Contos e Recontos da Anna Riglane
nº 3
Ensinando uma mulher a transar

Anna Riglane
(Autoria, compilação, organização)
Ao erotismo, presente em todos nós
Todos os direitos reservados
CONTEÚDO ADULTO
7 super histórias baseadas em fatos reais
Apresentação
1 – Eu fui dar, mamãe
2 – Bispa Ednéa… uma aposta que não valeu
3 – Enteadas, padrastos, enteadas…
4 – Os quinze dias de viadagem do rapaz
5 – Quem nosso irmão comeu?
6 – Catei a diarista na minha primeira vez
7 – Ensinando uma mulher a transar
Apresentação
O homem da barraquinha de doces vê os alunos saindo da escola em debandada, observa o casalzinho que busca o refúgio de outros dias, os primeiros beijos, a agitação dos corpos…
A dona de casa presta atenção na vizinha da casa em frente, a cada dia um homem diferente; um é irmão, outro é primo, outro é apenas um amigo…
O recepcionista do motel não perde qualquer movimento dos casais que passam pela portaria, só não consegue ver o que acontece lá dentro. Se pudesse instalar câmeras…!
Contos eróticos é isso… quer dizer, isso e muito mais, sempre mexendo com a imaginação de cada um.
E por ser assim, Anna Riglane apresenta essa série especial de contos eróticos revistos, reescritos, atualizados, repaginados… só para mexer mais ainda com o seu lado erótico.
Boa leitura!
1
Eu fui dar, mamãe
Aquelas coisas que a gente faz e depois fica se perguntando como é que chegou ao ponto de fazer.
(…)
Nunca fui de fazer loucuras, mas na semana entre o natal e o ano novo fiz uma loucura e tanto. Para falar a verdade, a loucura já havia começado fazia algum tempo, com um “flerte virtual” (gostaram?) que eu havia arranjado. Como era só na escrita, nas trocas de mensagens, sem a possibilidade de um encontro presencial, ele dizia um monte de besteiras e eu dizia três vezes mais. Ele dizia que queria comer minha bunda e eu dizia que só dava se ele fosse bem pirocudo, ele dizia que queria gozar na minha boca e eu dizia que queria chupar o pau dele, de algum amigo dele, de algum amigo do amigo dele, todo mundo junto…
E tome que aconteceu de a garotinha aqui, corpinho bem apanhadinho, cor morena gostosa, ser trocada por outras aventuras. Explicando em “ciumês”; meu namorado foi com um grupo de amigos e amigas para a praia e me deixou. Na verdade, eu é que não podia ir, pois meu pai não me liberou para a viagem, mas mesmo assim eu achava então que ele, o meu namorado, deveria ficar comigo, não ir viajar. Só me restou ficar roendo as unhas e rezando para que ele não me traísse muito. Um pouquinho até podia, mas muito não.
E então, de repentemente (sei que isso não existe), só me restou ficar na frente do computador, com mil coisas para olhar e nada que me interessasse, pelo menos até que o meu “flerte virtual” entrou no monitor.
– Salvou o meu dia. – gritei… quer dizer, digitei, para ele, em letras Arial Blak, tamanho 36. – Estou aqui sozinha, alone with nobody, pensando seriamente em me atirar pela janela (e moro no 16° andar), e eis que você me aparece…
– Não pule pela janela. – ele escreveu. – Ao invés disso, venha ao meu encontro que te darei horas e horas de felicidade.
– Que lindo!
– Serei romântico e cavalheiro.
– Que meigo!
– Transaremos a tarde inteira.
– Que sensual!
– Comerei sua bundinha.
– Epa!
– Tem oito garotos aqui te esperando.
– Só vou se for com doze. Estou tão mal que nada menos que isso irá me satisfazer.
– Bom… não pode ser dois ao invés de doze. Estou eu e meu primo aqui, sozinhos em casa… e ele é virgem.
– Você está falando sério?
– Claro! Ele nunca catou nenhuma menina.
– Não é disso que estou perguntando. Quero saber é se você está mesmo me convidando para… você sabe.
– Estou sim. Não quer vir aqui transar com nós dois ao mesmo tempo e tirar o cabaço do meu primo?
– Não vou, não. – falei. – nunca fiz isso.
– Nunca transou? É virgem também?
– Não. Não sou virgem, mas nunca transei com dois. Só que…
– Só que você está a fim, não é? Pois vou te falar uma coisa, se você não vier, é capaz de nós dois transarmos aqui…
– Isso eu quero ver. Você pode tirar o cabaço dele.
– Tá me chamando de viado? Vem aqui que te mostro quem é viado.
