Triângulo incestuoso… meu dia dos pais

Este conto faz parte do ebook
The Black Ebook – 69 Contos Eróticos
publicado na amazon.com.br

(Anônimo)

A vida dá voltas e voltas e voltas.

E fazemos cada descoberta!

Aos 20 anos, novinho ainda, molecão, querendo comer todas, fui atrás de dúzias, me enrosquei com muitas, comi algumas, engraviei uma, tivemos uma filha.

A mãe, Miriam, e batizou a filha como Melissa.

Rapaz de boa índole, nunca neguei a paternidade nem abandonei a menina, mas, por razões várias ou, na verdade, por uma razão principal, que só vim descobrir depois, não me casei com a mãe.

Ela não quis casar… nem comigo nem com ninguém.

E assim temos convivido, distantes, mas sempre presentes um na vida do outro; eu, a menina e a mãe, com quem sempre mantive uma boa amizade.

Me casei, não deu certo, separei, e por uma daquelas muitas e muitas voltas que a vida dá, acabei me envolvendo novamente com a mulher.

Foi pela época em que a menina estava terminando o colégio, que era particular e eu pagava a maior parte. Ela pensava em ir para a faculdade e fui combinar com a mulher como poderíamos fazer.

Já que eu estava solteiro e não tinha outros filhos, podia agora arcar com todas as despesas da menina.

E já que a mulher estava solteira, pois nunca havia se casado, tomamos uns vinhos a mais num restaurante e acabamos num motel.

Do motel, fui dormir na casa dela e, algum tempo depois, elas vieram morar comigo, porque ficava bem próximo da faculdade que a Melissa estava por fazer, e porque a casa era maior e melhor.

A menina, então com 17 aninhos, chegando aos 18, era uma gracinha e, como sempre acontecera, nos dávamos muito bem.

Bom… estou falando no passado, mas tudo isso ainda é presente.

Só reparei de imediato que a menina não tinha um namorado fixo.

Estava sempre com um amigo ou outro, tinha também muitas amigas e uma amiga que parecia ser especial… quer dizer, a sua melhor amiga, pois estavam quase sempre juntas, dormiam uma na casa da outra.

Seu nome, Nicole, uma gracinha de menina, loirinha, corpinho certinho, rostinho lindo, cabelos longos, liso.

Mas não via ninguém com quem a Melissa parecia mais chegada, mais amorosa.

– Prefiro assim. Se a gente namora, perde toda a liberdade. – ela me disse um dia, depois que fiz algumas indagações indiretas sobre seu possível namorado.

– No dia que aparecer alguém certo… – ela falou, numa outra conversa.

Nossa vida a três foi engrenando com tudo de bom.

Nos dávamos muito bem, fazíamos de tudo um pelo outro e eu via um futuro muito bom.

Só uma coisinha me chateava um pouco, eu tentava consertar, mas sem sucesso, até que tive uma conversa mais séria com a Miriam.

– Você me atende sexualmente toda vez que te procuro, mas não me procura e, pior ainda, não vejo você ter prazer. Você não tem orgasmos, não goza.

– Tenho, sim… eu gozo, claro.

– Você só finge… tenho percebido que você só finge. Se tiver algum problema, me fale, a gente busca tratamento.

– Não. Eu não preciso de tratamento. Acho que… quer dizer, nem acho, tenho certeza, é que sou meio travada, meio… Mas vou me soltar mais, eu prometo.

Ainda conversamos mais algumas vezes sobre o assunto, antes, durante e depois das nossas transas.

Ela parecia mais solta, mais disposta, mas, comecei a perceber, só gozava de verdade quando eu lhe masturbava, com o dedo ou com a língua.

Seu verdadeiro gozo, na verdade, eu só percebia quando lhe chupava.

Ela jogava o corpo sobre a cama, a cabeça para trás, e ficava se agarrando aos lençóis ou, então, aos meus cabelos, e gozava.

Mas com a penetração ela só fingia.

Dizia que tinha gozado, mas eu sabia que era orgasmo fingido.

Tudo bem. – eu pensava, pois sei de mulheres que sentem mais prazer no clitóris, sendo que algumas não conseguem nunca gozar com a penetração apenas.

Se esse era o seu caso, eu tinha mais é que respeitar o seu organismo e caprichar nas chupadas e nas siriricas que eu batia pra ela.

Mas, coisas estavam para acontecer.

Chegou o mês de agosto e desde a primeira semana comecei a perceber uma agitação meio diferente entre as três, minha mulher, minha filha, e a amiga Nicole.

Muita conversinha em voz baixa.

Muito fala-fala olhando para mim.

Muitos papos interrompidos, disfarçados, quando eu chegava perto.

E a Miriam inventando de visitar uma amiga que havia ganhando neném.

Uma visita num sábado à noite, véspera do dia dos pais.

Uma visita para a qual ela dispensou a minha companhia.

