Um motoqueiro azarado

Camisola do dia

Meus colegas de serviço gostam de zoar comigo, dizendo que sou um “motoqueiro azarado”.

E às vezes até acredito que sou mesmo, pois tudo o que é ruim acontece comigo ou sobra pra mim, como, por exemplo, ser “sorteado” para trabalhar numa sexta-feira, entre feriados e chovendo noite e dia sem parar, alagando tudo.

Os outros foram viajar, tinham os quatro dias para ficar em casa, e eu fiquei lá, de plantão, só torcendo para não surgir um serviço, já que sou mensalista e ganho um salário fixo e não por serviço realizado.

Pelo menos nisso dou sorte.

Mas não dei a sorte que eu tanto queria, pois lá pelo meio do dia a “adorável menina” do atendimento me entrega um pedido na mão.

– Pra hoje? – perguntei.

– Pragora. – respondeu aquela que todo mundo já havia comido, menos eu, só porque dei azar de ser namorado da prima dela.

E até que é bonitinha, gostosinha… mas é ranzinza e vive de marcação comigo, louquinha para ir contar para a prima algum desvio de conduta da minha parte.

Mal sabia ela, no entanto, que…

Vesti meu macacão de chuva, coloquei as botas de borracha por cima do tênis, luvas, capacete com viseira ante embaçante, mas que só havia funcionado direito enquanto estava na garantia… enfim, me preparei e fui, “p. da vida”, apanhar a encomenda na loja e levar até a casa do destinatário.

O ponto de origem era uma loja de eletrônicos, no centro da cidade, São Paulo, a encomenda, um aparelho celular de última geração que, por azar, a prima da namorada já tinha comprado, só para esnobar, e eu é que tive de ensinar a ela como usar.

Meio burrinha a menina. Bonitinha, gostosinha, mas muito fresquinha e burrinha.

O ponto de destino era uma casa no bairro Indianópolis… quer dizer, lembrando que a empresa onde trabalho fica na Casa Verde, eu tinha só que atravessar toda a cidade, só isso, debaixo de chuva, por ruas alagadas.

Mas vamos nessa.

Cerca de uma hora e vinte depois eu tocava a campainha na casa de destino, e só não tomei um choque mais forte por causa das botas de borrachas.

Mesmo assim, molhado como eu estava, levei um bom tranco, quase derrubei a encomenda no chão.

– Pois não! – fala, quase grita, uma loirinha lá na porta.

– A encomenda.

– Que encomenda?

– A encomenda que eu vim entregar.

– Mas é aqui mesmo? Não está no endereço errado?

– É para Suzane F. S. – falei, depois de puxar um pouco o pacote de sobre o macacão, com todo cuidado para não molhar, pois naquela hora a chuva parecia ainda mais brava.

– Suzane sou eu, mas não encomendei nada.

– Mas alguém mandou entregar.

– Entregar o quê?

– Ô meu saco, menina! Entregar a encomenda, oras.

– Sim. Mas o que é a encomenda?

– É um celular.

– Celular? Legal. Vou abrir.

Ela ia abrir o portão pelo controle remoto, mas uma outra menina apareceu de relance na porta, era uma moreninha, e puxou a loirinha para dentro.

Esperei, tomei mais chuva ainda, até que as duas reapareceram e a loirinha falou.

– Moço. Ninguém aqui encomendou nada. Não vou abrir, não.

– Tudo bem! Levo de volta. Depois você se entende com a pessoa que mandou trazer a encomenda.

– Mas quem foi que mandou trazer? – perguntou a moreninha.

– Não sei… a não ser que eu veja a nota fiscal ou o pedido.

– Pois então veja. – falou ainda a moreninha, com voz autoritária.

– Mas como? Não posso abrir o pacote debaixo dessa chuva.

– E nós não podemos deixar você entrar.

– Então vão as duas tomar no cu, que eu vou embora.

Não.

Não falei nada disso, não mandei tomarem no cu, só fiquei na vontade.

Afinal, elas tinham razão, deviam estar sozinhas na casa, não sabiam quem eu era.

