
Camisola do dia
Sempre um conteúdo novo para o seu deleite… de…leite.
Este conto faz parte do ebook
The Black Ebook – 69 Contos Eróticos
publicado na amazon.com.br

Rodolfinho 17 (por enquanto)
Se há uma coisa que aprendi com o meu pai e o irmão dele, meu tio, é que meninas existem para serem comidas… com todo respeito, é claro.
Duas coleguinhas de classe de uma vez só
Tenho muitas e boas histórias para contar, mas vou começar com a última que me aconteceu faz poucos dias, com duas colegas da minha classe que eu nem suspeitava que fossem do ramo… quer dizer, não imaginava que já transassem, muito embora uma delas até tenha um namorado, que também é da escola, mas não da mesma classe.
As meninas são a Daniele, uma loirinha muito bonitinha e tesudinha, e a Franci, também muito bonita, mas muito mais tesudinha ainda, porque é negra e tem um corpinho daqueles tudo bem firme, tudo durinho… Só vendo.
Pois bem.
Estava uma tarde de muito calor e no meu caminho para a escola, como sempre faço, cortei por uma praça cheia de árvores, meio que cismado, pois que lá no fundão sempre fica uns caras fumando.
Mas a minha cisma passou quando alcancei minhas duas colegas e logo vi que elas estavam com suas camisetas do uniforme enroladas até um pouco abaixo dos peitinhos.
A Daniele logo baixou a camiseta dela, mas a Franci, não.
– Por que escondeu a barriga de mim? – perguntei para a Daniele.
– Porque sim.
– Por que sim não é resposta.
– Ah! Não sei… foi instintivo.
– Quero ver mais.
– Quer é?
– Só quero.
– Posso levantar outra vez, não tem problema.
– Então levante.
– Assim? – ela falou, levantando a camiseta tal como estava antes… abaixo dos peitinhos.
– Só isso? Mostra mais. – falei.
– Mostra. – falou a Francis.
Então a Daniele deu uma levantadinha bem rapidinha na camiseta, mostrando seus lindos peitinhos bicudinhos.
Mas foi tudo muito rápido mesmo.
– Assim não vale. Eu queria ver mais.
– Quer é? Mas por que você não pedia para a Francis mostrar?
– Vou pedir também. Quero ver das duas. Mostra. – falei, olhando para a Francis.
– Se a gente estivesse num lugar com menos gente passando… – falou a Francis.
– É mesmo… eu também mostrava. – falou a Daniele.
– Pois então vamos… – falei.
E puxei as duas para o fundão, nem pensei nos viciados que costumam ficar por ali.
Me coloquei de costas para um muro e elas de frente pra mim, de costas para a praça.
Era um lugar meio escondido e ninguém nos via, a não ser que chegasse bem perto.
Fiquei muito louco para ver aqueles quatro peitinhos ao mesmo tempo, mas nem imaginava que fosse ter muito mais que isso.
E começamos com a brincadeira.
Primeiro a Daniele levantou a camiseta me mostrando seu lindo par de seios.
Eu quis for a mão, mas ela baixou a camiseta.
– O meu pode pegar. – falou a Franci levantando a sua camiseta.
E quando peguei um dos peitinhos da Franci, a Daniele ergueu novamente sua camiseta e deixou eu pegar os dela
Que maravilha!
Dois peitinhos branquinhos e bastante firmes, bem pontiagudos, e outros dois peitinhos pontiagudos também, firmes também, e negros, só um pouquinho mais branco que a maior parte do corpo… e os biquinhos pretos.
Que brincadeira gostosa!
Que gostoso ficar mexendo naqueles quatro peitinhos, as duas cada vez mais junto de mim, erguendo minha camiseta, esfregando seus biquinhos em mim.
Até que começamos a trocar alguns beijos e logo me pus a chupar seus peitinhos, indeciso e dividido, preocupado em chupar os quatro por igual; um pouquinho cada um.
E enquanto eu chupava, ia passando as mãos nas suas pernas, por debaixo das saias, tocando suas bundinhas, e depois suas xaninhas, sempre por cima da calcinha, até que a Franci baixou a sua e pude tocar direto na sua carne molhada.
Que tesão!
E depois disso a Franci já começou a pegar o meu pau e foi tirando ele para fora.
A Daniele também pegou.
Depois as duas se afastaram um pouco para olhar, admirar e comentar o tamanho, falar que estava bem durão.
E então a Daniele perguntou se eu tinha camisinha.
Quase enlouqueci, pois não tinha camisa comigo, nem pensava em transar naquele dia.
Minha sorte, nossa sorte, foi que a Franci falou que tinha, mas só emprestava se ela fosse a primeira e a Daniele ficasse vigiando para o caso de aparecer alguém.
E então, enquanto a Daniele se afastava um pouco para vigiar, a Franci tirou a calcinha, baixei minha calça, colocamos a camisinha… e transamos.
Que coisinha mais gostosa!
Um corpinho delicioso, uma xaninha apertadinha, um tesão incontrolável.
O único problema é que foi de pé.
Ou, talvez, foi até melhor, porque ela ficava se esforçando para encaixar as nossas alturas e sua xana mexia de um lado para o outro, sua barriga mexia, esfregando em mim, e sua bundinha abria e fechava, conforme ela se bombava contra o meu pau.
Fiquei doidão, até que não aguentei mais e gozei, ela logo gozou também.
E vendo que a gente tinha gozado, a Danielle voltou e falou para a Franci ir vigiar.
E já foi baixando, só baixando, a calcinha, colocando outra camisinha no meu pau, erguendo a saia e virando de costas para mim.
Muito mais fácil de encaixar as alturas assim.