– Pode ficar em casa, tranquilo. Pode tomar o seu uisquinho… é pertinho, vou a pé, e nem demoro. Enquanto isso…

– Enquanto isso…?

– Não sei, mas acho que as meninas querem a sua ajuda para um trabalho da faculdade.

– Que ajuda? Não faço faculdade.

– Sei lá. Acho que é uma pesquisa.

– Pesquisa? Mas elas nem estudam juntas, não fazem o mesmo curso.

– Bom… elas te explicam. Foram ao mercado e quando voltarem elas te explicam. Agora deixa eu ir que assim volto logo.

Aí tem. – pensei.

Será que a mulher está com alguma história?

Ou será que… será que estão aprontando alguma surpresa para mim, pelo dia dos pais?

Preparei meu uísque com água de coco, coloquei um fone de ouvido, liguei meu pequeno aparelho de som numas musiquinhas bem relaxantes, comecei a curtir o meu sábado.

E logo tive a certeza de que a minha teoria da festinha surpresa era verdadeira, quando a mulher saiu e, alguns minutos depois entraram as meninas, com sacolas de supermercado e muita conversinha só entre elas, enquanto arrumavam as coisas no armário, na geladeira.

Depois foram para o quarto e, mais alguns minutos, saíram uniformizadas.

Explico:

Antes estava uma de vestido e a outra de calça comprida, mas quando saíram, estavam as duas de saia e camiseta, muito parecidas por sinal.

E foi assim vestida que chegaram até a sala e se posicionaram em pé à minha frente.

– O que vocês estão aprontando, molecas? – brinquei, tirando os fones dos ouvidos.

– Pai… é para uma pesquisa da faculdade e queremos a sua opinião. – falou a Melissa, minha filha.

– Tudo bem. – respondi, obedecendo ao comando para ficar de olhos bem fechados.

– Não vale olhar antes do tempo. Espere eu mandar.

Tomei mais um gole da bebida, fechei os olhos e nem me dei ao trabalho de tentar imaginar do que se tratava, com a certeza de que nem fazia ideia e o melhor era esperar para ver.

E vi.

– Pode abrir. – disse minha filha.

E quando abri os olhos estava tudo como antes, exceto por um detalhe… as duas em pé, lado a lado, mas a Nicole sem a camiseta, seu lindo par de seios de fora.

Juro que em momento algum eu tinha imaginado qualquer coisa parecida com aquilo… a menina meio desnuda.

– Mas… – parei meio embasbacado, sem saber exatamente o que pretendia dizer.

– Fecha os olhos outra vez. – disse a Melissa, tirando-me daquela situação, da qual eu não sabia se queria realmente sair.

Tive de recorrer a mais um gole. Fechei os olhos, esperei, agora já me perguntando que tipo de pesquisa era aquela.

– Pode abrir. – e dessa vez foi a Nicole quem falou, o que me levou a imaginar que ela tivesse tirado a saia, que já estava só de calcinha ou, talvez, sem nada.

Abri os olhos e me deparei com as duas, novamente, exatamente iguais, em tudo.

Minha filha também estava com os peitinhos de fora.

Tive de tomar mais um gole… quatro peitinhos…

Minha própria filha!

– Fecha de novo, pai.

Tive de fechar, nem tive tempo de olhar direito.

E quando abri novamente os olhos a novidade era a Melissa, sem a saia, só de calcinha.

Nessas alturas, eu acho, ou não sei se um pouco antes ou um pouco depois, começou a me passar pela cabeça um certo sentimento de repudia pelo que estava acontecendo.

Minha filha só de calcinha à minha frente…!?

Que espécie de pesquisa era aquela?

Onde aquilo ia parar?

Seria realmente uma pesquisa?

E foi exatamente esta última pergunta o que me fez entrar num duelo entre a repudia e a curiosidade pelo que viria, o desejo pelo que podia acontecer.

Eu estava desejando a minha própria filha?

Ou era desejo pela Nicole?

Preferi acreditar que era essa última oportunidade.

Mandaram eu fechar os olhos, fechei, mandaram abrir, e vi o que eu já sabia que ia ver, pela sequência das coisas.

Nicole só de calcinha.

Melissa e Nicole só de calcinha, peitinhos de fora.

Melissa, minha filha, Nicole, apenas amiga da minha filha, nenhum parentesco.

E então quebraram a sequência das coisas.

– Agora pode ficar de olhos abertos.

Esperei, de olhos abertos, com uma certa ansiedade, uma grande ansiedade, e elas fizeram aumentar ainda mais o meu drama, permanecendo quietas, imóveis, por um longo tempo.

E só quando ameacei questionar, quando viram que eu já não me suportava mais, é que saíram da imobilidade.

Melissa virou de costas para mim, Nicole continuou de frente.

As duas começaram a tirar a calcinha, muito lentamente.

A bundinha da Minha filha, o montinho de pelos da Nicole.