– Então deixem eu entrar até a garagem, pelo menos. Podem trancar a porta.

E trancaram mesmo.

Trancaram, abriram a janelinha de vidro, destravaram o portão, entrei até a garagem, enxuguei como pude as mãos e abri o pacote, de onde tirei o pedido e a nota fiscal.

– Encomenda foi enviada por Maria S. S. B. – falei.

– É a minha avó. – falou Suzane, a loirinha.

– Tá vendo? E tem uma carta também.

– Uma carta? Leia pra eu ver se é ela mesmo.

– Para com isso, garota! Aí também já é demais, não é? E nem posso abrir a carta com essa molhaceira toda.

– Tá bom! Entra.

Só que esse tá bom, entra não aconteceu de imediato. Demorou ainda alguns minutos, as duas discutindo lá dentro, até que abriram a porta e dei uma corrida, entrando uns dois passos e parando, para não molhar o tapete da sala.

– Desculpa, mas o senhor sabe, a gente tem medo e…

– Claro que sei! E vocês estão certas… só não me chame de senhor. – falei, tirando o capacete.

Vi quatro olhinhos fixando em mim com aquela típica reação de meninas surpreendidas pela beleza de algum menino.

Tá bom!

Não sou nenhum bonitão, mas sou um menino, no máximo um rapaz, e isso exerceu algum encanto nas meninas.

Na moreninha nem tanto, mas na loirinha…

Parecia até que ela estava esperando, sonhando com um príncipe encantado, e que eu era um príncipe encantado.

Passado aquele alumbramento… quer dizer, aproveitando o estado de torpor das meninas, tomei a liberdade de perguntar se eu não podia tirar o macacão.

– Estou uma molhaceira só… vou molhar todo o pacote. Será que não tem um lugar onde eu possa tirar o macacão?

– Claro! Venha até a cozinha. – disse a loirinha, para total desaprovação da moreninha, que não falou nada, mas falou tudo com os olhos, com a expressão.

Eu não tinha obrigação de abrir o pacote, apenas entregar, mas, diante daquelas gracinhas, o que eu menos queria era sair daquela casa… ainda mais com o céu desabando lá fora.

Fui acompanhando a menina, desviando do tapete da sala, até chegar à cozinha, uma grande cozinha.

Escolhi um canto, depositei o pacote, a chave da moto e tudo o mais sobre uma mesa, tirei a bota, o macacão, e até me senti mais aliviado, pois moto só é gostoso mesmo em dias de sol. Chuva e frio não… não, só mesmo por necessidade de trabalhar.

A moreninha ficou na sala, desconfiada, desconfiadíssima… acho que pronta para sair correndo, se fosse preciso.

Sou de paz. – eu ficavava pensando e tentando, ainda que mentalmente, fazê-la entender que não oferecia nenhum risco.

Bem que eu aceitaria comer uma delas ou até mesmo as duas, mas isso se elas estivessem a fim, pois nunca forcei nenhuma menina a nada e nem me passava pela cabeça fazer uma coisa dessas.

Porém, mesmo sem forçar, mesmo sem dar qualquer tipo de indireta, logo as coisas começaram a caminhar para o lado errado… quer dizer, para o lado certo, certíssimo.

Livre daquela indumentária toda, sentei numa cadeira, pedi uma faquinha de mesa e fui abrindo o pacote, aquela montoeira de fita adesiva, até chegar na caixinha do celular.

– Nossa! É um modelo XPU 419B (claro que não foi isso!). A Vovó caprichou mesmo. Olha Yasmin! Olha! Vem ver!

Bom… aí nesse olha vem ver aconteceram duas coisas já maravilhosas.

Primeiro, que a moreninha, a Yasmin, criou coragem e migrou da sala para a cozinha, motivada, com certeza, pela curiosidade sobre o celular que a amiga havia acabado de ganhar.

Segundo, porque enquanto chamava a amiga e procurava olhar melhor o celular, ao mesmo tempo, a loirinha, a Suzane, foi encostando ao meu lado, encostando… e encostou tanto que praticamente encoxou o meu braço.