A bundinha da Daniele não é tão durinha quanto a da Franci, nem a sua xaninha é tão apertadinha, mas mesmo assim ela se mostrou muito gostosinha, e naquela oposição eu pegava suas coxas, pegava seus peitinhos, mexia na sua xana.
E fomos que fomos, até que gozei.
Só que como eu já tinha gozado uma vez na Franci, demorei um pouco mais e com isso a Daniele gozou duas vezes, quase que seguidas.
Vendo que a amiga tinha gozado duas vezes, a Franci também quis gozar mais uma vez.
Só que eu falei que meu pau precisa de um trato e perguntei quem ia me chupar.
E nesse momento…
A Daniele ficava abraçada comigo, enquanto a Franci, abaixada e com a cabeça entre nós dois, chupava o meu pau.
Depois inverteu, abraçado com a Franci, a Daniele chupando.
E mais depois um pouco, ninguém mais vigiou a praça, pois as duas se agacharam e as duas me chuparam, cada uma querendo mostrar que sabia chupar melhor do que a outra.
E eu de olhos fechados, só curtindo aquela gostosura.
Então, quando o meu pau estava duro novamente, comi outra vez a Franci, que agora também ficou de costas para mim, igual tinha ficado a Daniele.
Só que mal brinquei um pouquinho na sua xaninha molhadinha, ela me fez tirar, segurou o meu pau e colocou no outro lugar, pedindo para eu ir devagar.
Nem pude acreditar!
Aquele cuzinho mais apertadinho ainda que a xaninha, aquela bundinha durinha mexendo, me mordendo… tudo isso me deixou muito louco gozei mais uma vez junto com ela, enquanto ela também se desmanchava de tanto gozar, mostrando que tinha mais fogo ainda no cuzinho do que tinha na xaninha.
Demos um descanso, ficamos os três ali, sentados na grama, conversando, até que passaram dois policiais e vieram verificar o que a gente estava fazendo, se estávamos fumando ou coisa assim, e nos mandou para a escola.
Só que o portão já estava fechado e perdemos a aula daquele dia e também duas provas, pois só então nos lembramos que tinha prova.
Combinamos nos encontrar na casa da Daniele alguns depois… para estudar.
Estudar…?
Franci, uma menina fissurada em anal
Contei aqui um lance que tive com duas meninas, a Daniele e a Franci, que matamos aula, ficamos na praça, perdemos duas provas, etc.
Pois bem, o etc. foi a parte mais gostosa de tudo e combinamos fazer mais etc. na casa da Daniele.
Quer dizer, combinamos estudar para a prova que havíamos perdido e, infelizmente, estudar foi a única coisa que pudemos fazer naquele dia, exceto por algumas passadas de mãos e brincadeiras de pernas por debaixo da mesa, pois que a mãe da Daniele não deu a menor chance.
Era para ela ter ido não sei aonde, mas não foi, ficou ali, o tempo todo, atrapalhando o nosso estudo.
Ô mulher chata e sem coração… ou sem tesão.
Será que ela nunca foi menina, nunca teve esses lances?
Ou será que foi por isso mesmo, por saber que tipo de estudo a gente estava querendo fazer?
A única coisa de boa que a mulher fez foi um almoço daqueles, que saboreamos antes de ir para a escola.
Mas eu estava a fim de comer outra(s) coisa(s).
E fomos pelo caminho comentando o que podíamos ter feito, mas que não fizemos, e a Franci me perguntando se eu teria coragem de chupar as duas.
Quase que falei que chupava ali mesmo, no meio da rua.
E até tivemos a ideia de ir lá na praça novamente, mas não podíamos perder as provas outra vez.
Coitada da Daniele!
Terminada a aula, a Franci nos convidou para irmos à sua casa, pois só chegaria gente por lá um pouco mais tarde.
Mas a Daniele tinha de voltar para casa e ficou com aquela carinha de tristeza e ciúmes.
Juramos que não iríamos transar só nós dois, a Franci e eu, mas nunca vi gente tão mentirosa quanto a gente , pois o tesão falou bem mais alto que a fidelidade à nossa amiga, e a Franci simplesmente me arrastou para dentro da sua casa, falando para irmos rápido antes que chegasse alguém.
Ela me levou até a cozinha, espalhou nossos livros e cadernos sobre a mesa e foi falando que naquele dia, na praça, tinha doído um pouco, mas que ali na sua casa ela tinha gel.
E enquanto ela foi no quarto buscar, entendi que lá na praça eu havia comido o seu cuzinho a seco, só com a umidade da sua xaninha.
Mas se mesmo a seco ela tinha gostado, com gel, então, deveria gostar muito mais.
E gostou mesmo.
Gostou tanto que não fizemos outra coisa… quer dizer, fizemos, mas o seu cuzinho foi a bola da vez.
Como ela gosta!
Começamos com beijos, gostosos beijos, abraços apertados, mãos rolando para as coxas, a bundinha, meu pau.
Continuamos com ela segurando o meu pau, olhando nos meus olhos e falando:
– Só chupo ele se você chupar ela.
– Não apenas chupo como também como, como e como.
– Não. Você vai comer outra coisa… mas só depois de chupar.
E não chupei?
Ela já foi tirando a calcinha e se encostando na pia, abrindo as pernas, me esperando ansiosa.
Olhei aquela xaninha rosada contrastando com o resto do seu corpinho negro.
Admirei aqueles pelinhos encaracolados, passei a língua neles, peguei alguns com os dentes, dei uma puxadinha, só para ouvir o seu gritinho de dor gostosa.
Mas ela gritou mais ainda quando chupei.
