Quase papai me pega com o meu namorado e a mamãe com o motorista

Este conto faz parte do ebook
The Black Ebook – 69 Contos Eróticos
publicado na amazon.com.br

Um dia, falei para minha mãe que após a aula na faculdade eu ia na casa de uma amiga fazer um trabalho, mas cheguei em casa bem antes do horário e minha vida se desintegrou, virou de ponta cabeça.

Ou será que não?

Para que eu mesma possa entender o que aconteceu e, quem sabe, não sair tão machucada nas minhas convicções, vou começar bem do começo.

E o começo foi quando papai contratou um novo motorista para servir de chofer à mamãe nas suas andanças e também levar e buscar meus irmãos na escola.

Como já sou meio crescidinha e já ando dirigindo o meu próprio carro, só usei ou uso o motorista de vez em quando.

Vai daí que as andanças da minha mãe, que gostava de visitar irmãs, ir ao shopping, num certo momento, agora que já tinha um novo motorista, começaram a se tornar cada vez mais ralas.

Mamãe já quase não saía de casa.

Normal, não fosse certas coisinhas que comecei a observar dentro da própria casa, tipo, o motorista sentado à mesa da cozinha junto à mamãe, inclusive quando a empregada não estava, a empregada que passou a trabalhar quase que somente no período da tarde, enquanto meus irmãos e eu estudamos de manhã.

E também o modo nada cerimonioso com que minha mãe tratava o motorista, ela que foi sempre tão sisuda e cheia de chatice com os empregados.

Aí tem… – eu desconfiava.

Mas como havia sido o meu pai, e não ela, quem arrumou e contratou o motorista, fiquei desconfiada da minha própria desconfiança… quer dizer, baixei a expectativa, achei que estava sendo injusta, vendo pelos em ovo, como costuma dizer minha avó.

E eu só podia mesmo estar vendo coisas, pois, conforme meu namorado me chamou a atenção num dia em que contei pra ele, minha mãe, com 39 anos, bonita, corpo ainda na sua melhor forma, apesar de três partos, não iria se envolver com um homem de 51 anos, até que em forma ainda, mas com uma barriga que já se mostrava bem saliente.

– Só se for por ele ser negro. – disse o meu namorado.

– O que é que tem ele ser negro?

– Você sabe… negão… bem dotado…

– Imagina! Que juízo você tem da minha mãe!

– Mas é você mesma quem anda desconfiada e…

– Sim… Mas ela não é dessas coisas. Sexo pra ela é só por amor, com amor, e ela ama o papai, demonstra isso o tempo todo.

Fiquei brava com o meu namorado, mas depois me peguei pensando se o que eu havia falado era realmente verdade, se eu não estava vendo em mamãe aquilo que eu mesmo era.

E como eu era?

Como eu sou?

Sou do tipo que não faz sexo por sexo e sempre coloco o amor como a principal motivação para transar com um menino.

E como foi minha mãe quem me ensinou assim, era assim que eu a via, que eu a julgava.

O único namorado mais sério da minha mãe, e depois marido, era o papai.   

O único menino com quem eu transava era o meu namorado.

Teve um primeiro, quando eu era ainda novinha, a quem entreguei minha virgindade por amor, e por acreditar que ele me amava também, mas era coisa do passado, e desde que conheci o meu namorado tenho dedicado todo o meu amor a ele, só a ele.

Havia até um menino na faculdade, na minha classe, o Julian, que demonstrava grande atenção em mim, e eu, ainda que não me manifestando, sabia que sentia alguma atração por ele.

Mas nem por isso eu iria, jamais, trair o meu doce namorado, como também sabia que mamãe jamais iria trair o meu pai, homem honesto, trabalhador, que vivia sempre entre a sua empresa e a nossa casa.

Mesmo assim… quer dizer, mesmo não querendo acreditar que havia alguma coisa entre mamãe e o motorista, não consegui sossegar por completo e resolvi ficar de olho.

E foi por isso que, naquele dia, depois de inventar que ia passar quase o dia inteiro fora, acabei chegando ainda muito mais cedo ainda do que eu costumava chegar.

E então…

Peguei mamãe sentada no pau do senhor Armando, o motorista.

Pau?

Ele estava deitado na cama, ela estava ajoelhada em cima dele, de costas para a porta do quarto, onde eu estava.

Ela subia e descia o corpo, deslizando-se naquele pau.

Pau?

Quando mamãe subia o corpo eu ficava me perguntando como que aquilo tudo podia caber nela.