Uns quinze minutos de bate-papo depois, eu já estava acesinha, molhadinha, esfregando a mão no meio das pernas, pensando seriamente em ir ao encontro deles e transar com os dois ao mesmo tempo.
Mas sou uma menina ajuizada e mesmo verificando que morávamos perto, fiquei com medo de chegar lá e encontrar outra coisa. Sei que as pessoas podem mentir pela internet e fiquei com medo. E se fosse um tarado assassino?
Foi ele mesmo quem propôs nos encontrarmos no Shopping Plaza Sul, que é um lugar movimentado e sem perigo. É um lugar perto da minha casa e só precisei pegar uma van para chegar até lá. Encontrei os dois no lugar marcado. Dois gatinhos, que se apresentaram ou, melhor, só o mais velho, meu “flerte” – agora não mais virtual – é quem se apresentou e apresentou o primo, pois o outro era bastante tímido.
– Vocês estão falando sério, estão mesmo me convidando para…
– Claro! E você? Por que então veio aqui?
– Mas assim, logo de cara? A gente nem se conhece.
– Temos a tarde inteira para nos conhecer.
Bom…. subimos caminhando por uma rua em direção à avenida do Cursino, eu, o meu “flerte” que vou chamar de Douglas, e o seu primo acanhado, que chamarei de Juju, e entramos em um prédio alto, bonito, com piscina e tudo o mais. O apartamento então, nem se fala, um luxo só. E o quarto do garoto então…
Perguntei da família do Douglas e ele disse que estavam na praia. Ele havia ficado para estudar para o vestibular e a empregada só vinha trabalhar de manhã.
– A gente tentou comer ela, mas ela fugiu. – falou o Douglas.
– Sério? – perguntei.
– Claro que não! Ela tem mais de cinquenta anos.
– Mas vai saber… de repente, doidos como vocês são…
– Nós somos doidos?
– Acho que sim… quer dizer, acho que na verdade a doida sou eu… vir até aqui…
– Tire a roupa pra gente te ver.
– Ah menino! Não é assim não!
O Douglas fez um sinal e o Juju foi buscar alguma coisa para a gente beber. Quando ele voltou, vi que tinha trazido Coca-cola, limão, e uma bebida amarela; acho que era rum, sei lá.
Mas a bebida, misturada com a coca e o limão, era tão forte, que só um gole já me deixou alegre, faladeira, tal como ficou falador também o Juju.
Depois do segundo gole eu já estava flutuando naquele quarto, e no terceiro eu já estava tirando a roupa.
Os dois sentados na cama, eu na frente deles. Tirei a camiseta.
– Olha só os peitinhos dela!
Tirei a saia.
– Pernas gostosas também, mas dá uma voltinha pra gente ver essa bundinha. Que tesãozinho você é! Vou comer esse traseiro.
– … da mamãezinha. – falei, fazendo um gesto obsceno com a mão.
– Tira a calcinha. Será que é depilada? Será que é peluda?
– Aposto que é peluda. – falou o até então pouco falante Juju.
– Os dois erraram. – falei, e fui baixando a calcinha virada de costas pra eles. – Tcharaaammm! – eu fiz virando-me de frente, mostrando que não era depilada, mas também não era peluda.
– Que tesão! Vou cair de boca!
– E você Juju? – perguntei.
– Eu chupo também, mas quero comer, nunca comi uma bucetinha.
– Xaninha, por favor. Bucetinha é um nome feio.
Fiquei peladinha naquele quarto, junto de dois meninos que também foram tirando suas roupas, tomei mais um gole daquela coisa e já me encorajava a transar com os quatro.
Não. Eu não estava vendo duplicado ainda, mas se tomasse mais um gole acho que veria uns cinquenta meninos ali.
Mas se não eram quatro meninos, eram quatro mãos.
Minha santa protetora das quase virgens!
Eu não sabia de onde apareciam tantas mãos. Uma em meus peitinhos, duas em meus peitinhos, uma na xaninha, três na bunda, uma tentando enfiar o dedo onde não devia… Tudo isso acontecia comigo em pé e os dois sentados na borda da cama. Mas depois aquelas mãos me deitaram e apareceram bocas, não sei quantas, que mamaram minhas tetinhas, beijaram minha boca, lamberam minhas pernas…
– Quem está me chupando?
– Se adivinhar ganha uma enrabada.
– Se você está me beijando, então é o Juju que está lá embaixo. Ele chupa gostoso.
– Adivinhou. Ganhou uma enrabada. Pode escolher o cacete.
– Não quero ser enrabada agora, quero dar a xana, quero dar pro Juju.
– Por que ele?
– Porque ele é virgem. Nunca descabacei um menino. Quero ter esse gostinho.
– Tudo bem. Mas me chupa antes.
– Chupo os dois.