Nunca que eu tinha chupado uma menina negra, e a coisa que mais observei foi como elas são (pelo menos a Franci é) durinhas, certinhas, firminhas… sei lá que “inhas” mais eu posso usar para descrever a xaninha da Franci… e tudo o mais da Franci.
Caí de língua, babando na sua xaninha e fazendo a sua xaninha babar, verter umidade.
– Enfia o dedo. – ela pedia.
Mas nem precisava ter pedido, porque era exatamente o que eu já estava a ponto de fazer.
E fiz, enfiei o dedo, fui até o fundo, mexi lá dentro, dei voltas.
Ela deu gritos, muitos gritos, enquanto rebolava seu quadril de um lado para outro, para frente e para trás.
– Vem! – ela falou, então, me levantando, pegando o meu pau, passando gel.
– Não vai chupar ele?
– Depois.
– Não vai por camisinha?
– Não. Só se você fizer questão.
– Mas por que não?
– Quero te sentir lá dentro… quero tudinho lá dentro.
– Tudinho… mas…
Desisti da pergunta, entendi que ela queria o meu leite.
Até que fiquei um pouco receoso de de transar sem camisinha, ainda mais num cuzinho, mas o tesão acabou falando mais alto.
E então a Franci gritou.
Gritou quando se encostou na pia com a bundinha virada para mim, e ela se abrindo com as duas mãos.
Gritou quanto encostei a cabecinha.
Gritou mais ainda quando passei suas preguinhas.
E gritou quando fiquei na portinha um tempinho, só segurando até enfiar tudo.
E então, quando enfiei tudo…
Ela gritou de verdade, soltou gritos chorados quando sentiu meu pau todinho no seu cuzinho.
Juro que nunca vi menina para gostar tanto no cu como gosta a Franci.
Ela é quem se empurrava contra o meu pau, socando-se, fazendo ir até o fundo.
Fez isso enquanto estava ainda em pé, encostada na pia, e fez mais ainda quando se ajoelhou na cadeira e ficou meio que de quarto.
Mas ela queria mais.
Fez-me sentar na cadeira e sentou, atolou, rebolou, gritou, mordeu, bombou.
– Goza na minha bunda, goza. Me dá tua porra. Vai, vai…!
Quem é que consegue se segurar com um cuzinho apertadinho daqueles, uma bundinha rebolante, e uma voz de menina pedindo para gozar na bunda dela?
Eu não gozei… eu morri.
E enquanto eu gozava, ela se masturbava, pegava minha mão para que eu a masturbasse.
E gozava também.
Tive tempo para descansar?
Não.
Saiu de cima, tirou minha calça, levou-me até o banheiro, lavou o meu pau com sabonete e tudo, me puxou de volta para a cozinha, vestiu minha calça, me colocou encostado na pia, se ajoelhou… e então chupou.
E como chupou gostoso!
Mas não chupou por muito tempo, só o suficiente para deixar meu pau durão novamente, quando então encheu de gel outra vez, e outra vez quis na bundinha, só na bundinha.
Tudo igual como antes, as mesmas posições de antes, os mesmos pedidos para eu encher seu cuzinho de porra.
Estávamos no descanso quando sua mãe chegou.
E a mulher já estava na sala, eu já tinha erguido a minha calça, mas a Franci ainda estava colocando a calcinha, apressada, para então sentar e fingir que estávamos estudando.
Que estudo!
Só fiquei de remorso com a Daniele e prometi a mim mesmo que teria um dia especial só pra ela.
E tive… tivemos três.
Daniele e sua curiosidade anal
E o que eu temia que não fosse acontecer, aconteceu: três dias na praia com meus pais, minha irmã menor… e a Daniele.
Para quem não sabe, a Daniele eu havia comido uma vez na praça perto da escola.
Ela e a Franci, outra colega.
Era para ter comido as duas uma segunda vez, mas não deu certo e acabei comendo só a Franci e, depois, fiquei me sentindo meio mal com a Daniele, como se a tivesse traído, sei lá.
E então, quando meus pais falaram em irmos para a praia, perguntei se podia levar uma menina, fui até a casa da Daniele, perguntei pra mãe dela, mandou falar com o pai, perguntei para o pai.
– Tudo bem. Mas juízo, os dois, hem!
O que será que ele quis dizer com isso?
E o que eu iria fazer com a minha irmã?
Desde que passamos na casa da Daniela para pegá-la, desde ela entrou no carro, minha irmã cismou que já era uma grande amiga da menina e não parava de conversar com ela, fazer perguntas, contar coisas.
Foi a viagem toda assim, e nem se conheciam antes.
Eu já começava a pensar num plano para matar minha irmã e sumir com o corpo dela no mar.
Mas não foi preciso.
Logo que chegamos no apartamento na praia minha irmã encontrou umas meninas que já conhecia e deu sossego para a Daniele… quer dizer, deu sossego para nós dois.
Agora só faltava meus pais darem uma folga.
Mas enquanto isso não acontecia eu ficava babando pelo corpinho da Daniele só de biquíni, a gente brincando na areia, na água.
Minha mãe pensando que ela era minha namorada.
Não podíamos transar, enquanto não encontrássemos um local e um momento, mas podíamos trocar beijinhos, segurar as mãos, olhar com muita vontade um para o outro… e conversar.
Pensei que ela fosse perguntar se eu tinha transado com a Franci, só eu e ela, mas logo vi que eu estava sendo bobo, pois ela não estava nem aí, e com razão, pois afinal eu não era namorado de nenhuma das duas e tudo o que tinha acontecido com a gente foram aquelas transas lá na praça… os três.
O que ela começou a falar foi que a Franci falava pra ela que gostava mais atrás que na frente e que ela não entendia isso, pois se as meninas têm a xaninha para transar, por que vão atrás.