Devia arrebentar tudo por dentro.

Mas cabia e não arrebentava, pois ela estava gostando.

E como estava gostando!

Subia o corpo, depois sentava com tudo, fazia sumir tudo, e ainda ficava mexendo, rebolando.

Meu namorado tinha toda razão… minha mãe estava se fartando no pau de um negão.

Pau?

Desconcertada, não fiz nada, deixei que acabassem, não falei nada, fingi não ter visto nada.

Passei uma noite de cão, sem conseguir dormir, só pensando na putaria da minha mãe, na infelicidade do meu pai.

Desconcertada, sem dormir, e com os olhos vermelhos, fui para a faculdade no dia seguinte, e o Julian logo notou, quis saber o que era, fomos conversar num canto do pátio da escola.

E trocamos um beijo.

Trocamos vários beijos.

Nem pensei no que eu estava fazendo, estava aérea, e beijar o Julian parecia a coisa mais natural do mundo.

Nem lembrei ou se lembrei nem considerei que eu tinha um namorado, que amava o meu namorado.

Aquele meu desabafo foi a oportunidade que o Julian estava esperando para me induzir a transar com ele.

Na verdade, acho que foi também a oportunidade que eu vi para transarmos.

Depois de conversarmos por quase toda a semana, na sexta-feira ele me acompanhou até em casa, convidei-o ao meu quarto.

E então tive mais uma surpresa.

– Menino… Mas o que é isso? – perguntei, quando levei pela primeira vez a mão no seu pinto.

Pinto?

Não era, assim, um pau igual ao do senhor Armando, mas era, sem qualquer dúvida, um pinto no mínimo umas três vezes mais volumoso que o pinto do meu namorado.

– Vou adorar isso. – falei, e nem sei porque falei.

Mas sei porque adorei.

Juntei-me com o menino na cama e transei com ele como se fosse a minha última transa… quer dizer, como se eu nunca mais fosse transar na vida.

E descobri então que o meu namorado tinha razão, que a minha mãe tinha razão.

A gente gosta mesmo é de um pinto grande, um pau.

Claro que eu jamais teria coragem de encarar o pau do senhor Armando, mas bem que fiquei tentada, só imaginando.

Mas aí, depois que transamos, que acabamos, que ele foi embora, olha só… vem minha mãe toda cheia de moral, dizendo que eu não tinha vergonha de fazer aquilo na maior, sem me preocupar em ao menos fechar a porta e, pior, com alguém que nem era o meu namorado.

– Pelo menos não estou com o motorista. – falei.

Quase saímos nos tapas.

Foi uma xingação sem tamanho.

Ela dizia que eu não prestava, traindo o meu namorado assim.

Eu dizia que quem não prestava era ela, pois sou solteira e ela é casada, coisa muito pior.

– E tudo porque ele tem aquele negócio grande! – falei, num momento de mais ódio.

– Que negócio? Você andou me espiando, é?

– Não espiei, mas vi. Se não, como é que eu ia saber que você… que você não tem vergonha nessa buceta.

– Menina. Olha como fala!

– É buceta, sim! Buceta de vaca. E vou contar tudo para o pai.

– Pois conte. Conte logo, e o seu namorado também vai ficar sabendo da sua buceta.

(…)

Tivemos de assinar um acordo de paz.

Por semanas, meses, tudo parecia normal entre nós duas, até conversávamos como mãe e filha.

Mas por dentro, só entre nós, bem sabíamos a vontade de pular uma no pescoço da outra.

Mas ela parou de dar para o senhor Armando?

De jeito nenhum.

E dava até mais ainda, pois já não tinha mais que esconder de mim.

E já que ela continuava chifrando o papai, eu não me sentia culpada em levar o Julian para casa todas as semanas.

Pauzão na mãe.

Pintão na filha.

Até o dia em que eu estava na maior cavalgada, já quase gozando, quando vi o carro do meu pai passando pelo quintal, rumo à garagem.

Saí correndo até o quarto da mamãe.

Cheguei lá quase sem fôlego.

Mas cheguei a tempo de alertar os dois e, depois, voltei correndo ao meu quarto para me vestir, pegar uns livros, fingir que estava estudando com o menino.

Tudo se tranquilizou, o pai de nada desconfiou.

Mas me achei uma bosta.

Bem que eu queria que papai a pegasse na maior, rebolando naquele pau, mas, ao invés disso, acabei dando cobertura a ela.

Em troca, tenho a cobertura dela, posso trazer o Julian para o meu quarto sempre que me dá vontade.  

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