E fui sentada, enquanto os meninos ficaram em pé. Eles me fizeram algo que chamaram de “surra de pica”. Eu não só chupava os dois, como fiquei apanhando deles, que batiam seus pintos em meu rosto. Acho que eram uns quatorze pintos e meio, de tanto que chupei e apanhei.
– Quer porra na boca? – perguntou o Douglas.
– Vem me comer Juju. – eu disse, deitando de pernas abertas. – mas põe camisinha.
Mais que depressa o Juju apareceu com uma camisinha, e mais depressa ainda ele vestiu o pinto. E mais mais que depressa ainda, ele estava em cima de mim, enfiando em mim. O menino estava taradão, doidão. Enfiou tudo, bombou feito um louco e gozou meio segundo depois.
– É que é a minha primeira vez.
– A gente entende.
Mas quem não entendia era o Douglas, que me fazia chupar e queria porque queria gozar na minha boca.
– De que adianta proteger lá embaixo e você fazer sujeira aqui? – perguntei, num dos raros momentos em que fiquei com a boca livre do seu pau.
E mesmo assim o bandido gozou na minha boca. A única coisa que pude fazer foi cerrar os lábios e os dentes e não deixar entrar. Ele se punhetou e me sujou a cara toda.
Mas enquanto isso, o Juju já estava pegando fogo novamente e queria bombar mais. Só que me levantei e fui até o banheiro lavar o rosto. Não achei o banheiro, lavei na pia da cozinha mesmo e me enxuguei no pano prato. E quando fui voltar para o quarto, já não sabia onde era. Acho que havia mudado de lugar.
Mas eu precisava voltar lá. Bêbada ou não, havia lá pelo menos duas bocas, quatro mãos e dois cacetes me esperando, e eu tinha entre as pernas uma xaninha pegando fogo, que não tinha gozado ainda.
O Juju acenou para mim da porta do quarto, dizendo que queria mais. E eu também queria, se conseguisse chegar até lá.
De repente, vi-me toda eu, peladinha naquele apartamento enorme, flutuando, olhando pela grande janela da sala o mundo todo lá embaixo. Tive até medo, pois me veio uma sensação de que eu poderia abrir a janela e sair voando.
O Juju me salvou. Abraçou por trás o meu corpo pelado, com seu pau espetando minha bundinha, e falou, telepaticamente, que lá no quarto havia coisas muito melhores para mim; dois meninos, dois cacetes, duas bocas, quatro mãos…
É hoje que dou a bunda. – pensei, mas não falei.
É hoje que um enfia na frente e o outro atrás, ao mesmo tempo. – pensei, e me assustei com a ideia.
Eu podia estar um tanto bêbada, mas tinha consciência das coisas.
E porra na boca acho que era a única coisa que eu realmente não queria.
O Juju me levou até o quarto daquele jeito mesmo, de trenzinho, brincando de engatar atrás de mim aquele seu pau duro. E lá no quarto havia outro pau duro.
Sentada na borda da cama, os dois meninos em pé, um de cada lado meu… peguei e chupei dois cacetes. Olhava pra eles, sorria, chupava um, chupava o outro, olhava pra eles…
O Juju era o mais carinhoso, brincava com sua cabecinha em meus lábios. O Douglas não tinha consciência, queria enfiar tudo na minha boca, até a garganta.
Enquanto eu chupava os paus dos meninos, eles se revezavam em minhas tetinhas, minhas pernas, minhas xaninhas (é que tinha hora que eu parecia ter mais de uma xana).
Momento mágico quando parei de chupar e tive cada um deles mamando minhas tetinhas, os dois ao mesmo tempo.
Mas depois me empurraram para o meio da cama, o Douglas colocou uma camisinha, deitou-se e me fez ficar em cima dele, de joelhos.
– Espeta essa buceta no meu cacete. – ele disse.
– Não fale assim! Menino besteirento!
Mas me espetei… quer dizer, sentei no seu pau até entrar tudo.
O Douglas tinha um pau um tanto maior que o do Juju, e senti-me deliciada, preenchida, totalizada, ainda mais que o Juju colocou o pau dele em minha boca e chupei. Pau na boca, pau na xana; o que mais eu poderia querer?
– Põe na bunda dela. – falou o Douglas.
O Juju até tentou. Mas eu era virgem ali atrás e fiquei o tempo todo fugindo dele. Eu mexia tanto em cima do Douglas, que o Juju não conseguia acertar meu buraquinho. E mexi mais ainda quando gozei, e quando o Douglas gozou também.
– Eu não gozei. – falou o Juju.
– Vem aqui. – eu disse, saindo de cima do Douglas, mas permanecendo ajoelhada na cama, com o Juju em pé à minha frente.