E logo falei que ela precisava experimentar para ver se também não gostava.
Ela disse que nunca faria isso, nunca faria anal, mas pelo modo como perguntava e falava as coisas, logo entendi que ela estava curiosa e o que mais queria era experimentar.
Ficamos falando com quantos meninos ela já havia transado, com quem.
Mas aí ela já estava interessada em saber se eu já havia tirado a virgindade de alguma menina e como tinha sido.
Falei de algumas exagerando um pouco, falei que foi tudo normal, gostoso, e ela então me revelou que para ela não tinha sido tão gostoso, pois o menino havia sido muito bruto.
Só com outros meninos e que foi legal, especialmente com um que sempre fazia muito gostoso com ela e com quem ela queria transar outras vezes, mas que não pode, porque ele mudou pra longe.
Jurei que seria mais legal ainda que o outro menino, especialmente quando fosse tirar sua virgindade anal.
– Mas nunca! E nem adianta prometer que vai com jeitinho.
Logo vi que ela não queria, mas queria.
Quase que a agarrei ali mesmo, no calçadão.
Mas tive de esperar pela tarde daquele dia, quando pais foram passear, minha irmã saiu com suas amigas, e nós dois fomos andar no calçadão… mas voltamos para o apartamento logo em seguida.
Foi entrar e nos agarrarmos feitos dois loucos.
Ela estava uma delícia, só com uma camisa de botão e a calcinha do biquíni.
Logo abri sua camisa, logo peguei seus peitinhos.
Logo baixei seu biquíni.
Logo enchi a mão com a sua xaninha.
Logo a sentei no sofá, puxei a alcinha do biquíni, tirei, olhei.
– Vou te chupar bem gostoso. – falei.
– Chupa! – ela pediu, quase implorou, abrindo suas pernas, mostrando sua xaninha quase sem pelos, rosadinha, e já molhadinha, muito molhadinha… senti na pontinha do dedo.
Chupei a xaninha da Daniele com o mesmo gosto e o mesmo carinho com que havia chupado a xaninha da Franci, com o mesmo gosto e carinho com que, na verdade, gosto de chupar qualquer xaninha, de qualquer menina.
As meninas gostam de ser chupadas e é gostoso dar esse prazer a elas.
Elas bem merecem.
O meu jeito te chupar xaninhas é começar tudo bem lentamente, tocando com a ponta da língua aqui e ali, dando uma lambidinha, depois colocando a língua bem na portinha, depois colocando bem no grelinho.
É vou aumentando o ritmo aos pouco, conforme a menina vai abrindo as pernas, e vai ficando com tesão cada vez maior, cada vez mais molhada.
E então fico lambendo, pegando a umidade da sua entradinha e levando até o seu grelinho, percorrendo aquelas fendinhas tão gostosas, os pequenos e grandes lábios.
Chupo até deixar a menina completamente doida, e se ela pedir ou se eu achar que ela quer, coloco a pontinha do dedo, fico mexendo, vou entrando, entrando, entrando… até tocar lá no fundo, mexer lá no fundo, enlouquecer a menina.
E foi exatamente isso o que fiz com a Daniele, deixei a completamente doida, doidinha, querendo o meu pau, louquinha para ser penetrada.
E então, sem tirá-la do sofá e sem sair da posição que eu estava, de joelhos, apenas coloquei uma camisinha no pau e entrei por entre suas pernas.
Mas não coloquei de uma vez.
Primeiro só brinquei, esfreguei, coloquei a cabecinha, tirei, esfreguei novamente, tudo na maior lentidão.
E ela foi ficando desesperada, a ponto de me agarrar com as unhas e me puxar para dentro.
E então, olhando nos seus olhos, aqueles olhinhos pedintes, fui entrando, entrando, e entrando até encostar minhas bolas.
E ela, já completamente aberta, mais que aberta, me abraçou imediatamente com as pernas e com os braços e começou a gritar alto, dizendo, pedindo para que eu a comece
– Me come! Me come! – ela falava. – Me come gostoso! Come minha bucetinha, come!
Achei o maior tesão ela falar bucetinha.
Pedi que ela repetisse mais uma vez, mais outra.
Ela olhava nos meus olhos, empurrava seu quadril para frente, e falava:
– Come minha bucetinha, come!
Ficamos assim brincando por um tempão até que, como era de se esperar, com aquele tesão todo e aqueles seus pedidos, não aguentei mais e gozei.
– Goza! Goza na minha bucetinha! Goza! – ela falava, enquanto eu me descarregava.
E ela gozou logo em seguida, de forma ainda mais louca que eu.
Caímos.
Mas só demos um tempo.
Na verdade, demos apenas uma pequena pausa, e começamos a brincar novamente, primeiro de forma bem lenta, e logo já aumentando o ritmo, quando então ela me empurrou e fez mudar nossa posição.
Fiquei sentado como antes ela estava, e ela sentou em cima, de frente para mim, de joelhos no sofá.
Aí foi ela quem comandou tudo… suas perninhas, seu quadril, sua bundinha mexendo alucinadamente enquanto fazia meu pau entrar e sair da sua xaninha.
Que delícia!
Que transa mais gostosa!
Gozamos outra vez, outras vezes, enquanto tivemos tempo, até chegar, minha irmã, antes ainda dos meus pais.
E ela bem viu o que estávamos fazendo, pois não tivemos tempo de nos vestir por completo antes dela entrar.
E nos intervalos, e depois, e mais tarde, Daniele e eu conversamos um tanto sobre aquela sua bundinha, que ela nunca tinha dado, mas que estava muito a fim de experimentar.
Dizia que não, mas queria.
Eu falava que mais tarde ia comprar gel, ela falava que eu ia gastar dinheiro de bobeira.
