Especial – Minha primeira menina

Este SUPER CONTO faz parte do ebook 69 Contos Eróticos de todos os tempos – Volume 1 publicado na AMAZON, e traz uma história real acontecida lá nos anos de 1960.

Incrível, mas isso aconteceu em 1966, quando eu tinha 18 anos.

Já estava quase tudo meio apagado da memória, quando, repentinamente, depois de tomar uma anestesia geral para fazer uma cirurgia, acordei me lembrando de tudo, detalhe por detalhe… e com a mesma emoção e as mesmas sensações de quando aconteceu.

 Até parece que foi ontem.

 O nome dela é Maria Aparecida, como eram os nomes da maioria das meninas na época.

Coisas de religião.

Era uma menina bonita, meio alta, meio magra, mas com um corpinho muito bem feitinho, e tinha três meses apenas menos que eu.

Éramos quase vizinhos, morávamos a duas quadras de distância, numas das últimas ruas no limite da pequena cidade do interior.

E éramos muito amigos também.

Eu a conheci através do seu irmão maior, mas logo nos tornamos amigos e eu frequentava sua casa direto, e ela a minha, o que nos custou várias chamadas dos nossos pais.

– Veja lá se não vai aprontar com a filha dos outros, hem! Lembre-se que você tem irmãs… – dizia meu pai.

– Espero que respeite minha filha como se ela fosse tua irmã. – me falava o pai dela, um gaúcho que vivia andando a cavalo, comprando gado para o açougue que tinha bem no centro da pequena cidade.

– Mas somos apenas amigos. – eu respondia para os dois, e para as nossas mães também.

Claro que sempre que minha mãe me mandava comprar carne eu ia no Açougue do Gaúcho, muito embora a Maria Aparecida quase nunca estivesse por lá.

Mas essa era uma forma de conquistar a confiança do homem e da mulher dele, o que funcionava, pois eles sempre deixavam a filha passear comigo por onde eu fosse, para brincar na cachoeira, nas festas da igreja, nos jogos de bola do timinho em que eu jogava.

Mas claro que esses passeios eram sempre em turma, nunca apenas nós dois.

Mas chegou então um momento em que comecei a sentir duas coisas diferentes, mas relacionadas.

Uma coisa era que eu ouvia os meninos mais velhos dizendo que já tinham ido na zona, comentando as mulheres que tinham comido lá, e eu sentia que já estava chegando a hora de ir também… quebrar o meu cabaço.

Mas eu não queria ir na zona, não achava certo pagar para meter.

E além disso, eu tinha certeza de que não teria coragem de comer aquelas mulheres feias, gordas e sujas (assim eu imaginava) que eu via ou quando elas vinham para a cidade ou quando eu e outros moleques passávamos de bicicleta em frente à casa delas.

Eu ficava imaginando que se algum dia aparecesse por lá uma menina novinha, que não fosse gorda e que fosse limpinha, talvez eu criasse coragem.

A outra coisa é que essa menina que eu imaginava era a Maria Aparecida.

Quer dizer, não que eu a imaginava na zona, mas, sim, que eu havia descoberto que ela era a menina dos meus sonhos.

Bem que ela podia ser a minha primeira menina, eu pensava.

(…)

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