Quem foi com quem? – 15 -Como dar verdadeiro prazer a uma mulher

Vivido por: Gustavo P. D. (1993)
Brás-Cambuci – São Paulo – SP
Transcrito por: Anna Riglane

Esclarecimento

Este relato, ou esta história, como queiram, é cem por cento real. É uma das várias histórias semelhantes que tenho vivido ao longo dos últimos anos e, por meio das quais, tenho oferecido a várias mulheres o verdadeiro prazer que um homem pode dar a elas.

Não façam juízo de valor precipitado nem me tomem por um falastrão, por favor.

Leiam antes de julgar.

Apresentação

Meu nome é Gustavo, tenho 32 anos de idade, sou nascido e criado no bairro do Cambuci, em São Paulo, onde ainda moro, junto com a minha mãe e a minha meia irmã Celina, 28 anos, também solteira.

Meia irmã por parte de pai, que viveu junto à minha mãe por muitos anos, antes de morrer, de câncer, deixando a nós três um patrimônio razoável que ela e eu temos tratado de ampliar, enquanto cuidamos da minha mãe, madrasta dela, que não goza de boa saúde.

Temos uma indústria de alta costura, empregamos cerca de trinta pessoas, e é na nossa oficina ou em função dela que a história aqui relatada acontece.

Em muitos aspectos, esta e outras histórias se assemelham à minha história com a Celina, em outros não. Peço que prestem muita atenção nisso.

Então vamos lá.

Seis anos atrás… começo de 2019

Diferentemente de mim, com toda certeza o que a Ivone menos pensava naqueles dias,  o que ela menos pretendia, e menos esperava, era se deitar com outro homem, que não o marido.

Corrigindo, diferentemente de mim, o que ela menos pensava era em sexo, enquanto eu, como me acusa injustamente a Celina, só penso nisso.

Feita a correção, verdade mesmo é que até com o marido devia difícil para a Ivone se deitar, pois o que mais lhe ocupava a cabeça, além do emprego recente, dos cuidados da casa e dos filhos, era uma meia dúzia de prestações que ela nem fazia ideia de como pagar.

E era tão pouco.

Casada, mesma idade da Celina, mãe de dois filhos pequenos, auxiliar de limpeza, salário mínimo, o marido motorista de ônibus…

– Não sei mais o que faço. E tudo são coisas que comprei pras crianças, pra mim e pro marido mesmo, nada. Nem tenho como me arrumar direito.

– Mas você nem precisa se arrumar.

– Não preciso!? Por quê?

– Bonita como você é…

– Eu, bonita?

– E não? Bonita e…

– E o quê, moço? Olha o que você vai falar.

– Só ia falar a verdade… que você é gostosa… só isso.

– Melhor parar com essa conversa.

Essa conversa entre a Ivone e eu acontecia durante a carona que eu lhe dava, da firma até a estação do metrô, sem que ela soubesse que sou o patrão dela.

E ela não sabia que sou patrão, porque a minha meia irmã é quem cuida da parte de recursos humanos, inclusive dos salários, ou seja, é ela  mantém mais contato direto com o pessoal.

Meu trabalho é mais visitar clientes, fechar contratos, por aí.

E assim foi que na primeira vez que ofereci carona a Ivone não aceitou. Estava no ponto de ônibus, parei o carro, fiz sinal, mas ela simplesmente fez sinal contrário, dizendo que não ia comigo.

Com razão, pensei, é nova na firma, nem me conhece direito, nem sabe quem eu sou.

Mas, no dia seguinte, além de cruzar com ela  (mais vezes do que seria o normal) pelo escritório e pelo chão da oficina, peguei-a ainda no estacionamento.

Era seu horário de saída, saí junto.

– Vai aceitar carona hoje ou não?

– Vou pegar o metrô.

– Eu sei. metrô Bresser, até o metrô Jabaquara. Vou pro Cambuci, te deixo na estação Vila Mariana, você ganha muito tempo.

– É, ganho mesmo. Mas é melhor não. Eu…

– Entra aí, vai! Tô mandando.