Mas não gastei de bobeira, não.
Daniele dando o cu
Sei que o título “Daniele dando o cu” pode parecer meio desrespeitoso para com as meninas, mas quem ler este relato vai ver que não é.
Tenho muito respeito por todas as elas, não importa se gordas, magras, fanhosas, estrábicas, loiras, morenas… todas, enfim, trato com o mesmo valor, o mesmo carinho e, sempre que elas querem, com o mesmo fervor sexual.
É claro que algumas dão mais tesão que outras, mas todas são meninas, todas dão prazer e, muito importante, todas querem e merecem prazer.
Mas, o título acima se deve ao fato de que existem diferentes tipos de meninas quando se trata de sexo anal.
Existem meninas que não querem nem ouvir falar em sexo anal.
Existem meninas que são fissuradas em sexo anal.
Existem meninas que fazem anal com a maior facilidade.
Existem meninas que querem fazer e fazem, mas com alguma dificuldade.
E existe a Daniele, que mesmo louquinha para experimentar no bumbum, me deu o maior trabalho.
Mas vamos aos fatos.
Apesar daquela nossa transa no dia anterior ou por causa daquela transa, nosso fogo havia aumentado anda mais, estávamos os dois soltando faíscas.
A Daniele soltava faísca porque estava bem taradinha, e eu, porque além de estar muito tarado também, não via a hora de comer sua bundinha.
Ela dizia que nunca ia deixar colocar atrás, nem eu, nem ninguém e que se havia meninas que gostam, isso era problema delas.
Mas a gente não parava de falar sobre transas e eu não perdia uma oportunidade para pedir o seu cu.
– Hummm… cocada! – ela exclamou, quando dávamos umas volta por uma pracinha cheia de barraquinhas onde vendem todo tipo de doces.
– Dá o cu pra mim que eu compro pra você. – falei.
– Nem quero.
Mas comeu a cocada que eu comprei.
Achei engraçado que na plaquinha na barraquinha estava escrito: “Cocada de coco com laranja”.
Tudo bem, cocada com laranja é uma delícia, mas existe cocada que não seja de coco?
– Agora me deu sede… vontade de chupar um sorvete.
– Dá o cu pra mim que eu compro… e não precisa nem chupar.
– Oh, menino! Não sabe falar de outra coisa?
– E você não sabe falar que dá?
– Tá bom! Eu dou… Mas agora pare de ficar falando essas coisas.
Parei de falar, mas não parei de pensar.
Será que ela estava falando sério ou será que falou aquilo apenas para eu parar de falar aquelas coisas?
Na parte da tarde daquele dia surgiu mais uma oportunidade.
Os pais saíram para passear (desconfio que foram num motel, pois sempre vão), a mana foi para a casa das amigas, fiquei sozinho no apartamento com a Daniele e não demorou oito segundos para estar com ela no sofá, num pega de fazer gosto.
Beijos, abraços com os braços e com as pernas, mãos na sua xaninha, mãozinha no meu pau, boquinha no meu pau.
– Vou te chupar bem gostoso. Mas depois você me chupa gostoso, igual ontem?
– Vou te chupar mais gostoso ainda que ontem, mas só você…
– Já sei. Só se eu te der o cu. Já falei que vou dar… só não sei quando.
– Vai ser hoje, agora.
Foi nada.
A porta abriu de repente, ela mal teve tempo de levantar o corpo e ficar sentada ao meu lado, eu mal tive tempo de puxar o calção para cima.
Era minha irmã com as amigas, que haviam resolvido ficar ali no apartamento para fazer sei lá o quê.
Mas não eram bobas.
– Vão lá no quarto! – falou uma delas. – A gente não atrapalha.
– É mesmo. – falou a outra. – Podem ficar bem à vontade lá.
– E se os pais chegarem a gente avisa. – falou minha irmã.
A Daniele não queria ir, e mesmo quando já estávamos no quarto, com a porta fechada, ela ainda falava que era chato, que as meninas ali, que isso, que aquilo.
– Quer uma chupada gostosa ou não? – perguntei.
E ela se acalmou… quer dizer, se agitou, olhando para a cama, olhando para mim.
– Só que… vou tirar só a calcinha, tá bom?
E tirou só a calcinha, ficando com a sainha e a blusinha que vinha usando.
Mas eu estava só de calção e fiquei sem nada.
Pensava em deitá-la na cama com as pernas abertas, mas ela tinha uma ideia ainda melhor.
– Deita aí. – ela falou. – Fiz assim com um menino e é uma delícia.
Foi falando e subindo por cima de mim, de joelhos na cama, até colocar sua xaninha na minha boca.
Verdade é que eu nunca tinha chupado uma menina desse jeito, nessa posição, nem tinha pensado nisso.
E mais verdade ainda é que eu devia ter pensado muito antes, com outras meninas, pois para a Daniele foi simplesmente uma loucura.
Ela é quem controlava os movimentos do seu quadril e esfregava a xaninha na minha cara, agarrando os meus cabelos, me puxando para dentro dela.
E a coisa ficou mais gostosa ainda pra ela quando ela levantou só uma das pernas, ficando apoiada num joelho e no outro pé.
Gritou, gemeu, quase me arrancou os cabelos.
Até que, já a ponto de gozar, ficou de cócoras, apoiada sobre os dois pés, segurando-se na cabeceira da cama.
Mas não gozou na minha boca.
– Põe a camisinha. – ela pedia. – Põe a camisinha.
E quando respondi que já havia colocado, ela foi para trás e encaixou sua xaninha no meu pau.
Foi direto, até o fundo, um mel só.