Coloquei-me a chupar seu pau novamente e só parei quando ele me encheu a boca de porra.
– Ah é? – protestou o Douglas. – Eu você não deixou.
– Vou deixar uma coisa melhor pra você. – falei, ou tentei falar, com aquela meleca toda me escorrendo pelos lábios.
– Engole! – falou do Douglas.
– Isso não. – eu disse, cuspindo tudo na mão, e depois limpando a mão no lençol.
E a coisa melhor que eu tinha pensado para o Douglas, foi o meu rabinho. Pedi pelo gel, eles não tinham. Lembraram da margarina na geladeira.
– Tá gelada! – falei, de quatro na cama, quando um deles me passou a margarina no rego e no buraquinho.
– Mas isso aqui tá quente. – disse o Douglas, enfiando sem um pingo de dó.
– Vai devagar! – gritei.
Mas já tinha ido, eu já estava enrabada. E o Juju já estava novamente com seu pau em minha boca.
– Depois você dá o cu para mim também. – ele pediu.
– Dou. Mas não fale desse jeito.
O Douglas comeu minha bunda até se fartar, até gozar feito um cavalo doido. E eu não sabia dizer se estava doendo ou se não estava doendo, se estava ardendo ou se não estava ardendo; acho que meu corpo estava todo anestesiado, até lá atrás. Mas que era gostoso, era. Só não dava era para levar na bunda e chupar o tempo todo, como eles queriam, como o Juju queria, pois eu sentia vontade de gritar e não conseguia gritar comum pau na boca, principalmente quando gozei. Nessa hora, eu só tinha atenção para o meu cu e nem lembrava mais de chupar o Juju. Só voltei a chupar seu pau depois que gozei, mas aí eu já estava mole e nem conseguia mais mexer os lábios; ele é que ficou comendo minha boca.
– Come minha xana. – falei, erguendo a cabeça e olhando nos olhos do Juju.
Ele me desengatou do Douglas e me colocou deitada, com as pernas dobradas, meus joelhos quase batendo em meus ombros. Comeu minha xana por um tempão, mas depois, ainda na mesma posição, tirou, esfregou margarina, e me enrabou…
Desse momento em diante eu já não consigo mais lembrar o que aconteceu. Sei que tinha uma música tocando, eu chupando, nós três gozando, o Juju vomitando, eu apagando, tudo rodando…
Arrasada de tanto transar e gozar, e derrubada por aquela bebida louca, apaguei. Apaguei, não. Eu acho é que fui deletada, no meio de dois meninos, enroscada com eles, uma xana e dois paus, mortos, falecidos, expostos para o teto e também para aquela mulher gorda que me chacoalhou até me acordar.
A mulher, que era a empregada da casa, tinha recebido um telefonema de uma vizinha, avisando sobre os gritos e o som no último volume, que saíam daquele apartamento.
Ela foi gentil comigo. Deixou os meninos dormindo e ajudou-me a encontrar minha roupa, levando-me depois até o banheiro, onde lavei as mãos e o rosto e dei uma ajeitada no cabelo e nas roupas.
– Quanto eles têm de te pagar? – perguntou a mulher, quando estávamos naquela sala, onde antes eu estivera pelada e querendo voar pela janela.
– Pagar? – perguntei, num misto de indignação e surpresa. – A senhora não está pensando que sou puta, está?
A olhada, a expressão e o gesto que ela fez, me lembrando que eu tinha transado com dois, disseram exatamente o que ela estava pensando. Pensei em corrigir o seu pensamento, mas resolvi que não valia a pena, pois eu teria muito que explicar.
Vim para casa tonta, feliz, solta, alegre, extasiada… e levei uma bronca desgraçada da minha mãe, que estava desesperada, sem saber onde e como me procurar, pois eu não tinha deixado recado para ninguém e nem tinha levado o meu celular.
– Esqueci o celular. – falei. – Fui até a padaria, encontrei com uma amiga, ela me convidou para irmos até o shopping…
– Conta outra, minha santa. A quem você quer enganar, com essa cara de maria trepadeira e esse bafo de bebida?
Chorei, me revoltei, corri a me trancar em meu quarto, não queria nunca mais na vida falar com minha mãe. Ela me deixou em paz e no dia seguinte estava tudo na normalidade.
Só eu é quem não estava normal. As lembranças do dia anterior permaneceram quentes por dias e dias seguidos. Se minha mãe soubesse… se meu namorado soubesse…
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Anna Riglane… Jornalista, historiadora, pesquisadora do comportamento sexual humano, coletora/escritora e divulgadora de Contos Eróticos transcritos a partir de relatos dos seus leitores e/ou com base em fatos do cotidiano
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