O punheteiro do Cine Pulgas

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The Black Ebook – 69 Contos Eróticos
publicado na amazon.com.br

Minha vontade, minha curiosidade, meu tudo em relação à minha primeira transa me levaram a devorar páginas e páginas de revistas, depois de internet, querendo descobrir como era, lendo, vendo.

E também, confesso, ficava espiando minha irmã, minhas primas, as meninas na escola.

Acho que eu estava ficando tarado, e de tão tarado, já nem me importava muito com o material pornográfico que eu acumulava em casa, até que minha mãe me pegou, meu pai me chamou num canto.

– Você tem uma irmã menor, moleque. Veja se te alinha.

Me livrei de tudo aquilo, quase tudo, mas não consegui me livrar dos pensamentos.

Até que um dia, indo à Rua Santa Ifigênia em busca de um aparelho eletrônico para o meu pai, acabei dando umas voltas pelo centro de São Paulo e descobri um cinema, vários cinemas, que só passavam filmes pornográficos.

18 ANOS

Droga!

Faltava pouco para eu fazer 18 anos, mas não podia entrar.

Meu único consolo era ficar ali na frente, olhando aqueles cartazes.

Digo era, porque tornei-me um frequentador assíduo daquelas ruas, mas só das ruas, porque nos cinemas eu não nem me atrevia a perguntar se me deixavam entrar.

Até que um dia, enquanto eu olhava um cartaz, vi que chegou uma menina, comprou ingresso, deu um sorriso para o porteiro e entrou na sala de exibição.

Fiquei olhando, indignado, para o homem, e ele percebeu a minha dúvida, a minha agonia, o meu desespero.

– Entra! – ele disse.

– Posso?

– Vou quebrar o seu galho. Compra o ingresso ali e entra rapidinho. Não deixa ninguém te ver.

Fiquei de pau duro só de pensar que eu já podia entrar num cinema e ver filmes de putaria.

Mas fiquei com o pau mais duro ainda quando vi que na sala só havia uma meia dúzia de pessoas, todos homens, exceto a menina, que sentou num canto mais atrás de todo mundo.

Sentei meio perto, meio longe, mas na mesma fileira de cadeiras, na expectativa de poder olhar para ela, conquistar sua simpatia, sentar ao seu lado, conversar, perguntar por que ela via aqueles filmes.

E por falar em filmes, eu que tanto queria ver a trepação, acabei me distraindo em olhar a menina.

Num certo momento, logo nas primeiras cenas, vi que a menina enfiava a mão por baixo do vestido e mexia na xana.

Ela mexia, mexia e, é claro, eu já estava fazendo o mesmo, com a diferença que não estava de saia e nem tinha xana.

Xana?

Em dado momento, quando a coisa começou a esquentar, quando a masturbação já corria solta entre os presentes naquela sala, quando eu já estava com o pau de fora, punhetando quase sem me importar que alguém pudesse ver, percebi que a menina também se punhetava, também corria a mão de cima abaixo, também estava com o pau de fora.

Epa!

Aquilo me deixou num estado que não sei explicar, quase nem termino a minha punheta, e só terminei porque o estado de excitação já era muito grande.

Terminei de olhos fechados, segurando os gemidos, sujando a cadeira à frente.

E quando terminei, quando abri os olhos, cadê a menina?

Ainda a vi, de costas, saindo apressada do cinema, mas não fui atrás.

E não fui, simplesmente, porque eu ainda estava tentando entender que menina era aquela.

Eu não tinha reparado direito quando a vi na entrada.

Na verdade, acho que só a vi de costas e deduzi que era uma menina por causa do vestido, do seu cabelo longo, quase na cintura, e pelo seu jeito de andar, jogando a bunda de um lado para outro, como fazem todas as meninas.

Continuei vendo o filme, mas já nem me parecia tão excitante, primeiro porque eu havia descarregado uma boa dose de energia, segundo porque minha cabeça ainda rodava com aquela imagem da menina com o pinto de fora.

Senti vontade de perguntar ao porteiro quem era ela, perguntei ao porteiro quem era ela.

– Você não vai gostar muito de saber. – ele disse. – Ela vem sempre aqui. É por isso que a deixo entrar, pois é menor de idade, igual a você.

