar o pior.
Mas o que eu ouvi…
– Bom… vai ver que é porque chupar buceta é bem melhor do que beijar um sujeito asqueroso como você.
Ele não falou nada, porque o meu pai estava chegando, só virou as costas e foi embora.
E eu…
Mais tarde, conversando comigo e com a Lia, fiquei surpresa com a minha mãe, primeiro por ela dizer que nunca havia mesmo gostado muito do Jonas, e segundo por ela revelar que há muito já sabia das lambeções entre eu e a Lia.
E terceiro…
– É muito bom… mas homem também é, entenderam? – ela disse.
Claro que entendi, e a Lia também!
Não precisamos largar nossos prazeres mútuos, mas nem por isso vamos dispensar os homens.
Naquela mesma tarde, enquanto a Lia foi ao encontro do namorado, fui dando um jeitinho de me isolar com o Ivo… umazinha, duaszinhas…
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Anna Riglane – Xcontos.club
Anna Riglane… Jornalista, historiadora, pesquisadora do comportamento sexual humano, coletora/escritora e divulgadora de Contos Eróticos transcritos a partir de relatos dos seus leitores e/ou com base em fatos do cotidiano
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