Quer dizer…

Ou ela aceitou porque se sentiu mais segura, agora que me conhecia um pouco, ou aceitou porque não teve como recusar.

E naquela primeira vez pouco conversamos, ela me parecia meio retraída, fechada, achei por bem não forçar.

Uma semana depois ela já estava mais tagarela, mas, nem por isso mais aberta.

Mas não queria mais as minhas caronas.

– Não fica bem, já tem gente falando. O que vão pensar?

– Tem razão. Me espere noutro lugar, então.

– Que lugar?

– Cada dia a gente marca um lugar diferente. Hoje você vai caminhando até a estação, passo de carro e te pego.

– Tá bom.

E assim…

Ela me agradecia pela carona, pois assim ganhava tempo, falávamos de outras coisas triviais, ela sempre reservada, e chegamos nas dívidas que ela havia acumulado comprando coisas para as crianças.

– E o maridão, não ajuda? – perguntei, mudando a conversa, como era do gosto dela.

– Que nada! Mal me dá o dinheiro pra comida. Nem sei o quanto ele ganha, no que ele gasta, se guarda algum.

Dando uma encurtada ou uma pulada nos acontecimentos, cheguei na Celina e solicitei que ela providenciasse um empréstimo para a Ivone.

– Mais uma? – perguntou a minha meia irmã.

– E por que não?

– É… Até que ela é bonita. Mas cuidado, parece que o marido é meio bravo.

– Mais uma razão… não é?

– É… acho que é. Mas cuidado.

– Que doidice é essa de me emprestar dinheiro, homem? – foi a primeira coisa que ela me falou assim que entrou no carro, depois que a apanhei num ponto de ônibus.

– Não gostou? Assim você paga suas contas, fica tranquila, e ainda te sobra algum… e vai pagando aos poucos.

– É… mas o Naldo não vai gostar nem um pouco.

– Naldo! Que Naldo?

– O meu marido, né! Não sabe não?

E realmente o Naldo não gostou.

Dei o azar… ou a sorte, como se verá depois, de estar no escritório sozinho, enquanto a Celina saía para almoçar.

– Senhor Gustavo… me explica que história é essa de ficar arrumando dinheiro para a minha mulher?

Lascou!

– Eu… emprestar dinheiro?

– Isso mesmo. Ela apareceu com o dinheiro em casa e disse que você arrumou.

– Nada disso, amigo. A dona Ivone está enganada. Quem arranjou ou, melhor, quem emprestou o dinheiro foi a firma.

– Firma! Que firma?

– A firma, oras, minha firma, minha e da minha irmã, aqui onde a dona Ivone está trabalhando.

– Tá. Mas por que a firma emprestou dinheiro pra minha mulher?

– Senhor… Como é mesmo o seu nome?

– Naldo… marido da Ivone.

– Pois bem, senhor Naldo, marido da Ivone. Nossa empresa tem como política de gestão fazer com que todos os funcionários trabalhem satisfeitos, sem preocupações financeiras. E como a Ivo… a dona Ivone comentou com algumas colegas que está com algumas dívidas, providenciamos o empréstimo, está tudo registrado aqui nos papéis, posso mostrar.

– Não precisa mostrar. Mas acontece que ela me falou que foi para você que ela contou das dívidas.

– Pra mim?

– É… e no carro. O que ela estava fazendo no seu carro.

LASCOU DOBRADO.

– O que ela estava fazendo…? Bem… ela não te falou?

– Falou o quê?

Valeu a minha presença de espírito naquela hora. Não era a primeira vez que eu passava por situação semelhante, já estava mais que escaldado, e acabei me saindo bem.

– Ah… já sei. Acho que ela não quis te falar, mas acontece que além de trabalhar aqui ela anda fazendo uns bicos na casa da minha mãe… minha mãe é doente, sabe? E a minha irmã não quer levar até lá uma pessoa que não seja de confiança. Foi a minha irmã quem tratou com ela. Eu só dou carona porque saio mais cedo, levo ela até lá em casa, mas…

Acho que nunca falei tanto e tão rápido como naquele momento.

