
Minha cliente em Brasília
Parte I
Minha apresentação
Tenho clientes que me contratam por um dia inteiro, para passear, ir a restaurantes, transar em algum motel ou na própria residência delas, mas esses são casos raros, mulheres que não têm nada a esconder de ninguém e que, na verdade, gostam mesmo é de se exibirem com garotões sarados, como se fossem suas conquistas, seus namorados.
Tenho clientes que me contratam por uma manhã toda, uma tarde toda, só para transar mesmo, super escondidas, em algum motel ou aqui no meu apê.
Querem transar, conversar, transar mais, variar o cardápio, já que muitas são comprometidas, noivas, casadas, por aí.
Tenho clientes que reservam horários aqui mesmo no meu apê, duas horas, uma hora, e até por meia hora apenas.
Como exemplo, a Karine, com aquele medo todo do marido, mas aquela necessidade tamanha de aliviar o estresse, e que reserva meia hora, não mais que meia hora.
Chega, entra comigo no quarto, tira rapidamente, toda a roupa, deita na cama… não quer beijos, chupadas, carícias, nada.
Quer apenas que eu soque o porrete e castigue uma, duas… o que ela conseguir nessa meia hora.
Logo se veste, me paga, e vai embora, como se eu fosse um simples objeto.
Tenho também a Outra Adriane… uma cliente da qual vou contar tudo, tudinho mesmo, mas num outro relato. (Um dia na vida)
E tenho ainda uma cliente em Brasília, a cada 15 dias faço uma viagem de São Paulo até lá…
É dela que vou falar agora.
Minha cliente em Brasília – Parte I
Certa vez recebi um telefonema de uma assessora. Isso mesmo, uma mulher que se dizia assessora de uma outra mulher, e que essa outra mulher queria contratar os meus serviços.
– Ela não pode se expor, entende? É esposa de uma grande figura política.
É furada, logo pensei.
É fria.
Deve ser um barangão daqueles.
Coisas que fiquei pensando e falando para a tal assessora, tentando me livrar do negócio, enquanto ela tentava me convencer do contrário.
– Vou te enviar uma foto dela, mas só de costas… sigilo absoluto, entende? Só que tem mais um detalhe…
– Tô falando que aí tem coisa!
– É o seguinte: ela mora aqui em Brasília e o encontro tem de ser aqui.
– Tô fora… foríssimo!
– Ela paga todas as despesas e mais 5 mil pelo serviço.
– Ahn!!!
(…)
Depois de alguns dias de negociações e toda a “tramitação legal”, com os 5 mil depositados na minha conta junto com mais um tanto para as despesas, marcamos o dia, uma quarta-feira, peguei um voo comercial em Congonhas e aportei em Brasília.
Não conhecia nada de lá, mas um motorista de Uber me levou até o endereço dado, que, a mil pedidos, não posso revelar.
Todo um esquema de segurança e identificação até chegar ao apartamento, e quando chego, uma tremenda loiraça me abre a porta, mas logo me frustra.
– Sou apenas a assessora dela. Vou avisar que você já chegou. Ela está muito ansiosa, sabe? Ansiosa e nervosa, é a primeira vez.
– Primeira vez dela?
– Não, né! Mas é a primeira vez que procura um serviço profissional.
– Serviço profissional. – repeti, pensativo.
– É não é? Por acaso você não é profissional, não está prestando ou vai prestar um serviço profissional?
– Está certo. É que eu nunca tinha pensado dessa maneira. Mas fala, onde eu posso levar ela, em qual motel? Não conheço nada aqui.
– Mas de jeito nenhum ela vai se expor com você por aí… vai ser aqui mesmo, no meu apartamento.
– Aqui? Mas… você… junto…?
(…)
– Comigo não, violão! Sou muito bem casada, não preciso. O negócio é entre você e ela.
– Não foi isso o que perguntei. Estou falando é de intimidade…
– Ah tá! Pode ficar sossegado que tem uma suíte preparada para vocês dois… podem se trancar lá e esquecer que eu existo, que a empregada existe.
– Eita! Tem empregada também! Mas tudo bem… vamos esperar a (quase falei baranga) cliente. Se sou profissional, ela é cliente, não é?
– Só é… e já está a caminho. Aceita uma água?
Sentei num sofazão que mais parecia uma cama, a assessora saiu, e logo entrou a assessora da assessora… quer dizer a empregada.
E que empregada! Melhor seria comer ela no lugar da baranga.
E ela me olhando com aquela carinha de quem diz: vai fazer putaria, hem!
Mas não tive tempo de comer a empregada. Ela ainda me atendia quando a assessora entrou com a assessorada, uma…
– Uma menina de 16 anos, 17 no máximo?
– Pera aí, minha gente! Eu não vou entrar nessa fria não. Tô fora! Tô fora!
E já estava juntando minha mochila para cair fora, quando as três se empenharam em me segurar e explicar.
(continua)

Continuação em breve
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Anna Riglane… Jornalista, historiadora, pesquisadora do comportamento sexual humano, coletora/escritora e divulgadora de Contos Eróticos transcritos a partir de relatos dos seus leitores e/ou com base em fatos do cotidiano
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