Se a menina ia sempre naquele cinema, também comecei a ir.

Só que o porteiro nem sempre era o mesmo e nas poucas vezes que era, eu perguntava pela menina.

– Ela veio? – eu perguntava, de modo discreto, falando baixinho.

– Hoje, não, ainda não.

E nunca mais a vi… quer dizer…

Um dia eu estava olhando os cartazes, esperando a hora de começar uma nova seção, quando encostou um moleque do meu lado e, sem mais nem menos, puxou conversa.

– Esse cara aqui tem um cacete enorme. – ele disse, apontando para um ator num dos cartazes.

– Como é que é? – perguntei, ainda sem entender direito por que ele falava e como falava aquilo para alguém que nem conhecia.

– Estou falando que ele tem um cacete enorme, desse tamanho assim. – sinalizou com as mãos.

– Mas o que tem a ver? Eu é que não vou ficar olhando os paus dos caras.

– Eu sei. Mas não é gostoso ver eles rasgando as mulheres, entrando naqueles cus…?

– Cus?

– Adoro ver um pau entrando num cu, principalmente quando é um pau grandão assim.

Entrei no cinema e o moleque entrou junto comigo, sorriu para o porteiro, que não era aquele mesmo, sentou-se ao meu lado.

Como é que vou bater punheta, assim? – pensei.

Mas, nem sei como, conforme a coisa foi esquentando, com a sacanagem correndo solta na tela, fui pegando meu pau, ele foi pegando o pau, fui tirando, ele foi tirando… e quando vi estávamos os dois batendo punheta um ao lado do outro, com uma única diferença:

Eu gozei olhando uma mulher cavalgando um cara, subindo e descendo o corpo, fazendo sumir e aparecer o pau na sua xana.

Ele gozou olhando um cara comer o cu do outro numa mesa de escritório.

Esse moleque é bicha. – pensei.

E era mesmo.

Saímos do cinema e ele quis me pagar um lanche, comemos o lanche, tomamos suco, e ele comentou que eu tinha um pinto grande também.

– Não é igual ao daquele ator, mas é grande também, muito gostoso.

– Como é que é? Você ficou olhando o meu pau? É bicha? Já deu o cu?

– Bicha eu acho que sou, mas não sei direito, porque nunca dei e ainda não sei como é. Mas estou louco para saber. – ele falou, me olhando de um jeito bem bicholado.

Mas falou e, ao mesmo tempo, levou sua mão até o meio das minhas pernas.

– Para com isso, cara! Tem gente olhando.

– Mas lá em casa não tem… se você for lá.

– Você está querendo dar o cu pra mim? – falei, bastante surpreso ainda com aquilo tudo.

– Mas também não precisa falar desse jeito, não é?

– Que jeito?

– Esse jeito grosseiro. Eu quero, sim, mas… Acho que você entende.

Entendi, sim.

Ele estava querendo dar o cu pra mim ou pra quem quer que fosse, mas não queria ser tratado como alguém que quer dar o cu… Seria isso?

Mas, se ele estava muito a fim de dar o cu ou não, havia outra coisa que eu não entendia, e isso era comigo.

E tratei de explicar.

– Escuta, cara. Nunca transei e estou muito a fim de transar, tão a fim que, na falta de uma buceta, já andei sonhando bastante em comer um cu… Mas um cu de menina, entende? Não sei se eu toparia.

– Continua com a grosseria, não é? Mas não me importo. Vá lá na minha casa que você não vai se arrepender… te garanto.

Uns quinze dias depois, nos quais nem pude ir ao cinema, eu já havia rezado um bocado para que me aparecesse uma menina, que me desse a xana ou o cu, mas que fosse uma menina.

Mas como não apareceu, e como o meu pau só trincava cada vez mais, de tanto eu pensar nisso, e só nisso… usamos o telefone para conversar e ele me convenceu a ir na casa dele, comer o cu dele.

– Vou ficar igual a uma menininha pra você. Vou me depilar, me hidratar, perfumar… pode vir que você vai adorar.

Ô bichisse!

Mas a palavra menininha… menininha…

Como eu estava precisando de uma menininha!

Confesso que até cheguei a olhar de um modo meio esquisito para a bundinha da minha irmã.