– Isso é verdade, mulher?

– É verdade, marido… eu precisava arranjar dinheiro, vocês sabe…

– Tá bom! Tá bom! Espero que seja verdade mesmo, e que seja só isso. Até mais, senhor Gustavo. Mas eu que fique sabendo de alguma coisa. – falou, colocou a mão na cintura, como se fosse empunhar uma arma, e se foi.

Poxa! Que homem mais desconfiado! Nem acredita.

A Ivone acompanhou o marido até a porta da firma, a Celina entrou no escritório; estava esperando no corredor.

– Tô te falando pra tomar cuidado… tô te falando.

– Mas eu nem fiz nada… ainda nem fiz.

– Acho que agora não posso mais pegar carona com o senhor. – me disse a Ivone, mais no finalzinho da tarde daquele mesmo dia.

– Me chamando de senhor, agora!? E por que não pode mais pegar carona?

– Porque agora que tenho o dinheiro não preciso mais trabalhar na sua mãe, não é? O Naldo não vai querer que eu trabalhe.

– Mas que ingrata! É assim que você agradece?

– Claro que não! Sou muito agradecida. Mas…

– Mas o quê?

– Não estou entendendo.

– Não está entendendo o quê?

– Por que para te agradecer eu preciso pegar carona com o sen… com você?

– Para me agradecer, né!

– Anh!

– No carro eu te explico. Hoje você me espera naquele posto lá da rua…

– Senhor Gustavo, o sen… – ela começou a falar, assim que entrou no carro.

– Senhor!? – censurei.

– Gustavo. Pronto, falei. Mas, por acaso o sen… você está de coisa comigo?

– Que coisa?

– Coisa… está querendo coisa?

– Estou.

– Melhor eu descer do carro.

– Só lá no motel.

– Sen… Gustavo… Pelo amor de Deus!

Foi um trajeto de uns vinte minutos, mais ou menos, do posto de gasolina perto da firma até a avenida Ricardo Jafet, num dos motéis mais caros… pra impressionar mesmo.

– Gustavo. Para com isso! Eu não posso.

– Gustavo. Me deixe descer. Eu não quero.

– Gustavo… vou descer. Sou casada, homem, nunca fiz uma coisa dessas, não quero fazer, te agradeço… melhor, te devolvo o dinheiro…

– Devolve?

– É… quer dizer, já gastei, paguei as contas, mas…

– Mas o quê?

– Eu dou um jeito.

– Dá?

– Para com isso! Deixa eu descer.

– Estamos parados num farol.

– Mas… tá bom! Eu vou com você. Mas é só essa vez, hem! Nem pense que sou dessas, nem pense que vou…

Além de um dos motéis mais caros, também a suíte mais luxuosa.

– Meu Deus, homem! Nunca entrei num lugar desses.

– Como não? Ele nunca te levou num motel?

– Imagina! Só me levou uma vez, na minha primeira vez, e nem foi motel, foi hotel… era só um quarto com uma cama, nada disso aqui… luzes, piscina…

– Não é piscina, é hidromassagem.

– Hidro… E pra que serve?

– Vou te mostrar… vou te mostrar tudinho. E você… me mostra tudinho?

Apaga a luz, pensei que ela fosse pedir.

Ela não pediu para apagar a luz, mas acho que faltou pouco.

Depois de olhar, admirar e comentar cada detalhe do ambiente, ela parou ao lado da grande cama redonda, ficou me olhando por algum instante e, então, começou a desabotoar a blusa.

Foi soltando os botões, sempre me olhando, sempre olhando se eu estava olhando, até que ficou nua da cintura para cima.

Belo par de seios, senti vontade de comentar, mas deixei para depois.

Ato seguinte, no mesmo ritmo, ela desabotoou a calça, foi baixando, até que chegou nos pés, quando, então, sentou na borda da cama e acabou de tirar.

Ainda me olhando, empurrou-se para o meio da cama e deitou, só de calcinha.