Mas muitos gritos, muitos gemidos, muitas unhadas no meu peito, até o gemido final, cena que nem dá para descrever, tão forte foi o seu gozo.
Mas não parou.
– Goza! Goza! – ela ficou repetindo, enquanto rebolava no meu pau, até que, inacreditável, ficou acesa novamente e gozou outra vez, agora junto comigo, gritando, gemendo, me unhando.
Morremos.
Renascemos, alguns minutos depois, com beijinhos, mãozinhas, olhares, mais olhares, muitos olhares meus que diziam tudo o que eu mais queria dizer.
Até que…
– Olha… vou tentar… vou deixar você colocar lá… Mas você vai me prometer agora, que tira na hora que eu pedir, que não vai ficar…
– Eu prometo. Eu prometo.
– Olhando pra mim… Promete mesmo, de verdade?
E foi o cuzinho mais difícil que já comi.
E como eu bem sabia que ia ser difícil, comecei com todo cuidado… quer dizer, com todos os cuidados, passando bastante gel no pau, passando gel no seu cuzinho, brincando com o dedo, enfiando um dedo, enfiando dois dedos.
Ela estava meio de quatro na cama, tipo ajoelhada, mas com a cabeça afundada, escondida no lençol, e eu, sentado ao lado dela, ficava passando gel, enfiando o dedo, fazendo cócegas,
Ela estava gostando, gostando muito.
Mas quando fiquei em pé atrás dela e encostei o pau, ela quase atravessa a parede, fugindo.
Sem exagero, ela deu uma recuada e uma retrancada tão forte que foram precisos outros minutos mais de brincadeiras com o dedo e palavras de carinho, até que ela relaxasse novamente.
E isso aconteceu mais uma vez.
A cada vez ela recuava menos, retrancava menos, até que num certo momento resolvi deixar a delicadeza de lado e forcei.
– AI! NÃO! VOCÊ PROMETEU… TIRA! TÁ doendo. TÁ ME machucando. Você falou… você prometeu… tira, vai, por favor, tira…
Ela foi se deitando na cama, tentando escapar, mas fui me deitando por cima, prendendo-a pelas coxas, até que sua voz já estava tão fraquinha e ela só dizia…
– Você prometeu… você prometeu…
– Mas está doendo? – perguntei.
– Está.
– Muito, muito?
– Um pouco.
– Um pouco quanto?
– Não sei, mas tá doendo.
– Não está não, sente só. – falei, dando uma mexidinha para frente e para trás.
– É que não é em você.
– Tá bom! Vou tirar então.
– Não!
– Não? Mas não está doendo?
– Um pouco, mas pode fazer, faz… – ela falou, dando uma mexida na bundinha.
– Vou enfiar tudo, então.
– Enfia, mas devagar… devagar… devagaaaar…
E então, completamente enrabada, com o pau todinho lá dentro, ela se acalmou por completo.
Agarrei-a pelos peitinhos e pela xaninha e comecei o vai e vem, o entra e sai, o deslizar gostoso para dentro e para fora.
Daniele parecia morta, não dava uma mexida, não falava mais nada, apenas se mantinha com os olhinhos fechados e se agarrava ao lençol.
Comi o seu cuzinho por muitos e muitos minutos, me perguntando se ela estava gostando ou não, até que, já sem aguentar mais, comecei a acelerar os meus movimentos, caminhando para um gozo fenomenal na sua bunda.
E conforme eu acelerava ela ia se agarrando mais forte ao lençol, ia deixando escapar gemidos mais longos, mais altos, até que despejei.
Despejei, soquei fundo, apertei o seu corpinho, olhei para o seu rostinho, parado, inerte.
Tirei o pau do seu cuzinho, saí de cima dela, dei uma olhada gostosa por todo o seu corpinho, agora quase todo descoberto por causa da saia e da blusa enroladas, mas percebi que ela nem se mexia e parecia até que nem respirava.
– Daniele! Daniele! – comecei a chamar, já com uma certa preocupação, acreditando que a tivesse machucado. – Daniele! O que aconteceu? Você morreu?
– Acho que sim. – ela disse, um bom tempo depois, com uma voz mole e sonolenta.
– O que aconteceu? – perguntei mais uma vez, empurrando o seu corpo para que ela virasse de frente para mim.
– Não sei. Só meu deu uma coisa. – ela falou.
– Que coisa?
– Não sei. Só sei que… fiquei mole… sei lá.
– Vou buscar um copo com água. – falei, vestindo o calção e saindo para a sala, para a cozinha.
E ao sair vi pelo menos duas meninas correndo da porta do quarto para o sofá, uma delas era a minha irmã.
Mas nem liguei muito, pois estava realmente preocupado com o que podia ter acontecido com a Daniele.
Eu nunca tinha visto algo assim, a menina ficar daquele jeito depois de um anal.
Passei de volta para o quarto e vi sorrisinhos, conversinhas.
Entrei no quarto e, para o meu alívio, Daniele estava sentada na cama, com uma carinha de morta.
Ela bebeu a água, me olhou, e falou:
– Coisa maluca!
– Maluca? Por que? Foi ruim?
– Não sei. Realmente eu não sei.
E quis ir ao banheiro, fazer xixi, fazer sei lá o quê, e quando voltou, simplesmente deitou na cama e dormiu.
Mas dormiu gostoso, o que me deixou tranquilo a ponto de dormir também, ao lado dela.
Mais tarde, bem mais tarde, estávamos todos andando pelo calçadão, meus pais lá na frente, minha irmã com as meninas, um pouco mais atrás, eu e a Daniele bem para trás, quando passamos por uma barraquinha onde vendia coco…
– Que chato! Bem que eu queria, mas não peguei dinheiro.
– Eu pago. – ela disse.