Senti o pau dar uma fisgada.

Adormecido que o bicho estava, com toda aquela água, de repente ele deu um sinal de vida, uma endurecida.

A loirinha me encoxando, a moreninha meio distante, mas tão curiosa quanto a amiga, e eu ligando o celular, mostrando as funções. Até parecia que eu era o vendedor.

– É tudo diferente do meu. – falava a Suzane loirinha.

– Também não entendendo muito, não. – falava a Yasmin, no pouco que falava.

– Mas é fácil, é assim… assim… – eu ia falando, percebendo a moreninha chegando cada vez mais perto, no meu lado oposto ao que estava a loirinha.

E a loirinha já, praticamente, encavalada no ombro.

Eu pensava até que ela estava dando umas mexidas, mas não acreditava nisso, devia ser imaginação minha.

 E de repente ela desencostou, saiu… mas foi só para ir até a sala buscar o seu aparelho de celular, que agora era antigo e do qual ela queria passar as coisas para o novo.

Pena!

Estava tão gostosa aquela encoxada no ombro.

E estava mesmo, mais pra ela do que pra mim, com certeza, pois assim que voltou com o celular na mão ela se colocou na mesma posição de antes.

E dessa vez, pude sentir, tive a certeza de que ela deu uma levantadinha nos pés para ganhar altura e encaixar a coisinha no meu ombro.

E quando baixou os pés ficou aquela pressão.

Fiquei de ombro duro.

Ombro e pau, duros, cabeça já imaginando mil loucuras.

E a moreninha ainda distante… quer dizer, bem perto, mas sem encostar.

Mostra essa função aqui, fala daquela outra função ali, instalava aquele aplicativo, baixa aquele outro, Face, Whatsapp…

– Transfere meus arquivos, por favor.

Está certo que a imaginação da gente voa longe, mas seria imaginação ou naquele “por favor” ela teria dado uma pequena abrida e depois fechada das coxas?

Resolvi descobrir, já estava encorajado a ir em frente.

Coloquei umas três mil fotos para copiar, via Bluetooth, e enquanto o aparelho fazia o serviço eu começava um outro tipo de serviço.

Continuei segurando o aparelho com a mão esquerda e deixei cair o braço direito, o encoxado, que logo ficou em meio às suas pernas, suas coxas.

Dei uma empurradinha no antebraço, querendo entrar, e ela abriu um pouco as pernas.

Empurrei mais, ela abriu mais.

E foi mais ou menos nesse momento que a moreninha, já mais tranquila quanto à minha periculosidade, começou a me fazer algumas perguntas sobre o aparelho, como se eu fosse algum vendedor, técnico ou coisa assim.

Eu explicava aquilo que eu sabia, enrolava no que eu não sabia, e também deixava o aparelho na mão dela, já que a minha outra mão estava ocupada, alisando por trás da coxa da Suzane.

E a Suzane mexia o quadril no meu ombro, deslizava sua coisinha, comprimia, mas tudo de forma lenta, disfarçada, para que a sua amiga não percebesse.

E a amiga, Yasmin, a moreninha, coisinha mais linda, mexendo com as duas mãos no celular, em pé ao meu lado, ia se aproximando cada vez mais, até que sua coxa direita encostou no meu ombro esquerdo.

Suzane ainda estava interessada nas coisas do celular, é claro, mas o seu interesse maior, parecia mesmo, era esfregar a periquita no meu ombro.

E que periquitinha maravilhosa ela devia ter!

Era o que eu ficava imaginando.

Acho que dei uma enlouquecida, passei o braço esquerdo por trás da Yasmin e a abracei, pelas coxas.

Ela logo levou a sua mão até a minha e a empurrou, afastando-a.

Mas fez isso de forma tão lenta e tão sem força, que me lembrei daquela piada: você tem meia hora para tirar a mão daí.

Realmente, se a moreninha queria ou não que eu tirasse a mão da sua coxa, eu não conseguia perceber de imediato, pois ela empurrava a minha mão, depois subia a mão para mexer com as duas mãos no celular, depois voltava a empurrar a minha mão, depois…

Fez isso sei lá quantas vezes.