Fui mais rápido que ela, em três segundos eu já estava peladão, subindo na cama, subindo por cima dela, procurando beijar.

Ela cedeu um primeiro beijo, mas logo me parou, olhou nos meus olhos…

– É só essa vez, hem! Eu bem devia, mas…

– Mas o quê?

– É só essa vez.

– Certo. Mas então, vamos fazer para que seja uma tarde inesquecível, vamos…

– Que tarde, homem? Já é quase noite. É só essa vez, só uma vez… Entendeu?

– Não entendi nada. Você foi fazer serviço na casa da minha mãe, saiu de lá tarde, e por isso chegou tarde em casa, e…

– É só uma vez, só uma vez…

Foram quatro.

Quer dizer…

Ela foi quatro vezes, eu três.

A primeira ela queria que já fosse imediata, que eu tirasse sua calcinha e que já penetrasse a sua xana.

Tirei sua calcinha, mas preferi antes, durante, e depois do ato de tirar, dar uns gostosos beijos, umas gostosas lambidas, uma senhora chupada.

– Aí é lugar de por a boca, homem? – ouvi ela dizer ou, na verdade, tentar dizer, já entre fortes gemidos.

Chupei, chupei, brinquei com o dedo, deixei-a super excitada, molhada, seu corpo já vibrando.

Deitei ao lado, puxei-a para cima.

– Não… assim não… vem você por cima, não gosto assim.

– Gosta sim! Gosta sim!

Ela não tinha pedido para eu apagar a luz, mas não queria que eu visse o seu corpo enquanto transávamos. Por isso queria ficar por baixo, comigo deitado em cima, igual papai e mamãe.

Ficou por cima, meio que me cavalgou, pois não se sentia muito à vontade, e também, pelo que fui descobrir depois, não estava acostumada a mexer o quadril, rebolar, comandar a transa.

E os seus seios…

De início nem pude ver direito o gotoso balançar, pois ela os cobriu com o lençol.

Só depois de muita briga, já em ponto de altíssima excitação, é que ela permitiu que eu puxasse o lençol.

Mas aí, logo em seguida, ela já estava deitando sobre o meu peito, querendo me beijar, querendo gozar.

– Goza gostoso, goza! – eu incentivava.

– Vai você! Vai você! – ela não usava a palavra goza, nem qualquer outra palavra do tipo.

Pau, por exemplo, era pinto.

Xana era ela, nela, dentro dela… nunca falava xana.

Par mim era uma novidade gostosa estar comendo a Ivone, e eu me esforçava para me segurar e não gozar antes dela, como sempre gosto de fazer.

Adoro ver uma mulher gozando.

Para ela, com certeza, a novidade era muito mais gostosa, ainda, eu devia mesmo ser o seu segundo homem, devia ser mesmo a primeira vez que ela traía o marido.

Por que digo isso?

Porque primeiro ela também se segurou, por pudor, com certeza, esperando que eu gozasse primeiro e nem a visse gozando.

Mas depois, quando já não se aguentava mais, disparou num orgasmo sem tamanho, num fogo sem descrição, fortes gemidos, gritos, unhadas…

E o fogo não apagou com o orgasmo.

Continuou em cima, continuou se agitando, até que gozou outra vez.

Foi quando gozei também.

Ofegantes, sem voz, esperei pelo momento que ela fosse se levantar pra ir embora, pois havia dito firmemente que seria uma vez só.

Esperei, mas eu sabia que ela não ia se levantar.

E não levantou mesmo.

Começou a brincar com o meu pau, foi ajeitando o corpo, começou a chupar…

Seis anos depois… começo de 2025

Aquela primeira vez com a Ivone, a primeira vez que era para ser uma vez só, durou quase duas horas.

Deixei-a num ponto de ônibus próximo à sua casa, no Jardim Miriam, já passava um pouco das oito da noite.

A segunda vez aconteceu cerca de quinze dias depois, e não fui eu que cobrei.