– Você paga? – perguntei, olhando no rostinho dela.
– Pago. Mas só se você me chupar bem gostoso mais uma vez e também…
– E também…?
– Comer o meu cu. – ela falou, de forma rápida, sorrindo gostoso.
Daniele transando com o próprio tio
Tenho contado algumas das minhas aventuras e tenho outras ainda pra contar.
Mas além de contar meus lances, quero também mostrar um pouco do que sou, do que penso, do que costumo fazer.
E além disso, quero contar também o outro lado das minhas histórias, isto é, as meninas; o que elas pensam, o que fazem, porque fazem.
Gosto de ouvir as experiências delas.
Sei lá, mas acho que assim posso ensinar muitas coisas a elas e também aprender com elas, pois existem, é claro, meninos que fazem diferente do que eu faço; eles ensinam as meninas, elas me ensinam, e eu ensino as outras.
E assim vai, como bem mostra esse outro lance meu com a Daniele.
Sou o contrário de outros meninos que conheço, alguns até amigos meus, que gostam de falar das suas aventuras sexuais como se fossem verdadeiras conquistas de domínio sobre as meninas.
Ficam falando: comi aquela lá, aquela outra já deu pra mim, e a outra, então, está louquinha pra dar pra mim, mas nem sei se quero comer.
Não é assim!
Ninguém come ninguém, ninguém dá pra ninguém.
Claro que podemos usar essas palavras, eu também uso, mas é claro também que “comer” uma menina é conquista, sim, mas não do jeito que eles falam ou pensam.
É conquista do amor, do carinho, do prazer que a gente troca e, principalmente, do respeito de um pelo outro.
Meninas são exatamente iguais aos meninos, têm sentimentos, podem ser tímidas, danadinhas… tudo igual.
Outra coisa.
Muitos dos meninos que conheço “comem” todas, e todas as meninas que eles comeram nunca “deram” pra mais ninguém.
Eles gostam de chegar nas meninas e falar que comeram tantas, que já fez isso, fez aquilo… mas a menina não pode falar nada, tem de ser bobinha, inocente, e nem saber direito como é um pinto.
Como são bobos!
Acredito que não “comem” ninguém e ficam mais é inventando histórias.
Isso, aliás já aconteceu com um grande amigo meu, que num domingo chegou na minha casa todo radiante, falando a todo momento que havia tirado a virgindade de uma menina chamada Ariane, nossa conhecida.
– A Ariane, virgem? – quase que falei pra ele.
E só não falei por respeito a ela.
Por ela, pela nossa amizade e pelas nossas transas de vez em quando é que não contei que quem tirou a virgindade dela, há um bom tempo, foi um menino da escola.
Sei de tudo dela, como ela sabe de mim, mas isso é segredo nosso, que só escrevo aqui, onde ninguém vai saber quem ela é.
E ninguém vai saber também das outras meninas e sequer da Daniele, sobre quem estou falando neste relato. Na verdade, quem está falando é ela.
Mas vamos aos fatos.
A primeira vez que “comi” a Daniele foi numa praça, perto da escola; ela e a Franci.
Mas já contei isso, e contei também que depois “comi” a Franci, menina louquinha por sexo anal… e contei que levei a Daniele para a praia, junto com meus pais e minha irmã menor, contei que eu estava querendo muito a sua bundinha, e que ela só me “deu” depois de muita insistência.
Pois bem, no dia seguinte ao primeiro anal da Daniele, o que ela mais queria era falar da experiência que havia vivido, e fazer de novo, é claro.
E eu, além da experiência com o anal, me recordava muito a experiência com o lingual… quer dizer, com a posição que ela ficou para eu chupar sua xaninha; de cócoras sobre a minha boca.
– Não foi um menino quem me ensinou… foi meu tio. – ela revelou, deitada na cama, comigo em cima, penetrando sua xaninha, num gostoso papai e mamãe.
Aquele era o nosso terceiro e último dia na praia, e logo cedo já havíamos percebido que ou gente arranjava um jeito para transar ou a gente arrumava um jeito para transar.
Quer dizer, estávamos tão a perigo que se não fosse no apartamento, seria na garagem, na moita da pracinha que vende “cocada de coco com laranja”, na água do mar, na areia, atrás do quiosque.
Mas não foi preciso nada disso.
Contamos com uma pequena grande ajuda da minha irmã que, mais uma vez, ficou com suas amigas atrás da porta… quer dizer, na sala, enquanto eu me trancava com a Daniele no quarto.
E começamos pelo básico, pelas carícias, pelos beijinhos, pelas passadas de mão, pelo enrosco de pernas… e logo estávamos num 69 muito louco, até que ela se colocou novamente naquela posição que achei muito gostosa, e que ela acha mais gostosa ainda, qual seja, ficar de cócoras sobre a minha cabeça com a xaninha na minha boca, mexendo e rebolando enquanto eu chupo.
Foi daí que, com mais tesão ainda do que já estávamos antes, tratamos de encamisar o pau e partir para a primeira que foi no o papai e mamãe, mas muito gostoso, principalmente quando ela me abraçava com as pernas também, me apertando, me puxando para dentro dela e cravando suas unhas nas minhas costas.
A ideia era transar uma vez na xaninha para aliviar um pouco o tesão e depois partir para a sua bundinha, pois tanto eu queria comer novamente quanto ela estava ansiosa para dar novamente.
Mas foi ainda no descanso da primeira transa que ela me revelou que a Franci havia contado pra ela que havia feito anal comigo na casa dela.
– Mas olha só! E eu mantendo segredo para não te provocar ciúmes.
– Ciúmes por que? Não somos namorados nem nada. E quando eu transar com outro menino o senhor faça o favor de também não ficar com ciúmes.