Se ela topasse…!

Mas e a coragem para pedir?

Nem preciso dizer o meu nervosismo quando fui até a casa do menino.

Na verdade, nem sei se era nervosismo, expectativa, medo, emoção, tesão, tudo isso junto… só sei que eu parecia meio fora de mim.

Cheguei, toquei a campainha… e me apareceu uma menininha.

Uma menininha muito bonitinha, muito parecida com ele.

A verdade é que ela se parecia demais com ele, como aquela menina que vi entrando no cinema.

Os longos cabelos lisos, um rostinho singelo, toda de branco, alguns colares, brincos, sandálias de salto médio, os peitinhos salientes.

– Mas… eu…

– Meu irmão já vem. Pode entrar.

Entrei, dei uma conferida na sala, senti como se algo estranho estivesse para me acontecer, pensei até em largar tudo, ir embora.

Mas…

Bem que o meu irmão falou que você é muito bonito. – disse a menina, parada à minha frente, olhando-me de um jeito carinhoso, pedinte.

– Mas cadê o seu irmão? – meio que gaguejei.

– Ele já vem, está se preparando. Vocês vão transar, não é?

– Bom… a gente, eu… acho que…

– Ele falou que você tem um pinto gostoso… Posso ver?

– Ver…? Ele te falou? Mas…

Mas eu já não sabia o que fazer, diante da menina que estendia a mão, se agachava, e procurava pegar e tirar o meu pau.

– Nunca vi um pinto. – ela disse.

– Nunca?

– Só o do meu irmão. Mas o dele não conta, não é?

– É… quer dizer, não sei…

– Deixa eu brincar um pouco com ele? – perguntou a menina, já a ponto de tirar meu pau para fora da calça.

– Brincar? Mas…

– Meu irmão vai demorar um pouco. Enquanto isso… eu nunca peguei, nunca brinquei com um pinto… só com o do meu irmão… Mas nunca chupei.

A menina foi falando, foi pegando o meu pau, apertando, massageando, levando à boca, suspirando excitação e felicidade.

E fui entendendo que ela era tão esquisita quanto o irmão, pelo modo de chegar, querer, começar a fazer e, mais que tudo, ela parecia estar num raro momento de felicidade.

E que felicidade!

Felicidade dela.

Realmente, a menina nunca tinha visto um pau, pois pegava tanto, massageava tanto, que parecia querer arrancá-lo de mim.

E quando colocou na boca, então…

Felicidade minha.

Para quem nunca tinha sentido uma mão em torno do pau, a não ser a minha própria mão, para quem nunca tinha sentido uma boca quente, uns lábios carnudos, úmidos.

Ela chupava com uma volúpia indescritível, com uma violência sexual tão descontrolada que temi gozar na sua boca.

Gozei na sua boca.

Só que antes…

Ela largou o meu pau por alguns instantes, ficou em pé, colou o seu corpo no meu, me abraçou forte e se pôs a me beijar com uma volúpia ainda maior do que quando me chupava.

Para quem nunca havia beijado, nem ela e nem eu, aquilo era uma loucura.

Mas loucura maior ainda foi quando ela voltou a ficar agachada, novamente chupando feito uma louca o meu pau.

– Para, menina! Assim eu gozo na sua boca.

– Goza! Goza! – ela dizia, murmurava, pedia, gritava, nos raros momentos em que tirava o pau da boca, e às vezes sem nem mesmo tirar.

Não teve jeito.

Ela segurou meu pau tão forte, me segurou tão forte, me chupou com tanta fúria que acabei gozando na sua boca.

Despejei toda a porra que eu tinha acumulada.

E ela fez questão de me olhar e sorrir, mostrando a boca cheia, o rosto sujo.

E seu rosto era a expressão da mais pura felicidade, prazer, êxtase… uma coisa estonteante.

E eu não me sentia diferente, pois aquele despejo era a loucura das loucuras, a coisa mais desejada da minha vida.

Diferente mesmo só comecei a me sentir depois que ela deu uma corrida ao banheiro para cuspir e se lavar, e voltou dizendo para eu me sentar no sofá.