– Enjoou de mim? – ela perguntou, numa das caronas que eu lhe dava.

– Enjoei! Por que pergunta isso?

– Foi só aquela vez.

– Ué! Não foi você quem disse que seria uma vez só?

– Seu bobo!

Seis meses depois eu praticamente obriguei… praticamente, não, obriguei de verdade, que ela se matriculasse numa escola e concluísse o Fundamental e o Colegial.

– Eu pago… a firma paga.

– Mas…

– Mas o quê?

– O Naldo… ele não vaia gostar.

– Pois é por isso mesmo que você vai estudar.

E realmente, o marido machão não gostou nem um pouco.

Nas nossas transas, nos nossos momentos pelos motéis da vida, ela me falava das brigas que tinham, dos ciúmes que ele manifestava.

– Ele acha que é você e não a firma quem está pagando a escola.

– Mostra pra ele os descontos no holerite.

– Ele acha que você está me comendo.

– Ele acha… fala isso?

– O tempo todo. Já falou até que devo estar dando o rabo.

– O rabo…?

– Não! Pode parar! Nem vem com essa ideia, ele é que fala, mas eu nunca, eu… Homem de Deus!

Três anos depois, e o Naldo não suportou quando a Ivone comunicou que ia fazer faculdade.

Foi embora, deixou-a com as crianças.

– Sinto muito. Fui o culpado.

– Que culpado, homem! Já foi é tarde, não quero nem o dinheiro da pensão, posso acabar de criar meus filhos sozinha… e graças a você.

– Sozinha?

– Sozinha, claro! Por acaso lhe passa pela cabeça casar comigo? Claro que não quer! Só quer mesmo é me comer, assim como já comeu e come outras que trabalham lá com você, até a…

– Até quem? Fala!

– Ah…! O pessoal comenta.

– Comenta o quê?

– Me fala… ela é mesmo sua irmã… meia irmã?

– A Celina? Claro que é! Meia irmã por parte de mãe.

– Sei… mas vocês…

– Nós o quê? Nós o quê? Fala! Quer levar uma comida de rabo, é?

– Mais do que você já comeu…?

Em janeiro deste ano, seis anos depois desta história começar, foi a formatura da Ivone na faculdade.

Mas antes disso, em meados do ano passado, ela já havia deixado a firma, depois de ter passado num concurso público na Prefeitura.

E a bandida ainda me conta que no seu novo emprego conheceu um cara, que já andaram se enroscando, que…



São 105 relatos, com muito mais histórias entrelaçadas
Confira
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01 A boate demoníaca do meu tio Patric
02 Eu fitness, ele 37 por 16… a história de uma japinha
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04 Você come uma prima, aí a outra também quer
05 Faixa de pedestre, temporal, e aquela foda inesperada
06 Seu Piroca na escadaria
07 É dando o cu que se toma no rabo
08 Campos do Jordão e… anal com o namorado da minha amiga
09 Marido, filhos, igreja, trabalho, luxúria, marido…
10 Batendo punheta, menina… uma aventura real, finalmente
11 Meu tio querendo me comer… e o dia que nunca vou esquecer
12 Gravidazinha, transei com o meu padrasto
13 No Ibirapuera com o meu paquera… minha primeira transa
14 Dei para o namorado da minha tia, mas…