E enquanto isso, do outro lado, no meu ombro direito, a Suzane já parecia não estar muito preocupada em esconder o seu ato libidinoso.

Simplesmente ela esfregava e pressionava o quadril, num ritmo cada vez mais rápido, que demonstrava estar procurando um orgasmo.

Claro que o meu braço, espremido entre as suas coxas, fazia minha mão, já descaradamente, apertar sua bundinha e a puxando-a contra o meu ombro.

A moreninha sempre tirando, de modo carinhoso, a minha mão.

A loirinha se agitando cada vez mais no meu ombro.

Meu pau querendo rasgar a calça.

E no celular…

Cada foto que transferia aparecia brevemente no visor. Fotos da família, de bichinhos, da rua, selfs, meninos chupando xaninhas de meninas, meninas chupando…

– Mas o que é isso? – quase gritou a moreninha, quando prestou mais atenção nas fotos.

– As fotos que a gente estava vendo ontem. – falou a loirinha.

– Chupo as duas. – falei.

E falei mesmo, não fiquei só na vontade, não.

Simplesmente achei que era o momento, que elas estavam querendo – ou pelo menos a Suzane estava -, e que ia valer a pena eu ter saído debaixo de chuva para fazer aquela entrega.

Falei que chupava as duas e apertei as duas contra o meu corpo, os meus ombros… a Suzane pela bunda, com o meu braço entre as suas coxas, e a Yasmin pela coxa, com o meu braço por trás da sua bundinha.

– Você tem coragem? – perguntou a Yasmin, causando-me surpresa, pois imaginava que ela fosse xingar e sair de perto.

– Chupo as duas. – repeti.

– Então me chupa. – falou a Suzane.

– Suzane! – gritou a Yasmin, repreendendo a amiga.

– Mas você não quer? Você perguntou se eu tinha coragem. – perguntei, abraçando-a mais forte.

– Só perguntei se você tem coragem, não falei que queria… tenho namorado… E você também tem, não é Yasmin?

Ela perguntou de um modo meio rancoroso para a amiga, e só mais tarde um pouco é que fui entender por quê.

É que a Suzane namorava o irmão da Yasmin.

O menino estava viajando… os meninos estavam, pois eram amigos um do outro, viajaram juntos e deixaram as meninas sozinhas.

Sozinhas, não.

Eu estava lá.

Virei o rosto para o lado da Suzane, mostrei a língua, alcancei seus peitinhos.

Ela ergueu a camiseta, seus mamilos apareceram, um par de limõezinhos, duas coisinhas maior delícia de colocar tudo na boca, mamar, mordiscar os biquinhos.

– Suzane! – falou novamente a voz autoritária da Yasmin.

Não perdi tempo.

Já chupando os peitinhos da Suzane com toda a avidez, comecei a puxar a camiseta da Yasmin para cima e ela, ao contrário do que antes havia feito com a minha mão na sua coxa, simplesmente ajudou a puxar, primeiro com uma mão, depois, depositando o celular na mesa, com as duas, até deixar os dois peitinhos de fora.

Abandonei a Suzane, fui de boca nos peitinhos da Yasmin.

Maiores um pouco que os da amiga, mas tão gostosos com os dela.

Deixa eu chupar os dois ao mesmo tempo.

Não pedi, mas mostrei que era o que eu queria fazer.

As duas se posicionaram, tirei minha mão do meio das coxas da Suzane, abracei as duas pelas bundinhas.

Não existe coisa mais gostosa que chupar dois… quatro peitinhos ao mesmo tempo.

Não sei se eu já tinha dito, mas as duas estavam de calça comprida e eu me perguntava qual delas seria a primeira a tirar a calça para mim… a calça e a calcinha.

Logo descobri, e pelo decorrer das coisas, deu a lógica.

Ainda chupando aqueles peitinhos, percebi quando a Suzane levou as duas mãos ao zíper da calça e abriu, depois empurrou para baixo, tirando.