– Agora deixa eu preparar seu pinto para o meu irmão. – ela disse, sentando-se ao meu lado, debruçando-se sobre o meu colo e voltando a chupar o meu pau.

Irmão!? – eu pensava.

E caí na real.

O desgraçado tinha feito eu beijar sua boca fingindo ser uma menina.

Minha vontade era bater, espancar.

Mas como ele chupava tão gostoso, como estava mais uma vez me chupando gostoso…!

Só me controlei para não cair na tentação de passar a mão na sua bunda, suas coxas.

Sabia o que iria encontrar.

Como pode um moleque, um homem, gostar tanto assim de pau? – eu ficava pensando, enquanto ele me chupava cada vez mais gostoso.

Gostar de um pau no cu até que pode ser, deve ser uma coisa excitante, mas na mão, na boca… porra na boca!

E isso me fazia lembrar que eu tinha beijado a sua boca.

Ô vontade de forçar sua cabeça com as duas mãos e enfiar o pau pela sua garganta!

Que nojo!

– Já está durão outra vez… agora você come a minha bucetinha. – disse o moleque, parando de chupar e começando a se colocar de quatro no sofá.

– Bucetinha!? – exclamei, querendo mais era perguntar se ele não estava indo longe demais com aquela fantasia. E também não perguntei se não era a vez do irmão, simplesmente porque eu já sabia que não havia irmão algum.

– Não quer comer minha bucetinha? – ela… quer dizer, ele, perguntou, e depois completou, mostrando que devia mesmo estar variando das ideias. – E não precisa camisinha, pois é a primeira vez de nós dois… e nem engravido, não tenho útero.

– Claro que você não tem útero. – falei, meio com bronca, meio achando engraçado os detalhes da sua imaginação.

– Tive uma doença não faz muito tempo, tiveram de tirar.

– Tá bom! – falei, acho que resmunguei, me preparando então para comer o cu do moleque.

Mas cu não precisa gel, não é difícil de entrar…?

Por que, então, mal ele pegou o meu pau e apontou no buraco já foi entrando?

Já estava molhado, lubrificado, mas eu não tinha visto ele colocar gel, qualquer coisa, nem no meu pau nem no seu cu. Só se fosse um preparo muito anterior.

– Hummmmmmm! – fez o moleque, gemendo de satisfação, enquanto eu, também vibrando com a minha primeira enfiada, atolava até o saco.

Saco? Cu… ?

Aquilo estava estranho demais, havia alguma coisa errada.

Olhei, e vi o cu do moleque. Olhei melhor e descobri que eu não estava comendo um cu.

Enfiei a mão por baixo e não peguei pau algum, não encontrei saco algum, a não ser o meu…

Eu estava comendo uma buceta!!!

Instintivamente, desnudei os seios do menino… quer dizer, da menina, pois não eram enchimentos falsos, eram seios de verdade, peitinhos, lindos, gostosos…

– Mas que porra é essa?

– Depois a gente te explica. Me come gostoso agora, me come. – ela começou a pedir, implorar, enquanto rebolava de forma cada vez mais frenética no meu pau.

A gente? Então havia realmente mais uma pessoa ali, o verdadeiro menino, o viado punheteiro…?

Vamos meter e deixar isso para depois, resolvi, pois, afinal, aquela bucetinha estava gostosa, aquelas, coxas… e era a minha primeira vez.

Era a minha primeira vez, era a primeira vez da menina, e a gente transou, transou, meteu, meteu, gozei mais uma vez, duas… ela gozou cento e sessenta e duas vezes, eu queria uma terceira.

Mas meu pau estava meio fraco.

– Agora sim vou te preparar para o meu irmão. – ela disse, saindo do sofá, sentando num banco e pegando o meu pau para chupar… mais uma vez.

Melhor não contrariar.

Sei que não existe irmão algum e… aquele pau que ela usou no cinema devia ser de silicone, uma prótese.

Menina louca!

Fantasia louca!

Mas louco quem quase acabou ficando foi eu quando…

A menina ainda estava me chupando, cada vez mais gostoso, quando apareceu no meio da sala uma outra menina, simplesmente idêntica, mas com roupas um tanto diferentes: blusa branca, saia cinza, plissada, parecendo uniforme de escola, meias três quarto brancas, sem colares, sem brincos, os mesmos cabelos longos e lisos, o mesmo rostinho…

A menina que entrou ficou parada, me olhando com aquele olhar pidonho, enquanto que a menina que eu havia comido parou de me chupar e, não sei como nem por onde, desapareceu.