– Olha bastante. – falou a Nicole, e percebi que era para a sua xaninha que eu devia olhar.

Na verdade, era o que eu mais queria olhar naquele momento,

– Já olhou bastante? – perguntou a Melissa.

– Nunca é bastante. – falei, já entrando no clima e pensando que se fodesse o que estava por vir. Eu queria é mais. – Nunca é o bastante olhar vocês duas assim. – continuei.

– É, sim. Tem de olhar apenas o suficiente. – disse Melissa, também virando de frente… seu montinho de pelos, seu triângulo.

Quatro peitinhos, dois montinhos!

– Meninas, filha, eu…

– Por favor, pai. Sua opinião só no final.

Um montinho de pelos morenos, um montinho de pelos ruivos.

– Mas é que…

Eu só queria falar que já não aguentava mais, que meu pau já estava estourando.

Mas elas já sabiam, já esperavam por isso.

– Agora… tira a sua calça. – disse a Melissa.

– Tirar a calça…?

– Tira a calça, mostra o instrumento. – disse a Nicole.

– Instrumento…?

– Sem falar nada, por favor. Mostra. – ordenou a Melissa.

– É. Mostra. – completou a Nicole.

Mais um gole.

Tirei calça e cueca, sob o olhar penetrante das duas.

– Isso. Agora fica meio deitado, mostra ele, mexe nele.

– Fecha os olhos e mexe nele. Imagina que é a Nicole que está mexendo.

– Imagina que estou chupando.

– Estamos te chupando.

Passou-se um longo tempo.

Para mim foi longo, tentando adivinhar o que elas estavam fazendo.

Então ouvi uma voz que me pareceu não ser de nenhuma delas.

– Pode abrir.

E não era de nenhuma delas.

Era a voz da Miriam, minha mulher, em pé à minha frente.

Quase me enfiei para dentro do sofá.

Quase o meu pau se enfia dentro do meu cu.

De duro como estava, virou uma geleia, na hora.

Procurei desesperadamente minha calça, mas havia desaparecido.

– Mas… mas… – eu gaguejava, procurando pelas meninas, que haviam desaparecido, juntamente com as minhas calças.

– Mas, mas o quê? – perguntou a Miriam. – Não fazia ideia de que você fosse desse tipo… Se masturbando aí, na sala… E se as meninas chegam? Você não pensa?

– Mas… mas… As meninas… elas… elas…

Só quem já passou por uma situação como essa é que pode entender o meu sufoco naquele momento.

Mas que merda aquelas pestinhas haviam me aprontado, e por quê?

Será que a minha filha estava querendo destruir a minha união com a sua mãe?

Mas por quê?

Eu fazia tudo por ela, pra ela, pagava a sua faculdade…

– Bobão! – falou a mulher, me dando a impressão de que estava querendo rir.

– Miriam… eu… não sei…

– Não sabe o quê? – perguntou, enquanto se livrava rapidamente da camiseta, deixando os seios à mostra.

– O que é que você não sabe? – perguntou, livrando-se da saia.

– Você não tem mulher para fazer essas coisas, não?

– Precisa se masturbar? – perguntou, livrando-se da calcinha e logo se ajoelhando entre as minhas pernas, pegando o meu pau, se preparando para chupar.

E eu…

Eu apostaria um centavo contra um milhão, ou contrário, na verdade, que o coitado desse algum sinal de ereção.

A boca da Miriam, por mais gostosa que fosse e por mais que ela soubesse me acariciar, lamber, mamar, por certo não seria capaz de levantar o meu moral… não depois daquele susto.

Mas e três boquinhas bonitinhas, gostosas e carinhosas?

– As me… as meni… – gaguejei, vendo as duas meninas surgirem da cozinha com bandejas, garrafas, copos.

Parei de gaguejar quando vi que estavam nuazinhas, como antes.

– Feliz dias dos pais. – disse a Miriam, tirando o meu pau da boca, chamando as meninas para juntarem a nós, chupar, beber, mamar, comer, transar.

Marido e mulher.

Mulher e amiga da filha.

Amiga da filha e marido da mulher.

Mulher e filha.

Filha e pai.

Foi o melhor dia dos pais que já tive.

Mas a surpresa de descobrir que minha mulher é bissexual, que minha filha é bissexual, que elas têm uma amiga bissexual…

No início, mesmo depois de tudo o que rolou naquela noite, foi meio que um choque saber que as três, inclusive mãe e filha, já transavam entre elas há muito tempo.

Mas o choque foi só no início.

Depois… nem dá para contar.

Assine para obter acesso a todos os contos

Leia mais sobre este conteúdo ao tornar-se assinante hoje

Leia mais:
Anna Riglane na amazon.com.br
Dezenas de ebooks, centenas de contos






Inscreva-se para receber atualizações



amazon.com.br



Descubra mais sobre xcontos.club

Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.

Deixe um comentário

Descubra mais sobre xcontos.club

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continue lendo