Ajudei-a.

Esperei, desejei, que a Yasmin também abrisse a calça, mas ela não me parecia muito certa de querer fazer isso.

Queria ser chupada nos peitinhos, mas afastava a minha mão quando eu tentava abrir o seu zíper.

Abandonei-a.

Quando Suzane acabou de tirar a calça, ficando só de calcinha (e a camiseta enrolada acima dos peitinhos), ajoelhei-me aos seus pés, agarrei-a com as duas mãos pelas coxas, e comecei a beijar sua calcinha, lamber por cima da xaninha, procurando enfiar a língua pelas bordas do tecido.

Ela foi dando uns passinhos miúdos para trás, até encostar numa parede, e fui junto, movendo os joelhos, sem tirar as mãos das suas coxas, sem parar de beijar e lamber.

E então suas mãozinhas começaram a empurrar sua calcinha para baixo, um montinho de pelos ruivos apareceu, fui beijando, me enroscando, enfiando a língua, tocando sua carninha já mais que molhada.

Acabei de tirar sua calcinha.

Ela abriu as pernas.

A calcinha já era perfumada, a xaninha era mais ainda.

Coisinha gostosa, molhadinha, lisinha, quase cor de rosa… e cheinha de tesão.

Verdade era que tesão era o que mais Suzane havia demonstrado desde que começou a se esfregar em mim, mas quando toquei diretamente a sua carne com a língua ela, simplesmente, saiu de giro.

Começou e me agarrar pelos cabelos, rebolar o quadril para todos os lados e a gemer, quase gritar.

Eu tinha até dificuldade em acompanhar a sua xaninha com a língua e, por isso, em dado momento, fiquei parado e deixei que ela se esfregasse na minha boca, como antes havia feito no meu ombro.

E como se esfregou.

Se esfregou na minha boca e também no meu queixo, no meu nariz, na minha testa.

Custei, mas consegui apontar o meu dedo na entrada da sua vagina e, então, ela se descontrolou mais ainda, vi que ia gozar.

Gozou.

A menina estava realmente tarada, carente, sedenta por sexo.

E tanto estava, que logo fez inverter nossas posições, tirou a minha calça e antes mesmo de acabar de tirar já estava chupando o meu pau.

Que loucura!

Loucura ver e sentir a Suzane agarrada ao meu pau com as mãos, unhas, boca e dentes, mamando com volúpia a cabecinha ou, então, colocando na boca o quanto conseguia, bem mais da metade, quase na garganta.

Loucura ver a Yasmin, em pé atrás da amiga, meio que surpresa, indignada, assustada, fazendo gestos de que a amiga era louca.

Yasmin já havia puxado a camiseta, coberto os peitinhos.

– Tira! – meio que balbuciei, olhando para o meio das suas coxas e fazendo gesto com a língua de que eu ia chupar ela também.

Foi preciso fazer várias vezes o pedido até que ela, finalmente, começasse a tirar a calça, baixando até o meio das coxas e parando.

– Mais.

Um sorrisinho e baixou mais um pouquinho.

– Tira tudo.

Mais um sorrisinho, mais um tempinho, e ela se apoiou na mesa para tirar a calça pelos pés.

– A calcinha, a calcinha… – balbuciei mais uma vez, só esperando para ver a sua xaninha, e até meio esquecido de que havia uma outra gracinha de menina chupando o meu pau com toda a fome do mundo.

E eu já não sabia se a Yasmin estava ainda relutante em entrar na brincadeira ou se estava entrando da forma mais sexy possível, fazendo charminho.

Era um pouco das duas coisas.

Baixou sua calcinha um pouco, me deixou ver seu montinho de pelos, moreninhos, crespinhos… subiu a calcinha.

– Não…! – quase gritei.

Deu um giro no corpo, mostrou a bundinha, baixou a calcinha até quase o meio das coxas.

Quase atropelo a Suzane, querendo alcançar as coxas da Yasmin.

Virou de frente.

Enlouqueci.