– Agora é a minha vez. – disse a menina, com um sorriso gostoso.

E assim falando caminhou até um móvel, colocou-se de costas para mim, ergueu a saia, baixou a calcinha até o meio das coxas, debruçou-se sobre o móvel e me estendeu a mão com um tubo de gel.

– Desculpe. Quero dar, mas não quero chupar nem pegar… Mas também quero sem camisinha. É a minha primeira vez e quero que seja muito especial.

– Mas… você é… ?

Não concluí a pergunta, achei melhor eu mesmo conferir.

Dei uma agachada… era igualzinho as bundas das meninas que eu via de biquíni… igual à bundinha da minha irmã, nas vezes que eu a espiava sem roupa.

Mas entre aquelas pernas havia duas coisas penduradas, que minha irmã não tinha.

E até achei meio estranho, não sei por que, mas o moleque ia me dar o cu e estava de pau duro.

Passei o gel no meu pau, mas não tive coragem de passar no seu cu, não consegui por a mão, o dedo.

Apenas despejei no seu rego, um pouco acima do seu furo, e a gravidade fez o resto.

Agora sim eu ia comer um cu.

Agora sim o moleque ia dar o cu… e se preparava para dar o cu, abrindo a bunda com as duas mãos, jogando o corpo sobre o móvel e projetando tudo para trás, na minha direção.

Ele parecia ansioso, estava ansioso.

E sua ansiedade se transformou num gemido, grito, sei lá o que, quando, simplesmente, encostei a cabecinha.

Ele foi ao delírio.

Gemeu forte, seu corpo estremeceu todinho, sua bunda se projetou mais ainda na minha direção, suas mãos agarraram de modo mais forte suas nádegas, e seu cu apareceu piscando, pedindo, querendo engolir.

Também eu me sentia vibrante.

Afinal, ainda que já não fosse mais a minha primeira transa, era o meu primeiro cu… o cu de uma das meninas, inclusive o da minha irmã, com quem eu já havia me imaginado.

Fingi que ele era uma menina.

Se ele estava fingindo, por que eu não podia fingir?

Mas penetrar um cu não é igual penetrar uma xana, uma buceta… logo descobri.

Tive de forçar e doeu.

Sei que doeu porque o moleque gemeu várias vezes… e não era gemido de prazer.

Mas ele nem se importava.

Doendo ou não, o que ele queria era o meu pau atolado no seu cu.

E atolei, até o saco.

Céus como o moleque berrou!

Como rebolou!

Como se empurrava contra o meu corpo querendo que eu atolasse mais fundo ainda!

E como delirou com o entra e sai cada vez mais acelerado; entra e sai, vai e vem, que às vezes era eu que fazia, às vezes era ele, às vezes éramos os dois, sua bunda batendo na minha barriga, minhas bolas batendo nas suas bolas…

O moleque desmaiou.

Agarrou o próprio pau, agarrou as minhas bolas, pediu para eu ir mais rápido, mais forte, mais rápido ainda… acabei gozando, e ele também.

Só que o gozo dele foi infinitamente maior e mais destruidor que o meu.

– É tão gostoso assim? – perguntei, algum tempo depois, os dois caídos no sofá, ele ainda com a calcinha no meio das coxas.

– Muito mais do que eu imaginava… muito mais. – ele respondeu, com a voz mole, ofegante.

– Mas me explique uma coisa… você… sua irmã…

– Somos gêmeos.

– Sim… reparei. Mas não é isso o que estou perguntando, eu queria saber…

– Você volta na semana que vem? Volta que te explico. Agora é melhor você ir, daqui a pouco meus pais chegam e…

E ele me apressou a lavar o pau, arrumar a roupa e sair.

Ainda tentei dar um tchau para a menina, mas não a vi, não sei em que parte da casa estava.

Saí, voltei para casa, vim de metrô, pensando naquilo tudo, na minha primeira transa, minhas primeiras transas.

E naquele mistério, é claro!

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