– Certo? Mas se a Franci falou que fez anal… por que você estava com medo de fazer?
– A Franci é a Franci, eu sou eu… Mas se quer saber, foi por ela ter me contado que acabei me encorajando.
– Ah! Então não foi pelos meus insistentes pedidos?
– Também. Mas vamos transar que a gente ganha mais.
E assim começamos a nos beijar novamente, nos apertar, meu pau foi enrijecendo dentro da sua xaninha e, quando vimos, eu já estava bombando, ou era ela quem estava… e acabamos tendo uma outra transa ainda na xaninha, com a única diferença de que nos viramos e ela ficou por cima, me cavalgando, e mais uma vez de cócoras.
Como ela gosta dessa posição!
E deve ser realmente uma maravilha para menina, que fica com as pernas bem abertas, só controlando tudo.
E depois da segunda tivemos de esperar um bom tempo até ficarmos no ponto novamente, mas foi durante esse tempo que conversamos e ela me contou a sua primeira vez, as suas primeiras vezes.
– Minha primeira vez foi com um menino da escola. Um dia criei coragem e falei que queria ficar com ele. Ele falou que só ficava comigo se fosse para transar.
– Já sei. Você mandou ele praquele lugar.
– Tá besta é? Mandei ele para a minha casa. Eu estudava de manhã e ele ia à tarde.
– Ia? Foi mais de uma vez, então?
– Umas oito.
– E como foi?
– Eu achava que era gostoso. Mas só depois alguém me ensinou que não podia ser daquele jeito que a gente fazia… era só na base do chega, coloca a camisinha, coloca dentro, faz fuck fuck, ele goza, tira… Acho que só gozei umas duas ou três vezes com ele.
– Menino bobo.
– Não era bobo, não. Fosse assim eu também era. Acontece que nós dois estávamos aprendendo ainda.
– Certo! Mas e aí… demoraram muito para aprender?
– Até que não. O tio me ensinou.
– O tio?
– Meu tio, irmão da minha mãe, tinha separado da mulher e foi morar uns tempos lá em casa, bem nessa época em que eu estava começando com o menino. O tio logo sacou que a gente só fingia ficar estudando no quarto. Na verdade, ele ficava era espiando e um dia me pegou na sala e falou que estava tudo errado e…
– E…?
– E foi um dia mais que gostoso. Primeiro não foi, mas depois foi. Primeiro fiquei com medo, com vergonha, com tudo, depois fiquei uma cadelinha.
– Uma cadelinha?
– É. Foi o tio que falou que para transar gostoso eu tinha de ficar uma cadelinha.
– E como é ficar uma cadelinha?
– Ele me sentou no sofá, começou a brincar com os meus peitinhos, pegar, apertar, depois começou a beijar, mamar, morder… já fui ficando meio cadelinha. Então senti as mãos do tio puxando minha calcinha, tirando, e depois abrindo minhas pernas, olhando minha xaninha e…
– E…?
– Nem fala! Ele começou a passar a língua, lamber, enfiar a língua, foi dobrando minhas pernas, foi me abrindo cada vez mais, até que se deitou no tapete e me puxou para cima dele, agachada, com a xaninha na sua boca… Nem preciso falar mais nada, não é?
– Que tio safado! Que idade ele tinha?
– Tinha, não, tem… quase quarenta. Mas se o que ele fez comigo é safadeza, eu quero mais é ser cadelinha.
– E então ele comeu sua bundinha?
– Mas que mania de comer bundinha, comer bundinha! Não comeu, não, e mesmo que eu quisesse, nunca que ia conseguir.
– Por que não?
– Desse tamanho. – ela fez, mostrando com a mão algo bem maior que vinte centímetros.
– Tudo isso?
– Pois se quase não coube nela… nele é que não ia caber mesmo. Sabe que para transar eu também ficava por cima, igual para chupar, pois tanto eu quanto ele tinha medo de machucar.
– E vocês transaram muito?
– Muito, muito. Tinha dia que eu transava com o menino e depois com ele… Ensinei muita coisa para o menino, mas ele nunca soube que aprendi com o meu próprio tio.
– E por que não transam mais… ou ainda transam?
– Ele voltou com a mulher dele, o menino que foi meu primeiro menino se mudou, fiquei algum tempo sem ninguém, depois fui com um, com outro, mas sempre coisa de uma vez só… até que um dia, caminhando para a escola junto com a Franci, vimos um menino que vinha atrás de nós. Ela me disse que achava aquele menino um tesãozinho, eu disse a mesma coisa… e então tivemos a ideia de levantarmos nossas camisetas só para provocar o menino.
– Mas olha só! – falei. – Que duas danadinhas! E eu pensando que era o herói da situação.
– Mas a ideia era só provocar, ver qual de nós duas você escolhia… Nenhuma das duas tinha pensado em transar lá na praça… e menos ainda transar nós três ao mesmo tempo.
(…)
Abracei Daniele com carinho, nos beijamos, rolamos na cama, e já nos preparávamos para mais uma enrabadinha, quando bateram na porta.
Fui atender, tendo apenas o calção por cima do pinto. Era a minha irmã, que ficou me olhando com os olhos compridos, e também olhou para Danieli ainda peladinha se cobrindo com o lençol.
A mana avisou que os pais estavam chegando… e ficamos sem o anal, que só foi acontecer dias depois.
Logo vou contar, pois foi em dupla outra vez.

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Anna Riglane… Jornalista, historiadora, pesquisadora do comportamento sexual humano, coletora/escritora e divulgadora de Contos Eróticos transcritos a partir de relatos dos seus leitores e/ou com base em fatos do cotidiano
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