– Me dá ela… – balbuciei, com ar de quem implorava.

Ela fez gesto que não.

– Me dá… – implorei novamente.

Ela virou, mostrando novamente a bundinha e dobrando um pouco o corpo, colocando-a quase ao alcance das minhas mãos.

Quase gozei na boca da Suzana.

Mas não gozei.

Na boca eu não gozei.

Suzane se levantou, me abraçou, beijou, se afastou, viu a amiga com a calcinha no meio das coxas, e saiu.

– Vou pegar camisinha. – ela disse, caminhando de um jeito que parecia não conseguir mais esperar pelo momento de levar uma rola.

Fiquei olhando sua bundinha se afastando.

Mas quem tinha me prometido a bundinha era a Yasmin.

Me ajoelhei, acabei de tirar a sua calcinha e linguei.

Tão perfumada, tão molhada, tão tarada como a xaninha da amiga.

Com a bundinha apoiada na borda da mesa, ela passou uma perna sobre o meu ombro e se abriu, se abriu, rebolou, gemeu, gritou.

Mas não gozou.

Suzane voltou e nos separou, foi colocando uma camisinha no meu pau, foi se sentando na beirada da mesa, abrindo as pernas, pegando ajeitando na xaninha e deitando, pedindo.

– Põe! Põe tudo! Põe tudo!

Primeiro fiquei segurando a Suzane pelas duas coxas e socando fundo na sua xaninha, conforme ela queria, conforme ela pedia.

– Enfia tudo! Enfia gostoso, tudo… – ela mais gemia do que falava, agora já meio dobrada, apoiando-se nos cotovelos, vendo nossos sexos brigarem.

Yasmin permanecia em pé ao meu lado, me abraçando e meio que encoxando na parte de trás da minha perna.

Depois, eu segurava a coxa da Suzane com uma mão só, continuava socando, mas com a outra mão eu abraçava a Yasmin, massageava a sua bundinha, beijava a sua boquinha, falava no seu ouvido.

– Depois eu quero você.

– Não.

– Por que não?

– Não posso. Tenho namorado.

́- Mas e daí?

– E daí que ela é só dele.

– Ela…! Mas e ele? – perguntei, afundando o dedo no seu reguinho, tocando o seu cuzinho, provocando nela um arrepio, um fechar de bunda.

– Não sei…

– Sabe, sim. Me dá ele.

– Dou… mas noutro dia, só nós dois.

Ainda tentei comer a bundinha da Yasmin naquele dia, mas não teve jeito.

Ela gozou comigo uma vez, enquanto eu comia a Suzane naquela posição e eu a masturbava.

Ela gozou comigo outra vez, quando fomos para o tapete da sala, a Suzane ficou me cavalgando e ela ficou agachada com a xaninha na minha boca.

Mas não deu para mim, nem a xaninha nem o cuzinho.

– Eu te ligo. – ela disse, num momento em que a Suzane foi ao banheiro.

Anotou o meu número no seu celular, e quando a Suzane voltou do banheiro já estávamos nos vestindo, meu telefone havia tocado.

́Era a chata da prima da minha namorada querendo saber o que tinha acontecido comigo, que estava demorando tanto.

Falei que tinha ficado ilhado sob um viaduto, mas que a água estava baixando que eu já estava voltando.

Acabamos de nos vestir, os três, trocamos alguns beijinhos, e saí, debaixo de chuva, não sem antes dar uma piscadinha para a Yasmin, enquanto estava colocando o capacete.

Quem é o azarado? – fui me perguntando, pela rua, debaixo de chuva, todo feliz.

Quem é o azarado?

Mas…

Recebi um fora da Suzane logo na primeira (e única) vez que liguei pra ela.

– Parou, menino! Foi muito bom, bom demais, mas esquece. Tenho namorado, não fica embaçando, não.

E a Yasmin, que pegou o meu número, nunca ligou.

De vez em quando, sempre que tenho alguma entrega por aqueles lados, passo naquela rua, ando meio parado em frente àquela casa, mas nada, nadica de nada.

Será que sou mesmo azarado?

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