15 Como dar verdadeiro prazer a uma mulher

16 Eu sou a Tiquinha… e tenho um segredinho
17 A buceta de um milhão
18 Provoquei o pai da minha amiga… e quase deu ruim
19 A misteriosa Sandra Dee
20 Sabe o que eu queria?
21 O comedor do mau prédio
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26 Jamile, 21 aninhos de tesão… e uma surpresa
27 Mulher séria também trepa… até com 5
28 Eita japonês burro!
29 Profundas inquietações no fiofó da santa
30 A minha tia com o vizinho… e quase sobrou feio pra mim
31 Meia gordinha… Português ZERO, trepada DEZ
32 E comecei foi logo com o priminho que queria aprender a chupar a xaninha da namoradinha
33 A última passageira… tudo muito inacreditável
34 Eu queria ter, a calcinha daquela menina, mas…
35 O desfalque
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37 Camberra, Austrália… mas o meu marido descobriu
38 Obcecado pela amiga da minha filha… uma besta retorcida
39 Mônica, a princesinha que conheci no ônibus
40 A diretora cascavel, o desfalque, a aposta
41 Tiquinha… minha surpreendente filha
42 Meu primo Uber, minha fantasia anal… e a onça
43 Grávida, transei com o primo do meu marido
44 Foi uma menina lá da classe que deu para um professor
45 Chantageada… divinamente chantageada
46 Marido, filhos, igreja, trabalho, luxúria, VERGONHA, marido…
47 Num motel com a Daniela, a linda esposa do meu cunhadinho
48 Eu queria ser, o banquinho da bicicleta
49 A empregada usando a roupa da aminha filha
50 Será que o meu outro tio tá querendo me comer?
51 É ele… é ele…! É o Sadao
52 Quando eu queria muito dar para o meu primo
53 Mônica, a princesinha do busão, e o Daniel
54 Minha vizinha castigando uma, castigando duas…
55 Acho que fiz uma despedida de solteira
56 Rutinéia ou… a japinha que gemeu, mas delirou no 23
57 E ele me levou pro mato
58 Você me acha meia gordinha?
59 Coisas proibidas… In my life
60 Angústia pré nupcial… ou sei lá o que me deu 015 06
61 Pecando com um, pecando com dois… meu filho
62 Gozando, finalmente… com o meu irmão
63 Sobrinha ou não, estou passando o ferrão
64 Finalmente uma bundinha… e da amiga da minha namorada
65 Meu amor de pai, meu amor de varão
66 Dei um golpe na minha primona, e comi ela
67 Se não pode vencer a pivetinha, una-se a ela
68 Minha sobrinha, e a boate demoníaca do meu irmão
69 Meu marido merecia um chifre daqueles… e coloquei
70 A ruivaça da Galeria Pagé… ou quase
71 Eu… cinquenta anos atrás
72 Meu motorhominhão e as diretoras da escola
73 Um sofrido, mas verdadeiro anal… com o meu tio
74 Eu… trinta e cinco anos atrás
75 Se eu contar pro meu marido ele te mata
76 É chato, mas estou comendo a professora, mãe da minha amiga
77 Comi a minha prima… e a minha tia me comeu
78 Uma Arlinda Mulher
79 A noite pedia sexo… meu pai abriu um Malbec
80 Quando a cunhadinha já estava tirando a roupa
81 Te dou o cu
82 O valentão chifrudo… a conta gotas
83 Quando descobri como a minha irmã ganha dinheiro
84 De como dei muitas com o motorista Uber, e também comi
85 Quando o seu amigo é corno
86 Sexo anal com a genitora… nossa primeira noite
87 Melancolia e fantasia… uma priminha morrendo de tristeza
88 Meu namorado me levou pro mato
89 Nove e meia polegadas de infidelidade
90 A menina transando com o pai, e eu…
91 Abre as pernas que a cabeça passa… mas nem precisei abrir
92 Faturei a linda e fiel esposa do pastor
93 Meu meio irmão… a gente briga, a gente transa, a gente briga
94 Meu primo querendo me consolar comendo, e eu me pervertendo
95 Até que enfim um joão-de-barro inteligente. Será?
96 A ovelha negra… e a herança do meu avô
97 O exato momento em que descobri que posso ter outros meninos
98 Fidelidade ao meu namorado… e as três vezes que transei com o meu primo
99 Imagina casar e a minha mulher fazer o que a mulher do meu ex-sócio fez
100 Eu… vinte anos atrás
101 De sainha curta na fila do supermercado… e traí o Murilo
102 Um tiquinho de menina me esperando na portaria do prédio
103 Prazeres, pecados… e castigo para uma adúltera
104 Meu motorhominhão… de frango assado no Frango Assado
105 Dos colegas de serviço ao pastor… uma prostituta


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